segunda-feira, 3 de agosto de 2015

delinquencia juvenil em luanda


INTRODUÇÃO

Surgimento da delinquência juvenil em Angola tal como qualquer outra sociedade humana esta a sujeitar a se subter a este fenómeno social que afecta todas as sociedades do mundo inteiro, pelo simples facto de que quando houve famílias, haverá sempre delinquência juvenil só que com o passar dos tempos este mal terá tendecia negativas sobre as sociedades subdesenvolvidas como é o caso de Angola. Porque os jovens em Angola querem ter a mesma liberdade dos povos europeus, e americanos que vem na televisão e revista, sem estarem cientes do que o pais não oferece condições adequadas para lhes favorecer o clima de libertinagem que os jovens europeus e americanos de famílias ricas.
1-      Primeiro porque a maior parte das famílias angolanas vivem em condições não muito precárias, ou luxuosas, mais na medida do possível. É que os pais mal têm para alimentar os seus filhos imagina ter que lhe fazer a vontade, atendendo os seus vícios (como por exemplo atendendo o pedido de grandes festas que estes realizam, que sempre acabam em trigos ferimentos e morte; embriagueis e acidentes)
2-      Segundo porque os jovens angolanos hoje não querem nada com estudo, querem todos seres americanos e brasileiros, só tchilar e cair na noite que eles estão hoje a levar.



CAUSAS DA DELINQUENCIA JUVENIL

A delinquência juvenil em angola tem as causas que as maioria dos angolanos já conhecem muito bem a pobreza não é um escepção sabemos que o pais esta mergulhado num conflito armado que atrasou por completo desenvolvimento técnico social, económico e politico sabemos também que a guerra atrasou o que de bem serio angola hoje.
Mais com alguns anos de paz fomos empurrados de forma venturosa pela essa correria da globalização, tardou mas conseguimos, estar por e posso com outros países como Namíbia e Africa do Sul num pé de igualdade em termos de desenvolvimento social e económico (sem esquecer a cultura. os que os jovem aprendem de ruim nas televisões interiores, e revistas não ter visto na TPA, mas sim nas televisão internacionais, como as parabólicas. Neste contexto o governo nada pode fazer se não saber conscielizar os jovens, e capitá-los nas escolas e instituições afins.       

FACTORES QUE INFLUENCIA NA DELIQUENCIA

1-      Pobreza: pobreza aflije 85% dos familiares am Angola. Parece mentira mais muitas famílias em Angola se tem destruídos por causa da pobreza, o cabeçalho da família não se contem com apenas uma mulher querendo sempre ter mais um que com ele a sombras de filhos se arrastando por esta Angola e fora deixando, algumas mulheres com com a casa para criar os filhos sorinhos o que passar dos tempos, os filhos começam por odiar seus pais e mais tarde a sociedade em geral. Provocando conflitos miúdos nas escolas e mais tarde, quando crescido o delinquente perfeito que a policia precisava para ganhar o dia e prencher mais uma sala com bastardos.
2-      Educação: numa sociedadde marcada por uma crescente crise de valores, como é o caso da nossa sociedade angolana, tento em conta as perspectivas acima abordadas gostaríamos de reflectir sobre o papel da educação no projecto de construção de uma nova sociedade.
A educação senhores é a predra basilar de desenvolvimento de quakquer noção, através do qual o presente é edificado e o futuro é garantido, é acima de tudo através dela, numa sociedade democrática e emergente que vivemos, que criamos as condições para a formação de uma povo conscientes de seus deveres, direitos e obrigações, pós somente projetando bons educando e e educadores visualizaremos perspectivas e horizontes positivos e benefícios numa amanhã vidouro.

OBJECTIVO

         O combate a este problemas devia começar na escola, na idade em que ainda se conse educar uma criança de modo a esta pode distinguir o bem do mal, o certo do errado. Parece simples e demasiado fácil, mais temos que começar por alguns lados. Se conseguirmos que uma criança, habituado no seu dia a dia a assistir a situações ilícitas e moralmente condenáveis, adquira essa percepção básica do que é viver  em sociedade, é o principio para se poder redor drasticamente a delinquência juvenil em Angola.
        Actualmente as ciências sociais em geral e a psicologia em particular fornecem bens instrumentos de análise e compreensão da delinquência. No entanto Quão longe estão das abordagens científicos muitos das instruções que, no vosso país de denominam de acolhimento e reabilitação de jovens marginalizados, muitos deles delinquência quão distantes a instâncias políticas de uma estratégia seria. Cujo o objectivo seja verdadeiramente o combate a delinquência e não aos delinquentes.

DESENVOLVIMENTO

       Sabemos também que outras pessoas da família, mas não constituem uma família biológica propriamente dita assim como aquelas pessoas que formam as instituições e as igrejas.
       Um iten muito forte também é observado cá em Angola sabemos que a nossa cultura é tradicionalmente africana, enrrurizado nas mais tradições, terras africanas de Angola, os muitos costumes enrraizados, que viemos adquirindo com o passar dos tempos são frutos da inculturação, que fomos todos influenciados, com isto. Estamos numa era de desenvolvimento Angola acorda apouco dos encombros da guerra tribal que foi vítima e seus filhos.
Guerra esta que progelizou uma toda sociedade com atrocidades, violações, muitos males sofreu a nossa sociedade nas 18 províncias.



CONCLUSÃO

Ao concluir o meu levantamento, a delinquência juvenil tem – se tornando num problema muito grave e com consequências preocupantes na sociedade angolana nos últimos anos. Talvez por existir cada vez mais informações sobre as praticas destes jovens, na sua grande maioria inodortada ou simplesmente necessitados aparecem agora vocês que tentam sensibilizar a opinião pública para a solução desta questão.
Os tribunais conhecem cada vez mais casos de furto. Passe de ornas e de drogas agressão e abuso sexual praticados por jovens que ainda não atingiram a idade adulta.
Na sua grande maioria provenientes de bairros degradados e de famílias não acompanhantes, os jovens delinquentes, vão formando ideias e adquirindo comportamentos agressivos do ponto de vista sócio-moral.














BIBLIOGRAFIA

Faculdade de psicologia de ciências da educação de universidade de Coimbra «POSTED BY CHINHO ROCHA» DELINQUÊNCIA      


SIGNIFICADO DE COMUNICAÇÃO

INTRODUÇÃO


Neste trabalho abordarei sobre a Comunicação, a comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo. Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui temas técnicos (por exemplo, as telecomunicações), biológicos (por exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (por exemplo, jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e média)

SIGNIFICADO DE COMUNICAÇÃO

A comunicação é uma palavra derivada do termo latino "communicare", que significa "partilhar, participar algo, tornar comum".
Através da comunicação, os seres humanos e os animais partilham diferentes informações entre si, tornando o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade. Desde o princípio dos tempos, a comunicação foi de importância vital, sendo uma ferramenta de integração, instrução, de troca mútua e desenvolvimento. O processo de comunicação consiste na transmissão de informação entre um emissor e um receptor que descodifica (interpreta) uma determinada mensagem.
A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face a face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a internet, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação mediada.
O estudo da Comunicação é amplo e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor. Hoje, é interessante pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.
A mensagem é codificada num sistema de sinais definidos que podem ser gestos, sons, indícios, uma língua natural (português, inglês, espanhol, etc.), ou outros códigos que possuem um significado (por exemplo, as cores do semáforo), e transportada até o destinatário através de um canal de comunicação (o meio por onde circula a mensagem, seja por carta, telefone, comunicado na televisão, etc.).
Nesse processo podem ser identificados os seguintes elementos: emissor, receptor, código (sistema de sinais) e canal de comunicação. Um outro elemento presente no processo comunicativo é o ruído, caracterizado por tudo aquilo que afeta o canal, perturbando a perfeita captação da mensagem (por exemplo, falta de rede no celular).
Quando a comunicação se realiza por meio de uma linguagem falada ou escrita, denomina-se comunicação verbal. É uma forma de comunicação exclusiva dos seres humanos e a mais importante nas sociedades humanas. As outras formas de comunicação que recorrem a sistemas de sinais não-linguísticos, como gestos, expressões faciais, imagens, etc., são denominadas comunicação não-verbal.
Alguns ramos da comunicação são: a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
O termo "comunicação" também é usado no sentido de ligação entre dois pontos, por exemplo, os meios de transporte que fazem a comunicação entre duas cidades ou os meios técnicos de comunicação (telecomunicações).

COMUNICAÇÃO SOCIAL

comunicação social consiste em sistemas de transmissão de mensagens para um público vasto, disperso e heterogêneo. Essa designação abrange essencialmente os chamados órgãos de informação de massas das áreas da imprensa periódica, rádio, televisão e cinema.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

comunicação empresarial é a área estratégica de planejamento dentro do contexto de uma empresa. Uma boa estratégia de comunicação contribui para uma empresa de sucesso. Neste âmbito, assessoria de imprensa e comunicação interna são conceitos essenciais.

TIPOS DE COMUNICAÇÃO


1- Comunicação Intrapessoal = a pessoa se comunica com ela mesma por meio de pensamentos, ou da escrita em diários pessoais.

2- Comunicação Interpessoal = refere-se à troca de informações entre duas pessoas. Pode ocorrer em conversas presenciais, por carta, e-mail ou telefone.

3- Comunicação em Grupo = indica o processo de comunicação entre três pessoas ou mais. Acontece no ensino, em palestras, teleconferências ou discursos.

4- Comunicação de Massa = tem a pretensão de atingir um grande público não especificamente identificado, é realizada de forma coletiva e não focalizada a uma única pessoa. É conhecida como sendo “um-para-muitos”, possibilitando respostas limitadas do público. Exemplos desse tipo de comunicação: jornais, revistas, filmes e televisão.

5- Comunicação Dirigida =
 é caracterizada pela seleção prévia de públicos (ou segmentos de mercado), ou seja, direciona-se a um público homogêneo identificado (por exemplo, mala-direta para um grupo de gestores).

6- Comunicação Integrada = por meio de uma única mensagem ocorre a utilização de uma forma conjugada de todas as formas de marketing, sendo elas: Publicidade e Propaganda, Venda Pessoal, Promoção de Vendas, Relações Públicas, Assessoria de Imprensa, Marketing Direto e Internet. Todas essas áreas do marketing irão contribuir de forma particular para o alcance dos objetivos.
A comunicação integrada busca cercar o público-alvo em todos os canais comunicativos existentes, por isso utilizam-se diversos tipos de média ao mesmo tempo e de forma conjugada.

TEORIA DA COMUNICAÇÃO

Pensadores e pesquisadores das disciplinas de ciências humanas, como FilosofiaSociologiaPsicologia e Linguística, têm dado contribuições em hipóteses e análises para o que se denomina "Teoria da Comunicação", um apanhado geral de ideias que pensam a comunicação entre indivíduos - especialmente a comunicação mediada - como fenômeno social. Entre as teorias, destacam-se o funcionalismo, primeira corrente teórica, a Escola de Frankfurt (crítica à primeira e profundamente marxista) e a escola de Palo Alto (principal corrente teórica atualmente). O trabalho teórico na América Latina ganhou impulso na década de 1970 quando se passou a retrabalhar e transformar as teorias estrangeiras. Assim surgiu a Teoria das Mediações, de Jesús Martín-Barbero.
As teorias dão diferentes pesos para cada um dos componentes da comunicação. As primeiras afirmavam que tudo o que o emissor dissesse seria aceito pelo receptor (público). Daí surge a Teoria Crítica que analisa profundamente a transmissão/dominação ideológica na comunicação de massa (AdornoHorkheimer). Depois disso se passa a criticar o modelo. O receptor, dizem os estudiosos de Palo Alto, tem consciência e só aceita o que deseja. Do ponto de vista de Barbero, o que o receptor aceita (ou melhor, compreende) varia grandemente conforme sua cultura, no sentido mais amplo da palavra.

FORMAS E COMPONENTES DA COMUNICAÇÃO

Os componentes da comunicação são: o emissor, o receptor, a mensagem, o canal de propagação, o meio de comunicação, a resposta (feedback) e o ambiente onde o processo comunicativo se realiza. Com relação ao ambiente, o processo comunicacional sofre interferência do ruído e a interpretação e compreensão da mensagem está subordinada ao repertório.
Quanto à forma, a Comunicação pode ser comunicação verbal, não-verbal e mediada.

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA

A comunicação humana desenvolve-se em diversos campos de diferentes naturezas, dos quais podemos destacar dois pontos distintos: a comunicação em pequena escala, e a comunicação em larga escala ou comunicação de "massa". Em ambos os casos, o ser humano passou a utilizar utensílios que passaram a auxiliar e a potencializar o processo de produção, envio e recepção das mensagens. A tecnologia passou a fazer parte da comunicação humana, assim como, passou a participar da maioria das actividades desenvolvidas pela humanidade ao longo do seu desenvolvimento. A comunicação começou desde a pré-história em que os primeiros seres humanos começaram por se comunicar através de pinturas rupestres e de gestos.
A comunicação é uma evolução que não pára e está em constante movimento.

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO

A comunicação serve para estabelecermos contato com as pessoas, para dar ou receber informação, para expressar o que pensamos, para transmitir os nossos sentimentos, os nossos valores, as nossas experiências com os outros, fortalecendo e estreitando relações. 
Entre pais e filhos é importante que se estabeleça uma comunicação bidirecional, onde quer o pai/mãe, como o filho(a), tenha espaço para falar e para se sentir ouvido(a).
Nas crianças com PHDA, a comunicação é fundamental, nomeadamente para mediar a gestão das emoções e/ou dos comportamentos da criança. Permite a criação de um tempo para refletir sobre a intensidade excessiva dos seus próprios comportamentos ou atitudes. O apoio direto da figura parental é essencial para ajudar a criança a descodificar e a compreender algumas situações, de forma a encontrar novos caminhos mais ajustados e com maior probabilidade de sucesso.
A criação deste tempo favorece a interiorização da importância do “pensar antes de agir” e, consequentemente, de uma maior capacidade de autocontrolo.

CONCLUSÃO


Conclui que a comunicação é tudo estamos sempre a comunicar. Para um bom ambiente de trabalho, todos os colaboradores devem ajudar-se mutuamente e cooperar activamente nas tarefas para que não exista um ambiente constrangedor, contribuindo assim para o bom funcionamento da empresa. A boa ligação entre o coach e o coachee é fulcral, pois assim favorece um desenvolvimento positivo do aprendiz e também o bom funcionamento da organização, servindo assim de exemplo para os colegas.
A comunicação serve para estabelecermos contato com as pessoas, para dar ou receber informação, para expressar o que pensamos, para transmitir os nossos sentimentos, os nossos valores, as nossas experiências com os outros, fortalecendo e estreitando relações.

BIBLIOGRAFIA


GREGOLIN, Rosário. "Discurso e mídia: a cultura do espetáculo". São Carlos: Editora Claraluz, 2004.
CONTRERA, Malena. Midia e Pânico: saturação da informação, violência e crise cultural, São Paulo: Annablume.
COSTA, Cristina. Ficções, Cultura e Mídias, São Paulo: Senac-SP.
DIZARD JR., Wilson. A Nova Mídia, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.














Psicologia pura e aplicada

Índice


 Introdução

Neste presente trabalho com o tema meramente importante na psicologia  Embora em geral o conhecimento psicológico seja construído como método de avaliação e tratamento das psicopatologias, também é direcionado à compreensão e resolução de problemas em diferentes camadas do comportamento humano. A grande maioria dos psicólogos pratica algum tipo de papel terapêutico, seja na psicologia pura ou na psicologia aplicada. Outros dedicam-se à contínua pesquisa científica relacionada aos processos mentais e o comportamento, tipicamente dentro dos departamentos psicológicos das universidades ou outros ambientes acadêmicos. Além do campo terapêutico e acadêmico, a psicologia aplicada é empregada em outras áreas relacionadas ao comportamento humano, como a psicologia do trabalho nos ambientes industriais ou organizacionais, psicologia educacionalpsicologia esportivapsicologia da saúdepsicologia do desenvolvimentopsicologia forensepsicologia jurídica, dentre outros.












Psicologia pura e aplicada

Psicologia é a disciplina acadêmica e aplicada que envolve o estudo científico do comportamento e das funções mentais. A psicologia tem como objetivo imediato a compreensão de grupos e indivíduos tanto pelo estabelecimento de princípios universais como pelo estudo de casos específicos, e tem, segundo alguns, como objetivo final o beneficio geral da sociedade. Um pesquisador ou profissional desse campo é conhecido como psicólogo, podendo ser classificado como cientista social, comportamental ou cognitivo. A função dos psicólogos é tentar compreender o papel das funções mentais no comportamento individual e social, estudando também os processos fisiológicos e biológicos que acompanham os comportamentos e funções cognitivas.
Comportamento, relacionamentos interpessoais, incluindo resiliência, dentre outras áreas. Psicólogos de orientações diversas também estudam conceitos como o inconsciente e seus diferentes modelos.
Com o advento das grandes descobertas da ciência no período do Renascimento, a humanidade foi levada a internalizar uma nova visão de mundo: a visão mecanicista, baseada no racionalismo, ‘necessário’ para a neutralidade do desenvolvimento da ciência. Foram abandonados a sabedoria filosófica, religiosa, mística, como sendo entraves para o processo de construção da ciência. Acreditou-se que essa objetividade científica proporcionaria grande desenvolvimento que resultaria no bem-estar do homem. Não há como negar os avanços que a tecnologia trouxe ao mundo moderno. Mas essa é uma visão fragmentada do que significa o “bem-estar do homem”. 


 

Psicologia pura

 A Psicologia Pura desenvolve teorias a partir da investigação das diferentes sub disciplinas (Psicologia Forense, educacional, etc. )
Segundo esta diferenciação, a psicologia pura dedica-se à investigação básica – procurar aumentar e melhorar a nossa compreensão do comportamento e dos processos biológicos básicos. A psicologia aplicada é actividade desenvolvida por psicólogos cuja investigação está essencialmente orientada para a resolução de problemas práticos.

Nesta ordem de ideias, os psicólogos que se dedicam à investigação pura procuram responder a questões como estas: “Há diversos tipos de memória?”; “Quais as causas do esquecimento?”; “Por que razão são certas pessoas introvertidas e outras extrovertidas?”; “Há uma ou várias formas de aprendizagem?”; “Como se dá o nosso desenvolvimento cognitivo, social, moral e emocional?”; “Em que medida muda a nossa personalidade ao longo da vida?”.

Os psicólogos cujo objectivo essencial e primordial é resolver problemas práticos procuram responder a questões como estas: “Como deve a instituição escolar lidar com um aluno que frequentemente perturba o normal funcionamento das aulas?”; “Como aumentar a produtividade no local de trabalho?”; “Como se pode reduzir o impacto psicológico de acontecimentos dramáticos na vida de uma pessoa?”, etc. Podem basear essa tarefa na investigação que eles próprios realizam ou recorrer, em certa medida, a investigações realizadas por colegas.
É importante notar que, apesar de ser cómoda, a distinção entre psicologia pura e psicologia aplicada está longe de ser rígida. Assim, os psicólogos do desenvolvimento, cuja orientação é essencialmente teórica (investigação pura), podem desenvolver uma estreita colaboração com produtores de programas televisor para crianças, de modo a assegurar que o material educativo é apropriado (foi o que aconteceu com o programa “Rua Sésamo”).

No entender da grande maioria dos psicólogos, a investigação básica ou pura e a investigação aplicada são dois procedimentos complementares: o conhecimento teórico conduz frequentemente à solução de problemas práticos e a prática na tentativa de solucionar problemas permite também a constituição de novos conhecimentos teóricos. Basta pensar numa questão como esta: «A que se deve o sucesso escolar e como é possível promovê-lo?».
Os dois grandes campos em que se divide a psicologia não são, por conseguinte, compartimentos estanques, mas sim comunicantes. O que se deve dizer é que há especializações que pertencem a áreas essencialmente vocacionadas para a investigação pura (estão, em primeiro lugar, orientadas para a constituição de um conjunto organizado de conhecimentos teóricos) e especializações que pertencem a áreas vocacionadas para a intervenção, isto é, para a resolução prática dos problemas.

Psicologia Aplicada

Psicologia aplicada é a utilização dos dados da psicologia na solução de problemas práticos. Este ramo reúne as diversas áreas da psicologia clínicaeducacional e social, entre outras. O estudo apresenta como principal objetivo a resposta às necessidades da sociedade em sua estrutura como um todo.
Com base na afirmação de que o estado psicológico humano é fundamental para desfrutar do bem individual, e por consequência o bem comum, esta área da psicologia busca permanentemente métodos para o desenvolvimento cognitivoemocional e relacional dos indivíduos e sua interação social.
Para o estudo da psicologia aplicada, são necessários profissionais especializados nos fenômenos comportamentais e psíquicos, levando em conta o conjunto dos estados e as disposições psíquicas das ideias dos indivíduos ou de grupos sociais através das interpretações dos conhecimentos intuitivos, ou empíricos, dos sentimentos do objeto em estudo (individual ou grupal).
Assim, a psicologia aplicada desenvolve aptidões e instrumentos para a análise sistemática de todo o contexto humano, de forma a prever ou compreender os fenômenos comportamentais.
Dada a complexidade do comportamento humano, não existe uma forma ou perspectiva única de o compreender. Por isso, a psicologia apresenta diversas áreas de interesse. Estas áreas interpenetram-se e partilham informação e são de difícil classificação, não sendo exclusivas.

Objectivo do estudo da psicologia pura e aplicada

"A psicologia possui um longo passado, mas uma história curta".9 Com essa frase descreveu Hermann Ebbinghaus, um dos primeiros psicólogos experimentais, a situação da psicologia - tanto em 1908, quando ele a escreveu, como hoje: desde a Antiguidade pensadores, filósofos e teólogos de várias regiões e culturas dedicaram-se a questões relativas à natureza humana - a percepção, a consciência, a loucura. Apesar de teorias "psicológicas" fazerem parte de muitas tradições orientais, a psicologia enquanto ciência tem suas primeiras raízes nos filósofos gregos, mas só se separou da filosofia no final do século XIX.
O primeiro laboratório psicológico foi fundado pelo fisiólogo alemão Wilhelm Wundt em 1879 tendo publicado seu livro "Principles of Physiological Psychology" em Leipzig, naAlemanha. Seu interesse se havia transferido do funcionamento do corpo humano para os processos mais elementares de percepção e a velocidade dos processos mentais mais simples. O seu laboratório formou a primeira geração de psicólogos. Alunos de Wundt propagaram a nova ciência e fundaram vários laboratórios similares pela Europa e os Estados Unidos. Edward Titchener foi um importante divulgador do trabalho de Wundt nos Estados Unidos. Mas uma outra perspectiva se delineava: o médico e filósofo americano William James propôs em seu livro "The Principles of Psychology (1890)" - para muitos a obra mais significativa da literatura psicológica - uma nova abordagem mais centrada na função da mente humana do que na sua estrutura. Nessa época era a psicologia já uma ciência estabelecida e até 1900 já contava com mais de 40 laboratórios na América do Norte

A importância da Psicologia pura e aplicada para Sociedade

É o estudo dos fenômenos psíquicos e do comportamento do ser humano por intermédio da análise de suas emoções, suas ideias e seus valores. O psicólogo diagnostica, previne e trata doenças mentais, distúrbios emocionais e de personalidade. Ele observa e analisa as atitudes, os sentimentos e os mecanismos mentais do paciente e procura ajudá-lo a identificar as causas dos problemas e a rever comportamentos inadequados. Esse profissional atua em consultórios, em hospitais e nas mais variadas instituições de saúde, contribuindo, do ponto de vista psicológico, para a recuperação da saúde das pessoas. Em escolas e instituições, colabora na orientação educacional. É necessário registar-se no Conselho Regional de Psicologia para exercer a profissão. O licenciado atua, em geral, no desenvolvimento de metodologias pedagógicas com os professores dos ensinos básico e médio, cursos profissionalizantes e técnicos. Pode trabalhar também na elaboração de estratégias psicossociais para ONGs, abrigos comunitários e centros socioeducativos.
Ao lado de outros profissionais da saúde, como médicos e assistentes sociais, colaborar na assistência à saúde, fortalecendo pacientes e familiares para a recuperação da saúde física e mental.
A melhor maneira de identificar a necessidade de ajuda psicológica é perceber o quanto de prejuízo sua vida está sofrendo por conta das dificuldades emocionais, comportamentais ou cognitivas que você vem sofrendo. Percebe que sua vida está limitada em algum aspecto, seja ele pessoal, social, financeiro, interpessoal? Se você perceber que há fortes limitações, então está sim na hora de procurar ajuda psicológica.  Funções da ajuda psicológica - Ampliar e melhorar os relacionamentos existentes e desenvolver habilidades para novos relacionamentos.- Aprender novos comportamentos.- Colocar honestamente seus sentimentos e pensamentos sem qualquer julgamento.- Compreensão os pensamentos, sentimentos e comportamentos das outras pessoas .- Obter apoio emocionalA função da terapia vai além da compreensão dos próprios pensamentos, sentimentos e comportamentos. Nosso objetivo é proporcionar habilidades para a conquista de mudanças significativas nas respostas emocionais e comportamentais, melhorando assim a auto confiança, auto imagem e auto estima. A psicoterapia auxilia na compreensão do modo de funcionar das pessoas que nos rodeiam, desenvolvendo assim auto estima. Objetivo da ajuda psicológica O objetivo principal da ajuda psicológica é detectar e alterar atitudes que restringem as atividades sociais, de lazer e profissionais, melhorando a qualidade de vida, contribuindo para que o paciente desenvolva autoconfiança para lidar com situações adversas de seu cotidiano, o que resulta em considerável aumento da autoestima. A terapia é um aprendizado a seu próprio respeito, sobre você e o funcionamento de sua mente, lhe proporcionando estratégias para o equilíbrio interno. Inicialmente, a ajuda emocional proporcioanda pelo  psicoterapeuta devolve ao paciente a flexibilidade através da análise de suas cognições, a fim de promover mudanças nas emoções e comportamentos. A readaptação dos pensamentos automáticos e das crenças disfuncionais provoca mudanças positivas nas emoções e no comportamento.
A psicoterapia cognitiva atua diretamente sobre o sistema de esquemas, crenças e pensamentos disfuncionais do paciente promovendo sua reestruturação. Objetiva não apenas a solução dos problemas imediatos, mas por meio da reestruturação cognitiva oferece um novo conjunto de técnicas e estratégias a fim de capacitar, a partir daí, a processar e responder de forma funcional, concorrendo para a realização de suas metas. Há uma relação colaborativa entre o terapeuta cognitivo e o paciente, na qual ambos têm um papel ativo ao longo do processo psicoterápico.

A história da Psicologia, cuja etimologia deriva de Psique (alma) + Logos (razão ou conhecimento), se confunde com a Filosofia até meados do século XIX. Sócrates, Platão e Aristóteles deram o pontapé inicial na instigante investigação da alma humana:
Para Sócrates (469/ 399 a C.) a principal característica do ser humano era a razão – aspecto que permitiria ao homem deixar de ser um animal irracional.

Platão (427/ 347 a C.) – discípulo de Sócrates, conclui que o lugar da razão no corpo humano era a cabeça, representando fisicamente a psique, e a medula tria como função a ligação entre mente e corpo.
Já Aristóteles (387/322 a C.) – discípulo de Platão – entendia corpo e mente de forma integrada, e percebia a psiqué como o princípio ativo da vida.

Durante a “era cristã” – quando todo conhecimento era produzido e mantido a sete chaves pela Igreja, Santo Agostinho e São Tomas de Aquino partem dos posicionamentos de Platão e Aristóteles respectivamente.
Em 1649, René Descartes – filósofo francês – publica Paixões da Alma, reafirmando a separação entre corpo e mente. Pensamento que dominou o cenário científico até o século XX. Alguns pesquisadores alegam que essa hipótese assumida por Descartes foi um subterfúgio encontrado para continuar suas pesquisas , desenvolvidas a partir da dissecação de cadáveres, com o apoio da Igreja e protegido contra a Inquisição.
O fato é que no final do século XIX, os acadêmicos da época resolvem distanciar a Psicologia da Filosofia e da Fisiologia, dando origem ao que se chamou de Psicologia Moderna. Os comportamentos observáveis passam a fazer parte da investigação científica em laboratórios com o objetivo de se controlar o comportamento humano. Nesse sentido, os teóricos objetivam suas ações na tentativa construir um corpo.







Conclusão

Em suma a psicologia é frequentemente criticada pelo seu caráter "confuso" ou "impalpável". O filósofo Thomas Kuhn afirmou em 1962 que a psicologia em geral estava em um estágio "pré-paradigmático" por lhe faltar uma teoria de base unanimemente aceita, como é o caso em outras ciências mais maduras como a física e a química.
Por grande parte da pesquisa psicológica ser baseada em entrevistas e questionários e seus resultados terem assim um caráter correlativo que não permite explicações causais, alguns críticos a acusam de não ser científica. Além disso muitos dos fenômenos estudados pela psicologia, como personalidadepensamento e emoção, não podem ser medidos diretamente e devem ser estudados com o auxílio de relatórios subjetivos, o que pode ser problemático de um ponto de vista metodológico.
Erros e abusos de testes estatísticos foram sobretudo apontados em trabalhos de psicólogos sem um conhecimento aprofundado em psicologia experimental e em estatística. Muitos psicólogos confundem significância estatística (ou seja, uma probabilidade maior do que 95% de o resultado obtido não ser fruto do acaso, mas corresponder à realidade empírica) com importância prática. No entanto a obtenção de significados estatisticamente significante mas na prática irrelevantes é um fenômeno comum em estudos envolvendo um grande número de pessoas. Em resposta muitos pesquisadores começaram a fazer uso do "tamanho do efeito" estatístico (effect size) como massa de medida da relevância prática.






Bibliografia

Asendorpf, Jens B. (2004). Psychologie der Persönlichkeit (3. Aufl.). Berlin: Springer. ISBN 978-3-540-71684-6
Myers, David G. (2008). Psychologie. Heidelberg: Springer. ISBN 978-3-540-79032-7 (Original: Myers (2007). Psychology, 8th Ed. New York: Worth Publishers.)
Zimbardo, Philip G. & Gerrig, Richard J. (2005). A psicologia e a vida. Artmed. ISBN 85-363-0311-5 (No artigo citado do alemãõ (2004)Psychologie. München: Pearson. ISBN 3-8273-7056-6; Original: (2002).Psychology and Life. Boston: Allyn and Bacon.)