sexta-feira, 19 de junho de 2015

seguro empresarial


INTRODUÇÃO

O presente tema na qual nos foi dirigido para fazermos então uma abordagem aprofundada sobre o seguro empresarial. Exactamente poderemos detalhar os pormenores que por sua vez são essências no que diz respeito ao nosso tema de investigação. Neste contexto é evidente que a sua concepção em termos empresariais, salvaguardam com rigor e eficiência a empresa que na qual efectua um contrato com uma determinada agencia seguradora. Sabemos que toda empresa precisa de segurança. Esta afirmativa é verdadeira e não há quem a conteste. Mas para ter segurança, é preciso que o empresário tome algumas medidas importantes para que tudo esteja bem protegido. Uma delas, é a contratação de um seguro empresarial para a empresa.




O SEGURO EMPRESARIAL

Origem

 O seguro foi criando força e conquistando credibilidade, e foi em Gênova, por volta de 1347, que o primeiro contrato de seguros foi escrito. Nele continha inúmeras cláusulas que garantiam ou isentavam os seguradores de pagarem as indenizações
No século XVII, o mercado securitário se expandiu e ganhou novos produtos de cobertura terrestre, especialmente em decorrência do Grande Incêndio de Londres de 1666, que destruiu cerca de 25% da cidade.
Com a Revolução Industrial, o seguro acabou se tornando um item praticamente obrigatório em todas as áreas da atividade humana, afinal, os avanços tecnológicos, as atividades de alto risco e os novos meios de transportes podem causar prejuízos de proporções incalculáveis.
Todo esse crescimento da indústria, do comércio e dos meios de transporte, fez com que as empresas seguradoras também evoluíssem para acompanhar a demanda do mercado. Hoje existem seguradoras que controlam vultosos valores, contribuindo com a sociedade, na geração de empregos e com projetos de responsabilidade social.

Conceito de Seguro 

Do latim securus, gramaticalmente exprime o sentido de livre e isento de perigos e cuidados, posto a salvo, garantido.
No sentido jurídico, designa o contrato em virtude do qual um dos contratantes assume a obrigação de pagar ao outro, ou a quem este designar, uma indenização, um capital ou uma renda, no caso em que advenha o risco indicado e temido, obrigando-se o segurado a lhe pagar o prêmio que se tenha estabelecido.
Seguro é o contrato em que uma parte (sociedade seguradora) se obriga, mediante recebimento de um prêmio, a pagar à outra parte (segurado), ou a terceiros beneficiários, determinada quantia, caso ocorra evento futuro pré-estabelecido no mencionado contrato.
As seguradoras devem estar autorizadas pelo governo federal a explorar a atividade, onde a contratação sem a devida autorização importa em pena de multa em valor equivalente à quantia segurada. Admitem-se como seguradoras apenas as sociedades anônimas, sociedades mútuas e corporativas, sendo questões últimas somente podem operar com seguro agrícolas, de saúde ou acidente do trabalho.
É instrumento de socialização de riscos onde os segurados contribuem para a constituição de um fundo destinado a cobrir, ainda que parcialmente, os prejuízos que alguns deles irão sofrer. É a denominada mutualidade dos sócios, de forma que o pagamento dos prêmios deve ser feito obrigatoriamente através da rede bancária.
O Estado disciplina os seguros através da fiscalização que exerce sobre as seguradoras, sobre as operações desenvolvidas e as condições do contrato. O seguro deve ser pago no momento em que ocorre o sinistro - Facto eventual que é o objeto do contrato. 

Características

O seguro é contrato aleatório, onerosos, bilaterais, consensuais e são de adesão ou não; não podendo, ainda, ocorrer a rescisão unilateral; 
- São aleatórios, devido ao elemento risco (veremos adiante), pois dependerá sempre de fato eventual. 
- São onerosos, pois, geralmente, cada uma das partes busca vantagem patrimonial, a seguradora com o valor a ser pago pelo segurado, e o segurado com a garantia que seu bem estará protegido. 
- São bilaterais por exigirem a manifestação de vontade de ambas as partes, que são obrigadas de forma recíproca. 
- São consensuais, pois necessitam apenas do consentimento das partes, não sendo necessário nenhuma outra solenidade. Parte da doutrina não entende dessa maneira, mas em conformidade com a lei, verifica-se a sua consensualidade, pois é possível a comprovação da relação contratual com o pagamento da apólice, não sendo necessária a sua emissão (o que tornaria a relação solene, não mais consensual). 
- Se o contrato não for de adesão, as normas do contrato não devem ser interpretadas nem por analogia nem por extensão. No caso de ser um contrato de adesão (é aquele contrato proposto pela seguradora, com cláusulas que não podem ser discutidas, bastando o contratante/eventual segurado aceitá-lo ou não), as normas devem ser interpretadas em favor do segurado nos casos de dúvida, devido a posição do segurado na relação (é inferior, já que a seguradora impõe aquelas cláusulas), conforme redação da lei: "Quando houver no contrato de adesão cláusulas ambíguas ou contraditórias, dever-se-á adotar a interpretação mais favorável ao aderente".
Vale ressaltar que nenhuma cláusula contratual pode contrariar normas de ordem pública, independentemente da autonomia dos contratantes. 

Actuação do seguro empresarial numa determinada empresa

O seguro empresarial protege uma determinada empresa de forma eficiente, segura e econômica com coberturas contra incêndio, danos elétricos, fumaça e explosão; além de várias outras opcionais que oferecem proteção ao estabelecimento empresarial.
Além disso, existe a possibilidade de contratação de coberturas específicas para atender as necessidades de cada segmento, sejam hotéis, motéis, pousadas, bares, restaurantes, entre outros.

COBERTURA DE SEGURO EMPRESARIAL

Cobertura Básica

 Incêndio, Explosões e Fumaça
Abrange os danos materiais causados por incêndio e explosão, onde quer que tenham se originado, por fumaça proveniente de problemas no funcionamento de qualquer aparelho, instalado no estabelecimento segurado, bem como por fumaça proveniente de incêndio ocorrido fora do terreno no qual se localiza o estabelecimento.

Coberturas Opcionais

 Danos Elétricos
Danos e aparelhos e instalações elétricas ou eletrônicas, causados por curto-circuito, variação de tensão ou queda de raio.
 Vendaval / Impacto de Veículos
Cobre, por exemplo, destelhamento por ventos fortes e danos a portões por colisão de veículo.
 Despesas Fixas
Paga suas contas (água, luz, impostos, salários, etc) em casos de incêndio, explosão e fumaça.
 Perda ou Pagamento de Aluguel de Imóvel
Caso o imóvel fique inabitável devido à ocorrência de incêndio, explosão ou fumaça.
Tumultos
Danos ao imóvel e seu conteúdo, causados por tumultos ou greves.
 Subtração de Bens e Mercadorias
Subtração de máquinas e/ou mercadorias, mediante ameaça ao segurado ou arrombamento do local.

 Subtração de Valores
Dentro da empresa, mediante ameaça ao segurado, arrombamento do local ou em trajetos externos.
 Painéis, Anúncios Luminosos e Letreiros
Cobre as perdas e danos causados a anúncios luminosos instalados no local segurado.
 Equipamentos Eletrônicos
Danos a equipamentos eletrônicos e de informática causados por incêndio, explosões, danos elétricos, transportes internos, subtração mediante ameaça ao segurado ou arrombamento do local.
 Responsabilidade Civil
Danos causados a terceiros, decorrentes de atividades desenvolvidas dentro da empresa.
 Quebra de Vidros
Garante vidros e espelhos instalados em janelas, balcões, prateleiras, revestimentos bem como espelhos planos.
 Sprinklers
Derrames acidentais de água ou outra substância líquida contida em instalações de sprinklers.
 Lucros Cessantes
Cobre as perdas do lucro bruto no estabelecimento segurado, constituído pela soma do lucro liquido e despesas fixas em decorrência de sinistro coberto pela garantia básica (Incêndio, Explosão e Fumaça).
 Contaminação e Deterioração de Mercadorias em Ambientes Frigorificados
Garante os prejuízos por perdas e danos materiais causados as mercadorias existentes no estabelecimento segurado, em ambiente frigorificados.
 Recomposição de Registros e Documentos
Garante ao segurado, o reembolso das despesas necessárias à recomposição dos registros e documentos que sofrerem perda ou destruição dentro do estabelecimento segurado.
 Responsabilidade Civil Garagista (cobertura Simples ou Ampla)
Cobre danos aos veículos de terceiros, sob a guarda do segurado em decorrência de incêndio, subtração total do veículo e colisão.

VANTAGEM E DESVANTAGEM DO SEGURO EMPRESARIAL

Vantagem de seguro empresarial

Proteger as empresas, em uma única apólice, dos vários riscos a que estão expostas. É destinado à preservação do património empresarial que abrange, geralmente, imóveis, equipamentos, mercadorias, móveis e utensílios. É muito comum o seguro multirrisco incluir também cobertura de responsabilidade civil decorrente da existência, uso e conservação desses bens, além de indemnizações por diminuição de faturamento e assistência nas pequenas emergências do dia a dia. O objectivo do seguro multirrisco é garantir ao segurado, até o limite máximo de indemnização previsto em cada uma das diversas garantias contratadas, o pagamento de indemnização por prejuízos directamente ocasionados por perdas e danos aos bens segurados, ocorridos no local segurado, em consequência dos riscos cobertos.

Desvantagem de seguro empresarial

Nestes casos podem levar a que algumas pessoas se sintam inseguras em experimentar essa modalidade de contratar uma seguradora. Porém, com o avanço das novas tecnologias e a falta de tempo, cada vez mais pessoas se deixarão conquistar pela comodidade de estabelecer relação com a empresa seguradora. Afinal, com o passar do tempo e o aumento do número de clientes de corretoras, mesmo os clientes mais reticentes acabarão por ver que os benefícios de tratar do seguro da empresa são inequívocos devidos alguns danos que podem causar no momento normal de funcionamento. O maior risco é um acontecimento futuro e incerto, mas que o segurado tenha certo receio que aconteça e que deseja dar garantia a esse bem. Esse será o objeto do contrato. A emissão da apólice deverá ser precedida de proposta escrita com a declaração dos elementos essenciais do interesse a ser garantido e do risco. 

Importância do seguro empresarial

O seguro empresarial é fundamental para manter o seu negócio a salvo. Em um mercado tão competitivo como o de hoje, em que as empresas gastam muitos milhões em investimento, não seria nada interessante para ela perder parte dos seus ativos em um incêndio, não é mesmo? Por isso, ter um seguro se torna tão importante. Ter um seguro empresarial é garantir um futuro mais seguro para sua empresa. E a dica que deixamos é para que você não espere acontecer o pior para contratar um seguro empresarial.


CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita chegamos então a conclusão de que o seguro empresarial funcional como um elemento de prevenção e protecção em termos de elementos patrimoniais. Assim é evidente a importância na concepção do mesmo, visto que normalmente as coisas podem acontecer de uma ou outra forma que por vezes o pessoal não contava com o mesmo. É muito importante que nós a ser formados nesta área de Gestão e Administração de Empresas saibamos o seu valor, até porque graças a nossa Docente pelo tema que nos dirigiu nos foi possível compreender com mais detalhes como funciona o Seguro Empresarial numa determinada empresa.



BIBLIOGRAFIA

A importância do seguro empresarial. Disponível em: http://www.sobreadministracao.com/importancia-do-seguro-empresarial/. Acessado aos 18 de Junho de 2015.
GONÇALVES, Carlos Roberto.  Direito das Obrigações - Parte Especial (contratos). Coleção Sinopses Jurídicas. Volume 6, Tomo I, 8° Edição. Editora Saraiva 2007.
LARRAMENDI, I.H. de; PARDO, J.A. e CASTELO, J. Manual Básico de Seguros. Brasil: FUNENSEG, Gráfica Vitória Ltda, 1997.189p.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil - Contratos em Espécie. Volume III, Sexta Edição. Editora Jurídico Atlas, 2006. 





ÍNDICE


quinta-feira, 18 de junho de 2015

A IMPORTÂNCIA DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PELO ASSISTENTE SOCIAL

O presente trabalho tem como objetivo abordar a utilização das tecnologias de informação aplicadas aos processos de trabalho dos Assistentes Sociais, bem como de outros profissionais atuantes na esfera da Seguridade Social.
Relataremos a evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC?s) que trouxeram para o núcleo da sociedade uma mudança estrutural violenta em todos os campos de atuação do ser humano, mostrando que as mesmas são prova real desse fenômeno que radicalizou o modo de vida da sociedade atual, evoluiu o modo de comunicação, da propaganda, da agilidade na transmissão de dados - ferramenta útil para o intercâmbio de conhecimento, geração e promoção da Seguridade Social, onde a educação é um dos pilares juntamente com a assistência social (e saúde).
Conheceremos o Sistema de Informação Instituto Ayrton Senna (SIASI), que coleta dados quantitativos dos diversos programas do Instituto Ayrton Senna (IAS) para promoção, integração e inserção de alunos com defasagem idade/série/aprendizagem no município de Ibirapuã-BA. 

2 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é o termo utilizado para designar o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para a geração e uso da informação. Conjunto de recursos não humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação da informação. A TIC não se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunicação de dados. A TIC é a difusão social da informação em larga escala de transmissão, a partir destes sistemas tecnológicos inteligentes, seu acesso pode ser de domínio público ou privado, na prestação de serviços das mais variadas formas. 
As Tecnologias da Informação constituem um amplo espaço de discussão, pois tais tecnologias têm contribuído e muito para provocar alterações econômicas, sociais e culturais. Algumas das razões que levaram à disseminação do uso das TIC?s foi o fato das mesmas melhorarem o andamento dos processos internos, aplicarem controles melhores, reduzir custos, melhorarem a qualidade e disponibilidade das informações importantes interna e externamente à organização, agregar valor aos serviços e produtos ofertados por uma organização, empresa ou indústria.
O principal benefício que a tecnologia da informação e comunicação traz para as organizações é a sua capacidade de melhorar a qualidade e a disponibilidade de informações, gerando melhoria na sua redistribuição e alcance por uma massa muito maior de consumidores dessa informação, onde essas novas tecnologias parecem favorecer a tendência para as instituições diminuírem as fronteiras cada vez menos demarcadas em relação ao seu meio ambiente e a trabalharem cada vez mais "em rede" com outras instituições, e fazem seus colaboradores também trabalharem cada vez mais "em rede", no ambiente interno de uma organização ou no mundo inteiro para obtenção de ganhos em eficiência e efetividade, onde a popularização do uso do computador e da internet potencializaram uso das TIC?s em diversos campos. 
A difusão das novas tecnologias de informação trouxe não somente benefícios, vieram acompanhados também de impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito de acesso à informação, pois os cidadãos das classes mais baixas geralmente não têm acesso a grande parte da informação gerada e coletada por instituições públicas. Nesse ínterim é que o assistente social revela-se como o melhor mediador desse ?conflito? que distancia as classes palpérrimas da exclusão social. Incluindo a todos, sem exceção de raça, etnia, classe social ou nacionalidade nessa ?rede?.
As TIC?s revelam-se de suma importância para a obtenção de dados para que o trabalho de uma determinada instituição não pare, principalmente aquelas que trabalham com um potencial quantitativo, onde os resultados para que num próximo planejamento só melhore as condições de trabalho daqueles que dele dependem ou daqueles que são objeto do estudo daquele trabalho.
A instituição pública consultada para essa pesquisa foi a Secretaria Municipal da Educação e Cultura de Ibirapuã-Ba (SEMEC). Pesquisa realizada no Setor de Coordenação Especial de Programas Aceleradores da Aprendizagem (Gestão Nota 10 ? Instituto Ayrton Senna) de crianças e adolescentes com defasagem na aprendizagem (Programa Acelera Brasil) e fora da faixa etária em uma determinada série (Se Liga), entre outros.
Direcionando este estudo das TIC?s para o Serviço Social e sua interação com a garantia de direitos fundamentais, reconhecemos neste setor pesquisado, que a educação como direito fundamental de toda criança e adolescente dá-nos provas concretas que essas novas tecnologias de informação e comunicação levam a educação a uma nova dimensão. 
O Instituto Ayrton Senna é uma ONG brasileira, criada pela família do piloto Ayrton Senna após sua morte, em 1994. Com dez anos de existência, o Instituto já havia investido mais de R$ 19 milhões em projetos educacionais para 977.547 crianças e jovens de 463 municípios (incluindo Ibirapuã-BA), em 25 Estados brasileiros, com a colaboração de 51.217 educadores voluntários e 3.375 escolas. 
O mais conhecido desses programas, o Acelera Brasil, fez aumentar para 96% a taxa de aprovação nas escolas públicas beneficiadas. E, para que este ideal fosse disseminado a todo Brasil, necessitava de ser controlado onde quer que estivesse sendo realizado. Foi assim que o Instituto Ayrton Senna firmou parceria com a AUGE. 
A AUGE Tecnologia & Sistemas é uma empresa de gestão e gerência de projetos educacionais para o setor público e privado e seus projetos implementam metodologias voltadas para eficácia da gestão escolar, administrativa, acadêmica e pedagógica. Possui vasta experiência na utilização de sistemas de tecnologia de informação, comunicação e Internet, para o desenvolvimento de Ambientes Colaborativos de Ensino e Aprendizagem, Sistemas de Gestão Educacional e tecnologias de Gestão de Projetos Educacionais e Melhoria de Processos de Gestão Educacional, onde é muito necessária a experiência da mesma em projetos que envolvem tecnologia aplicada à educação, tanto na área de gestão quanto na área pedagógica. 
O AUGE dá assim suporte ao Instituto Ayrton Senna (IAS), através do Sistema Instituto Ayrton Senna de Informação (SIASI) que registra as informações educacionais dos estados e municípios parceiros por meio da coleta de dados quantitativos das escolas e da sua consolidação no âmbito das secretarias de educação de cada município parceiro. O sistema permite a rápida tomada de decisão a partir de relatórios de análise e de intervenção, visando a melhoria da aprendizagem e o sucesso do aluno.
Segundo a Coordenadora Geral do IAS no município de Ibirapuã-BA, a sra. Eulita de Oliveira, na sede da Secretaria da Educação, a prefeitura municipal fez parceria com o Instituto Ayrton Senna e a Suzano aderiu aos programas Gestão Nota 10, Circuito Campeão e Correção de fluxo (Se Liga) no ano de 2008 e Acelera em 2009. Essa parceria é um compromisso de 4 anos e desde os primeiros já é possível perceber as melhorias no nível de aprendizado dos alunos, bem como o avanço daqueles que estavam fora da sua faixa etária. 
Para compreendermos melhor o funcionamento do SIASI (Sistema Instituto Ayrton Senna de Informação) e os dados que ele capta, é necessário conhecer os programas que servem esses números para o mesmo, para assim manter-se o controle dos programas, gerando soluções ágeis e palpáveis.
O Gestão Nota 10 é voltado para o sucesso do aluno, por isso trabalha com indicadores e metas gerenciais, capacitação dos profissionais em serviço e informação em tempo real através do SIASI com a alimentação dos dados sobre os quatro âmbitos da gestão educacional: aprendizagem, ensino, rotina escolar e política educacional. Os resultados positivos obtidos depois da implantação desse sistema de acompanhamento são indiscutíveis. Esse trabalho requer ações que incidam sobre os indicadores de sucesso, todos eles simples, óbvios, mas que requerem ações planejadas, devidamente acompanhadas e avaliadas, com metas claras e pactuadas pelas equipes, são eles:
- O cumprimentos de 100% das 800 horas mínimas de aula; 98% de frequência de professores e alunos; 95% de alfabetização ao final da 1ª série (7 anos de idade); 95% de aprovação; somente 2% de reprovação por falta e/ou abandono e 95% de fluxo escolar corrigido, no mínimo.
O programa Circuito tem a finalidade de qualificar a aprendizagem dos alunos matriculados na 1ª fase do ensino fundamental através de processos gerenciais e pedagógicos; cabe assim aos coordenadores desse programa acompanhar sistematicamente o alcance de metas definidas para indicadores do sucesso de alunos e da rede de ensino, fortalecendo também na mesma e na secretaria de educação, uma equipe comprometida com resultados positivos para todos os alunos.
É através do gerenciamento da aprendizagem proposto pelo Circuito Campeão que será possível detectar e localizar as dificuldades que o ameaçam e desenvolver ações de superação que levem ao sucesso nessa fase escolar. E é ele que direciona o emprego produtivo do conhecimento socialmente acumulado e de métodos e teorias de aprendizagem e de ensino.
O Programa Se Liga alfabetiza crianças com distorção idade-série e provoca mudanças na educação formal. Isso porque ele introduz na rede escolar uma cultura de gestão eficaz, focada em resultados e que combate os principais problemas do sistema de ensino: os baixos níveis de aprendizagem, a repetência e a distorção idade/série.
Para que o sistema de informação SIASI fosse compreendido foi necessário um breve apanhado do que ele representa e como esses dados que servem para alimentá-lo chegam até ele. Através do SIASI ao final do ano de 2009 foi detectada uma grande melhoria nesses apenas dois anos de funcionamento do programa. A aprovação da 1ª à 4ª série foi de 83,7% e de 5ª a 8ª série foi de 81,6%. Nos programas Se Liga a aprovação foi de 82% e no Acelera Brasil foi de 88,9%, segundo dados fornecidos pela Coordenadora Geral dos programas, a Sra. Eulita de Oliveira.
Como sabemos, o Brasil é a 9ª potência econômica do mundo, embora se encontre entre os países com os maiores níveis de exclusão e desigualdade social, onde ocupa o 70º lugar no ranking de Desenvolvimento Humano. Essa diferença entre o Brasil econômico e social aponta a necessidade primordial de trabalhar para o desenvolvimento humano das novas gerações. 
Se houver investimento certo, o uso correto das informações, agilidade e responsabilidade na obtenção e entrega de dados para melhoria dos processos de trabalho, seja na educação ou na assistência social, tudo isso irá garantir a transformação do país a partir da co-responsabilidade dos três setores - organismos governamentais, empresas e organizações da sociedade civil - para desenvolver políticas públicas que, atuando em escala, favoreçam a criança e o adolescente, interferindo positivamente nas suas realidades.
É justamente essa distância que deve ser diminuída e alcançada por intermédio e uso também das TIC?s, tornando-se o maior desafio do assistente social nos dias de hoje, promover a inclusão e diminuir a desigualdade social que caracteriza o Brasil atual. 
A sociedade está mudando. E compreender essa transformação e buscar alternativas novas para adequar-se a essas mudanças são primordiais, não havendo mais como rejeitar ? como nossos precursores ? todo tipo de benefício advindos das transformações da sociedade, que é objeto de estudo do Serviço Social. Dessa maneira, um profissional desqualificado, desatualizado e desinformado, está fadado (e sujeitando a outros) ao fracasso. Para tanto, é necessário uma postura ética e crítica do profissional da atualidade. Por o Serviço Social estar posicionado bem ao centro da contradição capital x trabalho, é que ainda mais se faz necessário a aproximação desse profissional no campo das TIC?s, para que saiba se posicionar para controlar o fluxo das informações advindas das questões sociais geradas nessa contradição das classes. 
Há ainda a necessidade dos assistentes sociais tomarem conhecimento acerca das tecnologias da informação e comunicação, sabendo que o mais capacitado para gerir as políticas públicas são esses profissionais, garantindo, contudo que a qualidade dos serviços e das políticas sociais prestadas estejam sendo realizadas por uma boa administração, pois estes profissionais são capacitados tecnicamente para gerenciar, planejar, controlar e administrar os projetos de intervenção do Serviço Social para a gestão das políticas públicas. 
Para isso, ainda é que se exige muito mais esforço do profissional de Serviço Social, pois na atualidade com a implantação cada vez mais da política (neo)liberal no país e, vendo o Estado minimizando-se e tornando-se gradativamente mais indiferente com as camadas mais empobrecidas da população, é que vemos a profissão amiudar-se. Daí a desqualificação profissional elimina os que desconhecem as inovações e tecnologias modernas que o mercado oferece.
Não há como desconhecer as TIC?s, uma vez que todo esse mercado nos faz confrontar com o impasse ideológico e político que há por trás de tanta inovação. Tudo o que ?alimenta? as novas tecnologias, toda essa indústria infalível e inesgotável é que move o Capitalismo, o sustenta e o mantém. Assim, é necessário mais uma vez, uma atitude crítica dos assistentes sociais frente a essa efervescência, pois essa apropriação contribuiria indiretamente para potencializar a sua condição de reprodutor das relações sociais.
Lembramos que toda essa tecnologia (computadores, fax, celular, internet, mídias em HD, GPS, etc), toda essa mídia é cara. Muito cara, e rapidamente substituída por uma cada vez mais moderna. Assim, concluímos que a grande parcela da população brasileira não pode ter acesso a ela e isso se chama exclusão digital. 
Para elucidar os motivos que levam os assistentes sociais a se interessarem cada vez mais em adquirir conhecimento acerca das TIC?s, não descartamos a necessidade do conhecimento dos programas sociais por estes profissionais. O que é muito comum desde o final do século passado com o Programa Bolsa Família e suas condicionalidades; Os programas do Ministério da Educação e Cultura (MEC), como o Censo Escolar, o Programa Universidade para Todos (PROUNI); o Portal da Transparência, dentre tantos outros, são exemplos claríssimos dessa tecnologia da informação inserida no âmbito da assistência social, pois promovem os direitos básicos de todo cidadão, como a saúde, educação, assistência social, previdência e etc.
Todavia, há que o profissional cuidar para não transformar os usuários de todos esses serviços em mero número ou dado estatístico de um gráfico ou percentual que alimenta seu banco de dados. Faz-se necessário problematizar a intencionalidade técnico-operativa, bem como otimizar o planejamento dos limites que poderão ser encontrados quando da utilização dos recursos informacionais.
Não há, portanto, como negar que toda essa tecnologia inserida no âmbito estatal ? sem falar no privado ? tem, contribuído e muito para agilizar na articulação das informações alimentadas nos sistemas, podendo ser acessadas de norte a sul do país. Tornando clara e acessível a toda a população as propostas e projetos trabalhos, colocados em prática pelo Governo para benefício (ou não) da população, mas a tecnologia da informação não detêm-se somente nos benefícios, está aí a necessidade real do olhar crítico do assistente social para que não banalizemos o uso dessas tecnologias, o que seria uma afronta aos fundamentos ético-políticos da profissão. 
Privilegiamos uma análise crítica da utilização das tecnologias de informação, sem negá-las. Podemos exemplificar com a assertiva de Colmán Duarte: 
"A organização dos processos de trabalho dos assistentes sociais não pode, portanto, ser considerada mera modalidade 'técnica". Reflete prioridades políticas e orientações dos centros de poder e/ou resulta das negociações entre os atores sociais em conflito. Esta é a razão pela qual é tão importante que os assistentes sociais se apropriem das tecnologias de informação, pois é montada nestas que, muitas vezes, qual cavalos de Tróia, são orientadas as ações dos assistentes sociais no sentido de favorecer os interesses dos grupos dominantes sem a clara explicitação das finalidades."(DUARTE, 2004) 

Dessa forma, cabe ao assistente social dar novo significado social a toda essa tecnologia, utilizando-a para que os usuários dos serviços por eles prestados, seja redistribuído de forma emancipatória, eficiente e eficaz para todos, desde que estas preservem e potencializem a tradição e os valores políticos construídos pela profissão ao longo dos anos. 
O Serviço Social necessita como qualquer outra profissão investir em qualificação profissional. Todavia, há que o profissional cuidar para não transformar os usuários de todos esses serviços em mero número ou dado estatístico de um gráfico ou percentual que alimenta seu banco de dados. Faz-se necessário problematizar a intencionalidade técnico-operativa, bem como aperfeiçoar o planejamento dos limites que poderão ser encontrados quando da utilização dos recursos informacionais.
Jamais perdendo de vista o olhar crítico acerca dos processos de transformação social a que está sujeita a sociedade. Para que se garanta a ampliação do espaço de trabalho profissional, melhorando o fluxo das demandas e a gestão das informações, elaboração e implementação de planos, projetos e estratégias e políticas públicas que garantam um bom atendimento aos anseios da sociedade. Conforme Souza: 
"O Serviço Social precisa se capacitar para este debate e para inovar na sua prática profissional, procurando incorporar os novos produtos e processualidades da Revolução Informacional, traduzindo-os em práxis ídeo-política, enquanto cultura profissional, para não correr o risco de ver-se desqualificado frente às novas exigências histórico-estruturais da chamada "Sociedade da Informação". O não enfrentamento desse debate, ao nosso ver, impedirá que o Serviço Social dê um passo à frente, em continuidade à necessária crítica ao conservantismo e ao tecnicismo na profissão, propondo nesse novo patamar uma grade operativa vinculada à produção teórico-medológica conseqüente com o movimento hegemônico na profissão." (SOUZA, 2004).

Entendemos, portanto, que as tecnologias de informação e comunicação atreladas e articuladas ao Serviço Social só tem a contribuir quando utilizadas de forma crítica e profissional pelo assistente social em campo para otimização dos trabalhos realizados no cotidiano da profissão.

3 CONCLUSÃO
As tecnologias da Informação e Comunicação estão a nossa volta. Ao findar esse trabalho podemos perceber isso. Compreender as TIC?s, como elas funcionam, como elas puderam representar uma mega-transformação na vida do homem pós-moderno ainda hoje, é assustador. Sabemos que o mundo está cada vez mais transformado. Seja pela revolução da consciência humana e consequentemente, sua transformação societária, seja pela rapidez com que planejamos e executamos uma ação, sozinhos ou acompanhados por pessoas que talvez, estejam do outro lado do mundo. 
A internet, o computador, fax, celular, satélites, HDTV, GPS, rádio e etc., são apenas alguns dos representantes deste fenômeno e o trabalho que será explanado a seguir tratará das TIC?s e sua apropriação pela assistência social e como elas podem contribuir para a garantia de direitos fundamentais básicos de crianças e adolescentes através da educação com parceria com o Instituto Ayrton Senna no Sistema Ayrton Senna de Informação (SIASI). Conhecemos um pouco mais o SIASI (Sistema Instituto Ayrton Senna de Informação), que recolhe dados quantitativos para imissão em dados qualitativos no cotidiano escolar da rede pública de ensino em Ibirapuã-BA. Através de um trabalho social, de promoção à melhoria de aprendizado e melhor gestão dos programas dessa mesma rede. Diminuindo o analfabetismo, a exclusão e a distorção idade/série dos educandos.

a circuncisão


INTRODUÇÃO

A circuncisão é uma cirurgia que pode ser feita em qualquer idade, contudo no recém nascido esta cirurgia é mais fácil do que quando realizada mais tarde e os cuidados de higiêne do pênis de um bebê que foi submetido à circuncisão devem ser rigorosos, com lavagem diária com soluções anti-sépticas e aplicação de óleo até que a pele esteja perfeitamente cicatrizada para evitar infecções na região.


A CIRCUNCISÃO

A circuncisão é uma cirurgia que retira o excesso de pele que recobre a cabeça peniana. Ela é indicada em caso de fimose, mas grande parte desse tipo de cirurgia é justificada por motivos religiosos, que envolvem judeus e muçulmanos.

ORIGENS DA CIRCUNCISÃO

A circuncisão é um dos procedimentos cirúrgicos mais antigos da humanidade, havendo relatos da prática entre os egípcios, há mais de 15.000 anos, como modo de aumentar a higiene masculina e “purificar a alma”.

definição da circuncisão

A IMPORTÂNCIA DA CIRCUNCISÃO

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA CIRCUNCISÃO

Vantagens
Não vamos entrar no mérito religioso, pois não somos um site com esse fim e nem temos apenas visitantes envolvidos. Mas falando no âmbito geral, a principal vantagem está na higiene íntima. Como a região fica coberta, acaba se tornando um excelente local para acumular bactérias que causam mau cheiro no órgão genital masculino. Além disso dados do Programa de combate a AIDS da ONU afirmam que homens circuncisados têm menos riscos de contrair doenças, inclusive o próprio HIV e infecções.
Desvantagens
Já a desvantagem da circuncisão é difícil definir, pois ” não existe “. Até mesmo o risco da cirurgia é quase nula, mas quanto a sensibilidade da glande é motivo de comentários críticos. Porque a glande fica sensível no começo,  logo quem sofre de ejaculação precoce acaba piorando o caso. Em adultos outro motivo de reclamação é no pós operatório, pois em ereções no período da noite podem ocorrer ereções dolorosas. Pode até soltar os pontos na região.

consequencias DA CIRCUNCISÃO

A circuncisão é um procedimento cirúrgico que, como tal, possui riscos. Todavia, a cirurgia é rápida e simples (dura cerca de 10 minutos) e apresenta taxas de complicações cirúrgicas abaixo de 0,5%. As complicações mais comuns são sangramentos, infecções e insatisfação com o resultado estético.
A circuncisão, como qualquer outra cirurgia, deve ser feita sob anestesia, evitando que a criança ou mesmo o adulto sintam dor durante o procedimento.
Satisfação sexual após circuncisão
A mucosa do prepúcio é muito inervada e contribui para o prazer no ato sexual. Um dos argumentos contra a circuncisão sem indicação médica é o risco de redução da sensibilidade do pênis. Todavia, apesar da lógica por trás desta teoria, o fato é que, na prática, homens circuncidados não apresentam uma satisfação menor com suas vidas sexuais.
Mesmo em homens que se submeteram à circuncisão somente quando adultos e com vida sexual já ativa, não há provas contundentes de que haja mudanças da qualidade da vida sexual dos mesmos. Existem relatos pessoais de diminuição da sensibilidade, porém, existem também trabalhos científicos com grandes grupos, que mostram ausência de alterações na qualidade do sexo. É um tema polêmico.
O fato é que a circuncisão feita em crianças, sem indicação médica formal, é atualmente um procedimento que causa controvérsias. Existem grupos contra a circuncisão que apresentam os seguintes argumentos, entre outros:
– A circuncisão causa dor nos recém-nascidos trazendo estresse desnecessário ao bebê.
– O trauma da circuncisão realizada quando bebê é carregado pelo resto da vida, mesmo que o indivíduo não se dê conta disso.
– A circuncisão vai de encontro aos direitos humanos pois mutila um ser incapaz de tomar decisões.
A posição da maioria dos Colégios de Pediatria é de não indicar a circuncisão sem motivo médico claro; entretanto, do mesmo modo, as mesma não contraindicam sua realização por motivos pessoais ou religiosos.

CONCLUSÃO

Cheguei a conclusão de que apenas um pequeno número de circuncisões é justificado por uma verdadeira fimose. As regras de higiene são suficientes e é desaconselhada a retracção forçada do prepúcio. O conjunto de evidências existentes sobre os riscos e benefícios é tão equilibrado que não se pode aconselhar a circuncisão como um procedimento preventivo. Existindo um tratamento conservador e tópico disponível, parece lógico pensar que esse deva ser a primeira opção nos casos de prepúcios neonatais não retrácteis. Para terminar deixa-se uma reflexão de linhagen: .no contexto dos dados epidemiológicos que mostram a resolução espontânea da fimose na maioria dos casos, o argumento de que a circuncisão é um procedimento cirúrgico minor e sem complicações é não só errado como irrelevante. É eticamente, assim como economicamente questionável operar uma criança para tratarumprocesso fisiológico.


BIBLIOGRAFIA

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A circuncisão risco e benficios. Disponível em: http://www.mdsaude.com/2011/05/circuncisao.html. Acessado aos 17 de Junho de 2015.
A circuncisão vantagens e desvantagens. Disponível em: http://barmetrosexual.com/circuncisao-masculina-vantagens-e-desvantagens/. Acessado aos 17 de Junho de 2015.
A circuncisão e a sua importância. Disponível: http://deondeeoteureino.blogspot.com/2012/10/a-importancia-da-circuncisao.html. Acessado aos 17 de Junho de 2015.


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