quarta-feira, 10 de abril de 2019

geometria de mange

INTRODUÇÃO

O presente trabalho visa abordar sobre geometria de Monge, em que primeiramente é necessário sabermos praticamente o que é a geometria para o melhor entendimento. Geometria descritiva é uma ciência que estuda os métodos de representação gráfica das figuras espaciais sobre um plano. Resolve problemas como: construção de vistas, obtenção das verdadeiras grandezas de cada face do objeto através de métodos descritivos e também a construção de protótipos do objeto representado. A Geometria Descritiva deu um grande impulso à indústria, e foi exatamente por esse motivo que, seu criador, Gaspar Monge se dedicou a esse estudo.


GEOMETRIA DE MANGE
A Geometria Descritiva é a parte da matemática aplicada que tem como objetivo representar sobre o plano as figuras do espaço, ou seja, resolver problemas de três dimensões em duas dimensões. Para conseguir esse objetivo, são usados processos construtivos que permitem representar, no plano, a figura espacial de tal maneira que, todo problema relativo a essa figura se possa interpretar sobre sua representação plana. Gaspard Monge, criador da Geometria Descritiva, a definiu como sendo a parte da Matemática que tem por fim representar sobre um plano as figuras do espaço, de modo a poder resolver, com o auxílio da Geometria Plana, os problemas em que se consideram as três dimensões.
O SURGIMENTO DA GEOMETRIA DESCRITIVA
A Geometria Descritiva surgiu no século XVII. É uma ciência que estuda os métodos de representação gráfica das figuras espaciais sobre um plano. Resolve problemas como: construção de vistas, obtenção das verdadeiras grandezas de cada face do objeto através de métodos descritivos e também a construção de protótipos do objeto representado. A Geometria Descritiva deu um grande impulso à indústria, e foi exatamente por esse motivo que, seu criador, Gaspar Monge se dedicou a esse estudo.
O QUE É A PROJEÇÃO DE UM PONTO
Projeção de um ponto sobre um plano é o “pé” da perpendicular ao plano conduzido pelo ponto. O plano é dito plano de projeção e a reta é a reta projetante do ponto. Porém no espaço um ponto não está bem determinado apenas com uma projeção. Então mostramos como se determina um ponto A através do método das projeções de Monge.
QUEM FOI GASPARD MONGE
Gaspard Monge (1746 a 1818) foi um sábio desenhista francês, figura política do final do século XVIII e início do século XIX, um dos fundadores da Escola Politécnica Francesa, criador da Geometria Descritiva e grande teórico da Geometria Analítica, ele pode ser considerado o pai da Geometria Diferencial de curvas e superfícies do espaço.
Monge foi professor da Escola Militar de Meziéres e da Escola Politécnica de Paris, onde teve como discípulos e seguidores de sua obra Jean Pierre Hachette, Barnabé Busson, Jean Victor Poncelet, Charles Dupin, Michel Chasles, Theodore Oliver, C.F. Leroy, Jules de La Gourmiere e Victor Amadeé Macleim, tendo este último exercido o magistério no último quartel do século XIX. Gaspar Monge aprimorou uma técnica de representação gráfica já iniciada pelos egípcios que representavam apenas: a planta, a elevação e o perfil. Esse interesse em estudar essa técnica resultou de impulsos patrióticos que visavam tirar a França da dependência da indústria estrangeira.
MÉTODO DE MONGE
É um método criado por Gaspard Monge que utiliza dois Planos de projeção perpendiculares entre si (plano horizontal e plano vertical) e ilimitados onde são feitas as projeções das figuras que se quer representar em duas dimensões.
PLANOS DE PROJEÇÃO
Planos de projeção são dois planos perpendiculares entre si; um deles chama-se plano horizontal e o outro plano vertical. Os dois planos são ilimitados em todos os sentidos. Chama-se Linha de Terra - LT (ou xy) a interseção dos dois planos.
Os ângulos diedros são ângulos formados por duas faces planas. Portanto os dois planos de projeção formam quatro ângulos diedros retos I, II, III e IV.
O 1° diedro é formado pelos semi-planos: Superior Vertical (S.V.) e Anterior Horizontal (A.H.), denotado pelo número romano I.
O 2° diedro é formado pelos semi-planos: Superior Vertical (S.V.) e Posterior Horizontal (P.H.), denotado pelo número romano II.
O 3° diedro é formado pelos semi-planos: Inferior Vertical (I.V.) e Posterior Horizontal (P.H.), denotado pelo número romano III.
O 4° diedro é formado pelos semi-planos: Inferior Vertical (I.V.) e Anterior Horizontal (A.H.), denotado pelo número romano IV.

ÉPURA
Épura é a representação de uma figura do espaço pelas suas projeções no plano. O interessante da épura é observar a figura no plano e imaginar como essa figura se apresenta no espaço. OBTENÇÃO DA ÉPURA Para obter a épura, gira-se o Plano Vertical de Projeção (PV) em torno da Linha de Terra no sentido horário, de tal forma que este coincida com o Plano Horizontal de Projeção (PH). Esta nova representação recebe o nome de épura.
OBTENÇÃO DA ÉPURA
Para obter a épura, gira-se o Plano Vertical de Projeção (PV) em torno da Linha de Terra no sentido horário, de tal forma que este coincida com o Plano Horizontal de Projeção (PH). Esta nova representação recebe o nome de épura.
CONCLUSÃO

Monge foi professor da Escola Militar de Meziéres e da Escola Politécnica de Paris, onde teve como discípulos e seguidores de sua obra Jean Pierre Hachette, Barnabé Busson, Jean Victor Poncelet, Charles Dupin, Michel Chasles, Theodore Oliver, C.F. Leroy, Jules de La Gourmiere e Victor Amadeé Macleim, tendo este último exercido o magistério no último quartel do século XIX.
Gaspar Monge aprimorou uma técnica de representação gráfica já iniciada pelos egípcios que representavam apenas: a planta, a elevação e o perfil. Esse interesse em estudar essa técnica resultou de impulsos patrióticos que visavam tirar a França da dependência da indústria estrangeira.


REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASENSI, Isquierdo (1990). Geometria Descriptiva. Madrid.
CHAPUT, Frére Ignace. Elementos de Geometria Descritiva. F. Briguiet e Cia, Rio de Janeiro (1963).
MACHADO, Ardevan (1986). Geometria Descritiva. São Paulo : Projeto Editores Associados, 26° ed. 306 p.
PRÍNCIPE Jr. Geometria Descritiva. V. 1 e 2.
«Gaspard Monge». UFCG. dec.ufcg.edu.br. Consultado em 02 de Abril de 2019
O'Connor, John J.; Robertson, Edmund F., "Gaspard Monge", MacTutor History of Mathematics archive, University of St Andrews.
«Gaspard Monge». Porto Editora. Infopédia. Consultado em 02 de Abril de 2019

O que os bebes pensam?


O que os bebes pensam?
Nos últimos trinta anos, as descobertas entorno da ciência do desenvolvimento mudaram completamente a concepção sobre as crenças acerca da potencialidade mental na primeira infância. Se antes, os cientistas achavam que os bebês eram quase irracionais, atualmente acredita-se que eles têm uma capacidade cognitiva semelhante à dos maiores gênios da história.
Isso porque, segundo a psicóloga Alison Gopnik , as pesquisas têm desenvolvido linhas alternativas para investigar essa atividade cerebral, já que os bebês não conseguem se expressar por meio da fala.
A especialista, que apresentou uma palestra sobre o tema no TED, versão completa abaixo, garante que bebês de dezoito meses são capazes de refletir sobre o que o outro ser humano está pensando. A conclusão veio de um experimento simples, feito por ela e uma aluna.
A experiência consistia em oferecer dois pratos de comida a bebês de 15 e 18 meses. Um contendo brócolis cru e outro com bolachas saborosas e decoradas em formato de peixinho.
A aluna simulava para alguns grupos de bebês a preferência por determinado alimento. Para outro grupo, sinalizava outro. O que elas constataram foi que enquanto o grupo de bebês de 15 meses não compreendia a preferência pelo brócolis (já que na percepção deles, o biscoito é mais saboroso), os de 18 entregavam, quando solicitado, o alimento favorito da interlocutora. Ou seja, compreendiam que outros seres humanos pensam de forma diferente e trabalham para ajudá-las a realizar o seu desejo.
“Há duas coisas impressionantes em relação a isto. A primeira é o fato de estes bebês de 18 meses terem já descoberto esta verdade profunda da condição humana: que nem sempre queremos as mesmas coisas. E mais, eles sentiram que deviam fazer o possível de forma a ajudar outras pessoas a terem o que queriam. Mas mais impressionante, o fato de os bebês de 15 meses não terem feito isto indica que os bebês de 18 meses aprenderam esta profunda verdade da natureza humana nos três meses que passaram depois de fazerem 15 meses”, afirmou a pesquisadora.
Em outro estudo, verificou que crianças de quatro anos de idade fazem, internamente, complexos cálculos de probabilidade e são melhores em descobrir uma hipótese improvável do que adultos perante a mesma tarefa.
Em síntese, Alison Gopnik defende que os bebês e as crianças pequenas têm dificuldade em focar a atenção em uma única fonte de informação, mas têm uma capacidade incrível de absorver aprendizados de várias fontes, sem limitar a experiência, como os adultos geralmente fazem.
A Brincadeira
No que se refere à brincadeira, para definirmos a brincadeira infantil ressaltamos a importância dela para a criança nos aspectos físicos, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo. A brincadeira é uma das etapas essencial para o desenvolvimento da criança, e na brincadeira que a criança aprenderá sua relação com o outro e o meio, a brincadeira é uma ação que imobiliza todo o processo de desenvolvimento da criança, ela cria sua linguagem de comunicação.
A criança vê a brincadeira de forma diferente do adulto, para elas muitas vezes não é um simulador da realidade, tanto que Piaget (1971) apud Kishimoto (2001) afirma “quando brinca, a criança assimila o mundo à sua maneira sem compromisso com a realidade, pois sua interação como o objeto não depende da natureza do objeto mais da função que a criança lhe atribui”. Desse modo, o objeto para a criança passa a ser o que ela quer que seja na hora da brincadeira, mando assim, sua liberdade.
Ainda na brincadeira, a criança estimula suas aptidões e criação acerca da compreensão da realidade. No momento que a criança está brincando seu envolvimento está atrelado a sua vivencia diária a sua ação na brincadeira torna-se um alicerce daquilo que virá ser futuramente como sujeito. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação.
Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais. (BRASIL, 1998, p. 22) A criança quando brinca ela projeta aquilo que vê em seu cotidiano o seu comportamento frente à brincadeira é espontâneo, oras brinca de mamãe e filhinha e ao mesmo tempo muda sua ação brincando de médico, seu brincar é flexível.
No que refere se ao desenvolvimento infantil à brincadeira não estruturada oferece contribuição em vários aspectos para o futuro da criança em desenvolvimento. Teles (1999, p.15) diz que a criança reproduz na brincadeira a sua própria vida. Por meio dela, ela constrói o real, delimita os limites frente ao meio e o outro e sente o prazer de atuar ante as situações.
O papel do professor e proporcionar esse momento, cabe a ele mediar e participar somente se for convocado pela criança, sendo que o professor será um observador do brincante. De acordo com Teles (1997, p. 15) “a brincadeira tem um sentido de suma importância para a criança para sua formação de mais tarde ser um adulto feliz, criativo, equilibrado, aberto para a vida, o mundo e as pessoas”. Sendo assim, a brincadeira infantil é valorizada pela criança, pois é nesse momento que ela manifesta seu livre pensamento sem regras, são atos espontâneos, manifestações que surgem do seu interior e que ajuda no seu desenvolvimento e aprendizagem.
Desse modo à brincadeira na Educação Infantil é de suma importância para a criança, pois é nesse momento que se manifesta seu livre pensamento sendo eles atos espontâneos, manifestações que vem do interior desta e que ajudam no seu desenvolvimento e em sua aprendizagem.
As brincadeiras aprofundam, para a criança, a compreensão da realidade, ao mesmo tempo que estimulam a imaginação e condições básicas para se poder ser criativo. (TELES, 1997, p.21).
Percebemos que a brincadeira é uma situação privilegiada no processo da aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil, alcançando níveis complexos até mesmo possibilitando a interação com o outro, podendo dar significado ao seu cotidiano onde existirão regras de convivência e a criança se adequará conforme a suas necessidades.
Conhecendo as crianças
Quem são as crianças? As crianças gostam de brincar? Onde acontece o brincar? Do que brincam? Como e com quem brincam? Quais os são os espaços de brincadeira para a criança viver sua infância na contemporaneidade? Estas indagações nos remete a considerar que cada criança é um ser único especial na sua amplitude em seu modo de ser e ver e rever o mundo que a cerca por meio da sua linguagem que é vivenciada pelo brincar.
Das crianças entrevistadas, 18 são do sexo masculino e 12 do sexo feminino, totalizando 30 crianças, com idade de 5 a 6 anos. Segundo Batista, (2009) As crianças de 4 a 6 anos se encontram no auge do jogo simbólico assim valorizar a capacidade de produção simbólica das crianças requer evidenciar a sua competência para construir sentidos sobre o mundo.
É preciso reconhecer suas formas específicas de ocupar e se apropriar dos espaços, entendendo a brincadeira como fundamental, tanto para a criança conhecer o mundo quanto reconhecer-se no mundo. Nessa perspectiva, é necessário desenvolver olhares atentos e uma escuta sensível e refinada para as brincadeiras, as relações entre crianças e adultos, as diferentes formas de ocupação e os sentidos estabelecidos.

ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL


ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Organização industrial é um campo da economia que estuda a estrutura e os limites entre as empresas e os mercados e as interações estratégicas das empresas. O estudo da organização industrial acrescenta ao modelo de concorrência perfeita atritos do mundo real, como informação limitadacustos de transação, custos do ajustamento de preços, intervenções do governo e barreiras à entrada de novas empresas num mercado que pode ser associado a concorrência imperfeita.
Em seguida, considera como as empresas estão organizadas e como eles competem. O assunto tem sido descrito como sendo referente a mercados que "não podem facilmente ser analisados usando o modelo competitivo padrão dos livros de texto." O desenvolvimento da organização industrial como um campo separado deveu muito a Edward ChamberlinEdward S. Mason e Joe S. Bain.
Há duas abordagens principais para o estudo da organização industrial. A primeira abordagem é essencialmente descritiva e fornece uma visão geral da organização industrial. O segundo, uma teoria de preço, usa modelos microeconômicos para explicar o comportamento e estrutura de mercado da firma no que respeita a interações estratégicas das firmas, a teoria dos jogos não-cooperativos tornou-se o método padrão unificador da análise.
Organização das empresas
A organização das empresas é um assunto há longo tempo estudado quer por autores nacionais, quer por autores estrangeiros. No caso particular das empresas de Construção Civil os estudos em língua portuguesa são no entanto muito raros. Apesar de poder ser considerada como indústria é grande a distância que separa o sector da Construção Civil dos restantes sectores industriais, nomeadamente o das indústrias transformadoras de produção em série. A principal razão para esse facto reside no carácter fixo das instalações produtivas das indústrias transformadoras e o carácter extremamente variável das equivalentes instalações no sector da construção civil. Nestas, as instalações produtivas finais são as obras propriamente ditas que obviamente variam permanentemente de local e tipo. A apoiar as obras, produzem-se trabalhos em estaleiros centrais, em unidades autónomas de produção (centrais de betão pronto, serralharias, carpintarias, …) e actualmente de uma forma muito intensa em pequenas unidades de fabrico de sub-empreiteiros.
Em qualquer organização, existem no entanto diversos aspectos que são perfeitamente repetitivos e que não dependem da estrutura produtiva. Estes situam-se essencialmente nas Direcções Comercial e Administrativa. É então na Produção que a Construção Civil se distingue. Tentaremos neste trabalho clarificar as principais especificidades das organizações das empresas de Construção Civil integrando-as devidamente em conceitos de carácter mais geral aplicáveis a todas as organizações.
Áreas de estudo
Organização industrial investiga os resultados dessas estruturas de mercado em ambientes com
·         Discriminação de preços
·         Diferenciação do produto
·         Bem duradouro
·         Mercado secundários ou mercados em segunda mão, que podem afetar o comportamento das empresas nos mercados primários.
·         Conluio
·         Sinais, tais como garantias e publicidade.
·         Fusões e aquisições
·         Entrada e saída em mercados
Uma estrutura de mercado competitivo tem o resultado de desempenho de custos e preços mais baixos, (pastor, w: 1997:4). O assunto tem um lado teórico e um lado prático. De acordo com um texto do livro: "em um plano, o campo é abstrato, um conjunto de conceitos analíticos sobre concorrência e monopólio. Em um segundo plano, o tema é sobre mercados reais, repleta de emoção e drama das lutas entre empresas reais" (Shepherd, w.; 1985; 1). O uso extensivo da teoria dos jogos na economia industrial levou à exportação desta ferramenta para outros ramos da microeconomia, tais como economia comportamental e finanças corporativas. A Organização industrial também tem tido impactos significativos práticos em direito antitrust e política de concorrência.

Tipos de organização empresarial
Cada empresa tem necessidades e particularidades próprias. Por isso, não há um modelo único de organização empresarial que atenda todas as empresas. Confira, a seguir, três tipos de organização e analise com cautela e precisão qual se adequá melhor à sua empresa.
Organização linear
Este é o tipo mais antigo de organização, além de ser o mais simples. Boa parte das empresas adotam esta organização na fase inicial, justamente pela facilidade de implantação. Seu formato é piramidal, já que as linhas de responsabilidades entre gestores e equipes tem sentido único e direto.
Neste tipo de organização, colaboradores recebem ordens e orientações somente de um único gestor que, por sua vez, recebe ordens de outro superior. A comunicação neste tipo de organização começa do alto escalão para a base da pirâmide e as decisões são centralizadas, pois existe apenas uma autoridade na organização.
Organização funcional
Neste tipo de organização, a base é a especialização e distinção das funções. Isso significa que um colaborador não terá somente um gestor para se reportar, mas vários — cada um de uma especialidade. Na organização funcional, uma especialidade não interfere na outra e as tomadas de decisão não são pautadas pela hierarquia.
Um gestor especialista em comunicação, por exemplo, não poderá tomar decisões sobre o financeiro, mesmo que este gestor de comunicação esteja há mais tempo na empresa.
Organização linha-staff
Esta organização é uma junção da organização linear e funcional, eliminando possíveis desvantagens e potencializando as características positivas dessas organizações. Na organização linha-staff, a hierarquia está presente ao mesmo tempo em que existem órgãos e setores especializados. De modo geral, esses setores podem ser divididos em dois tipos:
Órgãos de Linha: são aqueles que estão ligados à execução de tarefas e trazem características da organização linear;
Órgãos de Staff: são responsáveis por prestar assessoria e serviços especializados. Traz características da organização funcional.
Na Organização Linha-Staff existe uma combinação eficiente da hierarquia, autoridade e especialidades. Este tipo de organização permite que haja uma integração entre os colaboradores das mais diversas áreas. Estes são os três tipos mais utilizados nas empresas brasileiras e multinacionais. A sua empresa utiliza alguns dos modelos citados? Qual destes tipos de organização é o ideal para a sua empresa? Use o espaço abaixo para nos contar a sua experiência e a sua opinião sobre o tema. Se este conteúdo te ajudou de forma positiva, compartilhe-o em suas redes sociais.




o sistema educativo


INTRODUÇÃO

O presente trabalho visa abordar sobre o sistema educativo e filosófico em Angola. A educação é um direito de todos. Assegurá-lo e melhorar a sua qualidade é necessariamente o dever do Estado. A primeira premissa apresentada está bem explicita no Artigo 6º da Lei de Bases do Sistema de Educação Angolano (2001) “A educação tem carácter democrático pelo que, sem qualquer distinção, todos os cidadãos angolanos têm iguais direitos de acesso e na frequência aos diversos níveis de ensino e de participação na resolução dos seus problemas”.
Apesar disso, a realidade mostra-nos que em Angola, por diversas razões, uma minoria de pessoas têm acesso ao sistema de ensino, com maior ênfase no Ensino Primário, em que a Lei de Bases do Sistema de Educação Angolano (2001) o caracteriza como obrigatório e gratuito. A finalidade da educação é a formação integral, harmoniosa e progressiva do homem, enfatizando os seus aspectos adjectivos e substantivos, tendo assim cidadãos livres, responsáveis e autónomos; indivíduos capazes de julgar, com espírito crítico e criativo o meio social em que se integram e de se empenhar na sua transformação progressiva, conferindo-os dignidade e qualidade de vida.



O SISTEMA EDUCATIVO E FILOSÓFICO EM ANGOLA

Angola está a atravessar um momento de mudança, política, social e em especial no sistema educativo. O país revelou uma grande evolução na educação, demonstrado pelas estatísticas referentes ao acréscimo do número de alunos, de salas, de professores e de equipamentos. Com a autonomização do país, os princípios da democratização, gratuitidade e obrigatoriedade da instrução primária concorreram para maior aceleração do processo de formação de recursos humanos necessários ao desenvolvimento de Angola, a partir da aquisição de competências básicas.
Mas, no período anterior e imediatamente posterior à independência, devido ao abandono massivo do país de muitos técnicos portugueses e angolanos e dada a gritante necessidade de quadros a formar aos mais diferentes níveis em todos os sectores, as novas políticas educativas estavam mais voltadas para o número a preparar (se possível de forma acelerada), do que para a qualidade. Os cursos pré-universitários, concebidos para transitoriamente acomodarem os estudantes que, no tempo colonial, frequentavam os antigos 5ª, 6º e 7º ano dos liceus ou equivalentes, passaram a definitivos, ao constituírem-se numa via de chegada mais rápida à universidade.
Vantagens
A reforma educativa procura consolidar a concretização dos princípios da integridade, laicidade, democratização, gratuidade e obrigatoriedade do anterior sistema educativo. Esta reforma representa uma estratégia para melhorar a qualidade da educação e ensino e responder aos desafios do desenvolvimento do país.
A Lei de Bases do Sistema de Educação preconiza a escolarização de todas as crianças em idade escolar e, do mesmo modo, a redução do analfabetismo e a formação profissional. Esta lei propõe uma readaptação do sistema educativo com vista a responder às novas exigências da formação de recursos humanos necessários ao progresso da sociedade angolana.
Para além da componente política, a reforma educativa pode ser levada a cabo para actualizar os métodos de ensino e para adequar as cadeiras/disciplinas aos tempos actuais.

Desvantagens
O currículo constituiu um dos factores que maior influência possui na qualidade do ensino. Este aparente consenso, esconde um equívoco. Não existe uma noção mas várias noções de currículo, tantas quantas as perspectiva adoptadas. O currículo continua a ser frequentemente identificado, como um plano de estudo. Sendo que este significa, pouco mais do que o elenco e a sequência de matérias propostas para um dado ciclo de estudos, á um nível de escolaridade ou curso, cuja frequência e conclusão conduzem o aluno a graduar-se nesse ciclo, nível ou curso.
A reforma educativa deve ser incentivada a partir de um amplo consenso social, já que a educação abrange toda a sociedade e nunca deve depender de uma ideologia ou do governo que estiver em funções. Quando a reforma educativa preenche unicamente os interesses da autoridade do momento, costuma tratar-se de um empreendimento político para difundir uma visão distorcida da realidade e para formar as novas gerações de acordo com a mensagem dominante.
O que havia a mudar? Para uma maior exigência do perfil de saída dos alunos, uma maior exigência académico-profissional no perfil de entrada e saída dos professores e isto é o que se procura retomar, hoje, nas actuais Escolas do Magistério Primário. Só que ainda são muito escassas. Alguns dizem que, com a actual reforma educativa, não há, no ensino primário, reprovações na 1ª, 3ª e 5ª classes. É verdade, entre outros aspectos, a dicotomia entre as assimetrias culturais e de desenvolvimento existentes no país e um sistema educativo gerido por princípios de unicidade, a baixa competência linguística no idioma de escolarização, agravada pela falta de acompanhamento por parte de encarregados de educação, a falta de condições adequadas de estudo em muitas escolas e lares, a deficiente alimentação e assistência médica e medicamentosa… enfim, factores que, evidentemente, ao não concorrerem para o sucesso escolar, levam à necessidade de se oferecerem oportunidades de recuperação na vida escolar de crianças no ensino primário, em função do seu ritmo próprio de aprendizagem.
Uma conclusão importante a reter é, pois, a de que a legitimação política ou a racionalidade científica dos projectos inovadores não constituem garantia de êxito da sua implementação. A inovação tem revelado tanto de aliciante quanto de problemático e de complexo!
Uma das principais razões justificativas destes resultados insuficientes prende-se com a complexidade do fenómeno da inovação aliado à ausência de uma perspectiva teórica alargada e, em particular, ao pouco conhecimento das variáveis pessoais e organizacionais que interactuam no complexo processo inovador.
REPENSAR AS POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO ANGOLANA - NUNES COTELO ALBERTO
Apesar disso, a realidade mostra-nos que em Angola, por diversas razões, uma minoria de pessoas têm acesso ao sistema de ensino, com maior ênfase no Ensino Primário, em que a Lei de Bases do Sistema de Educação Angolano (2001) o caracteriza como obrigatório e gratuíto (Artigos 7º e 8º).
A finalidade da educação é a formação integral, harmoniosa e progressiva do homem, enfatizando os seus aspectos adjectivos e substantivos, tendo assim cidadãos livres, responsáveis e autónomos; indivíduos capazes de julgar, com espírito crítico e criativo o meio social em que se integram e de se empenhar na sua transformação progressiva, conferindo-os dignidade e qualidade de vida.
Para um país em via de desenvolvimento como o nosso (diga-se) é necessário generalizar o sistema de ensino e esclarecer o papel que a educação desempenhará no contexto da consolidação da paz, da busca da harmonização e unidade nacional e do melhoramento das condições de vida face aos objectivos de desenvolvimento do milénio e às exigências do progresso social. A história sócio-política do país deixou sequelas, amarguras por parte dos vencidos e vencedores da batalha e que nos dias de hoje tem criado a discriminação social e política, ao ponto de não se notar o desenvolvimento em todos aspectos, particularmente no sector da educação em todas as regiões, sobretudo naquelas em que na época dos conflitos armados apoiaram a oposição.
A educação tem o seu próprio estatuto, pelo que é necessário uma filosofia educativa e prática pedagógica séria para que tenhamos um sistema de ensino sério, que se adeque ao perfil de alunos que temos e do cidadão que pretendemos formar. Os problemas educativos devem ser reflectidos de forma constante e sistemático. Como afirmou ARENDT (2000) “é preciso que aqueles que fazem a educação assumam a educação a responsabilidade ao mesmo tempo, pela vida e desenvolvimento da criança e pela continuidade do mundo.”
Ainda na mesma perspectiva, VIEIRA afirma que “A educação tem responsabilidades acrescidas porque nela convergem as aspirações dos indivíduos para alcançarem os lugares cimeiros na estrutura social, mas também, porque a educação pode ajudar a sociedade a constituir-se como um espaço heterogéneo onde todos possam ter voz e vez, através da promoção da igualdade cultural” (Revista Kulonga, ISCED-LUANDA, 2009).
Porém, a educação como tarefa importante para o desenvolvimento sustentável do país deve ser objecto de controlo sistemático para assegurar a realização dos seus objectivos. A maior parte dos Governos que se preocupam com a formação qualitativa de seus cidadãos, vêem a educação como um investimento importante, investindo-se cada ano grandes somas de dinheiros ao fornecimento da educação a todos os níveis. É através da avaliação constante, que se detectam as deficiências e defeitos que devem ser corrigidos, para que os objectivos da educação possam ser atingidos.
Há inúmeros problemas que afectam o sistema educativo angolano, tendo em conta as politicas precárias que giram em torno dele, perpetuados por situações como: o crescimento demográfico descontrolado e a falta da verdade na aplicação e nos gastos dos capitais orçamentados. Com isso, políticas como “realizar a escolarização de todas as crianças em idade escolar, reduzir o analfabetismo de jovens e adultos e aumentar a eficácia do sistema educativo” que constituem o preâmbulo da Lei de Bases do Sistema de Educação angolano, estão longe de surtirem efeitos.



CONCLUSÃO

Com a pesquisa feita conclui-se que, o contexto de paz que se vive em Angola é favorável à institucionalização das mudanças em vários domínios. Neste sentido, têm sido alteradas as políticas educativas que têm servido de base para a reforma educativa e curricular em curso, visando melhorar qualitativamente o sistema educativo angolano. No contexto da estratégia de desenvolvimento educativo para o país, assente em políticas, programas e projectos, torna-se necessário compreender os pressupostos da reforma educativa e curricular bem como o impacto que tem tido no sistema educativo e na sociedade angolana. No presente artigo dá o conceito de reforma educativa e faz uma abordagem acerca das vantagens e desvantagens da reforma educativa.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.      ABRANTES, J. C., Dez anos de Lei de Bases: A reforma curricular vista por Albano Estrela, Noésis, nº39, 1996.
2.      CARDOSO, A. P., A educação face às exigências inovadoras do presente, Revista Portuguesa de Pedagogia, Ano XXVII, nº2, 1993.
3.      CARDOSO, A. P., As atitudes dos professores e a inovação pedagógica, Revista Portuguesa de Pedagogia, Ano XXVI, nº1, 1992.
4.      CORREIA, J. A., Inovação Pedagógica e Formação de Professores, Porto, Edições Asa, 1989.
5.      CORREIA, J. A., Inovação Pedagógica e Formação de Professores, Porto, Edições Asa, 1989.
6.      EKHOLM, M. e KULL, M., School climate and educational change: Stability and change in nine swedish schools, EERA Bulletin, vol.2, nº2, 1996.
7.      JARDEL, B., 10 ans de «changement» au collège: Lepoint de vuedesformateurs, RevueFrançaise de Pédagogie, nº115.
8.      PATRÍCIO, M. F., A inovação no centro da reforma educativa, Inovação, Revista do Instituto de Inovação Educacional, vol.1, nº1, 1988.


sexta-feira, 23 de março de 2018

TÉCNICAS PARA O ENSINO DA REDAÇÃO

INTRODUÇÃO
Ultrapassar a barreira entre a formação das ideias e o papel em branco não é uma tarefa simples. Portanto, se tem todo direito de ter dificuldades para redigir uma boa redacção. Porém, o fundamental já se possui: a capacidade de pensar. Basta agora aliar força de vontade à prática de escrever.  Para tanto, é imprescindível estar bem informado sobre o tema a ser discutido. A veracidade das informações é de suma importância. Sejam elas históricas, científicas, ou culturais. Isso não significa que se deixe de questionar a respeito, pois um bom texto depende muito do seu teor crítico acerca da realidade. Assim, podemos dizer que: É possível apoiar no conhecimento já existente da nossa cultura, ou é possível questionar o conhecimento já existente, desde que você conheça bem o tema tenha argumentos concretos.
O ideal é nos esforçarmos para escrever nossas próprias ideias, preocupando-nos com o bom senso, mas sem manter uma postura reacionária, acreditando numa verdade absoluta. É importante ressaltar que não existe um conteúdo neutro: sempre existe um questionamento a se fazer, tanto da parte do leitor como de quem redige o texto. Neste contexto o presente artigo disserta sobre as técnicas para o ensino da redação. Ele é um tema complexo e extensivo, mas poderá se fazer esforço de fazer um resumo no que concerto ao aspecto entendimento do mesmo.


TÉCNICAS PARA O ENSINO DA REDACÇÃO
1.1 Conceito
Denomina-se redação ao processo em que se estrutura um discurso escrito. A redação é uma arte, mas também uma técnica, à medida que é utilizada para garantir que o texto tenha certo nível de coerência. Ela se desenvolve com o tempo e a prática, circunstância exigida continuamente na educação formal das crianças. Outros lugares que praticam a elaboração de textos também recebem o nome de redação, como é o caso dos jornais e revistas, que atribuem um lugar específico para profissionais capacitados para esse fim.
1.2 O ensino da redação
Escrever bem exige conhecimento linguístico, técnica e muita dedicação. A redação costuma ser protagonista em muitos concursos e estudos e, infelizmente, deixa muitos candidatos ou alunos apreensivos na hora de transferir para o papel ideias e argumentos. Redigir um texto de maneira competente é indispensável para o sucesso da vida acadêmica e para a vida profissional, afinal de contas, comunicar-se bem é uma habilidade que, além de abrir portas, melhora as relações pessoais.
Por meio da leitura de diferentes tipos e gêneros textuais, entramos em contato com a língua e seus diferentes registros e temos a oportunidade de aprender na prática o seu funcionamento. Embora as gramáticas apresentem as regras para uma escrita correta, nem sempre mostram as reais situações de uso, que serão encontradas apenas nas diversas atividades discursivas, sejam elas orais ou escritas. Para compor seu repertório cultural, lembremo-nos de que todo tipo de leitura é bem-vinda, seja de best-sellers[1], seja dos clássicos da literatura – os textos-fontes de toda literatura contemporânea. Diversificar a leitura é importante para que se conheça e identifique os diversos gêneros, assim como é importante para que se aproprie dos inúmeros recursos linguísticos que eles oferecem.
Normalmente a redação compreende aos seguintes critérios:
Introdução
A introdução escreve-se por último. Todo texto dissertativo argumentativo precisa de 1) introdução, 2) desenvolvimento e 3) conclusão. A introdução é o primeiro contacto (superficial) que o corretor terá com a redação. Por isso, pode deixar para escrevê-lo quando terminar a dissertação.
Desenvolvimento
O desenvolvimento da redação tem argumentos que dão força ao posicionamento do texto. Essa parte deve ter dois parágrafos.
Ficar atento às ideias que escolheu e procurar lembrar de exemplos que se relacionem com elas. Podem ser fatos históricos, comportamentos da natureza, citações de Filosofia e Sociologia, séries, filmes, músicas, publicidades, estudos científicos e outros acontecimentos de acesso público.
Conclusão
Na conclusão sempre proponha uma solução para o problema. Em alguns casos, isso não é necessário, então algumas pessoas se esquecem. Mas um dos cinco critérios para avaliar a sua nota na redação é esta proposta. Ou seja, sem ela, o seu texto não tem sentido.
Título
O título da redação deve ser curto e resumir o que foi abordado na sua redação.
2. REDAÇÃO TÉCNICA
A redação técnica é um texto redigido de maneira mais elaborada e formal. Ela difere das redações literárias, pois são objetivas e imparciais, além do que utilizam a linguagem denotativa.
2.1 Características
Esse tipo de redação apresenta algumas peculiaridades em sua estrutura e estilo. Isso porque geralmente tratam-se de documentos oficiais de correspondência que possuem uma finalidade, seja informar, solicitar, registrar, esclarecer, dentre outros. Por isso, nas redações técnicas é utilizada a linguagem formal, objetiva, e segue as regras da norma culta padrão. Ela abriga modalidades de textos que cotidianamente nos deparamos, por exemplo, a ata de uma reunião, o currículo, o relatório, o atestado, dentre outros.
As redações técnicas são muito utilizadas no meio acadêmico, profissional, comercial e empresarial.
2.2. Tipos
De acordo com a finalidade proposta, existem diversos tipos de Redação Técnica, a saber:
Ata, memorando, atestado, circular, carta comercial, relatório, requerimento, declaração, ofício, procuração, contrato, currículo.

2.3 Estrutura
Cada tipo de redação técnica apresenta uma estrutura específica, no entanto, algumas características são comuns a todos, a saber:
Timbre, destinatário, título, tema, corpo do texto, saudações finais, assinatura.
3. REDAÇÃO CIENTÍFICA
A redação científica diz respeito à performance que caracteriza o discurso como um todo, demarcada por pressupostos específicos.
Partindo dessa premissa, até mesmo no sentido de reforçar nossa discussão, vejamos o que nos ensina Secaf (2004, p.47):
Um artigo científico exige que o autor expresse o que sabe sobre o tema, utilize a língua vernácula de maneira precisa e exponha as ideias de maneira simples e com palavras que não sejam rebuscadas. Deve-se usar a linguagem padrão (por exemplo: homem) e não a expressão coloquial (por exemplo: camarada) e nunca gíria (por exemplo: cara, careta). Atenção especial ao uso, ou não, do jargão (termos técnicos), pois influencia a compreensão do leitor do periódico em que irá publicar [...]
As palavras ditas pelo autor nos remetem àqueles fatores elementares evidenciados no início do artigo, sobretudo no que tange ao conhecimento, uma vez que, aliados ao rigor técnico, se encontram também os conhecimentos relacionados às normas que regem a modalidade escrita da linguagem.
Alguns pontos fundamentais que norteiam redação científica são:
Objetividade, concisão, clareza, precisão, imparcialidade, encadeamento, impessoalidade, coerência.
Assim, torna-se essencial que as etapas pelas quais terá de se passar não se tornem um fardo. Ao contrário, a pesquisa deve ser concebida como uma oportunidade de estudar, bem como de aprender um pouco sobre um determinado tema de igual relevância. Dessa forma, quanto mais comprometido estivermos com o trabalho realizado, maiores são as chances de êxito, no sentido de socializar nosso conhecimento e se tornar visível junto à prática.
4. REDAÇÃO LITERÁRIA
A redação literária é aquela que tem como finalidade a expressão artística por meio da linguagem escrita. Por meio das palavras cuidadosamente escolhidas por um escritor, uma obra literária — por exemplo, um poema — pode expressar um número muito grande de sentimentos e emoções. Exemplos de textos literários são: ensaios, contos, novelas, poemas e até textos não-ficcionais, como memórias, autobiografias, entre outros.
4.1 Estilo do texto
Vocabulário voltado para a subjetividade, marcado pelo uso de figuras de linguagem, emprego das funções poética, metalinguística e emotiva; tom pessoal; apego a aspectos estéticos; multiplicidade de interpretações; elaboração artística da frase. Esse tipo de composição se destaca por dar ao escritor bastante liberdade na hora de escrever.
4.2 Objectivo
Entretenimento, reflexão, fruição artística e estética.
5. ORGANIZAÇÃO DO TEXTO
Quando lemos uma história esperamos encontrar no enredo determinados elementos que a fazem se classificar como tal: personagens, narrador, apresentação, complicação, clímax e desfecho final, entre outros, igualmente importantes. Já ao nos depararmos com um texto de opinião, nossa perspectiva mantém-se fiel: desejamos que as ideias estejam prontamente definidas, de modo a percorrermos um trajeto que nos conduz ao início, perpassa por um desenvolvimento e nos conduz a um fim, a uma conclusão.
Lembremo-nos também que o texto jamais poderá representar uma imagem de nós mesmo (a), por isso mantenhamo-nos o mais imparcial possível, deixando as emoções e os juízos de valor para a “hora certa”, ou seja, haverá circunstâncias comunicativas em que tais atitudes poderão ser perfeitamente exploradas.
Colocando tudo em prática: momento em que se irá materializar tudo aquilo que planejou-se. Para tanto, algumas hipóteses se revelam como preponderantes, entre elas:
- A primeira delas é se colocar como leitor de sua produção, ou seja, como nós gostaríamos que as ideias ali estivessem dispostas. - Outra questão diz respeito à clareza da mensagem, dada a evidência de haver “múltiplos” interlocutores. Desse modo, para não correr o risco de não ser bem interpretado, sejamos claro em tudo que disser. - Voltando à questão do caráter coesivo do nosso texto, procuremos fazer com que um parágrafo nunca encerrar a ideia em si mesmo, pois é preciso haver uma interligação entre todos eles (os parágrafos). - Procurando cuidar bem da performance textual, nada mais sugestivo que variar a estrutura sintática, quando a situação assim o permitir, é claro. Um exemplo é o uso do predicado antes do sujeito, como em: vã foi a luta/ caótico é o trânsito/ imprecisos são os detalhes, entre muitos outros. 
Pois bem, todas as elucidações aqui firmadas tendem a colaborar para o aprimoramento de uma competência necessária a todo usuário do sistema linguístico: a escrita.
CONCLUSÃO
Portanto, a redação bem redigida certamente faz o seu leitor pensar sobre o assunto. Portanto, clareza e objetividade acerca do tema escolhido são fundamentais. A dificuldade inicial para escrever o texto pode estar justamente na delimitação do tema. Às vezes, o tema escolhido pode ser amplo demais e uma delimitação se faz necessária a fim de evitar divagações. A delimitação da ideia central a ser desenvolvida se encontra, geralmente, logo na introdução.
Delimitado o tema, a introdução deve ser sucinta, apenas citando o argumento inicial. Não deve ultrapassar oito ou dez linhas, ou seja, um quinto do texto. Exceto em um ensaio curto (10, 15 linhas), cuja introdução pode se fundir com o desenvolvimento. Os demais argumentos, os dados, as ideias e o questionamento entram no desenvolvimento do texto. Os argumentos do desenvolvimento devem surpreender o leitor. Suas ideias devem ser "saborosas" para atrair sua atenção. Quando a proporção do texto que se escreve não corresponder ao ensinado, pode-se estar com problemas em delimitar o tema. Ás vezes, terminamos "enchendo linguiça" ou o contrário: ficamos sem ter o que dizer.
Por último deveremos pensar o desenvolvimento como uma ponte que levará o leitor da introdução à conclusão. Esta última deve ter um quinto do texto e encerrar a discussão. A não ser quando, propositalmente, o autor queira deixar a conclusão para o próprio leitor.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CASTRO, Luana. Redação. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/. Acesso aos 21 de Março de 2018.
Portal Toda Matéria. Redação técnica. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/redacao-tecnica/. Acesso aos 21 de Março de 2018
SECAF. Victoria. Artigo científico: do desfio à conquista. 3. ed. São Paulo: Green Florest do Brasil, 2004.


[1] Best-seller, best seller ou, ainda, bestseller é um livro que é considerado como extremamente popular entre os que é incluído na lista dos mais vendidos, sendo considerado como "literatura de massa".