sábado, 5 de setembro de 2015

Importância da língua portuguesa na escola

INTRODUÇÃO
A importância da Língua Portuguesa na etapa pré-escolar tem por finalidade o enriquecimento de práticas de aprendizagem, desenvolvendo nas crianças a capacidade de ler, escrever, interpretar, tendo em vista implicações gramaticais e ortográficas.
Em algumas creches, além de sensibilizar e atender às necessidades psicológicas, educacionais, culturais e sociais, é pertinente considerarem e articularem o desenvolvimento do prazer e a descontração aos conteúdos teóricos que se deseja transmitir.
A própria Língua Portuguesa pode ser trabalhada como um instrumento lúdico motivador, já que se pode, por exemplo, através de um debate, de uma composição, de uma conversa, de um jogo, estar estimulando nos alunos a formação e a manifestação de diferentes pontos de vistas; na literatura transformar um gênero literário em outro, uma notícia de jornal em conto, assim como um texto poético em crônica, porém sempre levando uma determinada situação-problema e oferecendo ao aluno várias oportunidades de atuar criativamente sobre a própria língua.



















Linguagem Oral e Abordagem da Escrita – esta área corresponde à Língua Portuguesa nos outros ciclos e inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita.
Matemática – esta área contempla as aprendizagens fundamentais neste campo do conhecimento, distribuídas também pelos grandes domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos.
Conhecimento do Mundo – esta área abarca o início das aprendizagens nas várias ciências naturais e humanas, tem continuidade no Estudo do Meio no 1º Ciclo e inclui, tal como este, de forma integrada, o contributo de diferentes áreas científicas (Ciências Naturais, Geografia e História. Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC). Ministério da educação, (2010).

Escrita pré-silábica. A criança utiliza letras, pseudoletras ou números para escrever. A escrita pode ter semelhanças com o objecto referido (hipóteses quantitativa do referente). Ao escrever frases, a criança não apresenta espaços entre as palavras e a quantidade de grafemas utilizados para escrever uma palavra ou uma frase é próxima. A mesma palavra é escrita com grafemas diferentes ao encontrar-se isolada ou inserida numa frase. Não existe verbalização antes nem durante a escrita. Faz uma leitura global. Quando se lhe pede que indique as palavras de uma frase, a criança pode recusar-se a fazê-lo ou assinala de uma forma vaga. Não respeita a ordem das palavras na frase e pode assinalar no mesmo lugar palavras diferentes.
Escrita silábica. A criança utiliza uma letra para representar uma sílaba. Varia as letras da mesma palavra e de palavra para palavra. Para escrever uma frase pode escrever silabicamente todas as palavras sem as separar ou utilizar uma letra para representar uma palavra. Por vezes, a mesma palavra é escrita de maneiras diferentes conforme o momento em que surge na frase. A criança pode escrever unicamente os substantivos, mas também os verbos e os artigos.
A verbalização é feita antes ou durante a escrita. A leitura das palavras assim como a das frases é silábica. Para indicar as palavras na frase pode haver coerência entre o pedido e o assinalado. Quando não escreve o verbo nem os artigos, recusa-se a indicá-los ou mostra os substantivos como se as outras palavras fizessem parte deles. Aparecem duas contradições: a quantidade mínima de letras (três) e a escrita de monossílabos; e a comparação da sua escrita com a dos adultos (esta tem mais letras).

  Escrita com fonetização. A escrita pode ainda ser silábica, no entanto a escolha das letras para representar as sílabas já não é aleatória.
Escrita alfabética. A criança já escreve mais ou menos uma letra por cada fonema, está quase correcta porque existe o problema da ortografia (a criança ainda não conhece as regras ortográficas).

Leitura icónica. A criança refere-se ao texto da mesma forma que à imagem.
 Hipótese do nome. A criança considera o texto como uma etiqueta da imagem, embora texto e imagem sejam tratados de formas diferentes. Normalmente, a criança utiliza o artigo indefinido quando se refere à imagem, mas elimina-o quando se refere ao texto.
Tratamento linguístico da mensagem escrita. A criança faz uma correspondência termo a termo entre fragmentos gráficos e segmentações sonoras.

CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA

A consciência fonológica constitui-se como um elemento facilitador na aprendizagem da linguagem escrita e desenvolve-se a partir desta (Alves Martins, 1996) e num sistema alfabético como é o nosso existe uma relação entre o que se diz e o que se escreve, sendo necessário analisar a língua até às unidades fonémicas. A criança deverá perceber que as letras representam fonemas audíveis e não audíveis.
O conhecimento do nome das letras facilita a memorização das unidades da fala que representam. A aquisição deste conhecimento é também muito importante, pois as crianças têm dificuldade em ouvir os fonemas. Ferreiro e Teberosky (1984) demonstraram que as crianças colocam hipóteses silábicas e não fonémicas, isto porque na corrente acústica a unidade reconhecível não é o fonema, mas sim a sílaba.
Foi apresentada, também, neste sábado temático a investigação que realizei no âmbito de um Mestrado em Psicologia Educacional que tem por título:






CONCLUSÃO

A Educação Pré-escolar, ainda que de frequência facultativa, é o primeiro degrau de um longo caminho educativo com um peso decisivo no sucesso escolar e social dos jovens, e o Jardim-de-Infância configura-se como um espaço de tempo privilegiado para aprendizagens estruturantes e decisivas no desenvolvimento da criança. Nesse processo, é inquestionável o papel e a importância da linguagem como capacidade e veículo de comunicação e de acesso ao conhecimento sobre o mundo e sobre a vida pessoal e social. Moniz, M. (2007).

























BIBLIOGRAFIA

·         www.oe i.es/quipu/portugal/preescolar.pdf
·         Repositorio.uac.pt/bitstream/10400.3/456/1/DissertMestradoMariaMargaridaTevesMoniz.pdf
·         Www.scielo.br/scielo.php?pid=S010132622004000100005&script=sci_arttext
·         www.metasdeaprendizagem.min-edu.pt/educacao-pre escolar/apresentacao/






SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR

Introdução
Tem sido afirmado que a combinação de computadores, redes de telecomunicações, informações médicas online e dados eletrônicos de pacientes pode melhorar a qualidade e as decisões inerentes ao cuidado de saúde, além de facilitar o acesso aos serviços disponíveis. Assim sendo, tem-se enfatizado a automação do prontuário do paciente, já que os sistemas de arquivo médico baseados em computadores, por mais incompletos que sejam, contribuem significativamente para melhorar a qualidade do tratamento e o controle dos custos de saúde (Lindberg e Humphreys, 1995; Rodrigues Filho, 1995).
Não há dúvidas de que as tecnologias de informação e comunicação estão nos conduzindo a uma nova era, à medida que nos aproximamos do final do século XX; contudo não podemos deixar de nos preocupar com os limites da difusão dessas tecnologias, sobretudo na área de saúde: será que todos se beneficiarão do aumento das disponibilidades de recursos de saúde online, ou estamos caminhando para uma sociedade dos que têm e dos que não têm informações? (Thomas et al., 1998). A disponibilidade da opção tecnológica que visa a uma combinação poderosa da tecnologia digital e dados é muito recente, razão pela qual os sistemas de informações clínicas desenvolvidos nos últimos vinte anos são considerados pobres em qualidade e desempenho, além de oferecerem poucas opções aos profissionais médicos (Chu, 1993).


SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR
 Um sistema de informação hospitalar integrado, como qualquer outro de área distinta, consiste em dois componentes: hardware e software. Contém diversos módulos ou subsistemas, dentro dos seguintes grupos funcionais: administração, gerenciamento de pacientes, aplicações médicas e sistema médico-técnico (vide Figura 1). Historicamente, os sistemas de informações hospitalares foram desenvolvidos para atender inicialmente às necessidades administrativas: aplicações financeiras, folha de pagamento, contabilidade etc. Em seguida enfatizou-se a automação dos sistemas médico-técnicos: patologia, radiologia, laboratórios, farmácia etc., os quais compõem também um sistema de informação hospitalar. A tecnologia da época facilitou automatizar sistemas alimentados por dados ou informações bem estruturadas, a exemplo dos sistemas administrativos e médicotécnicos. As informações necessárias ao cuidado direto do paciente diferenciam-se qualitativamente das informações que apóiam as funções administrativas. Além disto, informações administrativas podem ser coletadas retrospectivamente, mas as informações sobre o tratamento do paciente devem ser oportunas e disponíveis no ponto ou hora do cuidado.
A alegação era de que os vendedores de software estavam ainda tentando recuperar os seus investimentos destinados ao desenvolvimento de aplicações de software de épocas passadas. Infelizmente, no mundo ocidental, os vendedores de software e alguns consultores é que definem as necessidades dos usuários no tocante à definição de sistemas de informação. Conseqüentemente, a tecnologia da informação é orientada pelo mercado e não pelas necessidades do usuário, ou seja, as pessoas têm de se ajustar à tecnologia e não a tecnologia ser ajustada aos interesses do usuário, em benefício do bem-estar e qualidade de vida. Além do mais, muitas vezes quando a tecnologia da informação é introduzida nos países em desenvolvimento, tipicamente tem sido na forma de aplicações e sistemas que são “soluções do primeiro mundo” para “problemas do primeiro mundo” (Braa, 1996).
No caso específico da saúde, é preciso que os profissionais de saúde e as associações médicas e paramédicas comecem a ter papel decisivo na definição dos sistemas de informação, enquanto usuários, propondo até mesmo uma mudança de paradigma, quando necessário, em matéria de desenvolvimento de sistemas (Rodrigues Filho, 1999). É comum encontrar instituições hospitalares com sistemas de informações financeiras, contas hospitalares, folhas de pagamento e muitas outras funções, que não atendem às exigências do hospital, por serem completamente desintegradas. Nos últimos anos, as organizações hospitalares têm-se preocupado com a integração de dados administrativos e dados clínicos, como forma desejável e necessária ao seu bom funcionamento.

Para alguns, a falta de sucesso dos sistemas de informações hospitalares pode ser atribuída à falha dos planejadores de sistemas em entender o fluxo de dados clínicos; à noção errada dos administradores de acharem que as aplicações médicas são um produto das aplicações administrativas; à falha de não incluírem os usuários, sobretudo os profissionais médicos, no desenho e implementação dos sistemas de informações hospitalares, além da falta de recursos destinados ao processamento automatizado dos hospitais

SISTEMA DE REGISTRO DE PACIENTES
 Um sistema de registro de pacientes, denominado R-ATA (registro-admissão, transferência e alta), foi desenvolvido como módulo básico de um sistema de gerenciamento de pacientes, com as possibilidades de interligação com outros módulos, como se mostra na Figura 1. Esta aplicação computacional tem as seguintes funções: . Identficar ou verificar pacientes por meio de um índice de pacientes criado e mantido pelo processo de registro. O índice de pacientes deve ser mantido não só por hospitais, mas por qualquer unidade de assistência médica, sendo uma subfunção do registro.

Manter o arquivo de registro e dados demográficos como um nó comum para o sistema de arquivo médico, de modo que possa ser utilizado por outros sistemas a serem desenvolvidos. . Estabelecer o registro inicial de entrada de dados dos pacientes mediante a criação do segmento de dados demográficos, que serão usados para a criação de um índice de pacientes para o arquivo médico.. Acompanhar a movimentação do paciente dentro do hospital. . Produzir o censo de pacientes e relatórios estatísticos.. Oferecer aos outros departamentos do hospital informações comuns sobre cada paciente registrado/admitido. . Criar relatórios administrativos sobre a taxa de ocupação e média de permanência do hospital. O controle de leitos é a ferramenta gerencial que visa a assegurar que o leito, como fonte produtora de receitas, está sendo utilizado de forma eficiente. . Identificar os médicos de cada paciente. . Elaborar lista de altas hospitalares de interesse dos setores de admissão do serviço de arquivo médico, farmácia e outros departamentos. Os desafios do gerenciamento das informações de saúde, em geral, e hospitalar em particular, não dependem apenas dos avanços tecnológicos. Além da tecnologia, um estudo da melhoria do registro de pacientes deve considerar como o uso desses registros deve ser melhorado. A melhoria dos registros e a racionalidade clínica dos profissionais de saúde são tópicos que estão inevitavelmente associados, uma vez que os registros médicos refletem o processo racional clínico. Se se deseja criar melhores sistemas de registro de pacientes, o usuário deve ser reconhecido e as atividades inerentes às soluções dos problemas dos profissionais de saúde devem ser examinadas.
Problemas de Conteúdo e Formato

Os dados do prontuário médico são frequentemente ilegíveis, não acurados, fragmentados, incompletos, incompreensíveis para o paciente e seus familiares e, algumas vezes, excessivos ou redundantes. Nem sempre a documentação do prontuário é ordenada de forma lógica; a pobreza do seu formato impede uma utilização mais eficiente.

Lidar com medos e as preocupações




Introdução

    
     Este livro esta dividido em duas secções, aonde o autor Sam Cartwright Hatton, editado pela editora plátano S.A, A secção um que inclui todas as informações básicas de apoio que os pais de crianças ansiosas ou deprimidas, podem considerar úteis.

    A secção dois apresenta algumas sugestões para os pais ajudaremos filhos ansiosos ou deprimidos. Aborda ainda as ocorrências comuns da ansiedade e da depressa e as probabilidades do seu filho poder deixar de sofrer destas perturbações pois e um guia para pais e prestadores de saude. São ainda discutidas todas as diferentes causas destes problemas.

    A maioria dos pais pretendem algum tratamento para os seus filhos, mais ficam confusos com a variedade disponível (e o jangao associado) com que si defrontam.

    Ajuda também nos os pais a navegar por este labirinto, traduzindo assim  algumas rotinas, e vai ajudar a encontrar a pessoa certa e o tratamento psicológico adequado para o seu filho, com as medicações certas.

No entanto, se ainda tirem problemas depois de o ler e de tentar implementar alguns dos conselhos que aqui lhe damos, sugerimos-lhe que procure ajuda profissional para o seu filho.

Mesmo que o seu filho esteja bem, e importante ter consciência que todas as pessoas tem sintomas de ansiedade e depressão de tempos a tempos. Temos momentos em que temos muitas preocupações. Isto e normal e não deve entrar em pânico quando isto acontecer ao seu filho.

No entanto, em simultâneo, e importante que saiba que uma criança que já tenha sofrido de ansiedade ou de depressões tem mais probabilidades de voltara sentir-se mais vulnerável perante algumas dificuldades. Para minimizar a possibilidade de uma recaída, e importante que continue a utilizar todas as técnicas que aprendeu. Não se esqueça de dar muita atenção e elogios positivos ao seu filho pelos bons e confiantes comportamentos. Não se esqueça de usar disciplina positivas, como consequências ligeiras e o tempo de pausa quando elas tiverem comportamentos que não pode tolerar. Acima de tudo, não se esqueça de passar tempo de qualidade com os seus filhos todos os dias. Todas as crianças precisam disto, e o seu filho ainda maior. 


                                      
                                       
                                       DESENVOLVIMENTO

                               
                                Lidar com medos e as preocupações
    Vimos que os medos e as preocupações são comuns na infância. Por exemplo, pense em todas as crianças que conheces, Consegues lembrar-se de uma única que não tenha passado por um período de ansiedade devido a separação? (A ansiedade provocada pela separação acontece quando a criança fica perturbada por se separar de um dos pais). E totalmente norma as crianças não passarem por isto. De igual modo, e muito comum as crianças em idade pré-escolar terem medo de monstros, fantasmas, do escuro, e outras coisas mais. As crianças mais velhas tendem a desenvolver pequenos medos de animais, como cães e aranhas, sendo também muito comum os adolescentes preocuparem-se muito com o aspecto físico e com o estatuto social na escola.

    Estes medos e preocupações aparecem por uma razão. Actualmente, os psicólogos pensam que estes medos tem um propósito evolucionário. Se uma criança jovem chora quando e separada da mãe, isto significa que, se realmente a perdeu, há uma boa possibilidade de ouvir os gritos e de a encontrar outra vez.

    De igual modo, os adolescentes chegaram a um ponto em que estão a começar a tornar-se um pouco mais independentes da sua família. Por isso, este e o momento em que precisam de aperfeiçoar a sua capacidade de relacionamento com as outras pessoas.



CONSEGUENCIAS


        As consequências podem ser utilizada nos momentos em que 0 seu filhos não obedece, ou com comportamentos perigosos caso sinta que esta a usar demasiado o tempo de pausa.

     Analise o seu filho apenas uma vez, e depois, se não conseguir obter o comportamento que deseja, imponha-lhe a consequência.

    Imponha a consequência o mais depressa possível.

    Use uma consequência ligeira, apropriada, e certifique-se que não e algo assustador, nem algo que retire os direitos básicos.
    
    Uma vez imposta a consequência, mantenha-a.

    Uma vez terminada a consequência, esqueça-se dela e elogie a criança por um bom comportamento, assim que puder.

Consequências positivas

   . A televisão fica desligada durante meia hora.
   . Não jogas mais PlayStation o resto do dia.
   . Não podes ver o jogo na televisão esta tarde.
   . Vais ter de sair do parque e ir para casa agora.
   . Vais ter de fazer algumas tarefas domesticas em casa,( mas certifique-se que consegue fazer cumprir bem esta).
   . Não te dou rebuçados no caminho da escola para casa.

Consequências negativas

   . Vamos acabar com as ferias mais cedo e vamos já para casa.
   . Vais imediatamente para cama.
   . Vou dizer ao teu pai assim que ele chegar a casa.
   . Vou dar o teu gato de estimação.
   . Não vais na viagem de escola na próxima semana.
   . Ficas de castigo durante duas semanas.
   . Ficas sem jantar.


O melhor comportamento: Consiga que os seus filhos façam o que quer sem lágrimas nem birras


    Muitos pais de crianças ansiosas ou deprimidas ficam muito frustrados com os comentários que ouvem de outras pessoas, como por exemplo. Que rapazinho tão bonito, ou Que menina tão bem comportada. Apesar de os seus filhos se comportarem o melhor possível quando estão longe da segurança de casa, podem ser desastres completos com as próprias famílias. Este capitulo inclui algumas sugestões para lidar de cabeça erguida com comportamentos difíceis que todas as crianças exibem, incluindo as ansiosas e deprimidas.

    Quando os pais se deslocam as nossas consultas ensinamos-lhes sempre formas de aumentar os comportamentos agradáveis antes de terem de lidar com estes comportamentos menos desejáveis. Também o fiz na organização cuidadosa deste livro. Alguns pais acham isto frustrante. Uma questão frequente nas primeiras fases do grupo. Medicação para crianças ansiosas e deprimidas. Num mundo ideal, administrar medicação a uma criança ansiosa ou deprimida viria apenas no fim de terem sido experimentadas todas as outras abordagens (ou seja, terapia). Na realidade, as normais recentes são concordantes a este respeito tanto para a ansiedade como para a depressão.


O que provoca a ansiedade e a depressão nas crianças e nos adolescentes?

    Se eu soubesse a resposta a essa pergunta, provavelmente ganharia o Premio Nobel! A resposta mais honesta e que ninguém sabe na realidade. No entanto, temos ideias bem fundamentadas sobre os factores que as faz sentir ansiosas ou deprimidas. Irei abordar alguns dos factores que foram estudados relativos a ansiedade e a depressão. Se alguma vez ler um livro sobre a ansiedade e a depressão em adultos, vai ler exactamente a mesma coisa. Isto acontece porque, tal como mencionamos no capitulo anterior, não consideramos que existam muitas diferenças entre as versões da criança e do adulto neste tipo de perturbações.





                                  Factores genéticos e personalidades

   
    Sabemos que os nossos genes desempenham um papel muito importante nas probabilidades de virmos a ser ansiosos ou deprimidos. Algumas pessoas nascem simplesmente confiantes e ousadas, e parecem conseguir aguentar os altos e baixos da vida mesmo que tenham vidas difíceis a lidarem com os problemas.

A ansiedade e depressão são comuns durante a infância, e e comum serem ultrapassadas?

    Qual e a frequência da ansiedade e da depressão durante a infância?

    A ansiedade e depressão são surpreendentemente comuns durante a infância, e mais ainda na adolescência. Na realidade, e convicção geral que a ansiedade e a doença psicológica mais comum da infância. As estimativas sobre a frequência da ansiedade e da depressão dependem grandemente do tipo de crianças a ser estudado, do tipo de pais onde estão, e da forma como são avaliadas a ansiedade e a depressão. No entanto, num estudo recente e muito fiável de crianças da Grã-bretanha, descobriu-se que quase 1por % das crianças foram consideradas clinicamente deprimidas.

    Embora este valor possa não parecer muito alto, significa que numa sala de aulas media, com treze alunos uma ou duas crianças irão sofrer de ansiedade ou depressão. Efectivamente, descobriu-se em alguns outros estudos, que estes problemas são ainda mais comuns. De igual modo, estes resultados representam apenas uma imagem pontual de um dado momento no tempo.    



Algumas perguntas para si.

 A quem se destina este livro?

O que e a ansiedade e a depressão?

Será que algumas crianças acabam por ultrapassar estes problemas?

A ansiedade e a depressão são prejudiciais para o seu filho?

De quem e a culpa?




métodos de observação

Métodos de observação
O papel da observação dentro do processo de investigação científica nas ciências humanas tem sido amplamente estudado. Em psicologia do desenvolvimento, a observação recebeu especial atenção por parte dos teóricos (Wright, 1960; Weick, 1968 etc.), quanto aos diferentes métodos de registo e análise do comportamento infantil. Entretanto, a prática sistematizada da observação directa do comportamento tem encontrado pouco desenvolvimento, principalmente na área do diagnóstico.
A observação, como técnica auxiliar no diagnóstico, permite ao educador o delineamento de um perfil psicológico da criança, através de uma colecta sistematizada de dados, desde os níveis mais objectivos do comportamento expresso, até níveis mais subjectivos, que envolvem os aspectos implícitos de um comportamento aparente (motivos, sentimentos etc.). Sua compreensão auxilia o profissional a tomar decisões sobre seu paciente.
A complexidade do comportamento a ser analisado, sua difícil descrição e interpretação, o medo de fazer inferências, o conhecimento teórico que se supõe necessário ter, além da sensação de maior "segurança" que os testes oferecem, tornam a observação uma técnica pouco explorada. Ficou clara para nós, então, a necessidade de desenvolver uma técnica sistematizada de análise que fornecesse uma orientação do que observar e como analisar um comportamento complexo (como a situação de jogo, por exemplo).
Para tanto, foram elaborados esquemas de análise a partir da observação do jogo espontâneo de grupos de crianças frente a brinquedos comummente usados, que permitem uma descrição dos comportamentos infantis em relação a três categorias básicas: maneira de conhecer o ambiente; reacção afetivo-emocional às situações e o grau de sociabilidade através das inter-relações com os demais elementos presentes na situação.

Os esquemas de análise
Comparando-se os registros de observação, foram levantados todos os tipos de comportamento que apareceram. Esses comportamentos foram agrupados e ordenados em termos da função psicológica a que se referiam. Cada esquema de análise representa a relação entre um conjunto de comportamentos diversos relacionados com uma determinada função psicológica. Procuramos analisar os comportamentos das crianças dentro das três grandes categorias: cognitiva, afetivo-emocional e social. Na categoria cognitiva, dentro de uma primeira subcategoria de análise, temos a exploração, pela qual entendemos um reconhecimento visual e/ou manipulação de objeto(s), com intuito de descobrir sua(s) qualidade(s), causa(s), efeito(s), limite(s), sem um objetivo explícito de uso imediato dentro de um contexto maior. A exploração precedeu quase todas as atividades de jogo, ocorrendo tanto em relação ao material de brinquedo, como ao espaço, como também o reconhecimento dos limites de aceitação e reação dos colegas e dos adultos.
Como segunda subcategoria, consideramos a atenção que a criança dispensa para a execução das tarefas. Consideramos o grau de concentração (dispersa ou concentrada) e de fixação (maior ou menor persistência) na execução
de um trabalho.
Uma terceira subcategoria de análise é a percepção: capacidade de destacar a figura, que é o centro da atenção, dos estímulos que a envolvem (fundo). Consideramos a percepção detalhada do material de brinquedo e da pró-
pria situação, além da percepção das atividades dos companheiros.
A memória foi uma outra subcategoria destacada, mais especificamente
a memória recente, compreendida como a maior ou menor capacidade de reter
e evocar acontecimentos ou fatos recentes. Uma outra subcategoria de análise é quanto ao tipo de elaboração apresentado, isto é, a maneira de lidar com o material apresentado, quanto ao:
a} grau de originalidade (elaborações mais ou menos comuns); b} grau de fantasia (de conteúdo mais ou menos expressivo); c) uso ou não de símbolos (ao nível concreto - que usam características reais do objeto - ou a um nível
simbólico - nível de "faz-de-conta", sendo que a criança atribui aos objetos
um significado próprio para aquele momento que pode independer total ou
parcialmente do significado concreto do objeto ou da situação).
Outra subcategoria de análise foi quanto à linguagem. Vários aspectos
da linguagem foram analisados: vocabulário (amplo ou restrito), dicção (boa
ou não), tamanho da sentença, construção gramatical (correta ou não), tipo
de sentença (afirmativa, negativa, interrogativa, exclamativa, condicional) e o
nível de comunicação entre o grupo (verbal e não-verbal).
A última subcategoria cognitiva foi quanto a maior ou menor facilidade
em tomar iniciativa.
Dentro da categoria afetivo-emocional, descreve-se a maneira individual
de cada criança expressar qualitativamente o que sente e o tipo de adaptação
que está realizando na situação que vive.
A. Quanto ao nível de expressividade emocional frente ao contato com outros
companheiros dentro de um grupo:
a) independência/dependência (independente seria aquela criança que age com autonomia, sem necessidade de aprovação ou apoio; a dependente seria aquela que não tem autonomia, necessita de aprovação e apoio);
b) retraimento/exibicionismo (a criança retraída apresenta uma inibição de ação além de um isolamento; a exibicionista possui necessidade de se sobressair, de confirmar sua autoridade de grupo);
c) timidez/expansividade (a criança tímida apresenta receio, acanhamento,
embaraço; a criança expansiva é desembaraçada,. ousada, desenvolta);
d) agressividade: aparece tanto sob. uma forma direta, através de agressões
físicas, como indiretamente, através de uso de símbolos;
e) maior ou menor possessividade (entende-se por possessão a capacidade da criança de reter e juntar para si o maior número de objetos). B. Quanto à manifestação de expressões emocionais: encontramos o choro, o riso, a raiva, a insatisfação (descontentamento) e a impulsividade.
Dentro da categoria social, analisou-se o grau de maturação social de cada criança, tendo em vista sua capacidade de se integrar num grupo (definida tanto pela sua maior ou menor capacidade de estabelecer contato com os outros membros, como pela expressão da vontade de participar), nível de participação dentro do grupo e seu comportamento em relação às regras.
Quanto ao tipo de participação dentro do grupo, foram diferenciados quatro tipos: competição (que envolve uma participação conjunta das crianças em direção a um objetivo comum, mas a ser conquistado separadamente); cooperação (envolve uma participação conjunta das crianças numa tarefa com determinado objetivo, de tal maneira que o resultado final denota uma soma de esforços individuais); submissão (implica a aceitação de tarefas ou regras sugeridas pelos colegas sem contestação nem voto de participação na elaboração das idéias); rebeldia (não-aceitação sistemática das idéias propostas).

Analisando o grupo, dois aspectos foram levantados: papéis que aparecem e a estruturação do grupo. Quanto à caracterização dos papéis, nota-se a existência de papéis complementares (pai-filho, por exemplo) com a aceitação ou não da complementariedade pelo colega e a maior ou menor persistência (duração) no desempenho dos papéis. Analisando a estrutura do grupo, cada elemento pode ser líder (aquele que centraliza, orienta ou coordena as idéias, atividades e interesses do grupo), povo (a criança que segue as determinações do líder), elemento de triangulação (aquela criança que funciona comocatalisadora entre os outros dois membros do grupo, amenizando a competição) e o excluído (aquele indivíduo que não participa do grupo, tanto por vontade própria como por não ser aceito pelos outros).

Comercio Internacional e Desenvolvimento

Comercio Internacional e Desenvolvimento
Perceberemos, ao longo da história, que o livre-comércio nunca foi integralmente implementado, nem sequer pelos seus defensores. Mesmo a Inglaterra só liberalizou significativamente suas tarifas externas na segunda metade do século XIX, quando sua economia estava consolidada. Na verdade, o período de maior liberalização do comércio naquele século durou de 1860 a 1872 (BAIROCH, 1993).
 Portanto, apenas 12 anos! Por sua vez, economistas liberais e influentes dos Estados Unidos e da Alemanha pregavam abertamente a necessidade da protecção à indústria infante, até que esta
estivesse sólida e em condições para competir no mercado mundial com seus equivalentes mais estruturados e competitivos.

Frequentemente se apelava, também, para o proteccionismo como forma de lidar com as crises económicas e a recessão, pois diante da escassez de divisas e do aumento do desemprego estimulava-se a substituição de importações e a produção doméstica por intermédio da elevação de tarifas externas. Desde sua independência, os Estados Unidos aplicaram esse mecanismo diversas vezes, notadamente para enfrentar os efeitos da crise de 1929, a mais grave de todas e, na verdade, mais que uma recessão: uma
depressão económica.

Apesar do discurso em defesa do livre-comércio, que em tese harmonizaria o mercado mundial, pois todos competiriam dentro das mesmas regras, as maiores potências se sobressairiam a partir do comércio dos bens que tinham maior capacidade para produzir e dos produtos nos quais detinham mais vantagens comparativas.

Crescimento Equilibrado
Pressupõe um crescimento mais rápido dos sectores e indústrias cujos outputs têm uma baixa elasticidade do rendimento face à procura.
É necessário que a estrutura da capacidade produtiva adicional seja equivalente à estrutura da procura adicional. Em termos mais simples, pode ser entendido como o crescimento simultâneo de todos os sectores de uma economia, tais como a indústria e a agricultura; esta experiência de crescimento adequa-se a uma economia fechada. Uma versão simplificada do crescimento equilibrado é o crescimento proporcional de todos os outputs, conceito utilizado pelo modelo de crescimento de von Neumann (1945).
Muitas vezes, o país cresce, mas o povo fica abandonado por causa de políticos corruptos que desviam uma grande quantia de dinheiro e deixam o povo cada vez mais em situação precária.
Nada fazer em relação a estas pessoas que usurpam seus deveres para com a nação está igualmente relacionada a se calar e fechar os olhos às atrocidades que normalmente são cometidas por governos em regimes de ditadura militar. Por isso, é necessário que a população reclame seus direitos, e fique atento às acções de seus governantes, para que futuramente sejam eleitos pessoas mais dignas, e menos tendenciosas a deslizes.

Monetarismo e Industrialização
Monetarismo é uma teoria económica que defende que é possível manter a estabilidade de uma economia capitalista através de instrumentos monetários, pelo controle do volume de moeda disponível e de outros meios de pagamento.
Posteriormente, e fundamentalmente por acção de Milton Friedman e seus seguidores, o Monetarismo desenvolveu-se fortemente em termos conceptuais e de adesão, entrando em muitas situações em conflitos teóricos com a visão dominante e keynesiana da Economia. Um marco importante do Monetarismo foi a publicação em 1956 da obra de Friedman (Estudos sobre a Teoria Quantitativa da Moeda), onde este autor defendeu que, a longo prazo, um maior crescimento monetário gera um aumento dos preços mas tem pouca ou nenhuma influência sobre o produto, ao mesmo tempo que, no curto prazo, os aumentos da oferta monetária provocam o aumento do emprego e da produção.
Industrialização é um tipo de processo histórico e social através do qual a indústria se torna o sector dominante de uma economia, mediante a substituição de instrumentos, técnicas e processos de produção, resultando em aumento da produtividade dos factores e a geração de riqueza.
Karl Polanyi chama o processo iniciado pela industrialização de “O Moinho Satânico”, pois é nesse período que ocorre uma desarticulação da sociedade, transformando a economia em economia de mercado e estabelecendo o capitalismo como sistema.
 A Industrialização causa impactos que vão muito além da utilização de máquinas, representa novas formas de organização social pela lógica de lucro que introduz, fazendo com que as relações sociais passem a fazer parte da economia, e não o contrário.






Exemplo de um cronograma normal para um hospital


a personalidade

Personalidade é como se viu um conceito complexo com vários factos de modo útil e compreensivo é uma difícil tarefa para os estudiosos do assunto. Sabendo que não a personalidade idênticas como não existe duas pessoas idênticas embora muitas pessoas possuam traços em comum. Personalidade e temporal pertence a uma pessoa que nasce vive e morre.
A personalidade existe função de um meio no qual procura adaptar-se a pertencendo a um ser vivo, tem que sofrer um processo de desenvolvimento. Neste sentido cada indivíduo tem sua história pessoal e esta é a unidade básica a ser levada em conta no estudo da personalidade.



Personalidade é o conjunto das características marcantes de uma pessoa, é a força activa que ajuda a determinar o relacionamento das pessoa baseado em seu padrão de individualidade pessoal e social, referente ao pensar, sentir e agir.
Personalidade é um termo abstracto utilizado para descrever e dar uma explicação teórica do conjunto de peculiaridades de um indivíduo que o caracterizam e diferenciam dos outros.
A personalidade tem várias facetas que são considerados como parte integrante dela, e que influenciam as atitudes de cada pessoa. A forma física pode influenciar na auto estima, de maneira positiva ou negativamente alterando o comportamento e a percepção que a pessoa tem de si. O temperamento é responsável pelo comportamento afectivo, à excitação e atenção.
A personalidade também é influenciada pela inteligência e criatividade onde, através dela, consegue-se encontrar soluções diferentes para as coisas, havendo a abertura diante de novas experiências, apresentando uma competência social, onde demonstra capacidade de defender ou impor os seus interesses e a capacidade de construir relacionamentos.
A personalidade é ligada à postura de valores, a tendência de julgar determinados objectivos, como a liberdade, ou disposições de acção como a honestidade, como desejável ou não. As pessoas que tem um postura curiosa valorizam as novidades, já as ansiosas valorizam a segurança. A personalidade pode ser classificada pelas atitudes, pela auto-estima, como o juízo que a pessoa faz de si mesma, o bem estar, que representa também um traço da personalidade, e que tem a ver com a parte subjectiva da saúde mental seja qual for a fase do desenvolvimento a personalidade apoia-se na estrutura física do indivíduo a qual chamados constituição. Nesta há um conjunto de características individuais hereditários que podem ou não se desenvolver nas interacções como meio.







A ESTABILIDADE DA PERSONALIDAE
A pesquisa empírica conseguiu determinar quatro princípios para descrever a estabilidades dos traços de personalidade.
Quanto maior o intervalo entre a primeira e a segunda medição, maior a mudança ou seja, os traços da personalidade se modificam o passar do tempo.
Em diferentes áreas de personalidade também é diferente – por exemplo: durante a vida a inteligência tem uma estabilidade muito alta; já a temperatura tem uma estabilidade mediana enquanto a auto-estima pode variar.
Muito traço da personalidade são tanto mais estáveis quanto mais estáveis é o ambiente social – assim mudanças busca no ambiente pode trazer consigo mudanças na personalidade da pessoa.
Na infância, quanto mais cedo é feita a primeira medição, mais instáveis são os traços da personalidade isto é, com o aumento da idade há uma tendência de estabilização das características da personalidade, se bem que na puberdade passa haver alguns momentos passageiro de estabilidade. Duas razões são apresentadas para esses aumentos na estabilidade da personalidade.
Na decorrência do desenvolvimento a auto-imagem torna-se cada vez mais estável – o conhecimento a criança tem de si mesmo cresce com o tempo, se o ambiente for relativamente estável, também a estabilidade nas formas de reacções a ele cresce.
O aumento da idade aumenta também a possibilidade de a criança modificar o seu ambiente a fim de que ele se adquire a própria personalidade – a criança pode escolher as actividades que lhe agradam, as amigas.
Mão apenas os traços individuais tendem a se tornar cada vez mais o perfil geral da personalidade também tende a uma crescente esta, estabilidade.  



A psicologia da personalidade é área que estuda e procura explicar as particularidades humanas que influenciam o comportamento. A personalidade humana como conjunto de características que determinam os padrões sociais e pessoais de uma pessoa, sua função é um processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. No senso contém o termo personalidade é usado para escrever características marcante de uma pessoa como essa pessoa é extrovertida ou timidez.
A personalidade está relacionada as mudanças de habilidades, atitudes, emoções, despejos e ao modo constante e particular do indivíduo perceber, pensar, sentir e agir, além da interferência de factores culturais e sociais nessas características.



CONCLUSÃO
Acerca do trabalho acima desenvolvido, o grupo chegou a concluir que, a personalidade é o conjunto das características marcantes de uma pessoa, é a força activa que ajuda a determinar o relacionamento das pessoa baseado em seu padrão de individualidade pessoal e social, referente ao pensar,  sentir e agir.
Personalidade é um termo abstracto utilizado para descrever e dar uma explicação teórica do conjunto de peculiaridades de um indivíduo que o caracterizam e diferenciam dos outros.
A personalidade também é influenciada pela inteligência e criatividade onde, através dela, consegue-se encontrar soluções diferentes para as coisas, havendo a abertura diante de novas experiências, apresentando uma competência social, onde demonstra capacidade de defender ou impor os seus interesses e a capacidade de construir relacionamentos.



Carver, Charles S. & Scheier, Michael F. (2000). Perspectives on personality. Boston: Allyn and Bacon. ISBN 0 2055 2262 9




O currículo e construção da escola

Introdução
As teorias do currículo numa perspectiva histórica é um conjunto de conhecimento, estratégias e aplicações em torno de determinadas propostas relacionadas ao processo pedagógico.
A escola que é capaz de se constituir de transformar antes de qualquer coisa, deve saber recriara-se transformar-se continuamente em ideias básicas que segundo é capaz de definir a escola no contexto actual.
A natureza do conteúdo no currículo merece ser analisada de forma critica face as circunstancias e necessidades actuais. Mas para isso importa olhar ao currículo como uma realidade socialmente constituída que caracteriza a escola como instituição em cada época, e abandonarmos uma visão naturalista de currículo como figurino estável de disciplinas.













1.1 O currículo e construção da escola
O século XX trouxe mudanças nas diversas áreas: Politica, Económica, Segurança Educação e Tecnologia. Essas mudanças ou revoluções para alguns especialistas e nem tanto para os seus críticos possibilitaram a criação a sua criação de um novo cenário para a educação, levando as pessoas a buscarem novas formas de compreender o mundo e as suas modificações.
A globalização e as mudanças por elas provocadas também atingiram a educação e a sua forma de actuar na sociedade. A sua função, seus objectivos sua missão, os valores e os princípios pelos quais a educação se constrói. A escola, desde a sua constituição atendia as elites, funcionário importantes e o estado.
Atendia também a manutenção das ideologias dominantes, através da transmissão de conhecimentos e comportamentos reconhecidos como de interesse de quem mantinha o poder. Com a industrialização e crescimento de uma nova classe poder e das necessidades de pessoas para o trabalho e melhor formação para poder atender a demanda, as escolas passaram a ter a função de preparar pessoas para o mundo do trabalho. Passamos a ter duais escolas: a das elites e a dos pobres.











1.2 O currículo e o sistema de ensino
O currículo estabelece relações com outras instâncias ou sistemas interdependentes que conhecemos como sistema educacional. Nas relações de fronteira com os participantes do sistema emergem actividades experiências e actividades ate então ocultas ou não reconhecidas das comunidades educativas.



















1.3 A escola como espaço de aprendizagem colectiva na gestão do processo pedagógico
Para que as acções desenvolvidas na escola, via implementação do seu projecto pedagógico, sejam capazes de efectivarem sua finalidade, as instituições a que se transformarem em organização que age e aprende colectivamente.
Na construção do seu projecto pedagógico a organização estará tomando decisões que definirão a sua finalidade para que tal identidade se estruture, é fundamental que todos os autores, na implementação da proposta sejam autores na sua constituição, logo, o princípio da participação colectiva é fundamental. O processo de planejamento e gestão da proposta formativa realizada de forma colectiva irá desenvolvendo o sentimento de pertença gerando decisões ou seja configurando colectivamente a identidade da organização.
Para que a escola e os profissionais que a compõem adaptam, construam, desenvolvam e avaliam colectivamente projectos pedagógicos próprios e inovadores, é necessário que haja capacidade de aprender na acção que realizam. No entanto, essa aprendizagem tem sido dificultada por uma variedade de obstáculo tanto interno como externo a escola e aos indivíduos. No que se refere acções pedagógicas é importante examinar os empecilhos que são inerentes ao modo como os profissionais que actuam na escola vêem e significam os processos educacionais. Os obstáculos para aprenderem e processarem a mudança podem ser ocasionados pelo paradigma ou pelos modelos mentais adoptados.
O projecto curricular é esboçado, negociado e concretizado no plano curricular desenvolvido desde que a escola se perceba se constitua e actuam como comunidade.
No currículo concebido como realidade interactiva na qual incide representação e acção, aprendizagem se constitui fim propósito e o meio, metodologia no processo de planejamento, desenvolvimento e avaliação do currículo escolar faz necessário o posicionamento pautado na argumentação, que se exige ampla fundamentação própria e actualizado isso tanto de parte de cada um dos profissionais da escola como do conjunto dos seus protagonistas.
Conclusão
O grupo concluiu que o currículo em outras palavras é o coração da escola, o espaço central em que todos actuamos o que nos toma, nos diferentes níveis do processo educacional, responsáveis por sua colaboração. O papel do educador no processo curricular é fundamental ele é um dos grandes artífices, queira ou não da construção dos curriculum nas escolas nas salas de aulas.
em suma assim em síntese, podemos definir a escola que se requer no contexto como uma comunidade critica de aprendizagem.              



















Referências bibliográficas
Internet
Ana Maria, O currículo escolar 2º edição