terça-feira, 29 de setembro de 2015

ARQUITECTURA E ESCULTURA


INTRODUÇÃO

Neste trabalho poderemos falar da arquitectura e escultura, elementos esses que a Educação Manual Plástica nos elucida para termos em conta de como são feitos os próprios projectos. Sendo assim é importante dizer que este trabalho está constituído pela introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia. Na introdução fizemos a demonstração do tema em que será abordado, no desenvolvimento falamos sobre os dois elementos desde as suas fundações até as suas aplicações na sociedade, na conclusão fizemos o resumo do tema e na bibliografia mostramos a fontes de pesquisa científica em que nos baseamos. Falar da arquitectura e da escultura é falar também pontos que a educação manual e plástica se apega na elaboração de um projecto.


ARQUITECTURA E ESCULTURA

Os gregos tinham o costume de utilizar as suas expressões artísticas como meio de falar sobre a composição de seus valores religiosos. Os templos eram marcados por um visível arranjo arquitectónico e as várias esculturas representavam as formas de várias divindades gregas. Entre outras características, podemos destacar que os gregos tinham uma grande preocupação em privilegiar conceitos que primavam pela interacção entre o equilíbrio, a beleza e a simplicidade.
Percorrendo o processo de desenvolvimento da escultura grega, percebemos que durante o período arcaico, as estátuas gregas tinham uma visível influência dos padrões estéticos egípcios. Nessa fase, muitas estátuas eram construídas para homenagear a vitória de algum atleta ou o feito de algum soldado heroicamente morto no campo de batalha. Do ponto de vista estético, notamos que as estátuas do período arcaico tinham uma postura bastante rígida e o rosto não sinalizava expressão alguma.
Quando atingimos o período clássico temos o auge do desenvolvimento no campo da escultura. As formas ganham um tom mais realista ao explorar de forma mais apurada o movimento, o volume e as proporções. Comparado ao período anterior, a capacidade de reprodução do corpo humano e das vestimentas ofereciam maior expressividade às obras. Nessa época, destacamos o trabalho do escultor Fídias (490 – 430 a.C.), que embelezou Atenas com várias estátuas e monumentos.
O último período que demarca a trajectória da escultura grega se desenvolveu ao longo da dominação macedónica. Nesse momento, o contacto com outras culturas e o gosto do imperador Alexandre pelo desenvolvimento das expressões artísticas abriu caminho para possibilidades estéticas bastante complexas. Além de preservar as medidas harmoniosas, a escultura desse período também se preocupou em reproduzir os sentimentos humanos, como o medo, a dor e a angústia.
No campo da arquitectura, podemos destacar o desenvolvimento de técnicas de construção bastante interessantes. Em várias obras percebemos o uso de pedras talhadas que se encaixavam umas nas outras. Por meio dessa inovação, as construções gregas dispensavam o uso da argamassa. Os templos, maiores representantes da arquitectura grega, eram divididos em três partes: o vestíbulo, a sala do deus (também chamada de nau) e o tesouro.
Outra particularidade da arquitectura grega pode ser notada através dos diferentes tipos de coluna que ornamentavam as construções do período. O estilo dórico possuía acabamento simples e destino mais funcional. Em contrapartida, as colunas jónicas eram mais bem acabadas e trabalhavam com maior número de detalhes no topo e ao longo da coluna. Por fim, ainda contamos com o estilo coríntio, que possuía em seu capitel formas e ornamentos exuberantes.
Entre os mais conhecidos arquitectos da Grécia Antiga, podemos destacar o trabalho desempenhado por Calícrates e Ictinius. Trabalhando de forma conjunta, esses dois arquitectos participaram da elaboração e execução do projecto do impressionante templo de Palas Atena. Assim como na escultura, também devemos relacionar boa parte das construções gregas ao período em que a cidade-Estado de Atenas dispôs de amplos recursos para a realização das mais diferentes obras arquitectónicas.

A ARQUITECTURA

A arquitectura  (AO 1945: arquitectura), (AO 1990: arquitectura) (do grego αρχή [arkhé] significando "primeiro" ou "principal" e τέχνη [tékhton] significando "construção") refere-se tanto ao processo quanto ao produto de projectar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Neste sentido, a arquitectura trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos: em última instância, a arquitectura lidaria com qualquer problema de agenciamento,  organização,  estética e ordenamento de componentes em qualquer situação de arranjo espacial. No entanto, normalmente a arquitectura associa-se directamente ao problema da organização do homem no espaço (e principalmente no espaço urbano).
A arquitectura como actividade humana existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design  (ou seja, o projecto) do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo), da cidade (planejamento urbano e urbanismo) e da região (planejamento regional ou Ordenamento do território). Neste percurso, o trabalho de arquitectura passa necessariamente pelo desenho de edificações  (considerada a actividade mais comum do arquitecto), como prédios, casas,  igrejas,  palácios, entre outros edifícios. Segundo este ponto de vista, o trabalho do arquitecto envolveria, portanto, toda a escala da vida do homem,  desde a manual até a urbana.

Definição

Primeiramente, a arquitectura se manifesta de dois modos diferentes: a actividade (a arte, o campo de trabalho do arquitecto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquitecto, de um povo e da humanidade como um todo).
A arquitectura enquanto actividade é um campo multidisciplinar, incluindo em sua base a matemática, as ciências, as artes, a tecnologia, as ciências sociais, a política, a história, a filosofia, entre outros. Sendo uma actividade complexa, é difícil concebê-la de forma precisa, já que a palavra tem diversas acepções e a actividade tem diversos desdobramentos.
Actualmente, o mais antigo tratado arquitectónico de que se tem notícia, e que propõe uma definição de arquitectura, é o do arquitecto romano Marco Vitrúvio Polião. Em suas palavras:
"A arquitectura é uma ciência, surgindo de muitas outras, e adornada com muitos e variados ensinamentos: pela ajuda dos quais um julgamento é formado daqueles trabalhos que são o resultado das outras artes."
A definição de Vitrúvio, apesar de inserida em um contexto próprio, constitui a base para praticamente todo o estudo feito desta arte, e para todas as interpretações até a actualidade. Ainda que diversos teóricos, principalmente os da modernidade, tenham conduzido estudos que contrariam diversos aspectos do pensamento vitruviano, este ainda pode ser sintetizado e considerado universal para a arquitectura (principalmente quando interpretado, de formas diferentes, para cada época), seja a actividade, seja o património.
Vitrúvio declara que um arquitecto deveria ser bem versado em campos como a música, a astronomia, etc. A filosofia, em particular, destaca-se: de fato quando alguém se refere à "filosofia de determinado arquitecto" quer se referir à sua abordagem do problema arquitectónico. O racionalismo, o empirismo, o estruturalismo, o pós-estruturalismo e a fenomenologia são algumas das direcções da filosofia que influenciaram os arquitectos.

A tríade vitruviana

Na obra de Vitrúvio, definem-se três os elementos fundamentais da arquitectura: a firmitas (que se refere à estabilidade, ao carácter construtivo da arquitectura/resistência), a utilitas (que originalmente se refere à comodidade e ao longo da história foi associada à função e ao utilitarismo) e a venustas (associada à beleza e à apreciação estética).
Desta forma, e segundo este ponto de vista, uma construção passa a ser chamada de arquitectura quando, além de ser firme e bem estruturada (firmitas), possuir uma função (utilitas) e for, principalmente,  bela  (venustas). Há que se notar que Vitrúvio contextualizava o conceito de beleza segundo os conceitos clássicos. Portanto, a venustas foi, ao longo da história, um dos elementos mais polémicos das várias definições da arquitetura.
Fig. 1 – Estrutura de uma Arquitectura

Definição moderna

Uma definição precisa de arquitectura é impossível, como já foi ressaltado, dada a sua amplitude. Como as demais artes e ciências, ela passa por mudanças constantes. No entanto, o excerto a seguir, escrito por Lúcio Costa, costuma gozar de certa unanimidade quanto à sua abrangência.
"Arquitectura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente e não deve se confundir com arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquitecto, desde a germinação do projecto, até a conclusão efectiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquitecto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada. A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitectura da simples construção."
Esta definição é entendida como um consenso pois ela resume praticamente toda uma metade de século de pensamento arquitectónico: a visão de Lúcio Costa sintetiza as várias teorias propostas por arquitectos pertencentes à arquitectura. Dado que o moderno procurou se colocar não como mais um entre vários estilos, mas como efectivamente a arquitectura, e sua visão de mundo tornou-se predominante, ela tornou-se por fim um consenso. A teorização proposta pela arquitectura moderna engloba, no entanto, também toda a arquitectura produzida antes dela, já que ela manifesta claramente que a arquitectura surge de um programa, incorporando as variáveis sociais, culturais, económicas e artísticas do momento histórico. Na medida em que os momentos históricos são heterogéneos, a definição moderna da arquitectura não ilegítima nenhuma outra manifestação histórica, mas activamente combate a cópia de outros momentos históricos no momento contemporâneo.

Estilo e linguagem

Quando se pensa em algum tipo de classificação dos diferentes produtos arquitectónicos observados no tempo e no espaço, é muito comum, especialmente por parte de leigos, diferenciar os edifícios e sítios através da ideia de que eles possuem um estilo diverso um do outro.
Tradicionalmente, a noção de estilo envolve a apreensão de um certo conjunto de factores e características formais dos edifícios: ou seja, a definição mais primordial de estilo é aquela que o associa à forma da arquitectura, e principalmente seus detalhes estético-construtivos. A partir desta noção, parte-se então, naturalmente, para a ideia de que diferentes estilos possuem diferentes regras. E, portanto, estas regras poderiam ser usadas em casos específicos. A arquitectura, enquanto profissão, segundo este ponto de vista, estaria reduzida a uma simples reunião de regras compositivas e sua sistematização.
Esta é uma ideia que, após os vários movimentos modernos da arquitectura (e mesmo os pós-modernos, que voltaram a debater o estilo) tornou-se ultrapassada e apaixonadamente combatida. A arquitectura, pelo menos no plano teórico e académico, passou a ser entendida através daquilo que efectivamente a define: o trabalho com o espaço habitável. Aquilo que era considerado estilo passou a ser chamado simplesmente de momento histórico ou de escola. Apesar de ser uma ruptura aparentemente banal, ela se mostra extremamente profunda na medida em que coloca uma nova variável: se não valem mais as definições historicistas e estilísticas da arquitectura, o estilo deixa de ser um modelo amplamente copiado e passa a ser a expressão das interpretações individuais de cada arquitecto (ou grupo de arquitectos), daquilo que ele considera como arquitectura.
Portanto, se é possível falar em um estilo histórico  (barroco,  clássico,  gótico, etc.), também torna-se possível falar em um estilo individual  (arquitectura Wrightiana,  Corbuseana, etc).

A ESCULTURA

A escultura,   é a arte de transformar matéria bruta (pedra, metal, madeira etc.) em formas espaciais com significado. Quando dizemos “formas espaciais”, queremos dizer formas em terceira dimensão, isto é, com volume, altura e profundidade.
Das artes plásticas, a escultura é uma das que mais estabelecem interacção com o grande público. Isso porque, geralmente, elas são pensadas e produzidas com a finalidade de ocupar espaços públicos. É assim, por exemplo, com os conjuntos esculturais gregos e romanos; mas também com as esculturas produzidas na época do Renascimento ou em culturas de religiões tradicionais, como o budismo e o hinduísmo.
Muitas vezes, as esculturas são também projectadas para acompanhar complexos arquitectónicos, com o objectivo de compor um conjunto artístico harmonioso. É o caso das esculturas que acompanham as catedrais góticas da Idade Média e os palácios em estilo clássico do período das monarquias absolutistas.
Além disso, de acordo com a época, a civilização e a escola artística, a escultura sofre variações temáticas e formais. Isso se torna evidente quando comparamos as obras de um escultor renascentista (do século XVI), como Michelangelo, com as obras de um escultor primitivista ou cubista, como Picasso  (do século XX). A Pietá) de Michelangelo, por exemplo, seguramente, tem uma expressão realista típica do Renascimento, que busca transmitir a dor do tema da deposição do corpo de Cristo da cruz e a contemplação pela mãe.
Outro exemplo que merece destaque é O Pensador,  do escultor francês Auguste Rodin. Essa estátua foi terminada e exposta ao público no ano de 1888, integrando o conjunto chamado Portões do Inferno.  Rodin havia recebido uma encomenda de esculturas especiais sobre os temas presentes no livro Inferno, da Comédia de Dante Alighieri. Muitos especialistas em arte acreditam que O Pensador seja uma representação do próprio Dante. A expressividade dessa estátua é única no movimento impressionista e, como acentua o historiador da arte Stephen Farthing: Cada componente de O Pensador é ilustrativo da concentração mental. Como observou Rodin: 'Ele não pensa só com o cérebro, a testa franzina, as narinas distendidas e os lábios comprimidos, mas com todos os músculos do braço, das costas e das pernas, os punhos fechados e os dedos contraídos'. Esta obra-prima é um exemplo da extraordinária força expressiva que Rodin imprimia ao corpo humano nu.
“O Pensador”, de Rodin, veio a público no ano de 1888 Fig. 2 – Estrutura de uma escultura: “O Pensador”, de Rodin, veio a público no ano de 1888
A partir do início do século XX, a escultura passou a ajustar-se às propostas das vanguardas artísticas que emergiram na Europa, como o cubismo, o dadaísmo, o abstracionismo e o construtivismo. Além do já citado Picasso (que também se destacou na pintura), outros escultores, como Constantin Brancusi e HenryMoore, tornaram-se célebres dentro das vanguardas modernistas, que, até hoje, seguem influenciando a produção contemporânea de esculturas.


CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita chegamos a conclusão de que a arquitectura e a escultura são elementos completamente diferentes. Sendo assim vimos que um se aplica na execução de edifícios e outro se aplica na execução de imagens. Neste contexto é importante dizer que estes dois elementos fazem muita falta num determinado território, visto que tendo alguém capacitado para arquitectar ou esculturar um determinado projecto, ele é bem sucedido mostrando melhor imagem principalmente nas cidades turísticas.




BIBLIOGRAFIA


A escultura. Disponível em: http://www.brasilescola.com/artes/escultura.htm. Acessado aos 28 de Setembro de 2015.
A arquitectura. Disponível em: http://www.guiadacarreira.com.br/carreira/arquitetura/. Acessado aos 29 de Setembro de 2015
A arquitectura. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura. Acessado aos 29 de Setembro de 2015.


ÍNDICE


ESTRUTURA DO PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO


INTRODUÇÃO

O presente trabalho aborda questões relacionadas sobre o projecto de investigação, bem como a sua estruturação e o perfil do pesquisador. Mostra que é grande a necessidade da formação de estudantes capazes de seleccionar as informações e de realizar pesquisas. Neste sentido abordar sobre estes parâmetros remete-nos numa análise profunda sobre o tema que nos leva a um sentido de coerência por parte da interpretação da matéria.



CONCEITO DO PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO

Um projecto de investigação é um procedimento científico destinado a obter informação e formular hipóteses sobre um determinado fenómeno social ou científico. O primeiro passo consiste em expor o problema, com a formulação do fenómeno a investigar.
Na etapa seguinte, é necessário estabelecer os objectivos, isto é, estipular aquilo que se pretende conhecer por intermédio da investigação. Depois, é a vez da hipótese, que se formula como teoria a averiguar durante o projecto de investigação. O investigador deve incluir a justificação, que consiste em apontar as razões para estudar o problema.
O quadro teórico e de referência num projecto de investigação consiste em incluir citações e exemplos de outras investigações. Funciona como referência geral do tema a tratar, com dados que permitem entendê-lo com mais facilidade.
Chegando ao momento do trabalho de campo, começa-se a obter dados quantitativos e qualitativos do tema. É caso para dizer que este é o momento fulcral da investigação, durante o qual se procede a experiências, testes ou inquéritos, na medida do necessário, com vista a obter informações.
Finalmente, chega a vez da estruturação do trabalho e da sua redacção final. Deste modo, a investigação pode ser apresentada em diversos capítulos, com a introdução e uma conclusão, entre outros segmentos.
Convém destacar que todo o projecto de investigação consta num plano de trabalho ou de actividades, para o qual se prevê a duração do processo investigativo. Neste sentido, o investigador trabalha de acordo com um cronograma que deve respeitar e cumprir.

ESTRUTURA DO PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO

As fontes bibliográficas, ou seja, os livros e artigos científicos são indispensáveis para a elaboração de um trabalho académico/científico.
A colecta nas fontes de informação do que foi publicado sobre o tema pesquisado fornece embasamento ao trabalho. É sempre necessário revisar a literatura especializada.
Quando se for escrever um trabalho académico/científico, deve primeiro determinar bem o assunto da pesquisa, seleccionar palavras-chave para fazer a busca bibliográfica nas bases de dados, levantar o material bibliográfico, ler o material, resumir as informações importantes e iniciar o planejamento da elaboração de seu trabalho.
Um trabalho científico é estruturado da seguinte forma: introdução, desenvolvimento e conclusão.
http://www2.fm.usp.br/gdc/docs/biblioteca_141_img_orientacao_elaboracao.jpg
Sessões de um trabalho científico
Para organizar as três fases do trabalho científico é necessário observar as sessões abaixo de acordo com as normas solicitadas para o trabalho que está desenvolvendo (ABNT, ISO, Vancouver, etc.). Vejamos a seguir uma definição rápida de cada parte do trabalho.

Título

Deve reflectir o conteúdo do trabalho, visa equilíbrio entre concisão e abrangência, transmite uma boa mensagem com um mínimo de palavras, atrai o leitor a se interessar pelo seu trabalho.
O título é uma das últimas etapas da redacção do trabalho, pois é no momento final que o autor tem uma visão geral do trabalho. Deve ser escrito em torno de uma ideia central e deve conter a mensagem que se quer transmitir, deve ser bem escolhido, específico e objectivo, e atrair a atenção do leitor.
Evitar abreviaturas, siglas e acrónimos no título.

Nome de autores

 Ao publicar um trabalho os autores devem adoptar sempre a mesma forma de citação de seus nomes, facilitando dessa forma a pesquisa de seus trabalhos.

Palavras-chave

Palavras-chave ou “Keywords” são usadas para indexação dos textos científicos em bases de dados facilitando a recuperação dos artigos em pesquisas bibliográficas.
Devem ser indicadas pelos autores de três a no máximo oito palavras. Devem ser escolhidas cuidadosamente, pois permitem a localização do assunto por quem está interessado na pesquisa de um tema específico.

Resumo

Após ler o título é o resumo que vai levar o leitor a se interessar pelo trabalho todo. O resumo deve ser curto e inteligível para os leitores, apresentar os pontos relevantes do trabalho e ressaltar os principais tópicos: objectivos, limites da pesquisa, metodologia utilizada, principais resultados e conclusões.
Ao escrever o resumo, os autores não devem esquecer que, provavelmente, essa será a primeira parte do trabalho a ser lida. O resumo deve ser bem estruturado, e guardar relação com o título e com o conjunto de palavras-chave. Deve ter entre 250 palavras até no máximo 500.
Redacção do resumo: usar sequência de frases concisas e objectivas; usar verbo na terceira pessoa do indicativo; não usar parágrafos; não incluir referências, abreviaturas, fórmulas ou equações; evitar termos ou frases que não contenham informações relevantes; evitar adjectivos; não emitir julgamentos de valor, críticas ou comentários pessoais.

INTRODUÇÃO

A introdução é o primeiro tópico de um trabalho científico, é o encaminhamento do leitor para uma visão preliminar do assunto que será objecto da pesquisa. Expõe o que já foi publicado sobre o tema destacando a relevância e o interesse da pesquisa desenvolvida. Traz informações para que o leitor compreenda e avalie o trabalho. Deve esclarecer as intenções do autor, os objectivos do estudo, enunciar o tema, o problema, sua hipótese, desenvolvimento de raciocínio que será adoptado, definir e caracterizar o material, o sistema, o fenómeno que analisou e ainda justificar e embaçar por que está realizando este estudo, deve trazer citações bibliográficas.
Na introdução é possível além de propor hipóteses, tratar da metodologia usada quando precisa ser explicada ou justificada, antecipar resumidamente os principais resultados e conclusões do trabalho.

OBJETIVOS

Devem descrever de maneira clara e sucinta a finalidade da pesquisa, com especificação dos aspectos que serão abordados.
Os objectivos orientarão a redacção não só da metodologia, mas, sobretudo, dos resultados, da discussão e conclusão, devem ser definidos de forma que facilite a leitura e permita uma avaliação fácil e rápida.
Recomenda-se na redacção utilizar os verbos no infinitivo.
Para facilitar a redacção do objectivo, algumas perguntas ajudam, tais como:
·                    Qual é a hipótese do trabalho?
·                    O que se pretende analisar?
·                    O que se propõe demonstrar?

REVISÃO DA LITERATURA

A revisão da literatura é uma apresentação do histórico da evolução científica, do assunto abordado no trabalho, por citações e comentários da literatura considerada relevante na investigação científica. Existe a tendência de limitar apenas aos trabalhos mais importantes, mais directamente ligados à pesquisa desenvolvida, dando-se ênfase ao que se publicou recentemente.
Em um artigo científico não é possível apresentar uma ampla revisão sobre o assunto, deve-se citar os trabalhos mais significativos para colocar o leitor a par do assunto.
Para monografias, dissertações e teses podem-se apresentar uma revisão ampla sobre o assunto, pois a redacção do texto pode ser mais exaustiva, fazendo uma análise crítica de vários trabalhos publicados sobre o assunto.
Deve-se fazer a citação de trabalhos relevantes publicados sobre o assunto abordado, mencionando os pontos importantes dos trabalhos identificados, é importante que as ideias dos autores pesquisados sejam sempre indicadas pelas citações bibliográficas.
Recomenda-se na redacção da revisão utilizar os verbos no pretérito perfeito.
Para a redacção da revisão da literatura podem ser feitas as perguntas:
·                    Quem estudou o assunto?
·                    Quais foram as principais descobertas?
·                    Quais são as principais opiniões dos autores?
·                    Em que ponto está o conhecimento sobre o assunto hoje?

MÉTODOS

O tópico que inclui materiais e métodos ou casuística e métodos, deve permitir a reprodução de todo ou parte do trabalho por outro pesquisador que queira reproduzir este trabalho utilizando a mesma metodologia.
Tratando-se de trabalho experimental, deve-se descrever o seu desenho experimental, o que foi feito com o material utilizado na pesquisa e relatar em ordem cronológica detalhada, como foram tratados.
Se a pesquisa envolver humanos, deverá ser informado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, critérios de selecção, inclusão, exclusão se estão de acordo com a Declaração de Helsinki, autorização dos pacientes.
Informar se foi aplicado um projecto piloto para desenvolver a pesquisa utilizando a metodologia.
Quando houver pacientes nas pesquisas não colocar as iniciais dos mesmos, desta forma fica preservado o anonimato, é recomendado colocar um número para identificar os mesmos na pesquisa.
Deve-se utilizar na redacção dos métodos os verbos no passado.
A parte referente aos métodos no trabalho deve responder totalmente à pergunta: Como foi feito?

RESULTADOS

Apresentar os resultados de maneira organizada e lógica, fornecer ao leitor as informações mais representativas, extrair os dados mais relevantes e essenciais dos resultados obtidos e apresentar em um quadro coerente do panorama identificado.
Os resultados quantitativos devem ser apresentados através de tratamentos estatísticos.
É comum o uso de figuras e tabelas para ilustrar os dados apresentados de maneira a facilitar a compreensão dos resultados obtidos.
Seguir uma sequência adequada que induza o leitor a tirar suas conclusões sobre os resultados encontrados, manter uma constância na sequência nas descrições.
Os resultados devem ser descritivos e objectivos.
E responder adequadamente a pergunta: O que foi observado?

DISCUSSÃO

A discussão deve ser argumentativa, ter um carácter mais subjectivo, pode apresentar os pontos a favor ou contra as ideias dos autores que estudaram o mesmo assunto.
Pode-se também analisar, interpretar, criticar e comparar os resultados da sua pesquisa com os já existentes sobre o assunto na literatura citada; discutindo possíveis implicações, significados e razões para concordância ou discordância em relação a outros autores. A principal finalidade é mostrar as relações entre os fatos observados e demonstrar o significado dos resultados obtidos.
Deve responder à pergunta: O que se pode concluir dos resultados?

CONCLUSÕES

A conclusão consiste na interpretação dos argumentos ou dos elementos mencionados no desenvolvimento do trabalho, não admite nenhuma ideia, fato ou argumento novo.
Deve ser breve, exacta, concisa; ser decorrente da pesquisa; formulada para responder aos objectivos propostos no trabalho.
A qualidade básica de todo trabalho científico é a objectividade, portanto são os fatos ou ideias apresentados que levaram às conclusões apresentadas.
Se o trabalho não for conclusivo recomenda-se colocar Considerações Finais.


REFERÊNCIAS

As referências formam o conjunto de indicações precisas e minuciosas que permite a identificação de um documento citado no todo ou em parte durante o trabalho académico/científico. Uma referência deve oferecer os elementos fundamentais para a identificação e localização da obra citada: autoria, título, editora, ano, título da revista, informar o endereço electrónico quando disponível. Todas as referências citadas no texto deverão estar listadas no capítulo de referências seguindo as normas de acordo com a orientação dada pela faculdade ou pela publicação seleccionada para submissão do trabalho. Estas normas apresentam diferenças entre si. É possível aprender mais sobre referências consultando: “Guia de apresentação de dissertações, teses e monografias da FMUSP e também “Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso” (Parte I – ABNT, Parte II – APA, Parte III – ISO, Parte IV – Vancouver) da USP na Biblioteca Digital de Dissertações e Teses – BDTD (www.teses.usp.br, clique em Directrizes).

PERFIL DO PESQUISADOR

A educação contemporânea não deve se limitar a formar alunos para dominar determinados conteúdos, mas sim que saibam pensar, reflectir, propor soluções sobre problemas e questões actuais, trabalhar e cooperar uns com os outros. A escola deve favorecer a formação de seres críticos e participativos, conscientes de seu papel nas mudanças sociais. O pesquisador executa, cuida do método, cumpre o planejado, tem um bom cronograma, busca os objectivos, é organizado e comedido e com um esforço apenas razoável constrói um perfil de competente. As tecnologias da informação e comunicação favorecem uma nova postura frente ao processo ensino-aprendizagem, que já não se satisfaz mais com a informação transmitida pelo professor, mas prioriza o conhecimento construído pelos alunos. Saber pesquisar e seleccionar as informações para, a partir delas e da experiência, construir o conhecimento, tornou-se uma real necessidade da actual sociedade. Toda cultura científica deve começar por uma catarse intelectual e afectiva e que devemos duvidar, questionar tudo que nos chega e o que temos dentro como saber. Apresenta o espírito científico como uma característica do ser que esteja apto a construir o conhecimento científico.

CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita chega-se então a conclusão de que o mundo actual, é caracterizado pelas mudanças e conquistas científicas e tecnológicas em um ritmo vertiginoso. Não pode atribuir unicamente à escola a função de informar e educar o cidadão, pois essa apresenta uma habitual inércia e características específicas em seu ritmo educacional. É importante que nas a sermos formados nesta área de Serviço Social, saibamos os parâmetros da elaboração do projecto de investigação, proporcionando melhores ênfases na aquisição dos nossos conhecimentos.


BIBLIOGRAFIA

Conceito de Projecto de Pesquisa. Disponível em: http://conceito.de/projecto-de-investigacao. Acessado aos 28 de Setembro de 2015.
Estrutura de um projecto de investigação. Disponível em: http://www2.fm.usp.br/biblioteca/mostrahp.php?origem=biblioteca&xcod=Elabora%E7%E3o%20de%20trabalho%20acad%EAmico&dequem=Paginas%20Internas%202. Acessado aos 29 de Setembro de 2015.
A FORMAÇÃO DO ALUNO PESQUISADO. Disponível em: http://www.senept.cefetmg.br/galerias/Arquivos_senept/anais/terca_tema1/TerxaTema1Artigo12.pdf. Acessado aos 29 de Setembro de 2015.



A informatica na sociedade angolana

INTRODUÇÃO
Neste trabalho falarei sobre a Informática em Angola tenho a dizer que em Angola cada dia que passa, a informática vem adquirindo cada vez mais relevância na vida das pessoas. Sua utilização já é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas. Cresce o número de famílias que possuem em suas residências um computador. Esta ferramenta está auxiliando pais e filhos mostrando-lhes um novo jeito de aprender e ver o mundo. Quando se aprende a lidar com o computador novos horizontes se abrem na vida do usuário.


A INFORMATICA NA SOCIEDADE ANGOLANA
Eles tantas vezes como os necessitam. A educação é uma ferramenta essencial na materialização das reformas que serão necessários programarem na área dos recursos humanos, para resolver as contradições que nos expõe a nova sociedade. O desenvolvimento do sector de Informação enfatiza a necessidade de gerar e proporcionar ferramentas teóricas e metodológicas no processo de ensino e aprendizagem a distancia como espinha dorsal, que permitam trabalhar em função de traçar políticas nacionais em matéria de informação. Estas deverão ser formuladas em correspondência com o plano de desenvolvimento socioeconômico, tendo em conta os novos adiantamentos e as condições específicas de desenvolvimento do país. As Políticas nacionais de informação e telecomunicação a distancia constituem uma tarefa dos governos, baseando-se em BORRÁS, I. (1997) em seu artigo intitulado "Tecnologias de telecomunicação e educação a distancia " já que só estes podem, de uma óptica macro-social, permitir que estas se executem em prol dos benefícios que delas se derivem. A estratégia de informatização da sociedade angolana até no século X, parte da concepção de que não estavam desenvolvidas as tecnologias de informação. Resultante da necessidade de um enfoque harmônico e integral, que incorpore a geração de recursos de informação com conteúdos nacionais e estrangeiros e desenvolva a produção, distribuição e uso de bens e serviços, orientados a pôr a informação e o conhecimento em função do desenvolvimento, em que deveriam aplicares estas tecnologias. Em consequência, a necessidade de uma Política nacional de Informação está evidenciada na citada estratégia.
De facto é vantajosa à política nacional de informação e telecomunicação a distancia, em conformidade com a realidade angolana, uma vez que o país necessita de recursos humanos capacitados e abalizados em quase todos os sectores da vida política e social para implementação do referido processo. Para estabelecer uma estratégia para a introdução das TIC no ensino é necessário conhecer e divulgar as vantagens que nos reportam estas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, quais são os problemas mais comuns que se apresentam neste processo de introdução e os róis que desempenharão os professores e os estudantes. Um papel protagónico, representa o professor que passará de transmissor da informação á avaliador e estratégia em situações de aprendizagem. Os docentes terão que possuir habilidades de coordenador de projectos de equipe, sendo capazes de organizar o currículo segundo as necessidades e interesses dos estudantes, criando um entorno colaborativo para a aprendizagem. Deve-se motivar a criação de grupos de aprendizagem conjunta, que permita ao estudante trabalhar em comum para alcançar objetivos na sua maturação e êxitos pessoais com o programa do governo, ensino para todos ate ao nível médio e expansão das redes de comunicação a todo país. Facto constatado com maior realce na província de Cabinda. Verificando-se porém nas restantes províncias do país, municípios e comunas em que estudantes de diversos níveis acadêmicos ainda não conseguem abrir uma página web para as suas investigações, inaproveitado as múltiplas vantagens da internet uma vez que a temos como foco da biblioteca econômico-eletrônica onde os estudantes quase encontram toda sua solução. Este tipo de actividade não deve ser limitado a uma sala de aula concreta, centro ou comunidade. Os estudantes devem experimentar tarefas de resolução de problemas, ou melhor, de resolução de dificuldades emergentes antes de problemas preestabelecidos que são relevantes para os postos de trabalho contemporâneos e futuros. Muito se pode falar sobre o emprego das TIC para propósitos educativos, pode estar também afetado pelas diferenças individuais que possui todo ser humano e por suas atitudes inovadoras no processo pedagógico.
Estas diferenças incluem o nível de ansiedade e experiência no uso de computadores, isto elevaria o grau de motivação dos professores e estudantes. Entende-se por outro lado que o uso das TIC faz com que para alem de termos numerosas bibliotecas centralizadas em determinadas regiões, com vários PC (computadores portátil) ligados a um cabo com rede seriam solucionados todos os problemas bibliotecários. Nossos graduados universitários devem possuir habilidades para adquirir conhecimentos empregando tecnologias computacionais, para aplicá-las em suas necessidades, para atracar as conclusões judiciosas, para desenvolver trabalho em grupo e para desempenhar-se em uma comunidade global. Esta necessidade está dada em razão da importância socioeconômica que a informação reveste para o desenvolvimento, atendendo a Política nacional sobre a mesma, como o acordo da acção nacional em torno da geração, organização, comunicação e assimilação da informação que o país requer para modernizar seus processos de desenvolvimento e afincar a direção do progresso.
Requere-se uma política nacional para assegurar a execução e o funcionamento harmonioso dos recursos, serviços e sistemas de informação, e para favorecer o desenvolvimento e aproveitamento racional da infra-estrutura de informação em seu conjunto. A existência de uma Política nacional de informação garante um enfoque de integração, incumbe à optimização de recursos materiais, financeiros e humanos. Isto possibilita que a produção e distribuição eficiente, de informação, satisfaça as exigências da população. Nesta ordem propicia que as atividades produtivas, de investigação, de comercialização e de serviços, elevem a qualidade do seu processo de decisões pela vinculação crescente que tem a informação ao mesmo. Isto o faz mais racional, o qual repercurte na eficiência e competitividade de todos os sectores da vida econômica e social dos angolanos; permite a exportação de bens e serviços de informação em condições competitivas e favorece dar a conhecer o mundo á realidade nacional. A Política Nacional de Informação constitui um instrumento transcendental em favor de converter a informação em um recurso estratégico. A gerencia, eleva a eficiência da economia, embolsa o desenvolvimento da cultura nacional e contribui para defesa de Angola, todo o qual redunda em seu desenvolvimento socioeconômico, na inserção vantajosa no contexto regional e internacional e na elevação da qualidade de vida da sociedade angolana.
INFORMAÇÃO
A Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional nacional. A sua utilização como instrumento de aprendizagem e a sua acção no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.
EMPREGABILIDADE
Actualmente nenhuma empresa pode ficar sem o auxílio da informática. É através dela, que tudo é resolvido. O mundo está informatizado, A informática talvez seja a área que mais influenciou o curso do século XX. Se hoje vivemos na Era da Informação, isto deve-se ao avanço tecnológico na transmissão de dados e às novas facilidades de comunicação, ambos impensáveis sem a evolução dos computadores.
PROCURA
A informática é um campo cada vez mais significativo na vida das pessoas e nas empresas. O grau de dependência dos produtos e serviços gerados em seu torno, assumiu uma escalada global de permanente evolução. Pensar no seu desenvolvimento e aplicação às necessidades prementes do mercado angolano é necessariamente avançar para o investimento em instituições capazes de formar profissionais competentes e à altura das exigências e expectativas das empresas e das famílias.Tendo em vista o futuro, e no pressuposto de que este curso continuará a ser um dos pilares fundamentais do instituto, está prevista a sua revitalização curricular a partir de algumas medidas que, uma vez concretizadas, poderão assegurar uma melhoria da qualidade do mesmo.
A IMPORTÂNCIA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
Hoje é possível encontrar o computador nos mais variados contextos: empresarial, acadêmico, domiciliar, o computador veio para inovar e facilitar a vida das pessoas. Não se pode mais fugir desta realidade tecnológica. E a educação não pode ficar para trás, vislumbrando aprendizagem significativa por meio de tecnologias. As escolas precisam sofrer transformações frente a essa “nova tecnologia” e assim constituir uma aprendizagem inovadora que leva o indivíduo a se sentir como um ser globalizado capaz de interagir e competir com igualdade na busca de seu sonho profissional.
O ensino por meio da tecnologia ainda é bastante questionado. Muitas escolas no passado introduziam em seu currículo o ensino da Informática com o pretexto da modernidade. As dúvidas eram grandes em relação a professores e alunos. Que professores poderiam dar essas aulas? Em princípio, contrataram técnicos que tinham como missão ensinar Informática. Uma outra dúvida pairava entre os educadores: O que ensinar nas aulas de informática?
Com o passar do tempo, algumas escolas, percebendo o potencial dessa ferramenta, introduziram a Informática educativa em seus currículos, que, além de promover o contato com o computador, tinha como objetivo a utilização dessa ferramenta como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados.
Vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática não pode ser vista como meramente “mais uma tecnologia”. É uma “nova tecnologia” que oferece transformação pessoal, além de favorecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade. Dessa forma devemos entender a Informática não como uma ferramenta neutra que usamos simplesmente para apresentar um conteúdo. Devemos ter a percepção que, quando a usamos como conhecimento, estamos sendo modificados por ela e nos transformando em pessoas melhores e mais capacitadas para o mercado de trabalho.





A informática na óptica dos utilizadores é além de ser um grande avanço tecnológico do qual seria bom, todos terem acesso, mas também é muito usado e as vezes ate necessário no mercado de trabalho actual. Hoje em dia grande parte das empresas ou quase todas adoptam o uso de máquinas “Computadores” como principal fonte de trabalho.

IMPORTÂNCIA DA INFORMÁTICA
Além da parte de que o mercado de trabalho hoje em dia adopta essa tecnologia, o uso da informática faz parte de um novo aprendizado, uma nova evolução tecnológica da qual nos proporciona uma visão ampla. No caso do uso da internet á uma grande facilidade de resolver coisas (sem sair de casa) e uma visão do mundo actual através de noticias que estão disponíveis sempre para os utilizadores interessados e curiosos    
A Informática, conjunto de conhecimentos científicos e de técnicas que tornam possível o tratamento automático da informação por meio de computadores, sem dúvidas alguma está presente em todos os lugares onde a cada ano que passa ela cresce cada vez mais e vem sendo bastante exigida no mercado de trabalho, o ramo da informática está muito promissor e promete ser ainda mais. O mundo da informática é nada mais do que uma ciência que estuda as leis de informação, essa nova ciência é chamada de cibernética e é bastante complexa onde para uns é um verdadeiro paraíso, já para outros é impossível de saber tudo, mas a necessidade de ter pelo menos noções básicas de informática, o que faz com que muitas pessoas procurem por cursos para terem algumas noções, ao menos o básico de tal ciência.
Actualmente vivemos num mundo totalmente globalizado, onde a internet e os computadores servem para quase tudo o vemos no quotidiano, diversos trabalhos como por exemplo o de escrivão da polícia, podem ser facilitados com ajuda dessa tecnologia onde as máquinas de escrever antigas são substituídas por máquinas que tornam o trabalho mais rápido e eficiente. Assim por base dessas e por outras profissões onde o uso da informática é indispensável. Podemos ver a importância que ela tem para os utilizadores e para a sociedade, por isso em muitas escolas públicas de Angola foram implantadas aulas de informática básicas, para que os alunos cresçam de forma a dominarem tal tecnologia, para que eles possam assim estar facilitando um futuro ingresso no mercado de trabalho e ate mesmo uma forma de sustentabilidade futuramente. A tendência é que essa pratica se torne cada vez mais disponível e utilizável na maioria das profissões onde o tempo a eficácia podem ser aumentada de forma desproporcional, dando assim aos utilizadores profissionais uma ferramenta que facilitará seus trabalhos e os fará serem mais eficientes no que fazem. Portanto é indispensável a aprendizagem do uso de tal instrumento não somente com intuito de trabalho mas também para uma melhor convivência na sociedade globalizada que vivemos nos dias de hoje.
É importante perceber que o uso da electrónica digital apenas facilitou o trabalho no uso da informação, a necessidade do uso da informação sempre existiu
         Cursos de informática estão espalhados por toda Angola e pode ser encontrados em escolas particulares, ou através de panfletos de inclusão social que possibilita ensinar conceitos de informática a utilizadores que não têm condições de aprender em casa. 



CONCLUSÃO
Com este trabalho, podemos aprender e constatar que estão muito presentes na nossa vida e que mesmo o mais insignificante objecto, pode revolucionar o Mundo.
Este trabalho não foi difícil e achamos que, de uma maneira geral, o objectivo foi alcançado, contribuindo assim para que as pessoas comecem a reflectir sobre como a tecnologia nos afecta, mesmo que por vezes não a consigamos ver. Ela está sempre presente da mais simples à mais complexa, levando-nos a pensar o que o futuro nos guarda a nível de Tecnologias de Informação e Comunicação.



BIBLIOGRAFIA
wwwnelsondesousa.blogspot.com/.../importancia-da-informatica-na-opti...
aa-cienciasdacomputacao.wikidot.com/a-importancia-da-informatica-na-...


https://snnangola.wordpress.com/.../como-surgiu-a-internet-em-angola/
suzartinfosociety.blogspot.com/2008/03/importncia-da-informtica.html