sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Tchilar 2014, humor. Feliz aniversário- Nagrelha.


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A IMPORTÂNCIA DA ELECTROTECNIA NA MEDICINA


INTRODUÇÃO

Neste trabalho poderemos falar sobre a importância da electrotecnia na medicina. Sendo assim é importante definir a electrotecnia e a medicina. Desde já dissemos que a electrotecnia é o ramo da engenharia eléctrica que estuda uso de circuitos formados por componentes eléctricos e electrónicos, com o objectivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia eléctrica. Depois de sabermos o conceito da electrotecnia vamos agora saber o conceito da medicina que assim dissemos que a medicina provém do latim medicīna e refere-se à ciência que permite prevenir, curar e tratar as doenças do corpo humano. Este termo também é usado como sinónimo de medicamento, que é a substância que permite prevenir, aliviar ou curar as doenças ou as suas sequelas.
Objectivo geral do tema: O objectivo geral deste tema é de explicar como a electrotecnia é importante na medicina e quais são os aspectos relevantes da electrotecnia na medicina.

A IMPORTÂNCIA DA ELECTROTECNIA NA MEDICINA

A electrotecnia e a Medicina

A medicina está passando por rápidas transformações em todo o mundo, nesse final de século. Uma delas é o dramático progresso verificado na disseminação de informação e nas tecnologias de comunicação através da Internet e das redes de computadores. No entanto, o que é possível actualmente ainda está muito longe do que nos espera no futuro.
Neste trabalho, vamos procurar descrever, em linguagem simplificada possível, o que as a electrónica poderá contribuir para a medicina nos próximos anos. Para que você possa se aprofundar nos temas pelos quais se interessar mais, damos uma bibliografia básica ao final, assim como os endereços de sites na Internet e artigos onde o assunto é apresentado mais extensamente.

O Registo Médico Electrónico

Muitos hospitais estão começando a converter os prontuários de seus pacientes para o formato electrónico. Nos EUA, a principal motivação para isso tem sido as exigências legais (certificação de hospitais pelo governo e problemas com acções movidas por má-prática médica) e económicas, mas existe uma preocupação crescente com a qualidade da informação disponível sobre os pacientes, a qual tem consequências imediatas sobre a qualidade da assistência médica prestada. Todos conhecem os enormes problemas causados pelo ineficiente e arcaico sistema de arquivamento médico em papel, que vão desde a tradicional ilegibilidade das anotações médicas, até a perda de informações ou a dificuldade de achar qualquer coisa. O registo médico electrónico unificado tem muitas vantagens em relação ao de papel, ao facilitar enormemente. As funções de busca, recuperação e análise de dados clínicos. A forma mais comum, usada em muitos consultórios médicos, é a organizar a informação no computador na forma de fichas específicas para cada área ou tipo de exame ou resultado.  
Existem também registos médicos multimédia, ou seja, que podem incorporar versões digitais de imagens médicas, sons, sinais fisiológicos, etc. Quando o médico solicita ao computador para recuperar o prontuário electrónico de um paciente, o sistema efectua automaticamente uma série de tarefas, podendo inclusive imprimir lembretes para o médico (ex., está na hora de pedir uma mamografia anual para esta paciente"), auxiliar no diagnóstico (ex. "os sintomas e sinais são indicativos de tuberculose pulmonar, com uma probabilidade de 87 %") ou recomendar uma conduta (ex., "o melhor antibiótico para tratar essa bacteremia são a penicilina G potássica intravenosa"). Comprovadamente, este sistema já economizou milhões de dólares em custos de medicamentos, ao mesmo tempo diminuindo a mortalidade e a duração da estadia hospitalar, tudo isso apenas ao colocar os computadores à disposição dos médicos e melhorar o acesso à informação. Os médicos gostam do sistema, porque ele dá uma maior segurança no diagnóstico e na conduta, e os torna mais eficientes e atentos aos problemas passados e actuais dos seus pacientes.  

Pesquisa Clínica 

Os ensaios clínicos são hoje a pedra sobre a qual se fundamenta a prática clínica baseada em evidências. No entanto, é extremamente demorado e trabalhoso colectar informações disponíveis nos prontuários clínicos em papel, quando necessitamos realizar um levantamento. Com todos os registos médicos no computador, esta tarefa se torna muito mais fácil, podendo-se obter listagens de resultados em poucos minutos, bem como analisá-las estatisticamente com softwares adequados para uso pelo meio médico. O controlo de qualidade (auditoria) da assistência médica também é muito facilitada pela existência do registo electrónico.

Prontuários Médicos de Bolso

Os cartões inteligentes ("smart cards") são do tamanho de um cartão de crédito, mas podem armazenar até 1.000 páginas de informação. Muitos modelos já estão disponíveis no mercado, e podem ser de dois tipos: cartões que contém um "chip" (circuito integrado miniaturizado, embutido no cartão) e de laser (que usam uma tecnologia semelhante ao do CD-ROM). Os cartões de menor capacidade contém um conjunto mínimo de dados sobre o paciente (MDS - Minimal Data Set), tais como dados pessoais e civis, diagnósticos principais, alergias, tipo sanguíneo, dados do plano de saúde, etc. Os cartões de maior capacidade podem conter um prontuário completo, inclusive todas as imagens médicas digitalizadas, resultados de exames, etc. O cartão pode ser lido e também gravado usando-se um periférico especial ligado ao computador do médico ou do hospital. Tem ainda a grande vantagem de centralizar todas as informações médicas sobre um paciente em um único lugar.

Uma Linguagem Comum

O principal deles é de natureza humana: para substituir inteiramente o papel pelo computador é preciso ocorrer uma verdadeira revolução cultural no ambiente profissional e na cabeça dos médicos e enfermeiros, que devem passar a ser usuários directos do computador e responsáveis pela informação que será colocada maciçamente lá dentro. A outra dificuldade é a necessidade de usar uma linguagem padronizada, que permita a codificação de todos os aspectos do registo médico. Geralmente as diferentes empresas e instituições desenvolvem os seus próprios sistemas, ou compram sistemas incompatíveis entre si no mercado, e eles não se comunicam, dificultando enormemente a formação de redes de saúde, o prontuário unificado e os pagamentos de serviços. Por isso, está em andamento um esforço grande de conseguir uma linguagem comum entre os sistemas. A mais aceita internacionalmente é o HL-7 (que significa Health Level 7, pois o sétimo nível da arquitectura de uma rede de electromagnéticos é o correspondente ao nível de aplicação, segundo o padrão internacional ISO).


CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita, chegamos a conclusão de que a electrotecnia influencia muito no ramo da medicina visto que os materiais electrónicos utilizados muitas das vezes na medicina são desenvolvidos electronicamente para assim simplificar as formas de funcionamento dos médicos e enfermeiros nas suas práticas medicinais. Este tema foi muito relevante visto que de uma maneira eficiente ajudou-nos a perceber o quanto é importante a electrotecnia no ramo da medicina.


BIBLIOGRAFIA

________________ A importância da electrotecnia na medicina. Disponível em: http://www.informaticamedica.org.br/informaticamedica/n0102/hogarth.htm. Acesso aos 1 de Novembro de 2015.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Tales de Mileto (624-545 a.C.)



VIDA: Tales é em geral considerado o primeiro filósofo do Ocidente e o pai da ciência. Ele e os pensadores milésios que o seguiram foram os primeiros a procurar explicações naturalistas para os fenômenos, em vez de apelar para os mitos e ações de deuses antropomórficos. Foi um polítco empenhado na luta contra os persas, além de astrônomo e um observador do céu tão atento a ponto de dostrair-se e cair num buraco de rua. Ele foi capaz de prever um eclipse do Sol ocorrido em 585 a.C.

PRINCIPAIS IDEIAS: Segundo Tales, o princípio de tudo está na água. A resposta pode parecer insatisfatória, mas a sua importância está no fato de que pela primeira vez na história do pensamento, busca-se uma solução racional, não mais fantasiosa, para a questão da origem de tudo. Ele parte do princípio de que tudo o que está vivo depende de água.

Bibliografia:
CHAUI, Marilena – Iniciação à Filosofia; Ed. Ática, 2009
LAW, Stephen – Guia Ilustrado Zahar de Filosofia; Ed. Zahar, 2008

Karl Popper (1902-1994)




VIDA E OBRA: Popper é mais conhecido como filósofo da ciência e por suas críticas das filosofias políticas utópicas. Afirma que a ciência não avança fazendo generalizações a partir de observações, mas fazendo conjecturas ousadas que devem ser testadas. É a verificabilidade que dá poder a uma teoria científica. Popper concluiu seu PhD em Viena em 1929. Sua primeira obra A lógica da descoberta científica, esboçou suas ideia sobre o método científico, desenvolvidas depois em Conjecturas e refutações. Em 1937, judeu diante da iminente anexação da Áustria pela Alemanha nazista, Popper emigrou para a Nova Zelândia. Durante a guerra escreveu, A Sociedade aberta e seus inimigos, uma defesa da democracia liberal através de uma crítica da filosofia de Platão, Hegel e Marx. Após o conflito, lecionou na London School of Economics, tornando-se professor em 1949. Em O eu e seu cérebro, escrito com John Eccles, defende uma forma de interacionismo mente-corpo.

PRINCIPAIS IDEIAS: Para os falsificaionistas - entre os quais Popper é um dos mais importantes -, o valor de um conhecimento científico não vem da observação de experiências, mas da possibilidade de a teoria ser contrariada, ou melhor, falseada. Com a ideia de que a teoria precede a experiência, os falsificacionistas admitem que toda explicação científica é hipotética; no entanto, é o melhor que temos.
Quanto mais uma teoria puder ser falseada, melhor seria ela. Por exemplo, ignorando a pressão atmosférica e outros fatores, se dissermos que "a água ferve a 100 graus Celsius", qual a contradição possível, ou melhor, o que tornaria falsa essa afirmação? A resposta seria: ao chegar a 100 graus Celsius a água naão ferveria ou ververia antes. No momento em que uma teoria é falseada, o cientista tentará melhorá-la ou a abandonará. O fundamental é que tenhamos em mente o seu limite.
Karl Popper apontará critérios para uma boa teoria científica: 1. Tem de ser clara e precisa, não podendo ser obscura ou deixar margem para várias interpretações. 2. Deve permitir a falsificabilidade; quanto mais melhor. 3. Deve ser ousada, para progredir em busca de um conhecimento mais aprfundado sobre a realidade.

Bibliografia:
CHAUI, Marilena – Iniciação à Filosofia; Ed. Ática, 2009
LAW, Stephen – Guia Ilustrado Zahar de Filosofia; Ed. Zahar, 2008

Thomas Kuhn (1922-1996)



VIDA E OBRAS: Nasceu nos Estados Unidos. Formado como físico questionou, em A Estrutura da revolução científica, a visão orotodoxa do progresso científico como a acumulação gradual do conhecimento. Em vez disso, propôs que a ciência se desenvolve através de períodos bem definidos.

PRINCIPAIS IDEIAS: Kuhn afirma que há períodos de "ciência normal", em que cientistas dão por certos os pressupostos da estrutura teórica dominante da época, ou "paradigma". Este (a dinâmica newtoniana, por exemplo) dita que tipos de problemas há e os métodos que os cientista usam para resolvê-los. O conceito mais importante para Kuhn é o deparadigma (modelo). Durante um tempo, todos os cientistas procuram orientar suas pesquisas com base em um modelo, de maneira a preservar a verdade científica. O que não se encaixar nesse modelo será excluído; será considerado anomalia, mas isso também pode indicar que o cientista não aplicou corretamente o modelo e sua metodologia.
Para Kuhn, o determinante das normas da ciência é o paradigma aceito pelos cientistas. Mas, por motivos nem sempre racionais, os cientistas mudam de paradigma, após uma crise da ciência normal, o que, em geral, é fundamentado na anomalia, isto é, quando a ciência normal não consegue responder a alguns problemas, como a órbita de Mercúrio para a física newtoniana.
Essa crise se estende até uma revolução científica, quando a maneira de fazer ciência muda completamente. Quando ocorre essa mudança, segundo Kuhn, chega-se a uma nova ciência normal, a partir desse momento praticada com um novo paradigma.
A ordem do desenvolvimento da ciência por ThomasKuhn é a seguinte: 1.Pré-ciência. 2.Ciência normal. 3.Crise. 4.Revolução científica. 5.Nova ciência normal.

Bibliografia:
CHAUI, Marilena – Iniciação à Filosofia; Ed. Ática, 2009
LAW, Stephen – Guia Ilustrado Zahar de Filosofia; Ed. Zahar, 2008

Montesquieu (1689-1755)




VIDA E OBRA:
Charles-Louis de Secondat, barão de Montesquieu, nasceu na França, foi um dos grandes filósofos políticos do Iluminismo. Curioso insaciável, tinha um humor mordaz. Ele escreveu um relatório sobre as várias formas de poder, em que explicou como os governos podem ser preservados da corrupção.Nobre, de família rica, Charles-Louis formou-se em direito na Universidade de Bordeaux, em 1708, e foi para Paris prosseguir em seus estudos. Com a morte do pai, cinco anos depois, voltou à cidade natal, La Brède, para tomar conta das propriedades que herdou.Casou-se com Jeanne Lartigue, uma protestante. O casal teve duas filhas. Em 1716 ele herdou de um tio o título de Barão de La Brède e de Montesquieu, além do cargo de presidente da Câmara de Bordeaux, para atuar em questões judiciais e administrativas da região. Pelos próximos onze anos ele esteve envolvido em julgamentos e aplicações de sentenças, inclusive torturas. Nessa época também participou de estudos acadêmicos, acompanhando os desenvolvimentos científicos e escrevendo teses.Em 1721, Montesquieu publicou as "Cartas Persas", um sucesso instantâneo que lhe trouxe a fama como escritor. Inspirou-se no gosto da época pelas coisas orientais para fazer uma sátira das instituições e dos costumes das sociedades francesa e européia, além de fazer críticas fortes à religião católica e à igreja: foi a primeira vez que isso aconteceu no século 18. O livro tem um estilo divertido, mas também é desanimador: apresenta a virtude e o autoconhecimento como impossíveis de serem atingidos. Montesquieu começou dividir seu tempo entre os salões literários em Paris, os estudos em Bordeaux, o cargo na Câmara e a atividade de escritor. Logo, ele deixaria a função pública para se dedicar aos livros. Foi eleito para a Academia Francesa em 1728. Viajou pela Europa e decidiu morar na Inglaterra, onde ficou por dois anos. Estava muito impressionado com o sistema político inglês e decidido a estudá-lo. Na volta a La Brède, escreveu sua obra-prima, "O Espírito das Leis": foi outro grande sucesso, e também bastante criticada, como haviam sido as "Cartas Persas".
PRINCIPAIS IDEIAS
Montesquieu quis explicar as leis humanas e as instituições sociais: enquanto as leis físicas são regidas por Deus, as regras e instituições são feitas por seres humanos passíveis de falhas. Definiu três tipos de governo existentes: republicanos, monárquicos e despóticos, e organizou um sistema de governo que evitaria o absolutismo, isto é, a autoridade tirânica de um só governante. Para o pensador, o despotismo era um perigo que podia ser prevenido com diferentes organismos exercendo as funções de fazer leis, administrar e julgar. Assim, Montesquieu idealizou o Estado regido por três poderes separados, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Essa é a teoria da separação de poderes e teve enorme impacto na política, influenciando a organização das nações modernas. O pensador levou dois anos escrevendo "Em defesa do Espírito das Leis", para responder ao vários críticos.Apesar desse esforço, a Igreja católica colocou "O Espírito das Leis" no seu índice de livros proibidos, o Index Librorum Prohibitorum. Mas isso não impediu o sucesso da obra, que foi publicada em 1748, em dois volumes, em Genebra, na Suíça, para driblar a censura. Seus livros seguintes continuaram a ser controvertidos, desagradando protestantes (jansenistas), católicos ordodoxos, jesuítas e a Universidade Sorbonne, de Paris. Montesquieu morreu, aos 66 anos, de uma febre. Estava quase cego. Deixou sem concluir um ensaio para a Enciclopédia, de Diderot e D'Alembert.

Bibliografia:
CHAUI, Marilena – Iniciação à Filosofia; Ed. Ática, 2009
LAW, Stephen – Guia Ilustrado Zahar de Filosofia; Ed. Zahar, 2008