segunda-feira, 21 de março de 2016

Evoluçao historica do computador

Introdução

No presente trabalho abordaremos sobre a origem e evolução histórica do computador, bem como os nomes de alguns que contribuíram para a realização do mesmo. Assim sendo começamos por dizer que apesar dos computadores eletrônicos terem efetivamente aparecido somente na década de 40, os fundamentos em que se baseiam remontam a centenas ou até mesmo milhares de anos.
Se levarmos em conta que o termo COMPUTAR significa fazer cálculos, contar, efetuar operações aritméticas, COMPUTADOR seria então o mecanismo ou máquina que auxilia essa tarefa, com vantagens no tempo gasto e na precisão. Inicialmente o homem utilizou seus próprios dedos para essa tarefa, dando origem ao sistema DECIMAL e aos termos DIGITAL e DIGITO. Para auxílio deste método, eram usados gravetos, contas ou marcas na parede. A partir do momento que o homem pré-histórico trocou seus hábitos nômades por aldeias e tribos fixas, desenvolvendo a lavoura, tornou-se necessário um método para a contagem do tempo, delimitando as épocas de plantio e colheita.
Tábuas de argila foram desenterradas por arqueólogos no Oriente Médio, próximo à Babilônia, contendo tabuadas de multiplicação e recíprocos. Acredita-se que tenham sido escritas por volta de 1700 a.C. e usavam o sistema sexagesimal (base 60), dando origem às nossas atuais unidades de tempo. 






Evoluçao historica do computador

Computador, como definido pelo Dicionário, é "Aquele que faz contas". Na verdade, hoje em dia, as operações que podem ser realizadas por um computador vão bem além das contas "triviais" que marcaram o seu início, e que motivaram a sua construção. Historicamente, o primeiro artefacto humano utilizado para realizar contas foi o ábaco. A sua origem remonta a Ásia Menor, 500 anos atrás. Existiram várias formas de ábacos, idealizados pelas várias culturas em que foram usados/criados. No entanto, o seu uso sofreu franca diminuição, sobretudo na Europa, a partir da consolidação do uso do papel e da caneta.

O Ábaco

Na medida em que os cálculos foram se complicando e aumentando de tamanho, sentiu-se a necessidade de um instrumento que viesse em auxílio, surgindo assim há cerca de 2.500 anos o ÁBACO. Este era formado por fios paralelos e contas ou arruelas deslizantes que, de acordo com a sua posição, representava a quantidade a ser trabalhada.
O ábaco russo era o mais simples: continha 10 contas, bastando contá-las para obtermos suas quantidades numéricas. O ábaco chinês possuía 2 conjuntos por fio, contendo 5 contas no conjunto das unidades e 2 contas que representavam 5 unidades. A variante do ábaco mais conhecida é o SOROBAN, ábaco japonês simplificado (com 5 contas por fio, agrupadas 4x1), ainda hoje utilizado, sendo que em uso por mãos treinadas continuam eficientes e rápidos para trabalhos mais simples. Esse sistema de contas e fios recebeu o nome de calculi pelos romanos, dando origem à palavra cálculo.
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Ábaco Chinês - aproximadamente Soroban - Ábaco Japonês

O Logaritmo e a Régua de Cálculos

Os Bastões de Napier foram criados como auxílio à multiplicação, pelo nobre escocês de Edimburgo, o matemático John Napier (1550-1617), inventor dos logaritmos. Dispositivos semelhantes já vinham sendo usados desde o século XVI mas somente em 1614 foram documentados. Os bastões de Napier eram um conjunto de 9 bastões, um para cada dígito, que transformavam a multiplicação de dois números numa soma das tabuadas de cada dígito. 
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Bastões de Napier mostrando a multiplicação de 6 por 384

Em 1633, um sacerdote inglês chamado William Oughtred, teve a idéia de representar esses logaritmos de Napier em escalas de madeira, marfim ou outro material, chamando-o de CÍRCULOS DE PROPORÇÃO. Este dispositivo originou a conhecida RÉGUA DE CÁLCULOS. Como os logarítmos são representados por traços na régua e sua divisão e produto são obtidos pela adição e subtração de comprimentos, considera-se como o primeiro computador analógico da história.  
Régua de Cálculos - O primeiro computador analógico 
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ENIAC

 Simultaneamente, e em segredo, o Exército dos Estados Unidos desenvolvia um projeto semelhante, chefiado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchly, cujo resultado foi o primeiro computador a válvulas, o Eletronic Numeric Integrator And Calculator (ENIAC), capaz de fazer quinhentas multiplicações por segundo. Tendo sido projetado para calcular trajetórias balísticas, o ENIAC foi mantido em segredo pelo governo americano até o final da guerra, quando foi anunciado ao mundo.
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ENIAC, computador desenvolvido pelo Exército dos Estados Unidos.
No ENIAC, o programa era feito rearranjando a fiação em um painel. Nesse ponto John von Neumann propôs a ideia que transformou os calculadores eletrônicos em “cérebros eletrônicos”: modelar a arquitetura do computador segundo o sistema nervoso central. Para isso, eles teriam que ter três características:
1.   Codificar as instruções de uma forma possível de ser armazenada na memória do computador. Von Neumann sugeriu que fossem usados uns e zeros.
2.   Armazenar as instruções na memória, bem como toda e qualquer informação necessária a execução da tarefa, e
3.   Quando processar o programa, buscar as instruções diretamente na memória, ao invés de lerem um novo cartão perfurado a cada passo.
Este é o conceito de programa armazenado, cujas principais vantagens são: rapidez, versatilidade e automodificação. Assim, o computador programável que conhecemos hoje, onde o programa e os dados estão armazenados na memória ficou conhecido comoArquitetura de von Neumann.
Para divulgar essa ideia, von Neumann publicou sozinho um artigo. Eckert e Mauchy não ficaram muito contentes com isso, pois teriam discutido muitas vezes com ele. O projeto ENIAC acabou se dissolvendo em uma chuva de processos, mas já estava criado o computador moderno.

A Programação

A maior evolução seguinte foi o contador mecânico, criado pelo matemático Blaise Pascal, que utilizou engrenagens para somas e multiplicações. Essas máquinas se chamavam Pascalinas. As calculadoras da geração da Pascalina executavam somente operações seqüenciais, completamente independentes. A cada cálculo o operador deve intervir, introduzindo novos dados e o comando para determinar qual operação deve ser efetuada. Essas máquinas não tinham capacidade para tomar decisões baseadas nos resultados.
Em 1801, Joseph Marie Jacquard, mecânico francês, sugeriu controlar teares por meio de cartões perfurados. Os cartões forneceriam os comandos necessários para a tecelagem de padrões complicados em tecidos. Os princípios de programação por cartões perfurados foram demonstrados por Bouchon, Falcon e Jaques entre 1725 e 1745.
Em 1786, o engenheiro J. Muller, planejou a construção de uma máquina para calcular e preparar tabelas matemáticas de algumas funções. A máquina Diferencial, como foi chamada, introduzia o conceito de registros somadores. 










A Informática

Ciência que desenvolve e utiliza máquinas para tratamento, transmissão, armazenamento, recuperação e utilização de informações. O computador - capaz de realizar várias operações matemáticas em curto espaço de tempo, de acordo com programas pré-estabelecidos - é a principal máquina utilizada.
O desenvolvimento da informática tem permitido o surgimento de computadores cada vez menores, mais baratos e com maior capacidade. Atualmente, um computador laptop de US$ 2 mil é muito mais potente do que um computador de grande porte da década de 70, que custava US$ 10 milhões. Esse barateamento é um fator decisivo na popularização dos computadores. Se há 25 anos existiam apenas 50 mil computadores no mundo inteiro, hoje há cerca de 140 milhões.

Primeiros computadores

Em 1890, o norte americano Hermann Hollerith (1860-1929) desenvolve o primeiro computador mecânico. A partir de 1930, começam as pesquisas para substituir as partes mecânicas por elétricas. O Mark I, concluído em 1944 por uma equipe liderada por Howard Aiken, é o primeiro computador eletromecânico capaz de efetuar cálculos mais complexos sem a interferência humana. Ele mede 15 m x 2,5 m e demora 11 segundos para executar um cálculo. Em 1946, surge o Eniac (Electronic Numerical Integrator and Computer), primeiro computador eletrônico e digital automático: pesa 30 toneladas, emprega cerca de 18 mil válvulas e realiza 4.500 cálculos por segundo. O Eniac contém a arquitetura básica de um computador, empregada até hoje: memória principal (área de trabalho), memória auxiliar (onde são armazenados os dados), unidade central de processamento (o "cérebro" da máquina, que executa todas as informações) e dispositivos de entrada e saída de dados que atualmente permitem a ligação de periféricos como monitor, teclado, mouse, scanner, tela, impressora, entre outros. A invenção do transistor, em 1947, substitui progressivamente as válvulas, aumentando a velocidade das máquinas.

Os Computadores Pessoais

O tamanho e o preço dos computadores começam a diminuir a partir da década de 50. Neste período, inicia-se a pesquisa dos circuitos integrados, os chips , responsáveis pela crescente miniaturização dos equipamentos eletrônicos. Em 1974, a Intel projeta o microprocessador - dispositivo que reúne num mesmo chip, todas as funções do processador central - tecnologia que permite a criação do computador pessoal, ou microcomputador. O primeiro computador pessoal é o Apple I, inventado em 1976 pelos americanos Steve Jobs (1955-) e Stephan Wozniak.
Em 1981, a IBM lança o seu PC (Personal Computer), que se torna um sucesso comercial. O sistema operacional usado é o MS-DOS, desenvolvido pela empresa de softwares Microsoft. Na época, Bill Gates , o dono da Microsoft, convence a IBM e as demais companhias a adotarem o sistema operacional de sua empresa. Isso permite que um mesmo programa funcione em micros de diversos fabricantes. Posteriormente, os PCs passam a usar microprocessadores cada vez mais potentes: 286, 386SX, 386DX, 486SX, 486DX. O Pentium, que surge nos anos 90, é atualmente o processador mais avançado usado em PCs.
O único micro a fazer frente aos PCs é o Macintosh, lançado em 1984, que revoluciona o mercado ao promover o uso de ícones e do mouse. No ano seguinte, a Microsoft lança a interface gráfica Windows, adaptando para os PCs o uso de ícones e do mouse. O Windows só alcança sucesso a partir de 90, com a versão 3.0. A nova versão, lançada em 1995, totaliza 45,8 milhões de usuários registrados pela Microsoft em dezembro de 1996.
Na década de 90 surgem os computadores que, além do processamento de dados, reúnem fax, modem, secretária eletrônica, scanner, acesso à Internet e drive para CD-ROM. Os CDs-ROM, sigla de compact disc read-only memory, criados no início da década, são discos a laser que armazenam até 650 megabytes, 451 vezes mais do que um disquete (1,44 megabytes). Além de armazenar grande quantidade de texto, o CD-ROM tem capacidade de arquivar fotos, vídeos e animações. Em 1996 é anunciado o lançamento do DVD (digital vídeo disc), que nos próximos anos deve substituir o CD-ROM e as fitas de videocassete. O DVD é um compact-disc com capacidade de 4,7 gigabytes (cerca de 7 CDs-ROM). Segundo os fabricantes, terá a capacidade de vídeo de um filme de 135 minutos em padrão de compressão MPEG (tela cheia) e alta qualidade de áudio. Terá o mesmo diâmetro e espessura dos CDs atuais, mas será reproduzido em um driver específico, que também poderá ser ligado à televisão. Alguns CDs-ROM são interativos, ou seja, permitem que o usuário controle, à vontade, a navegação pelo seu conteúdo. Os computadores portáteis (laptops e palmtops), marcas da miniaturização da tecnologia, também se popularizam nos anos 90.

Inteligência Artificial

Nesse final de século surge um novo ramo na informática, a inteligência artificial, que estuda métodos de simular o pensamento humano nos computadores com o objetivo de substituir o homem pela máquina em atividades mecanizadas. Alguns computadores já funcionam com modelos de raciocínio e comportamento humanos, auxiliando médicos em diagnósticos, praticando diversos jogos e compondo músicas. Entre eles está o Deep Blue, computador ultra veloz, com 256 unidades de processamento de dados (o normal é uma), fabricado pela IBM após cinco anos de pesquisas. Em 1996, o Deep Blue - capaz de analisar 200 milhões de lances por segundo em um jogo de xadrez - vence uma disputa com o campeão mundial de xadrez, o russo Garry Kasparov. Há também o COG, protótipo de robô que está sendo projetado e construído pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Sua forma é semelhante à do homem: tem cabeça, olhos e braços. O robô, cujo sistema nervoso artificial é 64 vezes mais potente do que um Macintosh, irá simular as fases de crescimento do homem, seus pensamentos e sentimentos. 


Impactos na Sociedade

O desenvolvimento da informática exerce um grande impacto no modo de produção da sociedade. O computador torna-se uma importante ferramenta de trabalho, contribuindo para o aumento da produtividade, redução de custos e melhoria da qualidade dos produtos. Vários sectores da economia já estão informatizados, entre os quais a indústria, a pesquisa científica, a educação, o sistema financeiro, as comunicações e a astronáutica. Nas fábricas, os robôs substituem gradativamente a mão de obra humana em trabalhos que envolvem risco e em atividades mecânicas, como as linhas de produção e montagem. Essa automação progressiva é a causa da eliminação de vários postos de trabalho como caixas de banco, telefonistas e datilógrafos, tendência que é conhecida por desemprego estrutural. Por outro lado, a informática também cria novas categorias de profissionais, cuja principal característica é o domínio das tecnologias da atualidade.
Na pesquisa científica, o computador tem possibilitado a simulação de experiências inviáveis na realidade, devido ao alto custo ou periculosidade, como situações de temperatura excessiva ou de explosões. Na educação há uma grande variedade de softwares que ensinam Desenho, Música ou Gramática. Os bancos oferecem um número cada vez maior de serviços informatizados, como os caixas eletrônicos e as consultas on-line a partir de um computador pessoal ligado à agência. Na área das comunicações, a grande inovação é a interligação dos computadores de todo o mundo numa grande rede, a Internet. Na astronáutica, os satélites artificiais informatizados fazem, entre outras aplicações, o mapeamento da atmosfera terrestre e de outros planetas. 





Conclusão

O último marco nesta evolução, para chegarmos aos computadores como conhecemos hoje, foi a invenção dos sistemas operacionais, dos quais o Windows é um exemplo. Estes sistemas permitem que vários programas
estejam rodando ao mesmo tempo, conferindo grande flexibilidade ao uso do computador.
Por conta disso tudo, os computadores começaram a se tornar mais baratos, mais "amigáveis" e mais "úteis" às pessoas comuns. Por isso, sobretudo a partir da década de 80, os computadores começaram a se popularizar, e hoje são realidade para milhões de pessoas no mundo inteiro.















Referências bibliográficas

Ranking do site Tom's Hardware, medido com o SiSoftware Sandra 2010 Pro.
www.ebah.com.br/.../introducao-a-informatica










Índice




Plano de actividade de ginástica matutina

Plano de actividade de ginástica matutina
Centro infantil ___________________
Idade: 2/3 anos
Número de crianças: 15
Duração de actividade: 15 minutos
Data: 01/12/2015
Área: Ginástica matutina
Assunto: Exercícios de desenvolvimentos físicos gerais
Objectivo específico: fortalecer as diferentes partes do corpo
- Desenvolver os espírito do colectivismo
- Desenvolver as habilidades motoras básicas
Métodos: oral, visual, prático
Procedimentos: explicação, demonstração e observação.
Material: cadeiras
Organização: coluna e círculo
Local: pátio do centro
Fase inicial
Começarei a saudar as crianças em seguida formaremos dois comboios para cantar o hino nacional
Hino nacional
O Pátria, nunca mais esqueceremos
Os heróis do quatro de Fevereio.
O Pátria, nós saudamos os teus filhos
Tombados pela nossa Independência.
Honramos o passado e a nossa História,
Construindo no Trabalho o Homem novo,
Angola, avante!
Revolução, pelo Poder Popular!
Pátria Unida, Liberdade,
Um só povo, uma só Nação!
Fase central
Em seguida forma o grupo em círculo para a realização da ginástica começarei a motivar as crianças com a canção de bom dia.
Depois irei demonstrar os seguintes exercícios com uma canção e os meninos irão imitar.
Depois irei demonstrar os seguintes exercícios com uma canção e os meninos irão imitar.
O melhor do meu corpo é a cabeça tic tá
O melhor do meu corpo é os ombrinhos tic tá
O melhor do corpo é a cintura tic tá
O melhor do meu corpo é os pezinhos tic tá.
Fase final
Muito bem meninos já fizeramos a nossa ginástica agora vamos fazer um jogo que se chama dança das cadeiras.
Formamos um círculo para começar o jogo ao som da canção as crianças vão girando quando a canção parar os meninos devem sentar-se. A criança que não conseguir sentar-se na cadeira perde o jogo até encontrarmos o vencedor com uma única cadeira.
Muito bem meninos já terminamos o nosso jogo. Agora vamos relaxar dois minutos, vamos apanhar a flor, cheirar a flor apagar a velinha encher o balão amarrar o balão púm.
Muito bem meninos agora vamos formar um comboio muito bonito para repousar dois minutos e fazer a nossa higiene para tomarmos o pequeno almoço.



Plano de actividade integrada
Centro infantil _____________
Data: 01/12/2015
Estagiária: Maria Quissanga Pereira
Área curricular: comunicação linguística
Tema: Alimentação
Objectivo geral: tomar conhecimento da importância que tem a fruta na nossa dieta
Subtema: a importância dos alimentos protectores (as frutas)
Objectivos específicos: no fim da actividade as crianças devem conhecer as frutas.
·         Saber o nome das frutas
·         Pronunciar correctamente o nome das frutas
·         Aprender a pintar correctamente.
Faixa etária: 2/3 anos
Duração da actividade: 15 minutos
Número de crianças: 15
Área integrada: expressão plástica
Métodos: oral, visual e prático.
Procedimento: demonstração, observação e execução.
Meio de ensino: uma estória das frutas
 Frutas reais,
Gravura das frutas na folha A4 lápis de cera.
Forma organizativa: crianças sentadas em semi-circulo de fronte a educadora.
Fase inicial
Começarei a motivar as crianças com uma estória com o título passeio ao super-mercado.

Estória
Era uma vez uma menina chamada Xica foi ao super-mercado com a sua mãe e lá a Xica viu muita fruta.
De regresso a casa elas viram um rapaz no caminho vendendo frutas ao montinho peras, maçãs, bananas, laranjas, morangos e limão.
A mãe da menina Xica parou e comprou algumas frutas para o lanche e sobre mesa da menina Xica.
Fase central
Muito bem meninos como dizia a nossa estória hoje vamos falar das frutas.
São alimentos protectores as vitaminas. As vitaminas estão contidas especialmente nas frutas como a laranja, o limão, a maçã, o morango, bana, pêra.
As vitaminas têm o nome das letras dos alfabetos temos:
Vitamina A: a falta no nosso corpo provoca cegueira.
Vitamina B: a sua falta no nosso corpo provoca anemias.
Vitamina C: a sua falta a sua falta no nosso corpo provoca fraqueza e a vitamina D.
A educadora trouxe uma surpresa para os meninos que são as frutas reais.
Aqui temos mação, pêra, laranja, limão e morango.
Fase final
Muito bem meninos como se chama esta fruta laranja muito bem é a laranja.
E esta fruta banana muito bem é a banana.
Agora a educadora vai distribuir as gravuras com as frutas para meninos pintar.
Primeiro vamos pintar de cima para baixo vamos de cima para baixo muito bem está a ficar muito bonito.


As consequências do mundo actual

INTRODUÇÃO

O presente trabalho insere-se na abordagem sobre as consequências da economia no mundo actual. Entende-se que a importância desse trabalho, em primeiro lugar se deve ao fato da necessidade de estimular a pesquisa académica na busca de  metodologias de mensuração de débito e crédito, que pudessem fornecer um valor mais aproximado da realidade do património de uma entidade. E em segundo lugar, numa economia globalizada, a necessidade de informações tempestivas, actuais e precisas sobre a situação económico no mundo actual, principalmente quando suportam tomadas de decisões financeiras, que exigem o  conhecimento do valor de mercado, é cada vez mais demandada pelos usuários da Economia




A CONSEQUÊNCIA DA ECONOMIA NO MUNDO ACTUAL

Na verdade, as consequências sociais da economia no mundo actual são sentidas além das fronteiras da sua própria origem e afectam os fundamentos da economia. Desemprego, custo de vida crescente, a exclusão dos mais pobres, a vulnerabilidade das classes médias, expandindo a lista de vítimas no mundo. Não é apenas um acidente no percurso, ou apenas de abusos cometidos por alguns actores económicos que precisam ser punidos. Somos confrontados com uma lógica que corre ao longo da história económica do século passado. O desenrolar dos acontecimentos sempre responde à pressão das taxas de lucro.

A principal causa das consequências económicas actuais

A causa fundamental é a lógica do próprio capitalismo, que torna o capital motor da economia. E seu desenvolvimento – essencialmente, a acumulação – leva à maximização do lucro. Se a financeirização da economia favorece a taxa de lucro e se a especulação acelerou o fenómeno, a organização da economia como um todo continua dessa forma. Mas um mercado não regulamentado capitalista conduz inevitavelmente à consequências económicas.

A questão energética

A questão energética vai além da explosão conjuntural dos preços do petróleo e faz parte do esgotamento dos recursos naturais explorados pelo modelo de desenvolvimento capitalista. Uma coisa é clara: a humanidade vai ter que mudar a fonte de sua energia nos próximos 50 anos. Os picos de petróleo, urânio e gás podem ser discutidos em termos de anos precisos, mas ainda assim sabemos que esses recursos não são inesgotáveis e que as datas não estão longe. Com o esgotamento, inevitavelmente vem o aumento dos preços das commodities, com todas as consequências sociais e políticas. Além disso, o controle internacional de fontes de energia fósseis e outros materiais estratégicos é cada vez mais importante para as potências industriais, que não hesitam em usar a força militar para se apropriar deles. É no contexto de escassez de energia no futuro que se insere parte do problema dos agrocombustíveis. Diante da expansão da demanda e da redução esperada em recursos energéticos fósseis, há uma certa urgência de se encontrar soluções. Como novas fontes de energia exigem o desenvolvimento de tecnologias ainda não muito avançadas (como a solar ou à base de hidrogênio) e outras soluções são interessantes, mas economicamente marginais ou não rentáveis (mais uma vez, a solar e a eólica), a dos agrocombustíveis pareceu interessante.

A produção dos agrocombustíveis e as suas graves consequências.

A produção de agrocombustível é feita na forma de monocultura. Em muitos casos, isso envolve a remoção de grandes florestas. Na Malásia e na Indonésia, em menos de 20 anos 80% da floresta original foi destruída pelas plantações da palma e eucalipto. A biodiversidade é removida, com todas as consequências sobre a reprodução da vida. Para produzir é usado não só muita água, mas um monte de produtos químicos, como fertilizantes ou pesticidas. O resultado é uma poluição intensiva de água subterrânea, dos rios que desembocam no mar, e um perigo real de falta de água potável para as populações. Além disso, os pequenos agricultores são expulsos e muitas comunidades indígenas perdem suas terras ancestrais, causando uma série de conflitos sociais, até mesmo violentos. O desenvolvimento de agrocombustíveis corresponde à negligência das externalidades ambientais e sociais, típicas da lógica do capitalismo.

As medidas adoptadas pelas elites e governos para tentar superar essas consequências

A primeira solução é a do sistema. Alguns, principalmente preocupados com a crise financeira, propuseram mudar e punir os responsáveis. Essa é a teoria do capitalismo (teoria neoclássica em economia), que vê elementos positivos na crise, porque eles permitem a liberação de elementos fracos ou corruptos para retomar o processo de acumulação em bases saudáveis. Atores são alterados, e não se muda o sistema. Evidentemente não é solução. A segunda visão é propor regulamentos. É reconhecido que o mercado regula a si mesmo e que os organismos nacionais e internacionais têm necessidade de executar essa tarefa. Os Estados e organizações internacionais devem ser envolvidos. O G8, por exemplo, propôs certos regulamentos do sistema económico global, mas ligeiros e temporários. Em vez disso, a ONU apresentou uma série de regulamentações muito mais avançadas. Propôs a criação de um Conselho de Coordenação Económica Global, em pé de igualdade com o Conselho de Segurança, e também um painel internacional de especialistas para acompanhar permanentemente a situação económica global. Outras recomendações tratadas foram a abolição dos paraísos fiscais e do sigilo bancário e, também, maiores requisitos de reservas bancárias e um controle mais rígido das agências de notação de crédito. A profunda reforma das instituições, bem como a possibilidade de se criar moedas regionais em vez de ter como referência única o dólar. A solução é dentro do capitalismo, um sistema historicamente esgotado, mesmo que tenha ainda muitos meios de adaptação. A gravidade da crise é tal que devemos pensar em alternativas, não somente em regulações.

Os países mais vulneráveis sofrem mais as consequências

Teoricamente pode-se dizer que sim, esses países serão mais afectados em médio prazo. Porém, no momento é igual em todas as partes. Mas, evidentemente, os países mais vinculados ao sistema serão mais afectados em médio prazo. Entretanto, desgraçadamente, países como Venezuela e Bolívia também são indirectamente dependentes do sistema global e sofrerão as consequências. O que eu acho que é cedo demais para se dizer, com diz Samir Amin, que eles conseguiram fazer uma desconexão. Não, não conseguiram. Mas é óbvio que as economias mais vinculadas à economia do Norte sofrerão as consequências a curto prazo.

DÉBITO E CRÉDITO

As palavras Débito e Crédito, na linguagem contável, têm significados muito diferentes daqueles que têm na linguagem quotidiana.
O conceito de débito é o que se perde e crédito é o que se ganha.
É errado associar o débito e o crédito da contabilidade, com “subtracção” e “adição” do financeiro. O correcto é associá-los aos termos Destino e Origem, respectivamente.
Debitar significa anotar na coluna do Débito de uma conta, para aumentar o seu valor (se a conta representa um Bem ou um Direito), ou para diminuir seu valor (se a conta representa uma obrigação).
Creditar significa registar uma importância na coluna de Crédito de uma conta, para aumentar seu valor (se a conta representa uma obrigação), ou para diminuir seu valor (se a conta representa um Bem ou Direito).
Há duas formas de os lançamentos débito e crédito serem feitos:
D- Stock
                                               ou       stock a Bancos
 C- Bancos
No primeiro caso, "D" e "C" significam débito e crédito, respectivamente. Já no segundo caso, o "a" sinaliza crédito, sem a necessidade de colocar a letra "D" antes da conta Stock. Tem-se por mais usada a primeira opção.
Débito é a aplicação de recurso, enquanto Crédito é a origem do recurso aplicado. Ou seja, quando um contador faz um lançamento a débito em uma conta, significa que o dinheiro, o bem ou o serviço destina-se àquela conta. Agora, quando ele faz um lançamento a crédito em uma conta, significa que o dinheiro, o bem ou o serviço teve origem naquela conta.
Por exemplo: Uma empresa comprou um terreno do valor de $80.000,00. Para pagar à vista, foi usado o dinheiro disponível no caixa da empresa. Lançamos o registo destas duas contas da seguinte forma:
D- Imóveis (O terreno teve destino na conta em questão, já que faz parte dos imóveis da empresa.)
C- Caixa (O lançamento teve origem na conta Caixa, já que foi pago à vista com o dinheiro da empresa.)
Se uma conta recebe algo ou assume o compromisso de entregar algo, é debitada. Se uma conta entrega algo ou adquire o direito de receber algo, é creditada.
Notemos que para corrigir um erro em um lançamento contável, não se usa borracha ou correctivo. Para corrigi-lo, faz-se o registo contrário. Um débito anula um crédito e vice-versa (operação conhecida como estorno). Pode-se usar para corrigir os erros em geral (inversão das contas, lançamentos em duplicidade, omissão de lançamentos, erro no valor, etc.) vários tipos de métodos, como por exemplo, estorno do lançamento, lançamento rectificativo, lançamento complementar e ressalva por profissional qualificado.

VALORES MONETÁRIOS

Valores ou sistema monetário é o conjunto de moedas utilizadas num país por imposição de curso legal, isto é, obrigatoriedade de aceitação em pagamento de mercadorias, débitos ou serviços.  Constitui-se de uma moeda fundamental (moeda padrão), que serve de unidade de valor (padrão de medida de valores) e de moedas auxiliares, cujos valores são múltiplos ou submúltiplos daquela.
O sistema monetário abrange, portanto, o numerário da Nação, isto é, todas as moedas metálicas ou de papel que nela tenham curso legal, podendo ser metálico ou ametálico, conforme o padrão de valor seja ou não metálico.
sistema metálico pode ser monometálico,  bimetálico e simetálico.
O valor ou sistema monometálico adopta como padrão um único metal, e seu poder liberatório ilimitado é atribuído apenas à moeda-padrão, enquanto todas as demais tem somente função de moedas divisionárias.   Os padrões utilizados nos sistemas monometálicos foram o ouro e a prata.   A unidade monetária, representada pelo metal cunhado, é de peso legal determinado e circula livremente.
Dos padrões monometálicos, o de maior importância foi o padrão-ouro, utilizado em três modalidades: padrão-ouro amoedadopadrão-ouro em barras e padrão-ouro para o comércio exterior.
1.º Padrão-ouro Amoedado, "Full Gold Standart" - A unidade, neste sistema, é definida com base em determinado peso de ouro, fixado pelo Poder Público.  As moedas, livremente cunhadas, circulam sem restrições, tanto interna como externamente.  Neste regime, a moeda de ouro é a única que possui poder liberatório ilimitado, sendo restrito o das demais.
2.º Padrão-ouro em Barras, "Gold Bullion Standart" - A unidade monetária é definida em termos de peso fixo de metal.  O Poder Público compra e vende o metal a preços determinados, havendo livre trânsito dele para a importação e exportação.  Duas vantagens principais apresenta este padrão sobre o anterior: evita despesas de cunhagem e dificulta o entesouramento. O padrão é representado por barras de metal e as moedas domésticas só podem ser trocadas por essas barras, com fixação do limite mínimo da quantia conversível.  Esse limite era muito alto em todos os países que adoptaram o sistema, visando a evitar a circulação e o entesouramento do metal.  Esses princípios foram formulados, no início do séc. XIX, por David Ricardo.
3.º Padrão-ouro para o Comércio Exterior, "Gold Exchange Standart" - Neste sistema, a unidade monetária é definida como um peso fixo de metal, podendo, também, basear-se em unidade de padrão metálico estrangeiro. O Poder Público compra e vende, a preços determinados, os saques a favor e contra outras nações de padrão-ouro, havendo, como no sistema anterior, livre trânsito de metal, em importação e exportação.
O valor ou sistema bimetálico adota duas moedas-padrão (duplo padrão monetário), de ouro e de prata. O Estado estabelece relação entre elas, de valor legal invariável igual à que existe, no momento da instituição, entre os valores mercantis.  Com a lei de 7 Germinal, ano XI (28 de Março de 1803), nasceu na França, o sistema bimetálico, determinando a identidade entre o quilo do ouro e quinze quilos e meio de prata, valendo, desse modo, a moeda-padrão ouro, quinze vezes e meia a do padrão-prata.  No regime bimetálico, existem, portanto, duas moedas reais, de poder liberatório ilimitado e valor legal idêntico ao valor mercantil, e um conjunto complementar de moedas divisionárias.
Os defensores do sistema bimetálico apresentaram, entre outros, o seguinte argumento: a base metálica, mais ampla, proporcionada pela utilização simultânea do ouro e da prata como lastro das emissões fiduciárias conversíveis nesses metais, faculta acção compensadora.  Considerando que o ouro e a prata são extraídos em diferentes regiões e que seu uso varia no tempo, afirmam os bimetalistas que seus valores raramente oscilam, na mesma direcção, em um dado momento; o valor conjunto de ambos variará menos, assim, que o de um só deles, isoladamente.  Nisso reside a acção compensadora.
Certo conselheiro da rainha Isabel, da Inglaterra verificou, há três séculos, que "em todos os países em que duas moedas legais estão em circulação, a moeda má expulsa a boa", dando a essa conclusão o nome de seu formulador - Lei de Gresham.  O fenómeno, em verdade, é muito antigo, e já Aristófanes havia notado que os gregos preferiam a moeda má à boa.  Parece absurdo que alguém, podendo escolher, fique com o pior, mas isso é fácil de explicar.  Imaginemos que circulassem em nosso país, o ouro e a prata.  Que faríamos?  Quando tivéssemos de efectuar pagamentos, utilizaríamos a prata, procurando guardar o ouro, sempre que pretendêssemos economizar, por um raciocínio elementar: se posso pagar com prata, por que irei entregar ouro?  Assim, estamos expulsando a boa moeda da circulação.
O valor ou sistema simetálico (palavra formada com o prefixo grego sin, que significa "com", "juntamente"), adopta como padrão uma só moeda, constituída de dois metais nobres, ouro e prata, em liga previamente fixada.  No fino da moeda-padrão, entram uma parte de ouro e outra de prata.  Dos três sistemas apresentados, este é o único que não chegou a ser posto em prática.

CONCLUSÃO

Conclui-se que a combinação da situação actual económica é algo que são vinculados. Na verdade, a consequência financeira é devida à lógica do capital, que tenta buscar mais lucros para acumular capital, que é, dentro dessa teoria, o motor da economia. Se o capital financeiro é mais proveitoso do que o produtivo, ele faz a lei da economia mundial como é hoje. Assim, essa é evidentemente a lógica do capitalismo que provoca a crise financeira, que tem efeitos económicos, porque tem efeitos sobre emprego, crédito e toda a economia.

BIBLIOGRAFIA

Crédito e débito. Disponível em: http://www.socontabilidade.com.br/conteudo/deb_cred.php. Acesso aos 17 de Março de 2016.
Valores monetários. Disponível em: http://www.brasildefato.com.br/node/8647. Acesso aos 17 de Março de 2016.



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