quinta-feira, 16 de julho de 2015

UNIDADES DE MEDIDA DO COMPUTADOR

UNIDADES DE MEDIDA DO COMPUTADOR

As unidades de informação: bit e byte
Em Informática é muito importante considerar a capacidade de armazenamento, já que quando se faz algo no computador, trabalha-se com arquivos  que podem ser guardados para uso posterior. Evidentemente, quando se armazena algo, isto ocupa um certoespaço de armazenamento.

Assim como a água é medida em litros ou o açúcar é medido em quilos, os dados de um computador são medidos em bits e bytes. Cada valor do código binário foi denominado "bit" (binary digit), que é a menor unidade de informação.

Cada conjunto de 8 bits forma o byte, o qual corresponde a um caracter, seguindo o código binário.
Por que 1 Kb equivale a 1024 bytes?
No caso do quilo e de outras medidas de nosso dia a dia, a estrutura numérica é construída sobre a base 10. O termo quilo representa a milhar constituída de alguma coisa. Nossa base de trabalho numérica, sendo 10, faz com que, quando a base é elevada à terceira potência, atinja a milhar exatamente com 1000 unidades.

Mas, quando falamos em bytes, grupos de bits, não estamos falando em base 10, mas sim em uma estrutura fundamentada no código binário, ou seja, na base 2, nos 2  modos que o computador detecta, geralmente chamados de 0 e 1.

Assim, quando queremos um quilo de bytes, temos que elevar essa base a algum número inteiro, até conseguir atingir a milhar. Mas não há número inteiro possível que atinja exatamente o valor 1.000. Então, ao elevarmos a base 2 à décima potência, teremos 1024.

Com esse raciocínio agora podemos entender a seguinte tabela: 
Unidade de medida
Número de caracteres
Espaço
1 byte
1
 8 bits
1 Kilobyte (Kb)
1.024
1024 bytes
1 Megabyte (Mb)
1.048.576
1024 Kb
1 Gigabyte (Gb)
1.073.741.824
1024 Mb
1 Terabyte (Tb)
1,099511628 x e12
1024 Gb
Portanto, concluímos que, por exemplo, quando se diz que um disco rígido tem capacidade de armazenamento de 4,3 Gb, são armazenados aproximadamente 4 milhões e 500 mil caracteres.

ENTENDA AS UNIDADES DE MEDIDAS DE ARMAZENAMETO DE DADOS

Você em algum momento da sua vida já ouviu os termos: Bit, Bytes, Quilobyte, Megabyte e Gigabyte, mas você sabe o que significa cada uma dessas unidades de medidas de dados? Pois bem, vamos tentar entender estes termos.
Um Byte (Binary Term), é um dos tipo integrais de dados em computação, é frequentemente usando para especificar a capacidade de armazenamento ou quantidade de memória de um certo dispositivo, independente do tipo de dados armazenado.
Por convensão um Byte é equivalente ao conjunto de 8 bits, o Byte de 8 bits é comumente chamado de Octeto no contexto redes computacionais e telecomunicações.

Para os computadores, representar 256 números binários é suficiente. Por isso, os bytes possuem 8 bits. Basta fazer os cálculos. Como um bit representa dois valores (1 ou 0) e um byte representa 8 bits, basta fazer 2 (do bit) elevado a 8 (do byte) que é igual a 256, ou seja 2^{8}=256.
Para facilitar seu entendimento veja as equivalência das várias unidades de medidas de dados computacionais logo abaixo:

 



Byte (B)

·         1 Byte = 8 bits

Quilobyte (kB)

·         1 kByte = 1024 Bytes (210) Bytes.
·         1 024 Byte = 8 192 Bits

Megabyte (MB)

·         1 024 kB
·         1 048 576 (220)Bytes
·         8 388 608 Bits

Gigabyte (GB)

·         1 024 MB
·         1 048 576 kB
·         1 073 741 824 (230) Byte
·         8 589 934 592 Bits

Terabyte (TB)

·         1 024 GB
·         1 048 576 MB
·         1 073 741 824 kB
·         1 099 511 627 776 (240) Bytes
·         8 796 093 022 208 Bits

Petabyte (PB)

·         1 024 TB
·         1 048 576 GB
·         1 073 741 824 MB
·         1 099 511 627 776 kB
·         1 125 899 906 842 624 (250) Bytes
·         9 007 199 254 740 992 Bits





Exabyte (EB)

·         1 024 PB
·         1 048 576 TB
·         1 073 741 824 GB
·         1 099 511 627 776 MB
·         1 125 899 906 842 624 kB
·         1 152 921 504 606 846 976 (260) Bytes
·         9 223 372 036 854 775 808 Bits

Zettabyte (ZB)

·         1 024 EB
·         1 048 576 PB
·         1 073 741 824 TB
·         1 099 511 627 776 GB
·         1 125 899 906 842 624 MB
·         1 152 921 504 606 846 976 kB
·         1 180 591 620 717 411 303 424 (270) Bytes
·         9 444 732 965 739 290 427 392 Bits

Yottabyte (YB)

·         1 024 ZB
·         1 048 576 EB
·         1 073 741 824 PB
·         1 099 511 627 776 TB
·         1 125 899 906 842 624 GB
·         1 152 921 504 606 846 976 MB
·         1 180 591 620 717 411 303 424 kB
·         1 208 925 819 614 629 174 706 176 (280) Bytes

·         9 671 406 556 917 033 397 649 408 Bits.

O PERFIL OU QUALIDADE DO EDUCADOR PRÉ-ESCOLAR NO SEU TRABALHO COM CRIANÇAS

INTRODUÇÃO

O presente trabalho pressupõe a descrição sobre “o perfil do educador pré-escolar no seu trabalho com crianças”, tema este que aborda questões interligadas aos aspectos do educador e a sua actuação no seu trabalho com crianças. Neste contexto é importante dizer que trabalhar com crianças não é algo fácil mas com o conhecimento da matéria por parte do educador torna o trabalho num sentido abrangente e equilibrado, fazendo com as crianças percebam as actividades dada pelo educador. A maior relevância sobre o tema é focalizada no desenvolvimento do nosso trabalho.





O PERFIL OU QUALIDADE DO EDUCADOR PRÉ-ESCOLAR NO SEU TRABALHO COM CRIANÇAS

Perfil do educador infantil

De acordo com actividades infantis, o funcionamento com crianças exige   que   o  educador    tenha   uma competência polivalente. Ser polivalente significa que ao educador cabe trabalhar com conteúdos de naturezas diversas que abrangem desde cuidados básicos essenciais até conhecimentos específicos provenientes das diversas áreas do conhecimento. Este carácter polivalente demanda, por sua vez, uma formação bastante ampla do educador que deve tornar-se, ele também, um aprendiz, refletindo constantemente sobre sua prática, debatendo com seus pares, dialogando com as famílias e a comunidade e buscando informações necessárias para o trabalho que desenvolve. São instrumentos essenciais para a reflexão sobre a prática directa com as crianças a observação, o registo, o planejamento e a avaliação.”
Em harmonia com os princípios legais, podemos enumerar algumas qualidades necessárias ao educador infantil:
– Conhecer o máximo possível sobre a criança;
– Refletir sobre suas atitudes;
– Gostar de Aprender;
– Buscar sempre novidades e inovações;
– Procurar ser  Coerente;
– Valorizar a interação com seus colegas e familiares da criança;
–  Amar o que faz e procura sempre melhorar;
– Amar as crianças e tratar a todas com consideração especial;
– Ter  paciência e é bastante seguro;
– Planejar, registra e avalia.
O principal, no entanto é a aplicação de todo esse conjunto de qualidades na prática quotidiana. Pena que muitas vezes falta o apoio necessário da administração, a falta de incentivo financeiro, a valorização por parte dos pais, mas, apesar de diversas lacunas, o verdadeiro educador é motivado por questões internas que o levam a amar a sua profissão e a sentir que a sua missão é das mais importantes.

A actuação do educador no seu trabalho com crianças

O educador que actua na creche ou pré-escola precisa fazer acontecer um trabalho colectivo, ou seja, a interação com outras pessoas, na troca de conhecimentos e informações, na realização de suas atividades, para que juntos possam realizar objetivos referentes à sua prática e o desenvolvimento da criança no processo de ensino aprendizagem. Caso não ocorra o rendimento dos objetivos esperados, é preciso que aconteça a práxis reflexiva, com uma retomada dos conteúdos e recursos pedagógicos voltados para o desenvolvimento do sujeito para uma compreensão melhor. Diante disso, como discute (FREIRE, 1998):
[...] na formação permanente dos educadores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática [...]. (FREIRE, 1998, p.43-44).
Atuar como educador durante o período de actividade é uma experiência única que possibilitou a oportunidade de trabalhar e conviver diariamente com o ser humano conhecendo sua história de vida e realidade em que convive. Desse modo, é essencial relacionar com pessoas que fazem parte da realidade, pois na prática docente necessita o contato com pessoas todos os momentos e tempos, exigindo um convívio social na interacção com troca de experiências e respeito ao próximo, seja mediação de conhecimentos no processo de Ensino aprendizagem, quanto nas tomadas de decisões para resoluções de problemáticas juntamente com toda a comunidade escolar. Nessa perspectiva, é necessário conhecer e respeitar as diversidades multiculturais da criança, pois ela vem inicialmente de outro âmbito educacional como família, a sociedade com experiência, traz consigo conhecimentos, habilidades e capacidades adquiridas culturalmente em seu meio.
O perfil do educador infantil,  precisa estar fundamentado em três questões básicas:
1.    Sensibilidade;
2.    Flexibilidade e;
3.    Conhecimento.
Ser sensível a prováveis dificuldades de adpatação que a criança poderá apresentar e,  estar apto para lidar com situações que exijam paciência, compreensão e técnica,  permitirá que os pais e as crianças se sintam mais confortáveis e tranquilos em relação ao processo de aprendizagem da criança.
O ambiente seguro também implica na boa comunicação entre pais e educadores.
Lidar com imprevistos requer flexibilidade e criatividade. É o momento de usar o conhecimento e a sociabilidade a favor da evolução da escola, para o bem das crianças e tranquilidade dos pais.
Já em sala de actividade, o educador que está sempre aprendendo e tem conhecimento atualizado sobre os avanços tecnológicos e científicos do conteúdo que conduz, será sem dúvida um forte competidor da área porém, ter conhecimento só,  não basta, é preciso que o educador saiba ensinar, entreter, e cativar as crianças a gostar do conteúdo que aplica.
A existência infantil tem múltiplas e surpreendentes formas de expressão e elaboração. Porém, a diversidade da manifestação infantil não exclui a unidade de objetivos que qualificam as ações dos educadores de infância. É possível pensar um educador novo, múltiplo, pleno, capaz de estar todo em todos os momentos, em todos os tempos e em todos os espaços da infância. Evidentemente, esse educador não será um "especialista" no sentido técnico do termo. Será, sim, omnidimensional, multidimensional - pleno como são plenos aqueles que caminham juntos e repartem, a seu modo, a existência dramática que lhes é comum.
O educador infantil deverá ter um preparo especial, porque para a infância se exige o melhor do que dispomos. Mesmo porque, na relação pedagógica, não basta estar presente para ser um bom companheiro. O educador infantil deverá ter um domínio dos conhecimentos científicos básicos, tanto quanto conhecimentos necessários para o trabalho com a criança pequena (conhecimentos de saúde, higiene, psicologia, antropologia e história, linguagem, brinquedo e das múltiplas formas de expressão humana, de desenvolvimento físico e das questões de atendimento em situações de necessidades especiais). Precisa ainda ter sob controlo seu próprio desenvolvimento, bem como estar em constante processo de construção de seus próprios conhecimentos. Ter elaborado, maduramente, a questão de seus valores, cultura, classe social, história de vida, etnia, religião e sexo.



CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita chegamos a conclusão de que o perfil do educador, centraliza-se na preocupação específica de como lidar com as crianças no dia-a-dia e em situações especiais. O ideal é que o educador tenha algumas atitudes, estratégias e comportamentos que favoreçam uma melhor aceitação e desenvolvimento dessa criança no ambiente escolar e até mesmo no seu dia-a-dia, podendo, inclusive, colocar em prática certos conhecimentos adquiridos de forma clara e objectiva.




BIBLIOGRAFIA

ABRAMOWICZ, Anete. Educação Infantil: creches: atividades para crianças de zero a seis anos. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1999.
FREIRE. Paulo. Conscientização: Teoria e prática da libertação: Uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. 3ª ed.; São Paulo: Centauro, 2006.



ÍNDICE



O Papel do Educador

O Papel do Educador

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O Papel do Educador na Creche

Como educadores temos um papel fundamental no desenvolvimento das crianças. Assim, a nossa função deverá ser mediador do desenvolvimento e incentivador da autonomia da criança.

O educador deve:
  • Respeitar os estádios de desenvolvimento da criança sem ultrapassar etapas, considerando o ritmo e a necessidade de cada criança como ser individual;
  • Valorizar e escutar a criança contribuindo para o seu bem – estar e auto – estima;
  • Proporcionar à criança um ambiente estável, calmo e acolhedor, tendo em conta o seu desenvolvimento harmonioso;
  • Favorecer o contacto com as várias formas de expressão e comunicação com o intuito de promover novas experiências;
  • Incentivar a colaboração dos pais no processo educativo através da participação em várias iniciativas. (caderno do aluno e carta de apresentação do educador);
  • Permitir o desenvolvimento da autonomia e da confiança sempre que possível;
  • Trabalho em equipa.

 “O educador deve ser alguém que permite o desenvolvimento de relações de confiança e de prazer através da atenção, gestos, palavras e atitudes. Deve ser alguém que estabeleça limites claros e seguros que permitam à criança sentir-se protegida de decisões e escolhas para as quais ela ainda não tem suficiente maturidade, mas que ao mesmo tempo permitam o desenvolvimento da autonomia e autoconfiança sempre que possível. Deve ser alguém verbalmente estimulante, com capacidade de empatia e de expansividade, promovendo a linguagem da criança através de interacções recíprocas e o seu desenvolvimento sócio emocional”.
(Portugal G.1998 “Crianças, Famílias e Creches, uma abordagem ecológica da adaptação do bebe a creche”,pp. 198. Porto editora)

O Papel do Educador no Pré-escolar

Os educadores organizam o processo educativo tendo em linha de conta as orientações curriculares que se definem como uma “ referência comum para todos os educadores da rede nacional da educação do pré-escolar e destina-se à orientação da componente educativa. Estas não são um programa pois adoptam uma perspectiva orientadora e não prescritiva das aprendizagens a realizar”.
Lei nº. 5/97, de 10 de Fevereiro, Lei-Quadro do Pré-escolar  
  • Cabe ao educador durante o processo educativo explorar as áreas de conteúdo das orientações curriculares nomeadamente: Desenvolvimento pessoal e social; Expressão e Comunicação; Conhecimento do Mundo.
  • O educador é o construtor e o dinamizador do currículo, cabendo-lhe elaborar o projecto curricular, tendo em conta as suas opções e a sua intencionalidade educativa baseando-se nas orientações curriculares.
  • O educador deve de ter em vista o desenvolvimento global de todas as crianças como seres únicos autónomos e solidários, contribuindo para uma igualdade de oportunidades.
  • O educador organiza o ambiente educativo na sala planeando a interacção com as crianças e avalia todo o processo ensino/aprendizagem.
  • O educador deve de estar pessoalmente implicado no processo educativo; atento e disponível a tudo o que se passa: nomeadamente a sugestões, opiniões, dialogo, participação e elaboração dos projectos/actividades, envolvendo todas as crianças promovendo a interacção social e a aprendizagem.
  • O educador deve ser flexível e dinâmico na sua planificação trabalhando em conjunto com as crianças, educadoras, auxiliares e pais.

a toxicidade de pilhas e baterias e o seu impacto ambiental

INTRODUÇÃO
O presente trabalho que nos foi dirigido com o tema “impacto ambiental pelo uso de pilha e bateria – toxicidade” poderemos abordar das questões ligadas ligeiramente sobre elas e detalhar as suas integridades ambientais conforme o tema nos indica. Assim podemos definir o impacto ambiental da toxicidade como alteração química ocorrido no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana, sabendo que as baterias e pilhas se tornaram indispensáveis para os dias de hoje, cada vez mais os equipamentos necessitam de uma fonte móvel de energia.







O IMPACTO AMBIENTAL CAUSADO PELO USO DE PILHAS E BATERIA – TOXICIDADE
A toxicidade
Toxicidade são materiais descartados, geralmente na forma química, que pode causar a morte ou danos a seres vivos. Normalmente são resíduos vindos da indústria ou comércio, podendo conter ainda resíduos residenciais, da agricultura, militar, hospitais, fontes radioativas, bem como lavanderias e tinturarias. Como muitos outros problemas de poluição, os resíduos tóxicos começam a ser um problema significativo que teve início durante a revolução industrial.
O interesse no comportamento dos metais pesados no ambiente é motivado, principalmente, pelos efeitos biológicos que podem causar. A maioria desses elementos é essencial ao bom funcionamento dos organismos vivos, na forma de traços, mas potencialmente tóxicos a todo tipo de vida, quando em concentrações elevadas ou em determinadas combinações químicas. Por suas características de toxicidade e bioacumulação, os metais pesados merecem atenção especial, pois os danos acarretados ao ambiente e aos seres vivos são graves e muitas vezes irreversíveis. Sinergismo e antagonismo dos efeitos tóxicos são mecanismos que podem ocorrer entre os metais.
Quando um elemento potencialmente tóxico é absorvido pelo organismo humano, em concentrações elevadas, pode causar danos à sua estrutura, penetrando nas células e alterando seu funcionamento normal, com inibição das atividades enzimáticas. Em alguns casos, os sintomas da intoxicação só serão observados em longo prazo, pois vários serão os fatores interferentes nos efeitos negativos causados por esses elementos.
A toxicidade de um metal, assim como sua disponibilidade (capacidade de interação de um contaminante com um sistema biológico), está relacionada a vários fatores, tais como: forma química em que o metal encontra-se no ambiente; sua capacidade de biotransformação em subprodutos mais ou menos tóxicos; vias de introdução do metal no organismo humano; etc.
As principais vias de introdução no organismo são: através do ar inalado; por via oral (água e alimentos); ou por via dérmica. A maioria dos metais pesados afeta múltiplos sistemas orgânicos, sendo que os alvos da toxicidade são os processos bioquímicos específicos (enzimas) e/ou membranas de células e organelas. O efeito tóxico do metal envolve, geralmente, uma interação entre o íon metálico livre e o alvo toxicológico. Fatores exógenos como: interação e exposição concorrente com outros metais tóxicos; idade; hábitos alimentares; estilo de vida; consumo de álcool e fumo; entre outros, podem influenciar, direta ou indiretamente, a toxicidade dos metais para o indivíduo. Por outro lado, os metais essenciais ao organismo podem alterar metabolicamente a toxicidade, por interação ao nível celular.


As pilhas e baterias, quando descartadas no meio ambiente, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos de água e os lençóis freáticos. Cujos resíduos representam um risco ao meio ambiente e à saúde publica. Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.
Riscos ao meio ambiente e à saúde
Na natureza, uma pilha pode levar séculos para se decompor. Os metais pesados, porém, nunca se degradam. Em contato com a umidade, água, calor ou outras substâncias químicas, os componentes tóxicos vazam e contaminam tudo por onde passam: solo, água, plantas e animais. Com as chuvas, penetram no solo e chegam às águas subterrâneas, atingindo córregos e riachos.
Esta água contaminada chega à cadeia alimentar humana por meio da irrigação agrícola ou do consumo direto. Os metais pesados possuem alto poder de disseminação e uma capacidade surpreendente de acumular-se no corpo humano e em todos os organismos vivos, que são incapazes de metabolizá-los ou eliminá-los. Por isso, são tão perigosos para a nossa saúde.
Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas.
Métodos de manuseio das pilhas e baterias
As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente. Na composição dessas pilhas são encontrados metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrios, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados está o câncer e mutações genéticas. 
Para melhor esclarecimento, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas. O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não biodegradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos.
A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia.  Justamente por serem biocumulativas é que surgiu a necessidade do manuseio correcto de pilhas e baterias usadas.
Como a própria ilustração já diz, o que não pode ser feito é o descarte desses materiais no lixo comum. Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material. 
O que consumidor pode fazer
O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.





CONCLUSÃO

Este trabalho foi de grande valia para incrementar o nosso conhecimento sobre a toxicidade de baterias e pilhas, estudamos algumas possibilidades dos seus imapctos ambientais sobre estes equipamentos, tanto no âmbito técnico quanto no ambiental. Este conhecimento agregado será muito útil no manuseio de alguns itens do curso devido ao fato de cada vez mais ser necessário reduzir o impacto ambiental, bem como aumentar a eficiência do equipamento, fazendo com que os mesmos tenham maior durabilidade a fim de se reduzir o sucateamento que acaba contaminando os lençóis freáticos se não descartados corretamente. Concluíndo, a toxicidade consiste na capacidade de uma substância química, produzir um efeito nocivo quando interage com um organismo vivo. A toxicidade de uma substância depende da dose e/ou do sistema biológico de cada um. Todas as substâncias podem ser tóxicas consoante a dosagem utilizada.





BIBLIOGRAFIA

Manuseio de baterias e pilhas. Disponível em: http://www.mundoeducacao.com/quimica/descarte-correto-pilhas-baterias-usadas.htm