sábado, 14 de janeiro de 2017

ÁREA DE CRECHE DOS 18 MESES AOS 24 MESES

ÍNDICE
INTRODUÇÃO.. 1
DESENVOLVIMENTO.. 2
ÁREA DE CRECHE DOS 18 MESES AOS 24 MESES. 2
18 Meses. 2
19 Meses. 2
20 Meses. 2
21 Meses. 2
22 Meses. 3
23 Meses. 3
24 Meses. 3
QUADRO DE SÍNTESE DA ÁREA DE CRECHE.. 4
CONCLUSÃO.. 6
BIBLIOGRAFIA.. 7




INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como objectivo fundamental abordar sobre a “área de creche dos 18 aos 24 meses”. No decorrer da nossa modesta apresentação falaremos de forma resumida sobre s meses da idade das crianças, suas características específicas e suas respectivas actividades de estimulação. Neste contexto podemos definir área de creche, como uma instituição que tem como objectivo primordial atender um leque de faixas etárias compreendidas dos 0 aos 3 anos de idade.
A instituição berçária é muito relevante para que as crianças possam sentir-se seguras, estimuladas a aprenderem e sobretudo felizes. Desta feita, é necessário que se crie condições favoráveis para o desenvolvimento de actividades próprias a cada idade, tendo em vista que as crianças precisam de espaço físico que permita a sua expansão corporal, motora e criadora.




DESENVOLVIMENTO
ÁREA DE CRECHE DOS 18 MESES AOS 24 MESES
18 Meses
A criança desloca-se agora com mais facilidade, anda por todo o lado, trepa as cadeiras, abre as portas. Gosta de brincar com carrinhos, de puxar, ursos de peluche, tachos, panela, bolas, brinquedos de montar e desmontar, revistas ilustradas, livros coloridos, que acaba por rasgar.
Os seus períodos de brincadeira são mais frequentes, mas, mais curtos. Proporcione à criança, segurança, autoridade e seja diplomático. Deixe-a participar, imitando tarefas domésticas, como por exemplo, abrir gavetas, colocar caixas na prateleira, limpar o pó, varrer.
19 Meses
A criança continua a imitar o adulto. A sua habilidade em progresso permite-lhe aparafusar ou enfiar anéis num pau e encaixar cubos de cor. Esta interessada em vestir-se sozinha, ajuda a calçar peúgas e os sapatos. É contudo, mais hábil a despedir-se do que a vestir-se. Imitar as brincadeiras dos outros e as actividades do adulto.
Dê-lhe a sua companhia, musica e deixe-a brincar com o brinquedo que prefere, por vezes até levá-lo para a cama
Ajude-a a identificar partes do corpo.
20 Meses
As crianças gostam de segurar a "levar" descobrir objectos. Gostam de dar a volta ao botão do aparelho de rádio e ter música para dançar.
Olha para os livros de estampa e viram páginas designado um ou outro motivo (desenho) pelos nomes. Faz o mesmo aos objectos.
Quando agarra uma coisa e percebe que não devia ter mexido, foge a correr, com ela na mão, deixando-a cair em meio da corrida.
21 Meses
A criança começa a ter a noção de direito de propriedade.
Cada aposento ganha um significado para si. Gosta de ter uma prateleira, uma gaveta com as suas coisas. Mexe nas suas coisas e em tudo o que lhe agrada e está ao seu alcance (não se pode confiar nela).
É muito sensível ao adulto, puxa por ele para lhe ir mostrar coisas. É capaz de chamar o adulto pelo nome, gosta de dizer "meu" de riscar papel, de música e de muitos objectos.
Dê á criança lápis e papel, livros, revista com desenhos, conjuntos para construção muito simples. Preste a atenção á linguagem, contribua para o seu enriquecimento, repetindo as palavras bem pronunciadas.
22 Meses
As crianças gostam de identificar objectos, ver gravuras, pôr coisas às costas, ir onde a chamam. Podem associar 2 ou 3 palavras. Dirigem-se ao adulto quando têm fome, sede, querem dormir ou desejam um objecto. Começam a ser capazes de comer sozinhas. Dê atenção aos seus desejos, através das 'palavras que pronuncia Encoraje todas as tentativas que a criança faz para comunicar com os adultos. Converse, brinque com ela e esteja sempre vigilante.
23 Meses
A criança continua muito activa Trepa na cadeira ou no banco para buscar o que quer. Levanta-se da cama, salta, pula, caminha na ponta dos pés. Gosta de música, puzzeles muito simples. Come com mais asseio, isso é, entorna menos os alimentos.
Reconhece-se num espelho. Começa a querer lavar-se, vestir-se e comer sozinha a ser independente, Continua a gostar de livros e gravuras, reconhece-os e encontra-os com alegria.
Deixe a criança andar à vontade e participar nos trabalhos caseiros.
Conte-lhe histórias quer improvisadas quer adaptadas a um facto acontecido durante o dia, que ela poderá reconhecer. Dê-lhe livros ilustrados para que, reconhecendo objectos, aumente o seu vocabulário.
24 Meses
A criança de 2 anos caminha perfeitamente, corre sem cair, sobre e desce sozinha as escadas pousando os pés em cada degrau. Diz o nome de várias partes do seu corpo e o de alguns objectos isolados. O seu vocabulário aumentou. Dá pontapés na bola Gosta de pular e correr.
Encher e esvaziar, meter e tirar, de desmanchar e armar, Gosta de apalpar de esfregar e de saborear. Prefere para as suas brincadeiras, comboios, carros, telefones. Gosta de brincar com água, chapinhar e lavar roupa. Durante o banho ajuda a lavar-se e por vezes, prefere a esponja ou a toalhete de banho aos brinquedos.
QUADRO DE SÍNTESE DA ÁREA DE CRECHE
IDADE
CARACTERÍSTICAS
ACTIVIDADES DE ESTIMULAÇÃO
18 meses: 1 ano e 6 meses
A criança desloca-se agora com mais facilidade, anda por todo o lado, trepa as cadeiras, abre as portas. Gosta de brincar com carrinhos, de puxar, ursos de peluche, tachos, panela, bolas, brinquedos de montar e desmontar, revistas ilustradas, livros coloridos, que acaba por rasgar.
Os seus períodos de brincadeira são mais frequentes, mas, mais curtos. Proporcione à criança, segurança, autoridade e seja diplomático. Deixe-a participar, imitando tarefas domésticas, como por exemplo, abrir gavetas, colocar caixas na prateleira, limpar o pó, varrer.
19 meses: 1 ano e 7 meses
A criança continua a imitar o adulto. A sua habilidade em progresso permite-lhe aparafusar ou enfiar anéis num pau e encaixar cubos de cor. Esta interessada em vestir-se sozinha, ajuda a calçar peúgas e os sapatos. É contudo, mais hábil a despedir-se do que a vestir-se. Imitar as brincadeiras dos outros e as actividades do adulto.
Dê-lhe a sua companhia, musica e deixe-a brincar com o brinquedo que prefere, por vezes até levá-lo para a cama.
Ajude-a a identificar partes do corpo.

20 meses: 1 ano e 8 meses
As crianças gostam de segurar a "levar" descobrir objectos. Gostam de dar a volta ao botão do aparelho de rádio e ter música para dançar.
Olha para os livros de estampa e viram páginas designado um ou outro motivo (desenho) pelos nomes. Faz o mesmo aos objectos.
Quando agarra uma coisa e percebe que não devia ter mexido, foge a correr, com ela na mão, deixando-a cair em meio da corrida.

21 meses: 1 ano e 9 meses
A criança começa a ter a noção de direito de propriedade.
Cada aposento ganha um significado para si. Gosta de ter uma prateleira, uma gaveta com as suas coisas. Mexe nas suas coisas e em tudo o que lhe agrada e está ao seu alcance (não se pode confiar nela).
É muito sensível ao adulto, puxa por ele para lhe ir mostrar coisas. É capaz de chamar o adulto pelo nome, gosta de dizer "meu" de riscar papel, de música e de muitos objectos.
Dê á criança lápis e papel, livros, revista com desenhos, conjuntos para construção muito simples. Preste a atenção á linguagem, contribua para o seu enriquecimento, repetindo as palavras bem pronunciadas.

22 meses: 1 ano e 10 meses
As crianças gostam de identificar objectos, ver gravuras, pôr coisas às costas, ir onde a chamam. Podem associar 2 ou 3 palavras. Dirigem-se ao adulto quando têm fome, sede, querem dormir ou desejam um objecto.
Começam a ser capazes de comer sozinhas. Dê atenção aos seus desejos, através das 'palavras que pronuncia Encoraje todas as tentativas que a criança faz para comunicar com os adultos. Converse, brinque com ela e esteja sempre vigilante.
23 meses: 1 ano e 11 meses
A criança continua muito activa Trepa na cadeira ou no banco para buscar o que quer. Levanta-se da cama, salta, pula, caminha na ponta dos pés. Gosta de música, puzzeles muito simples. Come com mais asseio, isso é, entorna menos os alimentos.
Reconhece-se num espelho. Começa a querer lavar-se, vestir-se e comer sozinha a ser independente, Continua a gostar de livros e gravuras, reconhece-os e encontra-os com alegria.
Deixe a criança andar à vontade e participar nos trabalhos caseiros.
Conte-lhe histórias quer improvisadas quer adaptadas a um facto acontecido durante o dia, que ela poderá reconhecer. Dê-lhe livros ilustrados para que, reconhecendo objectos, aumente o seu vocabulário.

24 meses: 2 ano
A criança de 2 anos caminha perfeitamente, corre sem cair, sobre e desce sozinha as escadas pousando os pés em cada degrau. Diz o nome de várias partes do seu corpo e o de alguns objectos isolados. O seu vocabulário aumentou. Dá pontapés na bola Gosta de pular e correr.
Encher e esvaziar, meter e tirar, de desmanchar e armar, Gosta de apalpar de esfregar e de saborear. Prefere para as suas brincadeiras, comboios, carros, telefones. Gosta de brincar com água, chapinhar e lavar roupa. Durante o banho ajuda a lavar-se e por vezes, prefere a esponja ou a toalhete de banho aos brinquedos.



CONCLUSÃO
Depois da pesquisa feita, chegamos a conclusão que área de creche é uma instituição que o seu objectivo principal é atender um leque de faixas etárias, compreendida dos 0 aos 3 anos de idade. Todavia, também vimos que a actividade de estimulação contribui muito para o desenvolvimento psíquico e físico da criança. Entretanto, esta actividade pode desenvolver objectos e exige sempre a relação entre adulto e a criança numa forma de comunicação através de gestos, murmúrios de actividades ou conversas de todas formas de expressão.



BIBLIOGRAFIA
Marias de Lourdes: CARACTERÍSTICA DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA E ACTIVIDADES DE ESTIMULAÇÃO POR FAIXA ETÁRIA: Criança dos 0 aos 3 anos e actividades de estimulação. MINARS. Luanda, 2016.


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA DOENTES ONCOLÓGICOS

ÍNDICE
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA DOENTES ONCOLÓGICOS.. 1
Conceitos. 1
INTRODUÇÃO.. 2
REFERENCIAL TEÓRICO.. 3
A IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO PARA DOENTES ONCOLÓGICOS.. 4
OS EFEITOS DA BOA ALIMENTAÇÃO EM DOENTES ONCOLÓGICOS (NUTRIÇÃO) 5
A alimentação saudável 5
Sintomas. 5
Os tipos de nutrientes. 5
ALIMENTOS QUE OS DOENTES DEVEM EVITAR.. 7
ALIMENTOS ANTI CANCRO.. 8
PROBLEMA.. 9
HIPÓTESE.. 9
JUSTIFICATIVA.. 9
OBJECTIVOS.. 9
Objectivos gerais. 9
Objectivos específicos. 9
BENEFÍCIOS.. 9
VANTAGENS.. 10
DESVANTAGENS.. 10
CONCLUSÃO.. 11
BIBLIOGRAFIA.. 12

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA DOENTES ONCOLÓGICOS
Conceitos
O câncer é fundamentalmente uma doença genética quando o processo neoplástica se instala, a célula mãe transmite as células filhas a característica neoplástica isso quer dizer que, no inicio de todo processo está numa alteração no DNA de uma única célula.



INTRODUÇÃO
O presente trabalho é sobre alimentação saudável para doentes oncológicos mais concretamente os tipos de alimentos e como devem ser ingerido e seu benefício e seu benefício e objectivo deste trabalho e identificar todos os tipos de alimentos considerados saudáveis para doentes com câncer organizados em 3 partes na primeira parte falaremos da origem da doença na 2ª parte falaremos do efeito da boa alimentação para doentes oncológicos e na 3ª parte falaremos sobre os tipos de alimentos que devem e que não devem faltar na mesa de um doente oncológico. A metodologia utilizada foi a consulta de alguns livros e sites da internet.



REFERENCIAL TEÓRICO
Segundo Ferreira (1984) diz que a água é o melhor solvente que existe sendo que o PH é determinado através de uma escala universal graduada de 0 a 14 sendo 7 o ponto correspondente a neutralidade, apud Selon diz que 80% dos dentes com cancro estão malnutridos.



A IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO PARA DOENTES ONCOLÓGICOS
A nutrição é uma terapia adjuvante essencial e obrigatório, para ser, a sua interacção tem de ser antecipada e precoce no tratamento e fundamental a intervenção nutricional individualizada, precoce e antecipada durante todo o processo de tratamento.
A terapêutica nutricional é obrigatoriamente, adjuvante no tratamento do cancro.
Portanto o outro lado, é transversalmente aceite um estado nutricional adequado e importante para aumentar a tolerância e a capacidade de resposta do organismo o tratamento e contribuir para uma melhor evolução da doença.
A celebração do mundial de luta contra o cancro baseia-se na carta de París, aprovada em 4 de Fevereiro de 2000, na cimeira mundial pela aliança.
O seu lema de luta contra o câncer é “eu posso, nós podemos”.



OS EFEITOS DA BOA ALIMENTAÇÃO EM DOENTES ONCOLÓGICOS (NUTRIÇÃO)
A alimentação saudável
É importante reconhecer que todos os produtos de origem animal possuem alto índice de colesterol que podem contribuir para as doenças caronianas.
A Nutrição assume um papel central no desenvolvimento desta doença, por sua vez, durante a progressão da mesma, os problemas nutricionais decorrentes dos tratamentos e/ou cirurgias podem comprometer uma alimentação adequada, a qualidade de vida, a tolerância aos tratamentos e morbilidade dos doentes.
Sintomas
Alteração paladar, salivação, mastigação, digestão e observação dos alimentos náuseas, vómitos, diarreia e obstipação.
Por outro lado é transversalmente aceite que um estado nutricional adequado é importante para aumentar a tolerância e a capacidade de resposta do organismo o tratamento e contribuir para uma melhor evolução da doença.
Os tipos de nutrientes
Necessidades em nutrientes
·         Calorias
·         Gorduras
·         Proteínas
·         Hidrato de carbono
Os nutrientes também são essenciais mas em muitas pequenas quantidades.
A vitamina B12 só é encontrada em produtos de origem animal, ela previne a anemia recorrente e disfunções neurológicas além de promover a divisão celular normal.
Gorduras, óleos e doces e sal: o corpo necessita de tais alimentos somente em pequenas quantidades para boa saúde, o excesso dessas substâncias podem causar sérios problemas de saúde.
Uma dieta variada contém gorduras hidratos de carbono, e também todas as vitaminas incluem as vitaminas B.A.D.C. etc. o:
·         Cálcio
·         Ferro
·         Potássio
As proteínas são:
·         Leites e produtos lácteos (queijo, iogurte, sorvete)
·         Ovos
·         Carne
·         Aves
·         Peixe
Diz-se que a água é o melhor solvente que existe sendo que o PH é determinado através de uma escola universal graduada de 0 a 14, sendo 7 o ponto correspondente a neutralidade.
Porque até 80% dos doentes com cancro estão mal nutridos.



ALIMENTOS QUE OS DOENTES DEVEM EVITAR
Adoçante
Gorduras hidrogenadas
Carnes processadas
Refrigerantes
Açúcar branco
Massa branca
Margarina
Carne vermelha
Gordura animal
Sacarose
Frito em geral
Bolacha empacotada
Pele de aves
Lacticínios
Arroz branco
Álcool
Fruta cozinhadas
Óleo de girassol
Água da torneira
Floco de milho



ALIMENTOS ANTI CANCRO
Açafrão das índias
Pimenta preta
Alho
Sal
 Aipo
Alecrim
Gengibre
Couve
Peixe gordo
Sementes de liança
Amoras
Martilos
Sardinhas
Sumo de limão
Cogumelo porto belo
Chocolate preto
Cebola
Tomate
Azeite vigem
Feijão
Soja
Bata doce
Vinho tinto
Agua mineral




PROBLEMA
O aumento de mortalidade em doentes com câncer a má alimentação e a falta de informação.
HIPÓTESE
H1 – Oferecer informação a todos os doentes oncológicos
H2 – Melhorar o nível e a qualidade de vida dos doentes
JUSTIFICATIVA
Escolhi este tema porque é bastante actual e atuante visto que a maioria das mulheres a nível mundial sofrem com câncer desestruturado famílias aumentando o número de mortes, destes baseados nesta realidade achei pertinente através deste trabalho explicar as causas e as consequências da má alimentação em doentes oncológicos.
OBJECTIVOS
Objectivos gerais
·         Melhorar a qualidade de vida dos docentes oncológicos
Objectivos específicos
·         Identificar todos os tipos de alimentos considerados saudáveis para doentes oncológicos;
·         Seleccionar: os alimentos não considerados saudáveis para doentes oncológicos suas características.
BENEFÍCIOS
·         Prevenir ou evitar perda de peso
·         Estar em melhor forma física possível para combater a infecção
·         Esperar que o seu corpo restabeleça os tecidos normais lesados pela quimioterapia ou radiações
·         Ter energia para recuperar rapidamente
·         Tolerar a sua terapêutica com poucos efeitos secundários
·         Sentir-se bem

VANTAGENS
Ser saudável
Alimentar-se bem
Aumentar o nível e a qualidade de vida
Obter informações sobre a doença e como devemos nos prevenir dela.
DESVANTAGENS
Os dentes passam por um processo muito difícil perdem o peso consideravelmente perdem o apetite passam por um processo longo de quimioterapia.




CONCLUSÃO

Depois de um estudo feito posso concluir que 80% dos doentes com cancro são mal nutridos e não só passam por um processo muito difícil daí sai o motivo de uma boa alimentação e nutrição pode ajudar no melhoramento dos doentes e ajudar a combater a doença. A nutrição é uma terapêutica adjuvante essencial e obrigatória.




BIBLIOGRAFIA

Rita Talhas: Doença oncológica e nutrição. 1º Ed. Rio de Janeiro, 2014.

Maria Celma Amado Felix: Suporte nutricional no doente oncológico. Brasil, 2005.



ANGOLA: O ALAMBAMENTO E OS RITUAIS DO CASAMENTO

ÍNDICE
INTRODUÇÃO.. 1
O ALAMBAMENTO.. 2
ANGOLA: O ALAMBAMENTO E OS RITUAIS DO CASAMENTO.. 2
Nkama Longo (Alambamento) 3
ALAMBAMENTO HOJE EM DIA, CULTURA OU EXTORSÃO E OPORTUNISMO.. 3
E como se formou a palavra alambamento entre os angolanos. 4
Como acontece o alambamento. 4
Alambamento em Luanda. 5
O alambamento na actualidade. 5
CONCLUSÃO.. 6
BIBLIOGRAFIA.. 7




INTRODUÇÃO
A grande maioria da sociedade tradicional angolana, tem como figura principal a mulher. É ela que trabalha a terra para sustento da família e gera os filhos que dão continuidade e poder ao clã. Ou seja eles são uns lambões e elas é que andam na labuta de sol a sol com as crianças às costas. Por este motivo a saída da mulher da casa dos pais para a casa do marido, constitui para aqueles a perda de um precioso elemento de trabalho e, como tal eles merecem ser compensados por tal perda. Na realidade o Alambamento é a cerimónia para marcar a data do Casamento, o pedido à família da noiva. Na altura em que o noivo pretende pedir a mão da noiva em casamento, a família da noiva, geralmente os tios e tias, juntam-se e elaboram a carta do pedido.
O ALAMBAMENTO
O alambamento é uma cerimónia tradicional na cultura angolana e necessário quando os jovens se amam e pretendem viver juntos. Ele é o segundo passo depois da apresentação do noivo à família da mulher, sendo o momento em que se entrega os dotes exigidos pela família da futura esposa, acompanhado de comida, bebida, música e conselho de ambas as partes dirigidas aos noivos.
Alambamento ou Pedido é um acontecimento muito mais importante do que o casamento civil ou religioso e consiste em pedir a mão da namorada à família, mais propriamente ao tio, que tem um papel fundamental para que o casamento se concretize.
Quando o jovem casal de namorados decide casar, é necessário ter a autorização da família da noiva e isso só é possível se, durante o pedido, toda a gente estiver de acordo em que o casamento se concretize. O jovem casal solicita o dia do pedido, mas a data é marcada pelos tios da noiva, pois é necessário reunir toda a família. É entregue uma lista contendo o que o noivo tem de conseguir reunir até ao dia do pedido.
Depois da marcação do dia do alambamento o noivo parte em busca de todo o material para que no dia não falte nada. O que é que pode constar nessa lista? Primeiro um envelope com dinheiro, à volta de 300, 400, 500 USD, depende do que o tio da noiva estipular. A lista prossegue com a altura da noiva em grades de cerveja, a altura da noiva em paletes de sumo ou colas, 1 cabrito, um fio de ouro, um fato, sapatos e panos tradicionais para a mãe.
Quando chega o dia, a família do noivo (Pai, Mãe, Tio, Tia, Irmãos) vai a casa da noiva e o tio da mesma, como se de um juiz se tratasse, apresenta todos e informa de que se vai dar início ao pedido de casamento. Os pais da noiva convidam os pais do noivo a entrar e o tio dá início à leitura do pedido apresentado pelo noivo. Se o pai da noiva concordar com o pedido, o noivo terá de ir buscar o alambamento, ou seja, aquela lista de coisas que reuniu. O alambamento é apresentado e se tudo for cumprido é feita uma reunião para acertar a data do casamento e outros detalhes de natureza logística. Posto isto tudo, canta-se e dança-se (não é por acaso que aparecem as grades de cerveja e de coca-colas na lista). A partir deste dia, se tudo correr bem, o casal de namorados passam a ser marido e mulher.
Há casos em que o noivo é colocado diante de três mulheres totalmente forradas de panos para descobrir quem é a sua mulher, se errar vai pagando valores monetários ate que acerte.
O alambamento não é mais do que o pagamento da mão da noiva. O papel dos tios é tanto ou mais importante do que o dos pais, pois os tios são também responsáveis pela educação da noiva.
ANGOLA: O ALAMBAMENTO E OS RITUAIS DO CASAMENTO
Em Angola, o alambamento ou pedido (da mão da noiva) é ainda uma tradição cultural bastante forte e segundo consta, mais importante do que o casamento civil ou religioso. O alambamento consiste numa série de rituais, como por exemplo a entrega de uma carta com o pedido da mão da noiva, ofertas em bens e por vezes até mesmo dinheiro.
Como a tradição já não é o que era e apesar do alambamento ser ainda uma forte característica da cultura Angolana, a verdade é que este hábito vai caindo em desuso.
Nkama Longo (Alambamento)
Para muitos, mesmo jovens descedentes bakongos, acham estranho, quando são obrigados pelos pais,o respeito da tradição, antes de fundar uma família.
Com a evolução das mentalidades, a observação de rituais para NKAMA LONGO, tornou-se absoleta mesmo inútil. Como na maioria dos casos, são os noivados que possuem o orçamento (ao contrário da sociedade antiga), para suportar a cerimónia matrimonial, estes ditam a sua vontade, e preferem muitas vezes ignorar as etapas propostas pelos familiares até chegar ao casamento propriamente dito, casam-se directamente. Para muitos bakongos radicais, o não respeito da tradição significa a perda da identidade, neste caso, boicotam a cerimónia. Isto tem originado conflitos da geração, em que muitas vezes os recêm-casados são amaldiçoados que nos tempos a seguir, o casal vai observar uma sucessão de infelicidades que pode terminar num divórcio prematuro. O que é triste.
Antigamente são os parentes que procuravam os futuros cônjugues para os seus filhos, obrigavam ou sugeriam aos seus filhos a aceitar as propostas. Neste caso os noivos não tinha nada que dizer, porque são os pais que possuiam e organizavam tudo. Mesmo a situação económica nos primeiros dias do casal, dependia dos fundos e presentes angariados no casamento. Era impossível a não observar ritual preparatório até chegar à cerimónia central, quer dizer a entrega do dote (Nkama Longo) da família do noivo a da noiva. Não esquecemos o último ritual, que há muito, não se pratica mais. O rito consistia a provar a virgindade da noiva, o primeiro dia do acto sexual, a tia paterna do noivo, vai estender um lençol branco no leito nupcial e vai assistir discretamente. Terminando o acto sexual, a referida tia é autorizada a entrar no quarto e tirar o tecido branco da cama e vai observar atentivamente e se haver as manchas de sangue, isto era a prova suficiente que a noiva era virgem. Assim estava consumida oficialmente a união. Caso o contrário, anulava-se o casamento.
ALAMBAMENTO HOJE EM DIA, CULTURA OU EXTORSÃO E OPORTUNISMO
Até pouco depois dos anos 80, o pedido ou alambamento consistia apenas em pedir a mão da namorada à família, mais propriamente ao tio, que tem um papel fundamental para que o casamento de concretize. Pedia-se geralmente uma muda de pano para a mãe ou tia da rapariga, um garrafão de vinho para os pais e os tios e alguns valores na carta do pedido. Nos dias de hoje, o alambamento é uma “fortuna”. Algumas famílias exigem ao noivo valores exorbitantes.
O alambamento é um ritual praticado em dois terços dos países africanos e alguns asiáticos, em que na maior parte dos países, é mais importante que o casamento civil ou religioso.


E como se formou a palavra alambamento entre os angolanos
Alambamento é um neologismo que os angolanos criaram para preencher a lacuna verificada na língua portuguesa para designar ovilombo (pedido de casamento) em umbundu; ovilombo vem do verbo umbundu okulomba (pedir).   Há quem refira ainda que alambamento vem da palavra umbundu okulemba (alegrar para consolar), por isso alguns pronunciam alembamento em vez de alambamento, porque a retirada da filha para o seu novo lar pode causar alguma tristeza aos pais, e há que consolá-los (com um presente) _ explicam assim, alguns filólogos a etimologia da palavra alambamento.
Mas, acima de tudo, o alambamento é visto pelos africanos como um prémio à noiva pelo seu bom comportamento pessoal e pelo de seus pais que a criaram, porque não é muito fácil educar uma filha em virtudes, dadas as muitas tentações na vida que a espreitam. O bom comportamento dela pressupõe o bom comportamento dos seus pais, pelo que todos devem ser premiados: a filha e os seus pais! Esse prémio é que é o alambamento!
Como acontece o alambamento
Quando o jovem casal de namorados decide casar, é necessário ter a autorização da família da noiva e isso só é possível se, durante o pedido, toda a gente estiver de acordo em que o casamento se concretize. O jovem casal solicita o dia do pedido, mas a data é marcada pelos tios da noiva, pois é necessário reunir toda a família. É entregue uma lista contendo o que o noivo tem de conseguir reunir até ao dia do pedido.
Depois da marcação do dia do alambamento o noivo parte em busca de todo o material para que no dia não falte nada.
Quando chega o dia, a família do noivo vai a casa da noiva e o tio da mesma, como se de um juiz se tratasse, apresenta todos e informa de que se vai dar início ao pedido de casamento. O tio dá início à leitura do pedido apresentado pelo noivo. Se o pai da noiva concordar com o pedido, o noivo terá de ir buscar o alambamento, ou seja, aquela lista de coisas que reuniu. O alambamento é apresentado e se tudo for cumprido é feita uma reunião para acertar a data do casamento e outros detalhes de natureza logística. Posto isto tudo, canta-se e dança-se. A partir deste dia, se tudo correr bem, o casal de namorados passam a ser marido e mulher.
Há casos em que o noivo é colocado diante de três mulheres totalmente forradas de panos para descobrir quem é a sua mulher, se errar vai pagando valor monetários ate que acerte.
O alambamento não é mais do que o pagamento da mão da noiva. O papel dos tios é tanto ou mais importante do que o dos pais, pois os tios são também responsáveis pela educação da noiva.
Actualmente esta tradição está em declínio, mas ainda há famílias conservadoras que fazem cumprir a tradição e não cedem a mão da filha sem que seja tudo cumprido à risca. Há também aquelas que se aproveitam do ritual para tirar vantagem e fazer exigências imperceptíveis pela mão de sua filha. Há cartas de pedidos que exigem gerador, pacote de parabólica televisiva, terrenos com medidas exactas, motas e outros itens absurdos que fazem do ritual um vandalismo.
A nossa tradição é a nossa identidade. É ela que nos define, por isso deve ser cumprida inquestionavelmente e passada de geração em geração. Só não vale usar este facto como argumento para fazer exigências exorbitantes e no fim de tudo o ritual perder o seu real significado e valor.
Alambamento em Luanda
Na província de Luanda o pedido depende exclusivamente da rapariga. Para a composição da lista ela também participa na discussão da família. Francisca Pinha tem 69 anos, é natural de Luanda e contou ao Jornal de Angola, que a tradição de Luanda é mais simples do que nas outras províncias.
Francisca Pinha conta que antigamente apesar do pedido ser um acto de valorização da mulher, muitas famílias acabavam por rejeitar o acto. “Havia homens que desrespeitavam e batiam na mulher. E quando a mulher reivindicava ele obrigava os pais da moça a devolver as coisas”, disse.
Esta situação fez com que muitas famílias deixassem de realizar o acto de pedido com bens: “na minha família durante muito tempo nós não realizávamos pedido devido a estes abusos”, explicou.
Na tradição de Luanda, ao homem são exigidos três pares de panos, dez grades de cerveja e gasosa, um garrafão de vinho, um fato para o pai da moça, um par de sapatos, uma camisa branca com gravata, whisky, amarula, aguardente, martini, chinelas ou sandálias para a mãe, dois lenços, o anel de noivado e um dote no valor de 500 dólares.
O alambamento na actualidade
Em Angola o casamento é celebrado de três maneiras: o tradicional (alambamento), o religioso e o civil. O alembamento pode ser entendido como uma forma tradicional de união conjugal existente nalgumas regiões de África, principalmente entre os povos Bantu. Este refere-se a um conjunto de preparativos e entregas que a família do noivo faz à da noiva, com o intento de legalizar o casamento e estabelecer novos laços de parentesco (também chamados laços de afinidade ou aliança). Consiste na entrega de certas quantias em dinheiro, roupas, calçados, bebidas, animais e determinados objectos.



CONCLUSÃO
Conclui-se que o alambamento não é mais do que o pagamento da mão da noiva. O papel dos tios é tanto ou mais importante do que o dos pais...pois os tios são também responsáveis pela criação da noiva. Actualmente esta tradição está em declínio, mas as famílias mais conservadoras não cedem a mão da filha sem que seja tudo cumprido à risca. Depois da dança, as mulheres deixam tudo no chão e voltam para os seus lugares. Item por item é apresentado aos convidados e os pais vão checando tudo a partir de uma lista. Quando esta parte acaba os líderes das famílias fazem um pequeno discurso e depois é servido o almoço. Não há fila para se comer e é difícil alcançar a comida. O dj coloca o ritmo em alto som e as pessoas dançam a união do casal.
Mas o ritual, não fica por aqui. Já depois do casamento, e em caso de divórcio forçado e com as culpas para a noiva, ela terá de devolver as ofertas constantes na carta, completas ou parciais caso existam filhos. Se as culpas pertencerem integralmente ao rapaz ou à sua família, a exigência da restituição do dote torna-se impossível.
Só para perceberem a importância que este ritual tem na sociedade angolana, uma das marcas mais famosas de vinho em Angola está a usar o ritual do Alambamento num filme publicitário. Vai ser um sucesso de vendas, só pode.





BIBLIOGRAFIA