sábado, 22 de agosto de 2015

A narrativa

INTRODUÇÃO

O presente trabalho insere-se na abordagem essencial da narrativa que por sua vez podemos dizer que é um discurso capaz de evocar, através da sucessão de fatos, um mundo dado como real ou imaginário, situado num tempo e num espaço determinados. Neste contexto é evidente a enunciação dos seus elementos que o coadjuvam para a sua melhor percepção. Sendo assim a pesquisa feita nos levará até ao ponto de percebermos as suas características e outros elementos que constituem a narrativa.

A NARRATIVA

A narrativa literária costuma se apresentar em forma de prosa, mas pode ser também em versos  (epopeia, romanceiros). No século XX, a partir do estruturalismo, surge uma espécie de teoria semiótica da narrativa (ou narratologia) que propõe-se estudar a narratividade em geral (romances,  contos,  filmes,  espectáculos,  mitos,  anedotas,  canções,músicas,  vídeos). Encabeçados por Roland Barthes, estes estudos pretendem encontrar uma "gramática" da narrativa, mais ou menos como Saussure encontrara para a fala. É a partir daí que surgem as fichas de leitura e os estudos sobre o narrador, os actantes, as estratégias narrativas de determinada escola, entre outros.
Roland Barthes, mestre no estudo da narrativa, afinal dos tempos só Deus pode acabar com o mundo.
A narrativa está presente em todos os tempos, em todos os lugares, em todas as sociedades, começa com a própria história da humanidade. (...) é fruto do génio do narrador ou possui em comum com outras narrativas uma estrutura acessível à análise".

Acção

A acção é o conjunto de acontecimentos que acontecem num determinado espaço e tempo.  Aristóteles, em sua Poética, já afirmava que "sem acção não poderia haver tragédia". Sem dificuldade se estende o termo tragédia à narração, e assim a presença de acção é o primeiro elemento essencial ao texto narrativo.

Estrutura da narração

É a palavra que expressa compreensão a acção da narrativa é constituída por três acções: Intriga, Acção principal e Acção secundária.
·         Intriga: Acção considerada como um conjunto de acontecimentos que se sucedem, segundo um princípio de causalidade, com vista a um desenlace. A intriga é uma acção fechada.
·         Acção principal: Integra o conjunto de sequências narrativas que detêm maior importância ou relevo.
·         Acção secundária: A sua importância define-se em relação à principal, de que depende, por vezes; relata acontecimentos de menor relevo.
A narração consiste em arranjar uma sequência de fatos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa. O texto narrativo é baseado na acção que envolve personagens, tempo, espaço e conflito. Seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo.

Sequência

A acção é constituída por um número variável de sequências (segmentos narrativos com princípio, meio e fim), que podem aparecer articuladas dos seguintes modos:
·         Encadeamento ou organização por ordem cronológica
·         Encaixe, em que uma acção é introduzida numa outra que estava a ser narrada e que depois se retoma
·         Alternância, em que várias histórias ou sequências vão sendo narradas alternadamente pela forma que foi escrito. Esse eu lírico deve ser mais abrangente de forma que o leitor se familiarize com a leitura.
A acção pode dividir-se em:
·         Situação inicial ― é o momento do texto em que o narrador apresenta as personagens, o cenário, o tempo, etc. Nesse momento ele situa o leitor nos acontecimentos (fatos).
·         Desenvolvimento ― é nesse momento que se inicia o conflito (a oposição entre duas forças ou dois personagens). A paz inicial é quebrada através do conflito para que a acção, através dos fatos, se desenvolva.
·         Clímax ― momento de maior intensidade dramática da narrativa. É nesse momento que o conflito fica insustentável, algo tem de ser feito para que a situação se resolva.
·         Desfecho ― é como os fatos (situação) se resolvem no final da narrativa. Pode ou não apresentar a resolução do conflito.

Tempo

·         Tempo cronológico ou tempo da história - é o tempo em que a acção acontece.
·         Tempo histórico - refere-se à época ou momento histórico em que a ação se desenrola.
·         Tempo psicológico - é um tempo subjectivo, vivido ou sentido pela personagem, que flui em consonância com o seu estado de espírito.
·         Tempo do discurso - resulta do tratamento ou elaboração do tempo da história pelo narrador. Este pode escolher narrar os acontecimentos:
·         Por ordem linear e neste caso poderá falar-se numa isocronia;
·         Com alteração da ordem temporal (anisocronia), recorrendo à analepse (recuo a acontecimentos passados) ou à prolepse (antecipação de acontecimentos futuros); Ex: acontecimento 3-1-5-2 etc.
·         A um ritmo temporal ( medido pela relação entre a duração da história, medida em minutos, horas, dias, ect... e a duração do discurso medida em linha e páginas) igual ou semelhante, estamos de novo perante uma isocronia;
·         A um ritmo temporal diferente (anisocronia), neste caso o narrador pode servir-se elipses (omissão de acontecimentos), pausas (o tempo da história para dar lugar a descrições, por exemplo) e de resumos ou sumários (resumo de acontecimentos pouco relevantes ou preparação para eventos importantes).

Personagens

·         Antagonista: Que actua em sentido oposto; opositor; adversário. Personagem que é contra alguém ou algo.
·         Personagem secundária: assume um papel de menor relevo que o protagonista, sendo ainda importante para o desenrolar da acção.
·         Figurante: tem um papel irrelevante no desenrolar da acção, cabendo-lhe, no entanto, o papel de ilustrar um ambiente ou um espaço social de que é representante.

Composição

·         Personagem modelada, redonda ou esférica: dinâmica, dotada de densidade psicológica, capaz de alterar o seu comportamento e, por conseguinte, de evoluir ao longo da narrativa.
·         Personagem plana ou desenhada: estática, sem evolução, sem grande vida interior; por outras palavras: a personagem plana comporta-se da mesma forma previsível ao longo de toda a narrativa.
·         Personagem tipo: representa um grupo profissional ou social.
·         Personagem colectiva: Representa um grupo de indivíduos que age como se os animasse uma só vontade.

Caracterização

·         Directa
·         Auto caracterização: a própria personagem refere as suas características.
·         Hetero caracterização: a caracterização da personagem é-nos facultada pelo narrador ou por outra personagem.
·         Indirecta: O narrador põe a personagem em acção, cabendo ao leitor, através do seu comportamento e/ou da sua fala, traçar o seu retrato.

Espaço ou ambiente

·         Espaço ou Ambiente físico: é o espaço real, que serve de cenário à acção, onde as personagens se movem.
·         Espaço ou Ambiente social: é constituído pelo ambiente social, representando, por excelência, pelas personagens figurantes.
·         Espaço ou Ambiente psicológico: espaço interior da personagem, abarcando as suas vivências, os seus pensamentos e sentimentos.
O espaço ou ambiente pode ser desde uma praia a um lago congelado. De acordo com espaço ou ambiente é que os fatos da narração se desenrolam.

Narrador

·         Participação
·         Heterodiegético: Não participante.
·         Autodiegético: Participa como personagem principal.
·         Homodiegético: Participa como personagem secundária.
·         Focalização: É a perspectiva adoptada pelo narrador em relação ao universo narrado. Diz respeito ao modo como o narrador vê os factos da história.
·         Focalização omnisciente: colocado numa posição de transcendência, o narrador mostra conhecer toda a história, manipula o tempo, devassa o interior das personagens.
·         Focalização interna: o narrador adopta o ponto de vista de uma ou mais personagens, daí resultando uma diminuição de conhecimento. (e.g.: na saga Harry Potter o narrador adopta o ponto de vista do personagem principal apenas, no caso, o bruxo Harry)
·         Focalização externa: o conhecimento do narrador limita-se ao que é observável do exterior.
·         Focalização neutra: O narrador não expõe seu ponto de vista (este modo não existe na prática, apenas na teoria).
·         Focalização restritiva: A visão dos fatos dá -se através da ótica de algum personagem.
·         Focalização interventiva : O autor faz observações sobre os personagens (típica dos romances modernos - Machado de Assis)

Sucessão e integração

Toda narrativa consiste em um discurso integrando uma sucessão de acontecimento de interesse humano na unidade de uma mesma acção. Onde não há sucessão não há narrativa, mas, por exemplo, descrição, dedução, efusão lírica, etc. Onde não há integração na unidade de uma acção, não há narrativa, mas somente cronologia, enunciação de uma sucessão de fatos não relacionados".



Totalidade de significação

A totalidade de significação é apontada por Greimas como outro elemento fundamental da narrativa. Ainda que aparentemente o leitor não entenda um texto, há de ter nele uma significação para que se configure como história, como narração.

Em prosa e verso

Apesar de aparecer comummente em prosa, a narração pode existir em versos. Os exemplos clássicos são as epopeias, como a Odisseia, ou os romanceiros, como o Romanceiro da Inconfidência. Mas poemas como O Caso do Vestido e Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade, são verdadeiras narrativas em versos, com acção, personagens, sucessão, integração e significação.



CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita, chega-se então a conclusão de que as narrativas são expressas por diversas linguagens: pela palavra (linguagem verbal: oral e escrita), pela imagem (linguagem visual), pela representação (linguagem teatral) etc. Os seus elementos dão a sequência de fatos interligados que ocorrem ao longo de certo tempo e possui elementos básicos na sua composição. Assim a pesquisa feita teve ênfases e melhoramentos na forma da percepção por nossa parte. Neste aspecto a ideia tida pelo Docente é considerada como uma das melhores porque assim o estudante aperfeiçoa mais os seus conhecimentos.



BIBLIOGRAFIA

A narrativa: https://pt.wikipedia.org/wiki/Modo_narrativo. Acessado aos 20 de Agosto de 2015.
GAGNEBIN, J. M. História e Narração em Walter Benjamin. São Paulo: Perspectiva, 1994.



ÍNDICE



segunda-feira, 3 de agosto de 2015

delinquencia juvenil em luanda


INTRODUÇÃO

Surgimento da delinquência juvenil em Angola tal como qualquer outra sociedade humana esta a sujeitar a se subter a este fenómeno social que afecta todas as sociedades do mundo inteiro, pelo simples facto de que quando houve famílias, haverá sempre delinquência juvenil só que com o passar dos tempos este mal terá tendecia negativas sobre as sociedades subdesenvolvidas como é o caso de Angola. Porque os jovens em Angola querem ter a mesma liberdade dos povos europeus, e americanos que vem na televisão e revista, sem estarem cientes do que o pais não oferece condições adequadas para lhes favorecer o clima de libertinagem que os jovens europeus e americanos de famílias ricas.
1-      Primeiro porque a maior parte das famílias angolanas vivem em condições não muito precárias, ou luxuosas, mais na medida do possível. É que os pais mal têm para alimentar os seus filhos imagina ter que lhe fazer a vontade, atendendo os seus vícios (como por exemplo atendendo o pedido de grandes festas que estes realizam, que sempre acabam em trigos ferimentos e morte; embriagueis e acidentes)
2-      Segundo porque os jovens angolanos hoje não querem nada com estudo, querem todos seres americanos e brasileiros, só tchilar e cair na noite que eles estão hoje a levar.



CAUSAS DA DELINQUENCIA JUVENIL

A delinquência juvenil em angola tem as causas que as maioria dos angolanos já conhecem muito bem a pobreza não é um escepção sabemos que o pais esta mergulhado num conflito armado que atrasou por completo desenvolvimento técnico social, económico e politico sabemos também que a guerra atrasou o que de bem serio angola hoje.
Mais com alguns anos de paz fomos empurrados de forma venturosa pela essa correria da globalização, tardou mas conseguimos, estar por e posso com outros países como Namíbia e Africa do Sul num pé de igualdade em termos de desenvolvimento social e económico (sem esquecer a cultura. os que os jovem aprendem de ruim nas televisões interiores, e revistas não ter visto na TPA, mas sim nas televisão internacionais, como as parabólicas. Neste contexto o governo nada pode fazer se não saber conscielizar os jovens, e capitá-los nas escolas e instituições afins.       

FACTORES QUE INFLUENCIA NA DELIQUENCIA

1-      Pobreza: pobreza aflije 85% dos familiares am Angola. Parece mentira mais muitas famílias em Angola se tem destruídos por causa da pobreza, o cabeçalho da família não se contem com apenas uma mulher querendo sempre ter mais um que com ele a sombras de filhos se arrastando por esta Angola e fora deixando, algumas mulheres com com a casa para criar os filhos sorinhos o que passar dos tempos, os filhos começam por odiar seus pais e mais tarde a sociedade em geral. Provocando conflitos miúdos nas escolas e mais tarde, quando crescido o delinquente perfeito que a policia precisava para ganhar o dia e prencher mais uma sala com bastardos.
2-      Educação: numa sociedadde marcada por uma crescente crise de valores, como é o caso da nossa sociedade angolana, tento em conta as perspectivas acima abordadas gostaríamos de reflectir sobre o papel da educação no projecto de construção de uma nova sociedade.
A educação senhores é a predra basilar de desenvolvimento de quakquer noção, através do qual o presente é edificado e o futuro é garantido, é acima de tudo através dela, numa sociedade democrática e emergente que vivemos, que criamos as condições para a formação de uma povo conscientes de seus deveres, direitos e obrigações, pós somente projetando bons educando e e educadores visualizaremos perspectivas e horizontes positivos e benefícios numa amanhã vidouro.

OBJECTIVO

         O combate a este problemas devia começar na escola, na idade em que ainda se conse educar uma criança de modo a esta pode distinguir o bem do mal, o certo do errado. Parece simples e demasiado fácil, mais temos que começar por alguns lados. Se conseguirmos que uma criança, habituado no seu dia a dia a assistir a situações ilícitas e moralmente condenáveis, adquira essa percepção básica do que é viver  em sociedade, é o principio para se poder redor drasticamente a delinquência juvenil em Angola.
        Actualmente as ciências sociais em geral e a psicologia em particular fornecem bens instrumentos de análise e compreensão da delinquência. No entanto Quão longe estão das abordagens científicos muitos das instruções que, no vosso país de denominam de acolhimento e reabilitação de jovens marginalizados, muitos deles delinquência quão distantes a instâncias políticas de uma estratégia seria. Cujo o objectivo seja verdadeiramente o combate a delinquência e não aos delinquentes.

DESENVOLVIMENTO

       Sabemos também que outras pessoas da família, mas não constituem uma família biológica propriamente dita assim como aquelas pessoas que formam as instituições e as igrejas.
       Um iten muito forte também é observado cá em Angola sabemos que a nossa cultura é tradicionalmente africana, enrrurizado nas mais tradições, terras africanas de Angola, os muitos costumes enrraizados, que viemos adquirindo com o passar dos tempos são frutos da inculturação, que fomos todos influenciados, com isto. Estamos numa era de desenvolvimento Angola acorda apouco dos encombros da guerra tribal que foi vítima e seus filhos.
Guerra esta que progelizou uma toda sociedade com atrocidades, violações, muitos males sofreu a nossa sociedade nas 18 províncias.



CONCLUSÃO

Ao concluir o meu levantamento, a delinquência juvenil tem – se tornando num problema muito grave e com consequências preocupantes na sociedade angolana nos últimos anos. Talvez por existir cada vez mais informações sobre as praticas destes jovens, na sua grande maioria inodortada ou simplesmente necessitados aparecem agora vocês que tentam sensibilizar a opinião pública para a solução desta questão.
Os tribunais conhecem cada vez mais casos de furto. Passe de ornas e de drogas agressão e abuso sexual praticados por jovens que ainda não atingiram a idade adulta.
Na sua grande maioria provenientes de bairros degradados e de famílias não acompanhantes, os jovens delinquentes, vão formando ideias e adquirindo comportamentos agressivos do ponto de vista sócio-moral.














BIBLIOGRAFIA

Faculdade de psicologia de ciências da educação de universidade de Coimbra «POSTED BY CHINHO ROCHA» DELINQUÊNCIA      


SIGNIFICADO DE COMUNICAÇÃO

INTRODUÇÃO


Neste trabalho abordarei sobre a Comunicação, a comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo. Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui temas técnicos (por exemplo, as telecomunicações), biológicos (por exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (por exemplo, jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e média)

SIGNIFICADO DE COMUNICAÇÃO

A comunicação é uma palavra derivada do termo latino "communicare", que significa "partilhar, participar algo, tornar comum".
Através da comunicação, os seres humanos e os animais partilham diferentes informações entre si, tornando o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade. Desde o princípio dos tempos, a comunicação foi de importância vital, sendo uma ferramenta de integração, instrução, de troca mútua e desenvolvimento. O processo de comunicação consiste na transmissão de informação entre um emissor e um receptor que descodifica (interpreta) uma determinada mensagem.
A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face a face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a internet, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação mediada.
O estudo da Comunicação é amplo e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor. Hoje, é interessante pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.
A mensagem é codificada num sistema de sinais definidos que podem ser gestos, sons, indícios, uma língua natural (português, inglês, espanhol, etc.), ou outros códigos que possuem um significado (por exemplo, as cores do semáforo), e transportada até o destinatário através de um canal de comunicação (o meio por onde circula a mensagem, seja por carta, telefone, comunicado na televisão, etc.).
Nesse processo podem ser identificados os seguintes elementos: emissor, receptor, código (sistema de sinais) e canal de comunicação. Um outro elemento presente no processo comunicativo é o ruído, caracterizado por tudo aquilo que afeta o canal, perturbando a perfeita captação da mensagem (por exemplo, falta de rede no celular).
Quando a comunicação se realiza por meio de uma linguagem falada ou escrita, denomina-se comunicação verbal. É uma forma de comunicação exclusiva dos seres humanos e a mais importante nas sociedades humanas. As outras formas de comunicação que recorrem a sistemas de sinais não-linguísticos, como gestos, expressões faciais, imagens, etc., são denominadas comunicação não-verbal.
Alguns ramos da comunicação são: a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
O termo "comunicação" também é usado no sentido de ligação entre dois pontos, por exemplo, os meios de transporte que fazem a comunicação entre duas cidades ou os meios técnicos de comunicação (telecomunicações).

COMUNICAÇÃO SOCIAL

comunicação social consiste em sistemas de transmissão de mensagens para um público vasto, disperso e heterogêneo. Essa designação abrange essencialmente os chamados órgãos de informação de massas das áreas da imprensa periódica, rádio, televisão e cinema.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

comunicação empresarial é a área estratégica de planejamento dentro do contexto de uma empresa. Uma boa estratégia de comunicação contribui para uma empresa de sucesso. Neste âmbito, assessoria de imprensa e comunicação interna são conceitos essenciais.

TIPOS DE COMUNICAÇÃO


1- Comunicação Intrapessoal = a pessoa se comunica com ela mesma por meio de pensamentos, ou da escrita em diários pessoais.

2- Comunicação Interpessoal = refere-se à troca de informações entre duas pessoas. Pode ocorrer em conversas presenciais, por carta, e-mail ou telefone.

3- Comunicação em Grupo = indica o processo de comunicação entre três pessoas ou mais. Acontece no ensino, em palestras, teleconferências ou discursos.

4- Comunicação de Massa = tem a pretensão de atingir um grande público não especificamente identificado, é realizada de forma coletiva e não focalizada a uma única pessoa. É conhecida como sendo “um-para-muitos”, possibilitando respostas limitadas do público. Exemplos desse tipo de comunicação: jornais, revistas, filmes e televisão.

5- Comunicação Dirigida =
 é caracterizada pela seleção prévia de públicos (ou segmentos de mercado), ou seja, direciona-se a um público homogêneo identificado (por exemplo, mala-direta para um grupo de gestores).

6- Comunicação Integrada = por meio de uma única mensagem ocorre a utilização de uma forma conjugada de todas as formas de marketing, sendo elas: Publicidade e Propaganda, Venda Pessoal, Promoção de Vendas, Relações Públicas, Assessoria de Imprensa, Marketing Direto e Internet. Todas essas áreas do marketing irão contribuir de forma particular para o alcance dos objetivos.
A comunicação integrada busca cercar o público-alvo em todos os canais comunicativos existentes, por isso utilizam-se diversos tipos de média ao mesmo tempo e de forma conjugada.

TEORIA DA COMUNICAÇÃO

Pensadores e pesquisadores das disciplinas de ciências humanas, como FilosofiaSociologiaPsicologia e Linguística, têm dado contribuições em hipóteses e análises para o que se denomina "Teoria da Comunicação", um apanhado geral de ideias que pensam a comunicação entre indivíduos - especialmente a comunicação mediada - como fenômeno social. Entre as teorias, destacam-se o funcionalismo, primeira corrente teórica, a Escola de Frankfurt (crítica à primeira e profundamente marxista) e a escola de Palo Alto (principal corrente teórica atualmente). O trabalho teórico na América Latina ganhou impulso na década de 1970 quando se passou a retrabalhar e transformar as teorias estrangeiras. Assim surgiu a Teoria das Mediações, de Jesús Martín-Barbero.
As teorias dão diferentes pesos para cada um dos componentes da comunicação. As primeiras afirmavam que tudo o que o emissor dissesse seria aceito pelo receptor (público). Daí surge a Teoria Crítica que analisa profundamente a transmissão/dominação ideológica na comunicação de massa (AdornoHorkheimer). Depois disso se passa a criticar o modelo. O receptor, dizem os estudiosos de Palo Alto, tem consciência e só aceita o que deseja. Do ponto de vista de Barbero, o que o receptor aceita (ou melhor, compreende) varia grandemente conforme sua cultura, no sentido mais amplo da palavra.

FORMAS E COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO

Os componentes da comunicação são: o emissor, o receptor, a mensagem, o canal de propagação, o meio de comunicação, a resposta (feedback) e o ambiente onde o processo comunicativo se realiza. Com relação ao ambiente, o processo comunicacional sofre interferência do ruído e a interpretação e compreensão da mensagem está subordinada ao repertório.
Quanto à forma, a Comunicação pode ser comunicação verbal, não-verbal e mediada.

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA

A comunicação humana desenvolve-se em diversos campos de diferentes naturezas, dos quais podemos destacar dois pontos distintos: a comunicação em pequena escala, e a comunicação em larga escala ou comunicação de "massa". Em ambos os casos, o ser humano passou a utilizar utensílios que passaram a auxiliar e a potencializar o processo de produção, envio e recepção das mensagens. A tecnologia passou a fazer parte da comunicação humana, assim como, passou a participar da maioria das actividades desenvolvidas pela humanidade ao longo do seu desenvolvimento. A comunicação começou desde a pré-história em que os primeiros seres humanos começaram por se comunicar através de pinturas rupestres e de gestos.
A comunicação é uma evolução que não pára e está em constante movimento.

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO

A comunicação serve para estabelecermos contato com as pessoas, para dar ou receber informação, para expressar o que pensamos, para transmitir os nossos sentimentos, os nossos valores, as nossas experiências com os outros, fortalecendo e estreitando relações. 
Entre pais e filhos é importante que se estabeleça uma comunicação bidirecional, onde quer o pai/mãe, como o filho(a), tenha espaço para falar e para se sentir ouvido(a).
Nas crianças com PHDA, a comunicação é fundamental, nomeadamente para mediar a gestão das emoções e/ou dos comportamentos da criança. Permite a criação de um tempo para refletir sobre a intensidade excessiva dos seus próprios comportamentos ou atitudes. O apoio direto da figura parental é essencial para ajudar a criança a descodificar e a compreender algumas situações, de forma a encontrar novos caminhos mais ajustados e com maior probabilidade de sucesso.
A criação deste tempo favorece a interiorização da importância do “pensar antes de agir” e, consequentemente, de uma maior capacidade de autocontrolo.

CONCLUSÃO


Conclui que a comunicação é tudo estamos sempre a comunicar. Para um bom ambiente de trabalho, todos os colaboradores devem ajudar-se mutuamente e cooperar activamente nas tarefas para que não exista um ambiente constrangedor, contribuindo assim para o bom funcionamento da empresa. A boa ligação entre o coach e o coachee é fulcral, pois assim favorece um desenvolvimento positivo do aprendiz e também o bom funcionamento da organização, servindo assim de exemplo para os colegas.
A comunicação serve para estabelecermos contato com as pessoas, para dar ou receber informação, para expressar o que pensamos, para transmitir os nossos sentimentos, os nossos valores, as nossas experiências com os outros, fortalecendo e estreitando relações.

BIBLIOGRAFIA


GREGOLIN, Rosário. "Discurso e mídia: a cultura do espetáculo". São Carlos: Editora Claraluz, 2004.
CONTRERA, Malena. Midia e Pânico: saturação da informação, violência e crise cultural, São Paulo: Annablume.
COSTA, Cristina. Ficções, Cultura e Mídias, São Paulo: Senac-SP.
DIZARD JR., Wilson. A Nova Mídia, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.