terça-feira, 17 de outubro de 2017

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – IST

INTRODUÇÃO

Para além do VIH que está na origem da SIDA, existem outros agentes patogénicos que podem ser transmitidos durante a relação sexual (vírus, bactérias, parasitas unicelulares, fungos). Algumas destas infecções, por exemplo a hepatite B, a gonorreia ou o herpes, são mais frequentes que uma infecção pelo VIH e também podem ter consequências graves.
As infecções sexualmente transmissíveis (IST) quando não detectadas e tratadas podem ter consequências graves: desde prurido (comichão) e corrimentos, passando por lesões no fígado e esterilidade e ainda algumas formas de cancro.
As IST são ainda “portas” para outras infecções. Nas pequenas feridas que estas provocam nos órgãos sexuais, na boca ou no ânus, encontram-se células especiais que são bem mais sensíveis aos agentes patogénicos que a pele sã da mucosa. Assim, as IST aumentam o risco de uma infecção pelo VIH.





INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS – IST

As IST passam das pessoas infectadas para os seus parceiros/as durante as relações sexuais. São provocadas por microrganismos - bactérias, vírus e parasitas. Qualquer pessoa pode contrair uma IST se fizer sexo vaginal, anal ou oral com alguém que esteja infectado. A transmissão é facilitada se não usar preservativo e tiver vários parceiros sexuais. As pessoas com um único parceiro sexual ao longo da vida poderão adquirir uma IST se esse parceiro tiver relações sexuais com outras pessoas e se infectar.

Manifestação das ITS

Muitas vezes as IST não dão manifestação clínica durante meses ou anos. Nestes casos só através de análises específicas é possível saber quem está infectado. Quando há sintomas, estes podem aparecer logo após o contacto sexual, ou levar semanas, meses ou anos a surgir. Por vezes os sintomas desaparecem mesmo sem qualquer tratamento, mas a infecção permanece no organismo. Alguns sinais e sintomas:
¨ Corrimento anormal da vagina, pénis ou ânus
¨ Ardor ou dor ao urinar
¨ Feridas ou bolhas na área genital
¨ Comichão ou irritação na área genital
¨ Dor na parte inferior do abdómen ou durante o acto sexual

Complicações das IST

Se não forem tratadas algumas IST podem provocar doenças ou complicações graves: doença inflamatória pélvica, epididimite, orquite, infertilidade, cancro do colo do útero, pénis ou ânus. Nas grávidas, podem provocar aborto, parto prematuro ou passar para o feto e ocasionar malformações congénitas ou doença no recém-nascido.

As IST mais comuns

- Clamidiose ou infecção por Chlamydia trachomatis
- Condilomas acuminados ou verrugas genitais - Gonorreia, blenorragia ou infecção gonocócica
- Herpes genital
- Infecção HPV
- Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH/Sida)
- Sífilis - Tricomoníase ou infecção genital por Trichomonas vaginalis
Também são sexualmente transmissíveis as seguintes infecções e parasitoses:
- Hepatite B e Hepatite C
- Molusco contagioso
- Sarna ou escabiose
- Pediculose ou piolhos púbicos

Saber se tenho uma IST

Procure o médico, faça as análises e os tratamentos que ele recomendar. As IST provocadas por bactérias (clamídia, gonorreia, sífilis) e por parasitas (tricomoníase, sarna, pediculose) curam facilmente com tratamento adequado. Para as outras existem tratamentos que ajudam a controlar a infecção. Se tiver uma IST deve informar os seus parceiros e/ou parceiras para que procurem uma consulta médica onde serão aconselhados e tratados.
Tornar o sexo mais seguro
¨ Utilize preservativo sempre que tiver relações sexuais.
¨ Se tiver um novo parceiro sexual ambos devem fazer um Rastreio de IST

SIDA

SIDA significa Síndrome de ImunoDeficiência Adquirida, ou seja,
·                     é uma síndrome porque é constituído por um grupo de sinais e de sintomas
·                     é de imunodeficiência porque o que acontece é que o sistema imunitário fica cada vez mais deficiente, com menos capacidade de resposta ao longo da evolução da doença
·                     adquirida porque ao contrário de algumas doenças de imunodeficiência que são congénitas, ou seja, os indivíduos já as têm à nascença, esta doença surge depois de uma infecção por um vírus, o vírus VIH.

Definição

O VIH é o Vírus da Imunodeficiência Humana. É um vírus da família dos retrovírus, o que significa que dos 2 tipo de ácido nucleico que podem constituir o código genético: DNA (ácido desoxirribonucleico) e RNA (ácido ribonucleico) este vírus é constituído por RNA.
Existem 2 tipos de VIH: VIH-1 e VIH-2. O VIH-1 é o mais frequente em todo o mundo e o VIH-2 foi inicialmente descoberto em África e é mais parecido com o Vírus da Imunodeficiência dos Símios do que com o VIH-1.

Infecção

Para um indivíduo desenvolver SIDA tem de ser primeiro infectado pelo VIH. Nessa altura o sistema imunitário responde e faz baixar a virémia, ou seja, a concentração de vírus que se encontra no sangue. Aqui o indivíduo pode não sentir nada e chama-se assintomático ou pode ter um episódio de sintomas de infecção aguda que são normalmente sintomas parecidos com uma gripe:
§     febre
§     faringite
§     linfadenopatia (ou seja, aumento dos gânglios linfáticos)
§     dor de cabeça (cefaleias)
§     dores musculares (mialgias)
§     dores nas articulações (artralgias)
§     cansaço (letargia)
§     mal-estar
§     falta de apetite (anorexia)
§     perda de peso
§     náuseas, vómitos ou diarreia
E ainda outros sintomas menos frequentes. Passada esta altura a virémia baixou devido a esta resposta do sistema imunitário mas ainda há vírus suficientes para continuar a replicar (criar novos vírus iguais a si próprios). Esses vírus vão infectando as células do sistema imunitário, especialmente um tipo particular: linfócitos T helper (que por serem marcados no laboratório com um marcador que se chama CD4, costumam dizer-se também células CD4 positivas: CD4+). Essas células infectadas vão sendo destruídas. Enquanto o indivíduo tem células CD4+ suficientes não sente nada, está assintomático. Este período pode durar 10 anos. Quando o indivíduo já tem tão poucas células CD4+ que não consegue responder a uma infecção surgem as infecções oportunistas. É a existência destas infecções e de outras doenças associadas ao efeito do vírus sobre o organismo que se chama SIDA. Assim sendo, o indivíduo com SIDA pode ter:
o        infecções que não são comuns nas pessoas com imunidade normal (pneumocystis carinii, mycobacterium tuberculosis, mycobacterium avium, toxoplasma gondii, vírus da varicella zoster, cryptotoccus neoformans, histoplasma capsulatum, coccidioides immitis, cytomegalovírus)
o        doenças respiratórias (bronquite, sinusite, pneumonia)
o        doenças cardíacas (cardiomiopatia por invasão por sarcoma de Kaposi, crytococose, doença de Chagas, toxoplasmose e derrames pericárdicos)
o        doenças gastro-intestinais (lesões orais como a candidíase, por exemplo, esofagite, diarreia, colite)
o        doença hepática (95% têm hepatite B)
o        doença pancreática (como efeito secundário dos medicamentos)
o        doença renal (nefropatia)
o        doença genito-urinária (infecções urinárias, candidíase vulvovaginal)
o        doenças endócrinas (lipodistrofia, hipertiroidismo, hipogonadismo)
o        doenças reumatológicas (artropatia, síndrome articular doloroso)
o        doenças hematopoiéticas (anemia, linfadenopatia generalizada, trombocitopenia)
o        doenças dermatológicas (dermatite seborreica, foliculite pustular eosinofílica, herpes)
o        doenças neurológicas (meningite asséptica, encefalopatia, convulsões, toxoplasmose cerebral, doença da medula espinal, neuropatias periféricas)
o        doenças oftalmológicas (retinite a citomegalovírus, síndrome de necrose retiniana)
o        doenças neoplásicas (sarcoma de Kaposi, linfomas)

Transmissão

A SIDA transmite-se de 3 formas:
·                      via sexual:
·                     o vírus está concentrado no fluído seminal
·                     a transmissão entre casais heterossexuais é a mais frequente
·                     o risco de transmissão do homem para a mulher é 8 vezes superior ao inverso
·                     o risco aumenta se existirem lesões nas superfícies em contacto com o líquido seminal ou fluído vaginal
·                     a única forma totalmente segura de proteger este tipo de transmissão é a abstinência de relações sexuais
·                     o uso de preservativo é o meio de prevenção mais seguro a seguir à abstinência
·                     via parentérica (através do sangue):
·                     a transmissão por transfusões deixou de ser causa de grande risco desde que se realizam testes para despistar o vírus nos dadores
·                     o mesmo se aplica a dadores de órgãos ou tecidos
·                     os utilizadores de drogas injectáveis estão em maior risco
·                     os trabalhadores da área da saúde e os que trabalham directamente com sangue ou seus derivados estão também em risco e por isso devem respeitar os procedimentos preventivos escrupulosamente
·                     mãe-feto
·                     a transmissão pode acontecer no 1º ou no 2º trimestre mas é mais comum na altura do parto
·                     sem tratamento da mãe o risco de transmissão é de 15-25% nos países desenvolvidos e aumenta para 25-35% nos países com piores cuidados de saúde
·                     as grávidas devem fazer um teste voluntariamente e se forem seropositivas devem fazer tratamento anti-retroviral para reduzir a virémia, ser acompanhadas por um obstetra e devem evitar a amamentação (risco de transmissão de 5-15%)
·                     outros fluídos
·                     não existe evidência de transmissão da SIDA pela saliva, lágrima, suor ou urina. Os casos que existem e que reclamam ter sido esta a via de transmissão não podem excluir completamente a hipótese da transmissão parentérica, por contacto com feridas ou erosões da pele

Tratamento

Sim, para além dos tratamentos específicos de cada uma das complicações da SIDA, existem tratamentos para reduzir a replicação do vírus, são os antiretrovirais. Outros medicamentos disponíveis, que se usam em associação com estes, são os inibidores das proteases. Também muito importante é ajudar o doente e a família a lidar com a seropositividade primeiro e com a SIDA depois e principalmente a educação dos doentes para evitarem comportamentos que possam pôr em risco outras pessoas.


CONCLUSÃO

Conclui-se que apesar da prática de sexo seguro, podem surgir algumas IST. Não se deve sentir envergonhado por estar infectado, o importante é saber que o está, pois a maioria das doenças em cima mencionadas tratam-se ou curam-se quando são detectadas. Sintomas diferentes, tanto nos homens como nas mulheres, podem significar que contraiu uma IST, mas não necessariamente. É por esta razão que é necessário que consulte um médico.
Se o médico diagnosticar uma IST, é importante que informe o seu ou a sua parceiro/a. É a única forma de permitir que também ele/a se trate. Caso os dois parceiros não sejam tratados simultaneamente, arriscam-se a reinfectarem-se mutuamente quanto tiverem relações sexuais. Quando nos é detectada uma IST, é importante utilizar o preservativo durante as relações sexuais e até ao fim do tratamento. Deverá também informar os parceiros ocasionais para evitar a propagação da infecção.





REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

_______________ http://www.hoops.pt/saude/saud-sida.htm
_______________ http://spdv.com.pt/resources/docs/gdeist/FolhetoISTGeralGEIDST.pdf



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A importância da Educação na Sociedade

A importância da Educação na Sociedade.
Nos dias atuais nos deparamos com uma época de intensa competitividade, onde a atenção, ou seja, o foco dos governantes esta no interesse econômico e deixando de lado a sociedade em geral. Vemos em grande escala a pobreza que esta presente em nosso dia -a -dia e cada vez maior, bem como a descriminação e a exploração de modo generalizado, entre outros aqui não citados o que não pode acontecer é a acomodação nas situações do cotidiano ,na qual todos os dias estamos sujeitos.
A educação tem por objetivo a interação social e cultural do indivíduo, essa mesma educação que irá contribuir com parte de nossos valores por toda vida. “Enquanto à educação, esta pode ser tida como prática social que perpetua uma determinada realidade social ou que rompe com cenário social evidenciando suas contradições”, assim dizia Maria Lucia Aranha.
A educação na sociedade tem como propósito, uma estratégia na qual se torna importante desenvolver iniciativas que contribuam para o desenvolvimento humano, na medida em que vá de encontro às necessidades e interesses daqueles em questão. A escola sozinha tão pouco dará conta dessas demandas, ela precisará propor ações e condições educativas que envolvam todos (sociedade, professor, aluno e família) se tivermos essa interação, certamente teremos competência e com a inovação formaremos melhores cidadãos no futuro, com profissionais de qualidade , sendo os mesmos preparados e abertos as para novidades.
“A educação, como lugar de prolongamento de uma sociedade, deve ser o lócus do inacabado, do transitório e do não permanente”, assim segundo Gadotti. É naturalmente importante que o futuro professor passe por um processo de formação que irá prepará-lo para uma atividade docente onde todos nós buscamos um mesmo propósito, uma sociedade mais justa e humana com melhor qualificação, que irá contribuir na formação do futuro profissional.
Portanto, isso é uma tarefa de longo prazo e que exige o máximo de nós, de todos os que querem mudar este país para melhor, se pelo menos tentarmos. Segundo Dewey “A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”.
A importância da educação para o desenvolvimento humano
Ninguém vive sem educação. Esta é a síntese do que pode caracterizar a sociedade contemporânea, uma vez que ela está baseada noconhecimento e suas variações, a educação, portanto torna-se um fator indispensável na vida das pessoas no que diz respeito a sua inserção e interação com o meio. Afinal, o que seria dasociedade sem educação?
Algo notoriamente presenciado é que aprender e ensinar, não importando qual o meio, está intimamente ligado com a formação e desenvolvimento do ser humano que está sempre embusca de algo, preocupado com o amanhã, sua formação, entre outros. Desta forma, a educação torna-se o ponto chave desse desenvolvimento, uma vez que ela veio exatamente para isto, supriresses anseios, extrair do outro, completar e por tabela somar.
De certo, é possível notar que desde os primórdios o homem viu-se nessa circunstância de “inacabamento”, o que possibilitou oseu desenvolvimento. Sócrates seria um bom exemplo disto, uma vez que quanto mais afirmava sua ignorância, mais se abria a novas ideias e lhe permitia um maior aprendizado, uma buscaconstante pelo saber.
Nesse aspecto, a educação vem à tona como forma, sobretudo, tanto de integrar o homem a sociedade a que pertence quanto para lhe dar a oportunidade de interferir no meio emque vive, uma vez que diferente dos animais o homem não se adapta ao meio, mas adapta o meio para si, prova disto, pode ser notavelmente presenciada ao nosso redor no que diz respeito aosprocessos evolutivos em geral.

Diante disto, podemos notar quão significativo e essencial é a educação na vida das pessoas, e que sem ela, a sociedade e o homem não teriam se desenvolvido detal modo como às vemos atualmente. Dessa forma, o desenvolvimento do homem em seus diversos fatores sociais, culturais, políticos entre outros, faz-se necessário irrefutavelmente à educação.

IMPACTO DA INFORMATIZAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO E MARKETING

INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como objecto aprofundar o tema de tal modo que nos permita, por um lado, conhecer e reflectir sobre o impacto da informatização na administração e Marketing, por outro lado, abordar como eles são submetidos no campo da vida laboral. Assim, abordarei alguns subtemas que nos parecem ser de grande importância para assim explicarei a sua utilidade diária. Para cada um dos subtemas procurei através dos meios disponíveis (enciclopédias, Internet, livros, etc.) dar a informação possível para o melhor conhecimento deste tema. Espero alcançar os objectivos pretendidos fazendo um trabalho completo e interessante.



IMPACTO DA INFORMATIZAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO E MARKETING
A sociedade da informação é uma sociedade onde a componente da informação e do conhecimento desempenha um papel nuclear em todos os tipos de atividade humana em consequência do desenvolvimento da tecnologia digital, e da internet em particular, induzindo novas formas de organização da economia e da sociedade.
No seu estágio final, a sociedade da informação, é caracterizada pela capacidade de os seus membros (cidadãos, empresas, Estado) obterem e partilharem qualquer tipo de informação e conhecimento instantaneamente, a partir de qualquer lugar e na forma mais conveniente.
Com o avanço da globalização o mundo competitivo vem cada vez mais tomando espaço, esse ambiente turbulento, que se transforma a todo instante, exige das empresas um sistema de informação ágil que acompanhe o ritmo das transformações.
A TI provocou uma transformação na natureza do trabalho, que passou de manual para eletrônico, alterando o conteúdo das tarefas, sendo o impacto mais forte percebido nesta geração. Diminuindo o tempo de realização de uma tarefa, cada funcionário passou a ser mais cobrado sobre a qualidade de seus serviços e quantidade de procedimentos, práticas e relatórios, que foram possíveis graças à TI, aumentando assim o ritmo de trabalho e suas exigências. 
Em relação as habilidades dos funcionários, muitas outras foram exigidas, começando em como utilizar o computador. O impacto das novas tecnologias nas empresas tem sido um dos principais focos de estudo nos últimos anos, devido a sua rápida disseminação no ambiente empresarial e grande repercussão na sociedade, a qual recebe suas influências. Todo esse arsenal de inovações produz ‘impulsos’, estes se apresentam das mais variadas formas gerando ciclos como os impactos das novas tecnologias no trabalho, percebeu-se também, o impacto decorrente da implantação da TI na estrutura física das empresas, devido a evolução dos equipamentos, aumento do número de máquinas e mudanças na estrutura organizacional que ocasionam mudanças em diversas variáveis como:
- Conteúdo e natureza das tarefas;
- Pressões e ritmo de trabalho;
- Interação entre os operários;
- Quantidade de operários;
- Distribuição e localização dos operários; Horários e duração das jornadas;
- Alteração na estrutura organizacional, eliminando postos de supervisão e criando postos de nível de gerência;
- Mudança no perfil da mão-de-obra, exigência de novas especializações, habilidades e qualificação.

      Essas novas tecnologias podem provocar alterações sobre o nível de emprego, stress e satisfação no trabalho, além de exigir novas habilidades do trabalhador. Nota-se, também, mudanças na gerência, com um controle maior de seu desempenho.
O meio empresarial ficou digamos que mais fácil de ser controlado e muito mais rápido na execução de algumas tarefas, o controle de dados e busca de informações foi algo que trouxe um benefício enorme, além de controle de estoques, Fisco com NF sendo emitidas quase que momentaneamente com a interligação direta com sites governamentais, controle de estoques, monitoramento de tarefas e maior interação entre os mais diversos departamentos, além dos armazenamentos em nuvem que revolucionou a forma de ter acesso aos documentos.

Canal de marketing
A rede mundial passou a figurar como um dos principais meios de execução das atividades organizacionais, revelando capacidade de potencializar a produtividade e eficácia através da padronização e disponibilização de instrumentos para a execução de funções administrativas, financeiras, mercadológicas, comerciais, logísticas, produtivas e outras tantas no processo operacional das organizações, nesta lógica o marketing passa a ser uma ferramenta associada à tecnologia e a intercomunicabilidade de rede interna e externa, a um custo consideravelmente baixo.

Tecnologia de informação.
A internet é um canal de comunicação essencial ao processo estratégico empresarial no momento em que a rede mundial se torna um elemento irreversível nos negócios, adotando esse canal como meio de implementação e controle estratégico.
As organizações buscam capacitar seus funcionários, estreitarem seus laços comerciais, gerenciar toda informação que norteiam a empresa como um todo e as mesmas encontram na internet a ferramenta necessária para desempenhar essas funções, melhorando desde a logística de produção até o alto grau de gestão da empresa.
Avanço tecnológico nas ferramentas de trabalho Para manter o pessoal motivado para que tenha responsabilidade é uma questão de atitude organizacional. As ferramentas digitais podem adicionar flexibilidade, possibilitando a solução de problemas em horas, em vez de dias, proporcionando assim uma grande vantagem competitiva ao negócio. 
O trabalho de dimensão individual, repetitivo, é exatamente o que os computadores, robôs e outras máquinas sabem fazer com perfeição - e que os trabalhadores humanos quase sempre detestam. Na era digital, é necessário fazer com que os funcionários desenvolvam o máximo em suas tarefas.

Recursos Humanos
Sobre a gestão do conhecimento, Gates (op. cit.) argumenta que uma cultura colaborativa, estimulada pelo fluxo de informações, faz com que as pessoas em toda a empresa estejam em contato umas com as outras.

Outro potencial de aplicação da Internet para o processo administrativo empresarial apontado por Gates (op. cit.) seria a possibilidade de transferir as tarefas que não estejam diretamente envolvidas com as competências essenciais da empresa a terceiros, usando tecnologia moderna de comunicação para trabalhar em conjunto com as pessoas - agora parceiros, em vez de empregados.


CONCLUSÃO
A Era da Informação, que nos permitiu fazer as coisas de maneira mais rápida devido à contínua aceleração da capacidade de processamento dos computadores, abre espaço para o surgimento da Era da Comunicação, como resultado da crescente possibilidade de conexão entre todos os computadores - em grande parte devido à Internet - e o exponencial crescimento da capacidade de banda para comunicação, o que vem de encontro aos anseios de qualquer empresário, quer seja no aumento das parcerias organizacionais ou no aumento de sua própria capacidade de vencer “sozinho”.





BIBLIOGRAFIA
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. In: Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, [ s.d].
GATES, Bill. A empresa na velocidade do pensamento: com um sistema nervoso digital. São Paulo, Companhia das Letras, 1999.

http://www.administradores.com.br

Esterilidade Feminina

Esterilidade Feminina

Tornou-se habitual encontrar feminina com uma esterilidade involuntária após ter vivido durante anos num período estéril; o contexto médico se juntam as dimensões sociológicas e psicológicas da infertilidade.
Desafio Psicológico
Quando a jovem atinge a fase adulta, maior parte delas quer fundar uma família que lhe dá azo e a possibilidade de conhecer o sentido da vida; para compreender melhor os desafios psicológicos dos diagnósticos médicos de esterilidade, é interessante compreender o problema não só a partir da causa de infertilidade feminina, mas também através do problema ausência de um filho. O sofrimento reside aí, com efeito na falta desse filho que não pode vir ao mundo, seja porque a potencial mãe tem um problema fisiológico.
Algumas Alternativas Médica
Hoje em dia, as meninas estéreis contam com opções que não estavam disponíveis há décadas.
Os problemas de esterilidade são tratados muito depressa (por vezes, até demasiada depressa) pela medicina, o que constitui um imenso progresso relativa à situação das gerações anteriores, cuja casais que não podiam ter filhos deviam adoptar, ou nos melhores casos fazer o luto definitivo de ter filhos.
A fecundação in vitro tornou-se, há mais de 20 anos, um recurso possível para muitas dificuldades fisiológicas femininas. Os óvulos são colectados dos ovários da mulher e fertilizados fora do corpo; os embriões gerados são transferidos para o útero através do colo uterino.
A fertilização in vitro, é conhecida como tecnologia de reprodução assistida, que inclui todos tipos de tratamentos para infertilidade nos quais se manipula tanto os óvulos como o esperma; no mundo inteiro, cerca de 100 mil crianças nascem anualmente.
Tendo em conta os transtornos psicológicos que a esterilidade causa… os Psicanalistas chamam de: ferida narcísica da esterilidade.
Bibliografia: Dicionário Enciclopédico da Psicologia
Possíveis Causas da Esterilidade

-Má formação congénita no desenvolvimento do sistema reprodutor
-A idade… algumas mulheres talvez não se dêem conta de como sua fertilidade diminui com a idade.
-Mulheres que estejam cursando ensino superior e fazendo carreiras, adiando assim o casamento.
-Factores culturais e superstições familiares
 



Tratamento

Para Esterilidade não existe um tratamento extremamente padronizado devido estado acentuado da condição hormonal; neste contexto pode ser vista sobretudo em duas vias principais:
-Tratamento de causa ovariana
-Tratamento de causa uterina
Ovariana: pode existir patologias que tem que beneficiar de tratamento hormonal, dirigido por um médico especializado no tratamento da esterilidade; na maioria dos casos a insuficiência secretora ovariana é de origem hipotálamo-hipofisaria onde por vezes usa-se indutor de ovulação: CLOMIFENO, GONADOTROFINA ou PUREGON.
São vários protocolos de estimulação que podem serem empregados.
Uterina: em caso de anomalia de desenvolvimento, a patologia das malformações uterinas (útero bicorne, útero septado, útero comunicante e as deviações uterinas), a cirurgia é o método de eleição; entre as lesões mais importante é a fibrosa de tratamento cirúrgico.
As hipoplasias uterinas, difícil de tratar, beneficiam de tratamento prolongado criando um programa hormonal.

Prevenção

Desde a infância até a fase adulta, existe vários factores de risco que podem serem levados em conta: evitar cigarros, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas; é importante para um sistema reprodutor saudável.
Alimentação adequada evita não só a infertilidade como também as doenças sobretudo infecciosas.

A reposição das vitaminas E e C e do Zinco, ajudam bastante na fertilidade feminina; a vitamina E, razão pela qual foi considerada como a vitamina da fertilidade.

A GUERRA FRIA E A DESINTEGRAÇÃO DO BLOCO SOVIÉTICO


ÍNDICE





INTRODUÇÃO

O presente trabalho insere-se na pesquisa qualitativa sobre Guerra Fria tema este que nos coloca das delimitações da disciplina de História. Com o propósito de melhorar a elucidação da matéria como nos foi proposto o tema pelo docente. O conceito diz nos que é chamada " guerra fria" porque não houve uma guerra direta entre as duas superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960 até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan chamado de "Guerra nas Estrelas".



A GUERRA FRIA E A DESINTEGRAÇÃO DO BLOCO SOVIÉTICO

Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial  (1945) e a extinção da união soviética (1991), um conflito de ordem politica, militar, tecnológica, económica, social e ideológica entre as duas nações e suas zonas de influencia.  
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os países europeus estavam semidestruídos e sem recursos para se reconstruírem sozinhos, com isso as superpotências resolveram ajudar cada um de seus aliados, com objetivo de não perderem áreas de influência.
Os Estados Unidos propõem a criação de um amplo plano econômico, o Plano Marshall, que tratava-se da concessão de uma série de empréstimos a baixos juros e investimentos públicos para facilitar o fim da crise na Europa Ocidental e repelir a ameaça do socialismo entre a população descontente.
A União Soviética propôs-se a ajudar seus países aliados, com a criação do Conselho para Assistência Econômica Mútua  (COMECON). O COMECON fora proposto como maneira de impedir os países-satélites da União Soviética de demonstrar interesse no Plano Marshall, e não abandonarem a esfera de influência de Moscou.
Em 1949 os Estados Unidos e o Canadá, juntamente com a maioria da Europa ocidental, criaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte  (OTAN), uma aliança militar com o objetivo de proteção internacional em caso de um suposto ataque dos países do leste europeu.
Em resposta à OTAN, a URSS firmou entre ela e seus aliados o Pacto de Varsóvia (1955) para unir forças militares da Europa Oriental. Logo as alianças militares estavam em pleno funcionamento, e qualquer conflito entre dois países integrantes poderia ocasionar uma guerra nunca vista antes.
Guerra da Coreia  (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba  (1962) e, também na América do Sul, a Guerra das Malvinas  (1982). Entretanto, durante todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras inter-estatais foi intensificado pela polarização entre Estados Unidos e URSS (ver: guerra por procuração).
Durante esses 40 anos de Guerra Fria, o sistema socialista soviético foi expandido de tal forma que chegou a ter países socialistas do Extremo Oriente a Cuba. A maioria seguindo as ordens de Moscou. Este cenário de tensão mundial perdurou até 1991, quando a União Soviética acabou e consequentemente o fim de uma grande ameaça ao capitalismo e aos Estados Unidos. A Guerra Fria durou cerca de 45 anos e durante esse período o mundo já esteve perto da guerra nuclear várias vezes.
No período da Guerra Fria, o bloco ocidental, ou capitalista, foi o nome dado ao conjunto de nações adeptas à ideologia liberal-capitalista. Sua formação contava com países da OceaniaAmérica do SulAmérica Central, com exceção de Cuba, algumas nações da Ásia e da Europa Ocidental. O país líder deste bloco era os Estados Unidos.
No caso do Bloco do Leste, ou soviético, também formado na época da Guerra Fria, a formação contava com a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e aliados da parte leste e central europeia como AlbâniaRomêniaPolôniaHungria e Alemanha Oriental.
A designação Bloco do Leste era comumente utilizada para se referir ao Pacto de Varsóvia, aliança de cunho militar formada em 55 pelas nações socialistas do Leste da Europa e pela União Soviética. A alcunha também se referia ao Comecon (Conselho para Assistência Econômica Mútua), que tinha o objetivo de integrar economicamente os países do Leste Europeu. Mesmo estando geograficamente fora do grupo, nações como Coreia do Norte, Vietnã, Cuba e Mongólia eram consideradas como parte do Bloco devido à ideologia.
A formação do Bloco ocidental e do Bloco Socialista remete ao fim da Segunda Guerra Mundial, quando a URSS e os EUA tornaram-se a duas superpotências mundiais. Assim, viu-se uma mudança no contexto político internacional e nas futuras coalizões que se formariam depois que os aliados, que tinham como forças principais a União Soviética, os EUA e o Império Britânico, saíram como vencedores do conflito mundial.
Nos anos em que a Segunda Guerra Mundial ocorreu, grande área do continente europeu foi ocupada pelo exército da Alemanha Nazista. Após o final da guerra, EUA e URSS foram os responsáveis por organizar os governos dentro destes territórios. No acordo realizado, ficou estabelecido que a soberania destes países voltaria, assim como a restauração de suas democracias.
Porém, havia um conflito de ideologias entre a URSS (comunismo) e os EUA (capitalismo). Com isso, o poder foi dividido em dois gigantescos blocos globais. O relacionamento entre as duas potências mundiais ficava cada vez mais complicado e gerou conflitos como a Crise dos Mísseis de Cuba, a Guerra da Coreia, os Conflitos entre árabes e israelenses e a Guerra do Vietnam.
Os soviéticos, por sua vez, expandiam-se territorialmente na parte oriental da Europa. Isso fez com que os EUA e as nações europeias do ocidente formassem a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que tinha por objetivo a coordenação das defesas militares contra possíveis agressões da URSS. A resposta à formação deste grupo foi o Pacto de Varsóvia, incluindo URSS e seus aliados. Assim, surgiram o Bloco ocidental e o Bloco Socialista.
  



CONCLUSÃO

Depois d pesquisa feita cheguei a conclusão que A Guerra Fria começou a esfriar durante a década de 1980. Em 1989, a queda do muro de Berlim foi o ato simbólico que decretou o encerramento de décadas de disputas econômicas, ideológicas e militares entre o bloco capitalista, comandado por Estados Unidos e o socialista, dirigido pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Na sequência deste fato, ocorreu a reunificação da Alemanha (Ocidental com Oriental).
A crise nos países socialistas funcionou como um catalisador do fim da Guerra Fria. Os países do bloco socialistas, incluindo a União Soviética, passavam por uma grave crise econômica na década de 1980. A falta de concorrência, os baixos salários e a falta de produtos causaram uma grave crise econômica. A falta de democracia também gerava uma grande insatisfação popular.
















BIBLIOGRAFIA