terça-feira, 17 de outubro de 2017

HISTÓRIA DA BÍBLIA E AS ATUALIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

Israel Izidoro Pacifico[1]
Resenha
Introdução
O mundo atual e marcado por mudanças bruscas de hábitos devido as inovações tecnológicas e os meios de comunicações em alta velocidade, onde as dimensões das historicidade bíblica não fica de fora, pois as exposições dos relatos bíblicos são apresentados das mais variadas formas, havendo até o fato inovador de se usar como tema de novela histórias inteiras relatadas pela Bíblia Sagrada.
 Na perspectiva de incentivar para que se levante um olhar profundo sobre as verdades bíblicas, apresento esta resenha do artigo: (HISTÓRIA DA LEITURA E HISTÓRIA DA RECEPÇÃO DA BÍBLIA, de Antonio Paulo Benatte), que acredito trazer uma grande contribuição a respeito das significações da leitura bíblica.

A leitura da bíblia

Este importante artigo trata com muita sabedoria a questão da Bíblia, e da história de sua leitura e recepção, onde o autor faz análises sobre o caminho de um texto e suas interpretações ao longo de sua trajetória, partindo de uma idéia de uma aliança particularmente produtiva que pode ser construída entre a história da leitura e a história de sua recepção.
Alguns críticos literários são citados pelo autor como: Robert Darnton, Judith Kovacs e Christopher Rowland, que abordam questões como: O que os leitores pensam ser o significado da Bíblia, trazendo um raciocínio muito importante ao afirmar que a recepção da bíblia não pressupõe necessariamente sua leitura.
Citando como exemplo os cristões analfabetos, que ao ouvirem a leitura bíblica são impactados. Afirmando ainda ser a Bíblia um livro sempre contemporâneo, não entre outras coisas; por suas palavras de sabedoria e por sua metafísica, e sim sem dúvida, por sua possibilidade praticamente infinita de atualização.
O autor fala sobre o fato de a Bíblia ser considerado um livre clássico do ponto de vista laico, citando o escritor “Jorge Luis Borges”, e sua definição de clássico como: (Um livro que as gerações dos homens, urgidos por razões diversas, lêem com prévio fervor e com uma misteriosa lealdade).
Ao falar da teoria literária o autor aponta a Bíblia como o arquétipo do texto canônico, se apoiando na definição de Frank Kermode, pois em sua posição quanto texto canônico ele afirma que: (No processo de sua transmissão cultural, um texto ou um livro adquire sua identidade e sua diferença em relação a si mesmo, gerando novos modos de ver coisas velhas, e novas coisas que nunca vimos antes).
O autor citando Gadamer, fala sobre a importância de se focar o significado do texto acumulados ao longo do tempo, pois tal acumulo constitui seu principal objetivo, e deve ser considerado seu crescimento e transmição histórica e interpretações através das quais ele chegou a nós, estando a compreensão do texto condicionada a compreensão de sua própria história.
Apoiando- se no escrito de L. Alexander Milton onde tal escritor coloca a Bíblia como uma portadora de cultura, e com a capacidade de ter efeito mais abrangente que a própria teologia admite, além de em um campo mais vasto dos estudos bíblicos, a história da recepção se uma disciplina inclusiva concededora de relevância tanto à leitura e interpretação tradicionais.

O autor caminha sempre sobre o solo da historicidade dos textos bíblicos. Falando das abordagens socioculturais ou contextualistas no âmbito da história da leitura, sugerindo ser a bíblia, uma obra aberta com significados extremamente instáveis, não tendo um sentido fixo e determinável.
 Como tal, segundo o autor gera letigios de interpretações que culminam na ruptura da própria comunidade interpretativa, estando o conflito de interpretações em torno do real significado da Bíblia. Porem com isso se constitui assim um rico e vasto material para a investigação histórica.
Segundo o autor parece ser mais plausível: poder encontrar conflitos e tensões entre formas padronizadas de interpretação num mesmo grupo de leitores, mas em suma precisa-se compreender o processo pelo qual os textos escritos fazem sentido para aqueles que deles se apropriam ou os recebem nas mais diversas e variadas circunstâncias.
E notável como o autor expõe que nenhum outro livro, em toda a história humana, tenha sido objeto de tanto controle sobre a interpretação quanto a Bíblia, colocando porem a Bíblia em um patamar de perigo por sua riqueza polissêmica capaz gerar tanto leituras conservadoras e reacionárias quanto reformistas e revolucionárias da ordem social.
O autor afirma ser a recepção da bíblia, sempre um ato criador e o consumo cultural do texto representa um novo momento da produção, porem tendo um limite a que se dirá dele, mas sim deve se seguir uma dialogia tende por formas padronizadas niveladas por uma consciência dos mesmos códigos culturais, o que gerara a uma comunidade de interpretação.
 O autor trata da questão da leitura religiosa, e sua separação entre o sagrado e o profano, inclusive na dimensão das experiências, sendo levada em conta a variação histórica e de cultural.
Finalizando o autor fala das lógicas e dinâmicas da recepção, as quais formam tradições históricas particulares apreensíveis e compreensíveis enquanto singularidades no tempo e no espaço e fala também que dependendo de como a Bíblia for lida poderá traçar parâmetros de entendimento para uma ampla compreensão da história da recepção da Bíblia.

Considerações pessoais

Acredito que as maneiras de se expor às verdades bíblicas, as praticas de sua leitura e as abrangências da sua compreensão e significação, tendem a ser cada dia ampliada, porem o cuidado para não se banalizar as verdades bíblicas e faz-se eminente.
Referencias bibliográfica
Benatte, Antonio Paulo. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/oracula/article/view/5893/4765 . Ultimo acesso em 16 de Outubro de 2017.
Almeida, João Ferreira de. Bíblia Sagrada - Revista e corrigida. Ed. 1995: São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. 1564p.
[1] Pastor, Teólogo e Psicopedagogo Institucional


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CUIDADORES ESPIRITUAIS

Israel Izidoro Pacifico[1]

Ministério Pastoral

Introdução

Este trabalho visa, num primeiro momento, falar sobre as pistas que a temática do cuidado pastoral pode oferecer em resposta à pergunta: “quem é o ser humano”, esclarecendo sobre a dimensão que a ação pastoral deve alcançar, bem como em que esta ação pastoral deve se focar, propondo algumas respostas para a indagação sobre a identidade humana.
Num segundo momento pretende-se avaliar expondo e analisando os aspectos em que a temática do cuidado pastoral no Antigo Testamento e no Novo Testamento é convergentes e/ou divergentes; e, apresentar alguns registros bíblicos que apóiam tais divergência ou convergência estabelecendo  assim um quadro geral da evolução do tema, do Antigo Testamento para o Novo Testamento.
Focando como esta evolução da visão da temática pastoral contribuiu para vocação como chamado para servir, devido à amplitude de tal chamado estar contido no “ide” de Jesus, que ampliou o pastoreio de Deus através de uma ação pastoral que é oferecida através da ação do evangelho, a toda criatura.
 Por último pretende-se estabelecer a relação entre “cuidado pastoral” e “carisma pastoral”, tendo como horizonte à vida do ser humano no mundo, abordando como se da tal ação, entendendo a importância desta ação estar ligada ao carisma pastoral para uma melhor esfera de alcance, numa perspectiva de busca do bem estar da vida humana.
Todas estas perspectivas envolvendo a temática pastoral, por fim será englobada, pretendendo com isso o despertar da vocação pastoral e o chamado para servir, esclarecendo a importância desta vocação como fator de promoção de vida, dignidade e consciência da necessidade de ser; Humano.
1) As pistas que a temática do cuidado pastoral pode oferecer em resposta à pergunta: “quem é o ser humano”.
Com um olhar de que o ministério pastoral não abrange só o aconselhamento, mas a dimensão humana em um todo, temos a partir daí uma primeira pista da resposta à pergunta intrigante “quem é o ser humano”, pois em uma atitude pastoral e como igreja atuante na comunidade, a ação pastoral deve estar focada na vida, pois este humano tem uma “vida diferenciada”, que precisa ser orientada para um discernimento de sua identidade interior.
A temática do cuidado pastoral envolve prioritariamente o cuidado da vida. E ao ter como base o paradigma bíblico baseado na ação de Deus na história de Israel e no ministério de Jesus, o qual revela Deus como pastor cuidador e interessado com o bem estar do ser humano nos leva a uma outra resposta a respeito da identidade humana; de que o ser humano é “uma criatura criada e amada por Deus”.
Outro ponto importante que podemos analisar na temática do cuidado pastoral, e o de que o ser humano é como um ser em busca da sua identidade, mesmo detendo muitas informações que lhe traz certo nível de conhecimento, enfrenta problemas não pela falta deste conhecimento e sim de orientação, pois se encontra confuso, colocando o ser humano na categoria de “um ser em constante crescimento”.
Pensamentos a respeito da identidade humana foram concebidos em todas a linhas de pensar. Quem é o ser humano é a pergunta marcante, pois se quer saber a verdade sobre nos mesmo. Visões de evolução de espécies, pesquisas no campo cientifico como a do “genoma” tentam clarear o entendimento desta identidade. Mas no que tange a temática da ação pastoral, pode-se entender esta identidade tendo origem em Deus.
 Daí a importância da vocação do pastor diante deste ser humano que busca sua identidade, e precisa se sentir digno da vida que esta vivendo, não sendo como uma máquina, e nem vitima de uma sociedade que este; “diz valer quanto pesa”, mas levando a compreender a sua posição no cosmo como um ser em constante busca de ser; “Humano”.
2) Exposições e analise dos aspectos em que a temática do cuidado pastoral no Antigo Testamento e no Novo Testamento são convergentes e/ou divergentes; e, se há registros que denotam uma evolução do tema do Antigo Testamento para o Novo Testamento.
Iniciando com o ponto em que é detectado o cuidado pastoral no Antigo Testamento o qual estava vinculado à imagem do Deus Pastor e cuidador, que mantinha um relacionamento com seu povo intermediado através de uma aliança, onde cuidado pastoral acontecia no cotidiano das pessoas, podemos perfeitamente perceber ser este um ponto bem convergente com a visão da ação pastoral no Novo Testamento.
Visto que o cotidiano era o ambiente central da ação pastoral no novo testamento, onde a caminhada de Jesus com seus discípulos, era carregada de cuidados pastoral os quais ele exercia, quer seja os assistindo nos momentos de fome como na multiplicação do pão (Mateus 15.36,37), ou em momentos de enfermidade na família a exemplo da cura da sogra de Pedro (Mateus 8.14) ou valorizando a vida a exemplo do caso da mulher pega em pleno ato de adultério (João 8. 3 a 11).
Se por um lado no Antigo Testamento, Deus estava onde às pessoas estavam, pois em sua condição de nômade o povo era peregrino e caminhava de um lado para o outro motivado pela sobrevivência, assinalando por este ponto uma divergência da temática da ação pastoral em relação ao Novo Testamento, visto que neste o povo não era, mas nômade, porem seus lideres religiosos que também era tido tipo pastores, apascentavam a si mesmo, sendo está realidade remediada somente pela ação pastoral de Jesus o messias e pastor, o qual muitos não reconheceram.
 O aspecto no Novo Testamento do pastoreio ligado à ação de guiar e ter compaixão diverge um pouco do Antigo Testamento no sentido de que em quanto num a presença de Deus era confirmada por uma aliança basicamente de cuidado, no outro as ações como conduzir, orientar para a unidade e apregoar a amizade de Deus pela humanidade, mostra um sentido, mas amplo da ação de Deus como pastor, pois estende tal ação para esfera de “toda a humanidade”.
Este aspecto de “toda a humanidade” merece ser mais bem explorado, pois assinala uma grande diferença na esfera de alcance do pastorado no Novo Testamento em relação ao Antigo, pois neste há a visão de um Deus pastor que exprimia um cuidado que abrangia basicamente a nação de Israel.
 A respeito desta nação Disse Deus: (E dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: No dia em que escolhi a Israel, levantei a minha mão para a descendência da casa de Jacó, e me dei a conhecer a eles na terra do Egito, e levantei a minha mão para eles, dizendo: Eu sou o SENHOR vosso Deus. Ezequiel 20.5. Bíblia Sagrada). Ficando bem compreensível que, basicamente só a nação de Israel como povo, gozava da ação de um Deus pastor em sua caminhada.
Já no Novo Testamento, através da manifestação de Jesus vemos o alargamento desta ação pastoral de Deus, visto que o alcance foi ampliado para esfera de toda a humanidade, como se pode entender pela declaração feita por ocasião da apresentação de Jesus: (Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel. Lucas 2. 32. Bíblia Sagrada), revelando assim o pastoreio de Deus através de Jesus o messias, que passaria a abranger não só a nação de Israel, mas todas as nações.
Tal visão de pastoreio também se confirma na seguinte ordem do ide do Senhor Jesus: (E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16.15. Bíblia Sagrada), onde fica bem claro que o evangelho é para toda criatura que crê, sendo assim a ação pastoral de Deus também é.
3) A relação entre “cuidado pastoral” e “carisma pastoral”, tendo como horizonte a vida do ser humano no mundo.
Podemos ter um entendimento de que a relação entre o cuidado pastoral e o carisma pastoral e uma relação de “complementaridade”, visto que tendo como horizonte à vida do ser humano, a ação pastoral deve se revestir de todas as ferramentas e meios para que este “humano” que esta adiante em seu horizonte seja alcançado em toda amplitude por tal ação.
Neste ponto entra o carisma, pois sendo por definição (força divina conferida a uma pessoa, mas em vista da necessidade ou utilidade da comunidade religiosa, ou ainda atribuição a outrem de qualidades especiais de liderança, derivadas de sanção divina. Dicionário Aurélio), subentende-se que o carisma pastoral apresenta-se como uma força propulsora capaz de maximizar a ação pastoral para um resultado mais amplo.
Este fato se dá através manifestação do fenômeno da ação pastoral, em que o carisma pastoral se encontra presente, o capacitando e revestindo de uma completude, que torna tal ação uma força promotora de valorização humana e geradora de vida, capaz de remediar os danos causados na esfera social e humana presentes na sociedade moderna.
Rupturas dos direitos humanos que podem ser identificados como um novo apartaite social, os quais assombram o mundo moderno, e que se apresenta com a embalagem da globalização, serão melhores remediados com uma ação pastoral carismática. Males como desemprego, violência pode-se amenizado e até extinguidos em uma boa proporção, diante de uma ação pastoral em tal qualidade.
A ação pastoral deve ter como prioridade promover um mundo mais humano, através da preparação das pessoas, para que estas se tornem mais preparadas para a nova realidade humana, onde a luta pelo bem estar na vida tornou-se cada vez mais difícil.
O cuidado pastoral precisa assumir uma forma profética, pois diante toda as dificuldade humana o cuidado pastoral precisa apresentar uma resposta, laçando mão da visão humanista que luta por uma igualdade entre todos os seres humanos, para tanto o cuidado pastoral deve apropriar-se não só o principio social, mas também o principio bíblico.
Absorvendo a reação humanista que pensa o ser humano com igualdade, o cuidado pastoral terá o desafio de promover esta igualdade tendo como base os exemplo bíblico tanto Novo quanto do Antigo testamento e principalmente deste, onde segundo o que já abordamos a uma amplitude da ação pastoral na visão de se alcançar “todo o mundo habitado” com o evangelho.
O carisma pastoral apropria-se de todos os elementos que envolvem a temática pastoral, entendendo o termo pastor como uma expressão que denota caminho, condução e guia; e colocando o seu olhar sobre Deus que nos deu lição de como ter o nobre objetivo de  cuidar e preservar a vida, entendendo porem que se algo prejudica esta vida, não estar dentro do projeto de Deus.
Quando desempenhado por um carisma pastoral, o cuidado pastoral terá em vista tratar o ser humano em suas mais complexas dimensões, vendo o como parte do grande rebanho de Deus que hora pode estar perdido ou para se perder, necessitando por isso de ser envolvido com cuidado, pois pode estar confuso em seu caminhar.
Pode-se concluir que na relação cuidado pastoral e carisma há uma relação em que o englobamento das duas dimensões gera um pastoreio mais bem alinhado com o paradigma bíblico, orientando no caminho gerando confiança, persuadindo a uma conversão, incentivando ao perdão e a reabilitação e gerando encontro de determinadas circunstâncias favoráveis a vida, as quais gera a evolução no sentido do bem estar Humano.
Tendo como base a vida que Cristo deixou para os primeiros discípulos, o cuidado pastoral e carisma  pastoral, deve ser ferramentas sempre usadas juntas, uma complementando a outra, no objetivo de se prestar serviço em prol do mundo , apregoando a graça de Deus por meio de Cristo tendo como grande meta tratar a vida em Cristo contribuindo assim para que ela seja mais “Humana”.
Referências bibliográficas
Almeida, João Ferreira de. Bíblia Sagrada - Revista e corrigida. Ed. 1995: São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. 1564p.
Barbosa ,Cerlândia Aguiar.  Vocação: O chamado para servir. Disponível em:http://www.metodistavilaisabel.org.br/docs/Vocacao_o_Chamado_para_servir.pdf. Último acesso em 16 de outubro de 2017.
[1] Pastor, Teóogo e Psicopedagogo Institucional


Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/cuidadores-espirituais/153989#ixzz4vltbUEsI

ESPIRITUALIDADE INCLUSIVA PARA O CRISTIANISMO

Israel Izidoro Pacifico[1]
Ministério Pastoral

Introdução

Este trabalho visa abordar o significado da espiritualidade inclusiva para o cristianismo, levando em conta que tal espiritualidade deve ser vivida no corpo e incorporando em si os valores do Reino. Por fim analisar como os elementos dos ministérios essenciais e dos ministérios prioritários podem evitar o uso centralizador e, por tanto, excludente do poder no ministério pastoral.
O significado da espiritualidade inclusiva para o cristianismo
Pode-se entender a espiritualidade inclusiva para o cristianismo como sendo uma espiritualidade que inclui e não exclui, a qual deve ser vivenciada por pessoas que estão cheias do Espírito de Cristo a qual traz à tona a metáfora do Corpo de Cristo, voltando-se para a missão, no sentido da vida com base nos valores básicos do Reino.
Acontecendo no dia a dia do cristão, pelas formas de se remeter a alguém ao lado e também encarnar as coisas de Deus e vivenciar o espírito de Deus sendo uma espiritualidade de vivencia, tendo como resultado o grande objetivo de encontrar Deus no outro e gerando atitudes concretas de olhar o ser humano como Deus olha.
Faz novas todas as coisas, cria novos céus e nova terra e ordena o caos, voltando para a ampliação dos horizontes das pessoas sendo uma espiritualidade encarnada que trabalha no objetivo de gerar vida e esperança, revitalizando a noção de propriedade fazendo com que haja o entendimento da partilha e da comunidade.
Como uma espiritualidade endereçada para a vida deve promover a vida e estar em harmonia com a grande necessidade principal de cada ser humano, de ser “gente” e, portanto herdeiros das misericórdias de Deus.
Análise de como os elementos dos ministérios essenciais e dos ministérios prioritários podem evitar o uso centralizador e, por tanto, excludente do poder no ministério pastoral.
Num olhar sobre ministérios essenciais, pode-se entender que a prática da administração dos sacramentos consiste na nobre tarefa de orientar as pessoas sobre a importância da participação nos sacramentos que e o meio de estarmos em  comunhão como meios de graça, onde se revive  à memória o grande amor de Deus pela humanidade expresso pela ação de Deus, sendo o batismo e santa ceia os  dois sacramentos vivenciados no mundo protestante onde num há inserção da pessoa na comunidade cristã e o outro possibilita o acolhimento desta pessoa na comunidade.
proclamação da palavra e um ministério que tem um foco orientador, tendo uma área de atuação que vai alem do púlpito, pois se vincula à dimensão pública do pastoreio, sendo capaz de alcançar os sentimentos e as emoções das pessoas pelo seu poder de unir a razão e fé, sendo estas parceiras da proclamação da Palavra, as quais articuladas pelos paradigmas do Reino de Deus estimula e ate mesmo promovem o consolo, desafio e envio.
No que se diz respeito aos ministérios prioritários, o elemento da animação ou encorajamento, pode ser entendido como um grande gerador de organização para o exercício da vocação pastoral, trazendo a tona o entendimento da relação igreja sociedade, fazendo entender a realidade de tal relação e incentivado a busca de transformações tanto sociais quanto espirituais.
 Ministério como o profético que se inspira na denúncia dos caminhos de injustiças e de suma importância dentro do reino de Deus. Evidentemente faz se necessário um entendimento do que seja justiça, pela ótica bíblica entendendo tal justiça dentro das esferas de ação na sociedade, pois o vinculo entre igreja e sociedade é de suma importância, por ser capaz de produzir um parâmetro conceitual de missão.
Análise todos estes esses elementos, pode-se entender que estes têm o poder de reclamar a unidade no corpo de Cristo e gerar o cumprimento da mesma. E quando em operação é capaz de identificar o valor de cada pessoa no Reino de Deus, pois segundo a bíblia; há variedade de dons ou ministérios, mas o Espírito e o mesmo (I Coríntios 12.4).
Por fim o ministério pastoral e o poder completam um circulo ministerial, onde cada membro do corpo de Cristo tem sua importância e seu espaço de ação fazendo com que não haja um poder ministerial centrado em uma só pessoa bem como impede a exclusão de quem quer que seja dentre os que se colocam ao serviço no reino de Deus.
Referências bibliográficas
Almeida, João Ferreira de. Bíblia Sagrada - Revista e corrigida. Ed. 1995: São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. 1564p.
Barbosa ,Cerlândia Aguiar.  Vocação: O chamado para servir. Disponível em: http://www.metodistavilaisabel.org.br/docs/Vocacao_o_Chamado_para_servir.pdf. Último acesso em 16 de outubro de 2017.
[1] Pastor, Teólogo e Psicopedagogo Institucional


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O RITMO DE UMA VIDA, APRENDENDO A CONVIVER COM O PARKINSON

Doença de Parkinson, ouvi essa palavra pela primeira vez quando tinha 37 anos, um médico aqui da cidade que moro, moro no interior de MT, se chama Vera, cidade pequena e tranqüila. Mas afinal de contas o que é esse tal Mal de Parkinson? Bom fui pra casa com o conselho do médico de procurar um médico Neurologista, que fosse particular que pelo SUS ia demorar e era necessário pressa. Então vamos saber o que é o Mal de Parkinson, primeiro descobri que não se falava mais Mal de Parkinson e sim Doença de Parkinson. Pronto procurei na internet e não gostei nada do que encontrei, a Doença de Parkinson era uma doença causada pelo envelhecimento das células chamadas de Dopamina, mas como disse envelhecimento, portanto era uma doença predominante em pessoas idosas, de 55, 60 anos em diante. Então porque eu estava com aquela doença, estava com 37 anos, mais chocante são os sintomas. Os sintomas varia de pessoa para pessoa.
Fui ao médico particular, na cidade próxima chamada Sinop, uma cidade maior com mais recursos, marquei consulta com um médico de boa fama chamada Sinop Doutor Paulo Tarso, me pediu uma ressonância magnética e uma ultra cenografia, de posse dos resultados não agüentei e  abri, os exames diziam que no meu cérebro não tinha nada, fiquei muito feliz, afinal o médico se enganou, já que os exames não deu nada nãoa era preciso voltar ao médico. Decidi não ir mais ao médico, mas meu esposo achou melhor voltar no retorno, então ta, voltei ao médico, qual foi aminha surpresa, quando o médico disse que ia entrar com a medicação. Mas doutor os exames não deu nada, eu não estou doente. Pra minha surpresa ele disse que os exames eram para descartar outra doença ou um câncer, que a Doença de Parkinson não dá em exames de laboratório, sendo feito através de exames clínicos, se os medicamentos fizessem efeito então se confirmaria eu estava com a Doença de Parkinson.
Sai do consultório médico arrasada, comecei a chorar e liguei para meu esposo para contar que eu estava doente, isso confirmou quando tomei o medicamento e os sintomas que eu demonstrava até o momento pararam.Os sintomas da Doença de Parkinson são muitas, mas cada individuo desenvolve de uma forma, conheço um senhor que tem apenar os tremores, mas nada. Comigo aconteceu diferente.
O primeiro sintoma que senti foi em 2010, uma dor que atravessava de um ombro ao outro, isso acontece na casa de um dos meus cunhados, além da dor inexplicável, também estava muito irritada, algo incomum pra mim, já que sou muito calma, também estava com o colesterol alto, comecei a fazer caminhada, começo do ano de  2011, percebi que o meu braço esquerdo não fazia o movimento natural de vai e vem, brinquei com umas amigas que o braço estava rebelde, pois não queria me obedecer, passado mais algum tempo, não me lembro quanto, comecei a ter dificuldade em realizar movimentos com o braço esquerdo, pensei estar com problemas nos nervos, enfim começaram os tremores, pensei só pode ser os nervos, passou algum tempo, assistindo um programa de televisão num domingo e o tema abordado era Doenças Degenerativas do Cérebro, mais especificamente Esclerose Múltipla, Pensei será que tenho essa doença? Somente depois disso que procurei o médico que deu o diagnóstico de Doença de Parkinson.
Como foi dito cada pessoa desenvolve o Parkinson de um jeito, parece que eu peguei o pacote completo, o único sintoma que não tenho ainda é a depressão. Tenho tremores, equilíbrio ruim, as vezes babo, tenho dores a minha rigidez é fenomenal, tomo dois medicamentos no momento Prolopa 200/100 e Sifrol 1 mg quatro vezes ao dia, se acontecer de faltar os remédios por apenas um dia fico petrificada, peguei a doença com o pacote completo, como se não bastasse tenho Artrose, um Erna de disco lombar. Imaginem as dores que eu sinto, pois não posso me dar ao luxo de ficar sem fazer a minha caminhada, isso mesmo continuo com minha caminhada mesmo depois de sete anos.
Isso mesmo estou com a Doença de Parkinson há sete anos e continuo firme, é uma luta diária, as vezes penso que não vale a pena lutar contra uma  doença que não tem cura, que fica pior a cada dia, mas ai Deus me dá coragem e me ergo novamente. Estou relatando um pouco da minha vida para compartilhar algo que tem me ajudado, fazendo com que eu tenha uma qualidade de vida um pouco melhor. Em primeiro lugar acreditar em Deus e em Jesus Cristo, eles é que me dão força para continuar em pé, segundo tomar os medicamentos corretamente, terceiro fazer exercícios físicos diariamente, caminhada, aqueles aparelhos de academia nas praças indicados para os idoso e o quarto erguer a cabeça tomar  conta da situação e mostrar que quem manda no seu corpo é você e não o Parkinson, andar nas ruas se os outros estão reparando que você está meio estranho com cara de gente maluca, pois quem tem Parkinson com o passar dos anos fica com o rosto petrificado, ouvi uma brincadeira que quem tem Parkinson não precisa fazer botox, nem que você está caminhando de forma estranha. O que realmente vale a pena é você lutar para viver bem o maior quantidade de tempo possível. Isso não é fácil, mas não há outra alternativa. Portanto companheiros Parkinsonianos essa é a minha vida um dia após o outro, mas de cabeça erguida e com Deus no coração.


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INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – IST

INTRODUÇÃO

Para além do VIH que está na origem da SIDA, existem outros agentes patogénicos que podem ser transmitidos durante a relação sexual (vírus, bactérias, parasitas unicelulares, fungos). Algumas destas infecções, por exemplo a hepatite B, a gonorreia ou o herpes, são mais frequentes que uma infecção pelo VIH e também podem ter consequências graves.
As infecções sexualmente transmissíveis (IST) quando não detectadas e tratadas podem ter consequências graves: desde prurido (comichão) e corrimentos, passando por lesões no fígado e esterilidade e ainda algumas formas de cancro.
As IST são ainda “portas” para outras infecções. Nas pequenas feridas que estas provocam nos órgãos sexuais, na boca ou no ânus, encontram-se células especiais que são bem mais sensíveis aos agentes patogénicos que a pele sã da mucosa. Assim, as IST aumentam o risco de uma infecção pelo VIH.





INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – IST

As IST passam das pessoas infectadas para os seus parceiros/as durante as relações sexuais. São provocadas por microrganismos - bactérias, vírus e parasitas. Qualquer pessoa pode contrair uma IST se fizer sexo vaginal, anal ou oral com alguém que esteja infectado. A transmissão é facilitada se não usar preservativo e tiver vários parceiros sexuais. As pessoas com um único parceiro sexual ao longo da vida poderão adquirir uma IST se esse parceiro tiver relações sexuais com outras pessoas e se infectar.

Manifestação das ITS

Muitas vezes as IST não dão manifestação clínica durante meses ou anos. Nestes casos só através de análises específicas é possível saber quem está infectado. Quando há sintomas, estes podem aparecer logo após o contacto sexual, ou levar semanas, meses ou anos a surgir. Por vezes os sintomas desaparecem mesmo sem qualquer tratamento, mas a infecção permanece no organismo. Alguns sinais e sintomas:
¨ Corrimento anormal da vagina, pénis ou ânus
¨ Ardor ou dor ao urinar
¨ Feridas ou bolhas na área genital
¨ Comichão ou irritação na área genital
¨ Dor na parte inferior do abdómen ou durante o acto sexual

Complicações das IST

Se não forem tratadas algumas IST podem provocar doenças ou complicações graves: doença inflamatória pélvica, epididimite, orquite, infertilidade, cancro do colo do útero, pénis ou ânus. Nas grávidas, podem provocar aborto, parto prematuro ou passar para o feto e ocasionar malformações congénitas ou doença no recém-nascido.

As IST mais comuns

- Clamidiose ou infecção por Chlamydia trachomatis
- Condilomas acuminados ou verrugas genitais - Gonorreia, blenorragia ou infecção gonocócica
- Herpes genital
- Infecção HPV
- Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH/Sida)
- Sífilis - Tricomoníase ou infecção genital por Trichomonas vaginalis
Também são sexualmente transmissíveis as seguintes infecções e parasitoses:
- Hepatite B e Hepatite C
- Molusco contagioso
- Sarna ou escabiose
- Pediculose ou piolhos púbicos

Saber se tenho uma IST

Procure o médico, faça as análises e os tratamentos que ele recomendar. As IST provocadas por bactérias (clamídia, gonorreia, sífilis) e por parasitas (tricomoníase, sarna, pediculose) curam facilmente com tratamento adequado. Para as outras existem tratamentos que ajudam a controlar a infecção. Se tiver uma IST deve informar os seus parceiros e/ou parceiras para que procurem uma consulta médica onde serão aconselhados e tratados.
Tornar o sexo mais seguro
¨ Utilize preservativo sempre que tiver relações sexuais.
¨ Se tiver um novo parceiro sexual ambos devem fazer um Rastreio de IST

SIDA

SIDA significa Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida, ou seja,
·                     é uma síndrome porque é constituído por um grupo de sinais e de sintomas
·                     é de imunodeficiência porque o que acontece é que o sistema imunitário fica cada vez mais deficiente, com menos capacidade de resposta ao longo da evolução da doença
·                     adquirida porque ao contrário de algumas doenças de imunodeficiência que são congénitas, ou seja, os indivíduos já as têm à nascença, esta doença surge depois de uma infecção por um vírus, o vírus VIH.

Definição

O VIH é o Vírus da Imunodeficiência Humana. É um vírus da família dos retrovírus, o que significa que dos 2 tipo de ácido nucleico que podem constituir o código genético: DNA (ácido desoxirribonucleico) e RNA (ácido ribonucleico) este vírus é constituído por RNA.
Existem 2 tipos de VIH: VIH-1 e VIH-2. O VIH-1 é o mais frequente em todo o mundo e o VIH-2 foi inicialmente descoberto em África e é mais parecido com o Vírus da Imunodeficiência dos Símios do que com o VIH-1.

Infecção

Para um indivíduo desenvolver SIDA tem de ser primeiro infectado pelo VIH. Nessa altura o sistema imunitário responde e faz baixar a virémia, ou seja, a concentração de vírus que se encontra no sangue. Aqui o indivíduo pode não sentir nada e chama-se assintomático ou pode ter um episódio de sintomas de infecção aguda que são normalmente sintomas parecidos com uma gripe:
§     febre
§     faringite
§     linfadenopatia (ou seja, aumento dos gânglios linfáticos)
§     dor de cabeça (cefaleias)
§     dores musculares (mialgias)
§     dores nas articulações (artralgias)
§     cansaço (letargia)
§     mal-estar
§     falta de apetite (anorexia)
§     perda de peso
§     náuseas, vómitos ou diarreia
E ainda outros sintomas menos frequentes. Passada esta altura a virémia baixou devido a esta resposta do sistema imunitário mas ainda há vírus suficientes para continuar a replicar (criar novos vírus iguais a si próprios). Esses vírus vão infectando as células do sistema imunitário, especialmente um tipo particular: linfócitos T helper (que por serem marcados no laboratório com um marcador que se chama CD4, costumam dizer-se também células CD4 positivas: CD4+). Essas células infectadas vão sendo destruídas. Enquanto o indivíduo tem células CD4+ suficientes não sente nada, está assintomático. Este período pode durar 10 anos. Quando o indivíduo já tem tão poucas células CD4+ que não consegue responder a uma infecção surgem as infecções oportunistas. É a existência destas infecções e de outras doenças associadas ao efeito do vírus sobre o organismo que se chama SIDA. Assim sendo, o indivíduo com SIDA pode ter:
o        infecções que não são comuns nas pessoas com imunidade normal (pneumocystis carinii, mycobacterium tuberculosis, mycobacterium avium, toxoplasma gondii, vírus da varicella zoster, cryptotoccus neoformans, histoplasma capsulatum, coccidioides immitis, cytomegalovírus)
o        doenças respiratórias (bronquite, sinusite, pneumonia)
o        doenças cardíacas (cardiomiopatia por invasão por sarcoma de Kaposi, crytococose, doença de Chagas, toxoplasmose e derrames pericárdicos)
o        doenças gastro-intestinais (lesões orais como a candidíase, por exemplo, esofagite, diarreia, colite)
o        doença hepática (95% têm hepatite B)
o        doença pancreática (como efeito secundário dos medicamentos)
o        doença renal (nefropatia)
o        doença genito-urinária (infecções urinárias, candidíase vulvovaginal)
o        doenças endócrinas (lipodistrofia, hipertiroidismo, hipogonadismo)
o        doenças reumatológicas (artropatia, síndrome articular doloroso)
o        doenças hematopoiéticas (anemia, linfadenopatia generalizada, trombocitopenia)
o        doenças dermatológicas (dermatite seborreica, foliculite pustular eosinofílica, herpes)
o        doenças neurológicas (meningite asséptica, encefalopatia, convulsões, toxoplasmose cerebral, doença da medula espinal, neuropatias periféricas)
o        doenças oftalmológicas (retinite a citomegalovírus, síndrome de necrose retiniana)
o        doenças neoplásicas (sarcoma de Kaposi, linfomas)

Transmissão

A SIDA transmite-se de 3 formas:
·                      via sexual:
·                     o vírus está concentrado no fluído seminal
·                     a transmissão entre casais heterossexuais é a mais frequente
·                     o risco de transmissão do homem para a mulher é 8 vezes superior ao inverso
·                     o risco aumenta se existirem lesões nas superfícies em contacto com o líquido seminal ou fluído vaginal
·                     a única forma totalmente segura de proteger este tipo de transmissão é a abstinência de relações sexuais
·                     o uso de preservativo é o meio de prevenção mais seguro a seguir à abstinência
·                     via parentérica (através do sangue):
·                     a transmissão por transfusões deixou de ser causa de grande risco desde que se realizam testes para despistar o vírus nos dadores
·                     o mesmo se aplica a dadores de órgãos ou tecidos
·                     os utilizadores de drogas injectáveis estão em maior risco
·                     os trabalhadores da área da saúde e os que trabalham directamente com sangue ou seus derivados estão também em risco e por isso devem respeitar os procedimentos preventivos escrupulosamente
·                     mãe-feto
·                     a transmissão pode acontecer no 1º ou no 2º trimestre mas é mais comum na altura do parto
·                     sem tratamento da mãe o risco de transmissão é de 15-25% nos países desenvolvidos e aumenta para 25-35% nos países com piores cuidados de saúde
·                     as grávidas devem fazer um teste voluntariamente e se forem seropositivas devem fazer tratamento anti-retroviral para reduzir a virémia, ser acompanhadas por um obstetra e devem evitar a amamentação (risco de transmissão de 5-15%)
·                     outros fluídos
·                     não existe evidência de transmissão da SIDA pela saliva, lágrima, suor ou urina. Os casos que existem e que reclamam ter sido esta a via de transmissão não podem excluir completamente a hipótese da transmissão parentérica, por contacto com feridas ou erosões da pele

Tratamento

Sim, para além dos tratamentos específicos de cada uma das complicações da SIDA, existem tratamentos para reduzir a replicação do vírus, são os antiretrovirais. Outros medicamentos disponíveis, que se usam em associação com estes, são os inibidores das proteases. Também muito importante é ajudar o doente e a família a lidar com a seropositividade primeiro e com a SIDA depois e principalmente a educação dos doentes para evitarem comportamentos que possam pôr em risco outras pessoas.


CONCLUSÃO

Conclui-se que apesar da prática de sexo seguro, podem surgir algumas IST. Não se deve sentir envergonhado por estar infectado, o importante é saber que o está, pois a maioria das doenças em cima mencionadas tratam-se ou curam-se quando são detectadas. Sintomas diferentes, tanto nos homens como nas mulheres, podem significar que contraiu uma IST, mas não necessariamente. É por esta razão que é necessário que consulte um médico.
Se o médico diagnosticar uma IST, é importante que informe o seu ou a sua parceiro/a. É a única forma de permitir que também ele/a se trate. Caso os dois parceiros não sejam tratados simultaneamente, arriscam-se a reinfectarem-se mutuamente quanto tiverem relações sexuais. Quando nos é detectada uma IST, é importante utilizar o preservativo durante as relações sexuais e até ao fim do tratamento. Deverá também informar os parceiros ocasionais para evitar a propagação da infecção.





REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

_______________ http://www.hoops.pt/saude/saud-sida.htm
_______________ http://spdv.com.pt/resources/docs/gdeist/FolhetoISTGeralGEIDST.pdf



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A importância da Educação na Sociedade

A importância da Educação na Sociedade.
Nos dias atuais nos deparamos com uma época de intensa competitividade, onde a atenção, ou seja, o foco dos governantes esta no interesse econômico e deixando de lado a sociedade em geral. Vemos em grande escala a pobreza que esta presente em nosso dia -a -dia e cada vez maior, bem como a descriminação e a exploração de modo generalizado, entre outros aqui não citados o que não pode acontecer é a acomodação nas situações do cotidiano ,na qual todos os dias estamos sujeitos.
A educação tem por objetivo a interação social e cultural do indivíduo, essa mesma educação que irá contribuir com parte de nossos valores por toda vida. “Enquanto à educação, esta pode ser tida como prática social que perpetua uma determinada realidade social ou que rompe com cenário social evidenciando suas contradições”, assim dizia Maria Lucia Aranha.
A educação na sociedade tem como propósito, uma estratégia na qual se torna importante desenvolver iniciativas que contribuam para o desenvolvimento humano, na medida em que vá de encontro às necessidades e interesses daqueles em questão. A escola sozinha tão pouco dará conta dessas demandas, ela precisará propor ações e condições educativas que envolvam todos (sociedade, professor, aluno e família) se tivermos essa interação, certamente teremos competência e com a inovação formaremos melhores cidadãos no futuro, com profissionais de qualidade , sendo os mesmos preparados e abertos as para novidades.
“A educação, como lugar de prolongamento de uma sociedade, deve ser o lócus do inacabado, do transitório e do não permanente”, assim segundo Gadotti. É naturalmente importante que o futuro professor passe por um processo de formação que irá prepará-lo para uma atividade docente onde todos nós buscamos um mesmo propósito, uma sociedade mais justa e humana com melhor qualificação, que irá contribuir na formação do futuro profissional.
Portanto, isso é uma tarefa de longo prazo e que exige o máximo de nós, de todos os que querem mudar este país para melhor, se pelo menos tentarmos. Segundo Dewey “A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”.
A importância da educação para o desenvolvimento humano
Ninguém vive sem educação. Esta é a síntese do que pode caracterizar a sociedade contemporânea, uma vez que ela está baseada noconhecimento e suas variações, a educação, portanto torna-se um fator indispensável na vida das pessoas no que diz respeito a sua inserção e interação com o meio. Afinal, o que seria dasociedade sem educação?
Algo notoriamente presenciado é que aprender e ensinar, não importando qual o meio, está intimamente ligado com a formação e desenvolvimento do ser humano que está sempre embusca de algo, preocupado com o amanhã, sua formação, entre outros. Desta forma, a educação torna-se o ponto chave desse desenvolvimento, uma vez que ela veio exatamente para isto, supriresses anseios, extrair do outro, completar e por tabela somar.
De certo, é possível notar que desde os primórdios o homem viu-se nessa circunstância de “inacabamento”, o que possibilitou oseu desenvolvimento. Sócrates seria um bom exemplo disto, uma vez que quanto mais afirmava sua ignorância, mais se abria a novas ideias e lhe permitia um maior aprendizado, uma buscaconstante pelo saber.
Nesse aspecto, a educação vem à tona como forma, sobretudo, tanto de integrar o homem a sociedade a que pertence quanto para lhe dar a oportunidade de interferir no meio emque vive, uma vez que diferente dos animais o homem não se adapta ao meio, mas adapta o meio para si, prova disto, pode ser notavelmente presenciada ao nosso redor no que diz respeito aosprocessos evolutivos em geral.

Diante disto, podemos notar quão significativo e essencial é a educação na vida das pessoas, e que sem ela, a sociedade e o homem não teriam se desenvolvido detal modo como às vemos atualmente. Dessa forma, o desenvolvimento do homem em seus diversos fatores sociais, culturais, políticos entre outros, faz-se necessário irrefutavelmente à educação.