quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A importância da Educação na Sociedade

A importância da Educação na Sociedade.
Nos dias atuais nos deparamos com uma época de intensa competitividade, onde a atenção, ou seja, o foco dos governantes esta no interesse econômico e deixando de lado a sociedade em geral. Vemos em grande escala a pobreza que esta presente em nosso dia -a -dia e cada vez maior, bem como a descriminação e a exploração de modo generalizado, entre outros aqui não citados o que não pode acontecer é a acomodação nas situações do cotidiano ,na qual todos os dias estamos sujeitos.
A educação tem por objetivo a interação social e cultural do indivíduo, essa mesma educação que irá contribuir com parte de nossos valores por toda vida. “Enquanto à educação, esta pode ser tida como prática social que perpetua uma determinada realidade social ou que rompe com cenário social evidenciando suas contradições”, assim dizia Maria Lucia Aranha.
A educação na sociedade tem como propósito, uma estratégia na qual se torna importante desenvolver iniciativas que contribuam para o desenvolvimento humano, na medida em que vá de encontro às necessidades e interesses daqueles em questão. A escola sozinha tão pouco dará conta dessas demandas, ela precisará propor ações e condições educativas que envolvam todos (sociedade, professor, aluno e família) se tivermos essa interação, certamente teremos competência e com a inovação formaremos melhores cidadãos no futuro, com profissionais de qualidade , sendo os mesmos preparados e abertos as para novidades.
“A educação, como lugar de prolongamento de uma sociedade, deve ser o lócus do inacabado, do transitório e do não permanente”, assim segundo Gadotti. É naturalmente importante que o futuro professor passe por um processo de formação que irá prepará-lo para uma atividade docente onde todos nós buscamos um mesmo propósito, uma sociedade mais justa e humana com melhor qualificação, que irá contribuir na formação do futuro profissional.
Portanto, isso é uma tarefa de longo prazo e que exige o máximo de nós, de todos os que querem mudar este país para melhor, se pelo menos tentarmos. Segundo Dewey “A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida”.
A importância da educação para o desenvolvimento humano
Ninguém vive sem educação. Esta é a síntese do que pode caracterizar a sociedade contemporânea, uma vez que ela está baseada noconhecimento e suas variações, a educação, portanto torna-se um fator indispensável na vida das pessoas no que diz respeito a sua inserção e interação com o meio. Afinal, o que seria dasociedade sem educação?
Algo notoriamente presenciado é que aprender e ensinar, não importando qual o meio, está intimamente ligado com a formação e desenvolvimento do ser humano que está sempre embusca de algo, preocupado com o amanhã, sua formação, entre outros. Desta forma, a educação torna-se o ponto chave desse desenvolvimento, uma vez que ela veio exatamente para isto, supriresses anseios, extrair do outro, completar e por tabela somar.
De certo, é possível notar que desde os primórdios o homem viu-se nessa circunstância de “inacabamento”, o que possibilitou oseu desenvolvimento. Sócrates seria um bom exemplo disto, uma vez que quanto mais afirmava sua ignorância, mais se abria a novas ideias e lhe permitia um maior aprendizado, uma buscaconstante pelo saber.
Nesse aspecto, a educação vem à tona como forma, sobretudo, tanto de integrar o homem a sociedade a que pertence quanto para lhe dar a oportunidade de interferir no meio emque vive, uma vez que diferente dos animais o homem não se adapta ao meio, mas adapta o meio para si, prova disto, pode ser notavelmente presenciada ao nosso redor no que diz respeito aosprocessos evolutivos em geral.

Diante disto, podemos notar quão significativo e essencial é a educação na vida das pessoas, e que sem ela, a sociedade e o homem não teriam se desenvolvido detal modo como às vemos atualmente. Dessa forma, o desenvolvimento do homem em seus diversos fatores sociais, culturais, políticos entre outros, faz-se necessário irrefutavelmente à educação.

IMPACTO DA INFORMATIZAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO E MARKETING

INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como objecto aprofundar o tema de tal modo que nos permita, por um lado, conhecer e reflectir sobre o impacto da informatização na administração e Marketing, por outro lado, abordar como eles são submetidos no campo da vida laboral. Assim, abordarei alguns subtemas que nos parecem ser de grande importância para assim explicarei a sua utilidade diária. Para cada um dos subtemas procurei através dos meios disponíveis (enciclopédias, Internet, livros, etc.) dar a informação possível para o melhor conhecimento deste tema. Espero alcançar os objectivos pretendidos fazendo um trabalho completo e interessante.



IMPACTO DA INFORMATIZAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO E MARKETING
A sociedade da informação é uma sociedade onde a componente da informação e do conhecimento desempenha um papel nuclear em todos os tipos de atividade humana em consequência do desenvolvimento da tecnologia digital, e da internet em particular, induzindo novas formas de organização da economia e da sociedade.
No seu estágio final, a sociedade da informação, é caracterizada pela capacidade de os seus membros (cidadãos, empresas, Estado) obterem e partilharem qualquer tipo de informação e conhecimento instantaneamente, a partir de qualquer lugar e na forma mais conveniente.
Com o avanço da globalização o mundo competitivo vem cada vez mais tomando espaço, esse ambiente turbulento, que se transforma a todo instante, exige das empresas um sistema de informação ágil que acompanhe o ritmo das transformações.
A TI provocou uma transformação na natureza do trabalho, que passou de manual para eletrônico, alterando o conteúdo das tarefas, sendo o impacto mais forte percebido nesta geração. Diminuindo o tempo de realização de uma tarefa, cada funcionário passou a ser mais cobrado sobre a qualidade de seus serviços e quantidade de procedimentos, práticas e relatórios, que foram possíveis graças à TI, aumentando assim o ritmo de trabalho e suas exigências. 
Em relação as habilidades dos funcionários, muitas outras foram exigidas, começando em como utilizar o computador. O impacto das novas tecnologias nas empresas tem sido um dos principais focos de estudo nos últimos anos, devido a sua rápida disseminação no ambiente empresarial e grande repercussão na sociedade, a qual recebe suas influências. Todo esse arsenal de inovações produz ‘impulsos’, estes se apresentam das mais variadas formas gerando ciclos como os impactos das novas tecnologias no trabalho, percebeu-se também, o impacto decorrente da implantação da TI na estrutura física das empresas, devido a evolução dos equipamentos, aumento do número de máquinas e mudanças na estrutura organizacional que ocasionam mudanças em diversas variáveis como:
- Conteúdo e natureza das tarefas;
- Pressões e ritmo de trabalho;
- Interação entre os operários;
- Quantidade de operários;
- Distribuição e localização dos operários; Horários e duração das jornadas;
- Alteração na estrutura organizacional, eliminando postos de supervisão e criando postos de nível de gerência;
- Mudança no perfil da mão-de-obra, exigência de novas especializações, habilidades e qualificação.

      Essas novas tecnologias podem provocar alterações sobre o nível de emprego, stress e satisfação no trabalho, além de exigir novas habilidades do trabalhador. Nota-se, também, mudanças na gerência, com um controle maior de seu desempenho.
O meio empresarial ficou digamos que mais fácil de ser controlado e muito mais rápido na execução de algumas tarefas, o controle de dados e busca de informações foi algo que trouxe um benefício enorme, além de controle de estoques, Fisco com NF sendo emitidas quase que momentaneamente com a interligação direta com sites governamentais, controle de estoques, monitoramento de tarefas e maior interação entre os mais diversos departamentos, além dos armazenamentos em nuvem que revolucionou a forma de ter acesso aos documentos.

Canal de marketing
A rede mundial passou a figurar como um dos principais meios de execução das atividades organizacionais, revelando capacidade de potencializar a produtividade e eficácia através da padronização e disponibilização de instrumentos para a execução de funções administrativas, financeiras, mercadológicas, comerciais, logísticas, produtivas e outras tantas no processo operacional das organizações, nesta lógica o marketing passa a ser uma ferramenta associada à tecnologia e a intercomunicabilidade de rede interna e externa, a um custo consideravelmente baixo.

Tecnologia de informação.
A internet é um canal de comunicação essencial ao processo estratégico empresarial no momento em que a rede mundial se torna um elemento irreversível nos negócios, adotando esse canal como meio de implementação e controle estratégico.
As organizações buscam capacitar seus funcionários, estreitarem seus laços comerciais, gerenciar toda informação que norteiam a empresa como um todo e as mesmas encontram na internet a ferramenta necessária para desempenhar essas funções, melhorando desde a logística de produção até o alto grau de gestão da empresa.
Avanço tecnológico nas ferramentas de trabalho Para manter o pessoal motivado para que tenha responsabilidade é uma questão de atitude organizacional. As ferramentas digitais podem adicionar flexibilidade, possibilitando a solução de problemas em horas, em vez de dias, proporcionando assim uma grande vantagem competitiva ao negócio. 
O trabalho de dimensão individual, repetitivo, é exatamente o que os computadores, robôs e outras máquinas sabem fazer com perfeição - e que os trabalhadores humanos quase sempre detestam. Na era digital, é necessário fazer com que os funcionários desenvolvam o máximo em suas tarefas.

Recursos Humanos
Sobre a gestão do conhecimento, Gates (op. cit.) argumenta que uma cultura colaborativa, estimulada pelo fluxo de informações, faz com que as pessoas em toda a empresa estejam em contato umas com as outras.

Outro potencial de aplicação da Internet para o processo administrativo empresarial apontado por Gates (op. cit.) seria a possibilidade de transferir as tarefas que não estejam diretamente envolvidas com as competências essenciais da empresa a terceiros, usando tecnologia moderna de comunicação para trabalhar em conjunto com as pessoas - agora parceiros, em vez de empregados.


CONCLUSÃO
A Era da Informação, que nos permitiu fazer as coisas de maneira mais rápida devido à contínua aceleração da capacidade de processamento dos computadores, abre espaço para o surgimento da Era da Comunicação, como resultado da crescente possibilidade de conexão entre todos os computadores - em grande parte devido à Internet - e o exponencial crescimento da capacidade de banda para comunicação, o que vem de encontro aos anseios de qualquer empresário, quer seja no aumento das parcerias organizacionais ou no aumento de sua própria capacidade de vencer “sozinho”.





BIBLIOGRAFIA
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. In: Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, [ s.d].
GATES, Bill. A empresa na velocidade do pensamento: com um sistema nervoso digital. São Paulo, Companhia das Letras, 1999.

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Esterilidade Feminina

Esterilidade Feminina

Tornou-se habitual encontrar feminina com uma esterilidade involuntária após ter vivido durante anos num período estéril; o contexto médico se juntam as dimensões sociológicas e psicológicas da infertilidade.
Desafio Psicológico
Quando a jovem atinge a fase adulta, maior parte delas quer fundar uma família que lhe dá azo e a possibilidade de conhecer o sentido da vida; para compreender melhor os desafios psicológicos dos diagnósticos médicos de esterilidade, é interessante compreender o problema não só a partir da causa de infertilidade feminina, mas também através do problema ausência de um filho. O sofrimento reside aí, com efeito na falta desse filho que não pode vir ao mundo, seja porque a potencial mãe tem um problema fisiológico.
Algumas Alternativas Médica
Hoje em dia, as meninas estéreis contam com opções que não estavam disponíveis há décadas.
Os problemas de esterilidade são tratados muito depressa (por vezes, até demasiada depressa) pela medicina, o que constitui um imenso progresso relativa à situação das gerações anteriores, cuja casais que não podiam ter filhos deviam adoptar, ou nos melhores casos fazer o luto definitivo de ter filhos.
A fecundação in vitro tornou-se, há mais de 20 anos, um recurso possível para muitas dificuldades fisiológicas femininas. Os óvulos são colectados dos ovários da mulher e fertilizados fora do corpo; os embriões gerados são transferidos para o útero através do colo uterino.
A fertilização in vitro, é conhecida como tecnologia de reprodução assistida, que inclui todos tipos de tratamentos para infertilidade nos quais se manipula tanto os óvulos como o esperma; no mundo inteiro, cerca de 100 mil crianças nascem anualmente.
Tendo em conta os transtornos psicológicos que a esterilidade causa… os Psicanalistas chamam de: ferida narcísica da esterilidade.
Bibliografia: Dicionário Enciclopédico da Psicologia
Possíveis Causas da Esterilidade

-Má formação congénita no desenvolvimento do sistema reprodutor
-A idade… algumas mulheres talvez não se dêem conta de como sua fertilidade diminui com a idade.
-Mulheres que estejam cursando ensino superior e fazendo carreiras, adiando assim o casamento.
-Factores culturais e superstições familiares
 



Tratamento

Para Esterilidade não existe um tratamento extremamente padronizado devido estado acentuado da condição hormonal; neste contexto pode ser vista sobretudo em duas vias principais:
-Tratamento de causa ovariana
-Tratamento de causa uterina
Ovariana: pode existir patologias que tem que beneficiar de tratamento hormonal, dirigido por um médico especializado no tratamento da esterilidade; na maioria dos casos a insuficiência secretora ovariana é de origem hipotálamo-hipofisaria onde por vezes usa-se indutor de ovulação: CLOMIFENO, GONADOTROFINA ou PUREGON.
São vários protocolos de estimulação que podem serem empregados.
Uterina: em caso de anomalia de desenvolvimento, a patologia das malformações uterinas (útero bicorne, útero septado, útero comunicante e as deviações uterinas), a cirurgia é o método de eleição; entre as lesões mais importante é a fibrosa de tratamento cirúrgico.
As hipoplasias uterinas, difícil de tratar, beneficiam de tratamento prolongado criando um programa hormonal.

Prevenção

Desde a infância até a fase adulta, existe vários factores de risco que podem serem levados em conta: evitar cigarros, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas; é importante para um sistema reprodutor saudável.
Alimentação adequada evita não só a infertilidade como também as doenças sobretudo infecciosas.

A reposição das vitaminas E e C e do Zinco, ajudam bastante na fertilidade feminina; a vitamina E, razão pela qual foi considerada como a vitamina da fertilidade.

A GUERRA FRIA E A DESINTEGRAÇÃO DO BLOCO SOVIÉTICO


ÍNDICE





INTRODUÇÃO

O presente trabalho insere-se na pesquisa qualitativa sobre Guerra Fria tema este que nos coloca das delimitações da disciplina de História. Com o propósito de melhorar a elucidação da matéria como nos foi proposto o tema pelo docente. O conceito diz nos que é chamada " guerra fria" porque não houve uma guerra direta entre as duas superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960 até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan chamado de "Guerra nas Estrelas".



A GUERRA FRIA E A DESINTEGRAÇÃO DO BLOCO SOVIÉTICO

Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial  (1945) e a extinção da união soviética (1991), um conflito de ordem politica, militar, tecnológica, económica, social e ideológica entre as duas nações e suas zonas de influencia.  
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os países europeus estavam semidestruídos e sem recursos para se reconstruírem sozinhos, com isso as superpotências resolveram ajudar cada um de seus aliados, com objetivo de não perderem áreas de influência.
Os Estados Unidos propõem a criação de um amplo plano econômico, o Plano Marshall, que tratava-se da concessão de uma série de empréstimos a baixos juros e investimentos públicos para facilitar o fim da crise na Europa Ocidental e repelir a ameaça do socialismo entre a população descontente.
A União Soviética propôs-se a ajudar seus países aliados, com a criação do Conselho para Assistência Econômica Mútua  (COMECON). O COMECON fora proposto como maneira de impedir os países-satélites da União Soviética de demonstrar interesse no Plano Marshall, e não abandonarem a esfera de influência de Moscou.
Em 1949 os Estados Unidos e o Canadá, juntamente com a maioria da Europa ocidental, criaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte  (OTAN), uma aliança militar com o objetivo de proteção internacional em caso de um suposto ataque dos países do leste europeu.
Em resposta à OTAN, a URSS firmou entre ela e seus aliados o Pacto de Varsóvia (1955) para unir forças militares da Europa Oriental. Logo as alianças militares estavam em pleno funcionamento, e qualquer conflito entre dois países integrantes poderia ocasionar uma guerra nunca vista antes.
Guerra da Coreia  (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba  (1962) e, também na América do Sul, a Guerra das Malvinas  (1982). Entretanto, durante todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras inter-estatais foi intensificado pela polarização entre Estados Unidos e URSS (ver: guerra por procuração).
Durante esses 40 anos de Guerra Fria, o sistema socialista soviético foi expandido de tal forma que chegou a ter países socialistas do Extremo Oriente a Cuba. A maioria seguindo as ordens de Moscou. Este cenário de tensão mundial perdurou até 1991, quando a União Soviética acabou e consequentemente o fim de uma grande ameaça ao capitalismo e aos Estados Unidos. A Guerra Fria durou cerca de 45 anos e durante esse período o mundo já esteve perto da guerra nuclear várias vezes.
No período da Guerra Fria, o bloco ocidental, ou capitalista, foi o nome dado ao conjunto de nações adeptas à ideologia liberal-capitalista. Sua formação contava com países da OceaniaAmérica do SulAmérica Central, com exceção de Cuba, algumas nações da Ásia e da Europa Ocidental. O país líder deste bloco era os Estados Unidos.
No caso do Bloco do Leste, ou soviético, também formado na época da Guerra Fria, a formação contava com a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e aliados da parte leste e central europeia como AlbâniaRomêniaPolôniaHungria e Alemanha Oriental.
A designação Bloco do Leste era comumente utilizada para se referir ao Pacto de Varsóvia, aliança de cunho militar formada em 55 pelas nações socialistas do Leste da Europa e pela União Soviética. A alcunha também se referia ao Comecon (Conselho para Assistência Econômica Mútua), que tinha o objetivo de integrar economicamente os países do Leste Europeu. Mesmo estando geograficamente fora do grupo, nações como Coreia do Norte, Vietnã, Cuba e Mongólia eram consideradas como parte do Bloco devido à ideologia.
A formação do Bloco ocidental e do Bloco Socialista remete ao fim da Segunda Guerra Mundial, quando a URSS e os EUA tornaram-se a duas superpotências mundiais. Assim, viu-se uma mudança no contexto político internacional e nas futuras coalizões que se formariam depois que os aliados, que tinham como forças principais a União Soviética, os EUA e o Império Britânico, saíram como vencedores do conflito mundial.
Nos anos em que a Segunda Guerra Mundial ocorreu, grande área do continente europeu foi ocupada pelo exército da Alemanha Nazista. Após o final da guerra, EUA e URSS foram os responsáveis por organizar os governos dentro destes territórios. No acordo realizado, ficou estabelecido que a soberania destes países voltaria, assim como a restauração de suas democracias.
Porém, havia um conflito de ideologias entre a URSS (comunismo) e os EUA (capitalismo). Com isso, o poder foi dividido em dois gigantescos blocos globais. O relacionamento entre as duas potências mundiais ficava cada vez mais complicado e gerou conflitos como a Crise dos Mísseis de Cuba, a Guerra da Coreia, os Conflitos entre árabes e israelenses e a Guerra do Vietnam.
Os soviéticos, por sua vez, expandiam-se territorialmente na parte oriental da Europa. Isso fez com que os EUA e as nações europeias do ocidente formassem a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que tinha por objetivo a coordenação das defesas militares contra possíveis agressões da URSS. A resposta à formação deste grupo foi o Pacto de Varsóvia, incluindo URSS e seus aliados. Assim, surgiram o Bloco ocidental e o Bloco Socialista.
  



CONCLUSÃO

Depois d pesquisa feita cheguei a conclusão que A Guerra Fria começou a esfriar durante a década de 1980. Em 1989, a queda do muro de Berlim foi o ato simbólico que decretou o encerramento de décadas de disputas econômicas, ideológicas e militares entre o bloco capitalista, comandado por Estados Unidos e o socialista, dirigido pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Na sequência deste fato, ocorreu a reunificação da Alemanha (Ocidental com Oriental).
A crise nos países socialistas funcionou como um catalisador do fim da Guerra Fria. Os países do bloco socialistas, incluindo a União Soviética, passavam por uma grave crise econômica na década de 1980. A falta de concorrência, os baixos salários e a falta de produtos causaram uma grave crise econômica. A falta de democracia também gerava uma grande insatisfação popular.
















BIBLIOGRAFIA


OS NÍVEIS DE LINGUAGEM


ÍNDICE





INTRODUÇÃO

O presente trabalho insere-se na abordagem de um tema muito pertinente que diz-nos falar dos níveis de linguagem tema este que nos coloca das delimitações da disciplina de Língua Portuguesa. Sabemos perfeitamente que A língua e os Níveis da Linguagem pertencem a todos os membros de uma comunidade e é uma entidade viva em constante mutação. Novas palavras são criadas ou assimiladas de outras línguas, à medida que surgem novos hábitos, objetos e conhecimentos. Os dicionários vão incorporando esses novos vocábulos (neologismos), quando consagrados pelo uso.

OS NÍVEIS DE LINGUAGEM

A linguagem é qualquer conjunto de sinais que nos permite realizar atos de comunicação. Dependendo dos sinais escolhidos, teremos uma comunicação verbal, visual, auditiva etc. Damos o nome de fala à utilização que cada membro da comunidade faz da língua, tanto na forma oral quanto na escrita. Em decorrência do caráter bastante individual da língua, é necessário destacar algumas modalidades:
 NORMA CULTA: é aquela utilizada em situações formais, principalmente na escrita – mais planejada e bem elaborada. Caracteriza-se pela correção da linguagem em diversos aspectos: um cuidado maior com o vocabulário, obediência às regras estabelecidas pela Gramática, organização rigorosa das orações e dos períodos etc.
Confira no texto abaixo: “(...) O mais forte e apreciável motivo para um estudo dos assuntos humanos é a curiosidade. Este é um dos traços distintivos da natureza humana. Ao que parece, nenhum ser humano é dele totalmente destituído, apesar de seu grau de intensidade variar enormemente de indivíduo para indivíduo. No campo dos assuntos humanos, a curiosidade nos leva a buscar uma óptica panorâmica, através da qual se possa chegar a uma visão da realidade, tão inteligível quanto possível para a mente humana.” Arnold TOYNBEE. Um estudo da história. Brasília: EdUnB. 1987. Pág. 47. (com adaptações).
 LINGUAGEM COLOQUIAL: é adotada em situações informais ou familiares. Caracteriza-se pela espontaneidade, já que não existe uma preocupação com as normas estabelecidas (aceita o uso de gírias e de palavras não dicionarizadas). Embora seja uma linguagem informal, não é necessariamente inculta, pois a desobediência a certas normas gramaticais se deve à liberdade de expressão e à sensibilidade estilística do falante. É facilmente encontrada na correspondência pessoal (msn, e-mail etc.), na literatura, histórias em quadrinhos, nos jornais e revistas. Veja o exemplo: Sei lá! Acho que tudo vai ficar legal. Pra que então ficar esquentando tanto? Me parece que as coisas no fim sempre dão certo.
 LINGUAGEM TÉCNICA: é utilizada por alguns profissionais (policiais, vendedores, advogados, economistas etc.) no exercício de suas atividades. Exemplo: “Vamos direto ao assunto: interface gráfica ou não, muitas vezes, é preciso trabalhar com o prompt do DOS, sendo aborrecedor esforçar-se na redigitação de subdiretórios longos ou comando mal digitados”. Revista PC World, ago/2007. p. 98. 2 OBS.: Não se deve confundir vocabulário técnico com jargão (modalidade coloquial).
 LITERÁRIA (artística): tem finalidade expressiva, como a que é feita pelos artistas da palavra (poetas e romancistas, por exemplo). Observe: “O céu jogava tinas de água sobre o noturno que me devolvia a São Paulo. O comboio brecou, lento, para as ruas molhadas, furou a gare suntuosa e me jogou nos óculos menineiros de um grupo negro. Sentaram-me num automóvel de pêsames”. Memórias Sentimentais de João Miramar. Oswald de Andrade

VARIAÇÕES LINGÜÍSTICAS

São as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada. A língua é um organismo vivo, que se modifica no tempo, a todo instante. Os tipos de variações mais cobrados em provas são:
 EMPRÉSTIMOS LINGUÍSTICOS: vocábulos incorporados ao nosso idioma em sua forma original - ou aportuguesados. No português usado hoje no Brasil, existe influência de várias línguas: do contato com o índio, incorporamos palavras como cipó, mandioca, peroba, carioca etc.; a partir do processo de escravidão no Brasil, incorporamos inúmeros vocábulos de línguas africanas, tais como quiabo, macumba, samba, vatapá e muitos outros. Podemos encontrar também, no português atual, palavras provenientes de línguas estrangeiras modernas, principalmente do inglês. Veja alguns exemplos: do italiano (maestro, pizza, tchau, espaguete); do francês (abajur, toalete, champanhe); do inglês (recorde, sanduíche, futebol, bife, gol, clube, e muitos outros mais).
NEOLOGISMOS: são palavras novas, que vão sendo logo absorvidas pelos falantes no seu processo diário de comunicação. Umas, surgem para expressar conceitos igualmente novos; outras, para substituir aquelas que deixam de ser utilizadas. Os neologismos podem ser criados a partir da própria língua do país (cegonheiro, por exemplo), ou a partir de palavras estrangeiras (deletar, escanear etc.).
 RECRIAÇÕES SEMÂNTICAS: existem, também, aquelas palavras que adquirem novos sentidos ao longo do tempo. Por exemplo: cegonha (carreta que transporta automóveis, desde as montadoras até as concessionárias), laranja (testa de ferro, pessoa que empresta o nome para a realização de negócios ilícitos) e muitas mais.
 GÍRIAS: são palavras características da linguagem de um grupo social (os jovens), que, por sua expressividade, acabam sendo incorporadas à linguagem coloquial de outras camadas sociais. São exemplos de gírias: véi (velho), mano, bro (brother), Maneiro!, Radical!, e muitas outras.
JARGÕES: são os vocábulos característicos da linguagem utilizada por alguns grupos profissionais (médicos, policiais, vendedores, professores etc.) e que, por sua expressividade, acabam sendo incorporadas à linguagem de outras camadas sociais. Exemplos: positivo, bico fino, X9 (policiais); caroço (vendedores) e outros.
REGIONALISMOS: são as variações originadas das diferenças de região ou de território. Veja o exemplo de uma variedade regional, também conhecida como “fala caipira”, própria do interior de alguns estados brasileiros: “Cheguei na bera do porto onde as onda se espaia. As garça dá meia vorta, senta na bera da praia. E o cuitelinho não gosta que o botão de rosa caia.” Milton Nascimento




CONCLUSÃO

Depois da pesquisa chaga-se a conclusão que os níveis de linguagem são fundamentais para todos que interagem em sociedade, por isso a relevância na utilização da forma adequada para determinado ato. O uso adequado do nível de linguagem é um dos requisitos para eficiência na comunicação, seja ela oral ou escrita, principalmente para os operadores do Direito, onde se deve observar a distinção entre os registros: formal, comum e informal. O elemento formal é considerado uma linguagem culta ou nível culto, habitualmente utilizado pelas classes intelectuais, preponderando mais na escrita do que oral.
 





BIBLIOGRAFIA


https://www.grancursospresencial.com.br/novo/upload/compreensaoe_interpretacao_de_texto_vania_araujo_20120508181130.pdf