terça-feira, 3 de março de 2015

A Importância da Tecnologia

INTRODUÇÃO

Neste presente trabalho abordarei sobre a importância da tecnologia e das telecomunicações, Os jovens hoje em dia estão ligados a uma 'sociedade digital' com o grande avanço tecnológico e meios de comunicação, mas isso tem gerado muitas questões. A tecnologia não tem mais como ser evitada, principalmente pelos jovens e adolescentes, e no ambiente escolar não é diferente, e isso vem gerando muitas opiniões diversas na sociedade.
Correspondem a todas as tecnologias que interferem e mediam os processos informacionais e comunicativos dos seres. Ainda, podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos integrados entre si, que proporcionam, por meio das funções de hardware, software e telecomunicações, a automação e comunicação dos processos de negócios, da pesquisa científica e de ensino e aprendizagem. As TIC são utilizadas em diversas maneiras e em vários ramos de actividades, podendo se destacar nas indústrias (processo de automação), no comércio (agenciamento e publicidade), no setor de investimentos (informações simultâneas e comunicação imediata) e na educação (processo de ensino aprendizagem e Educação a Distância). Pode-se dizer que a principal responsável pelo crescimento e potencialização da utilização das TIC em diversos campos foi a popularização da Internet.











A IMPORTÂNCIA DAS TECNOLOGIAS
A tecnologia é uma necessidade absoluta, não podemos escapar. Ela tem um papel muito grande na maioria dos aspectos de nossas vidas. Em outras palavras, ela responde a maioria dos problemas da humanidade. A importância da tecnologia está apontando para maior conforto de utilização em qualquer forma. Ela sempre orienta para a facilidade na vida.
A tecnologia móvel, por exemplo. E o mais rápido do mundo está se movendo, mais os recursos são oferecidos. Laptop fica mais fino e menor. Torna-se mais compacto a cada ano oferece mais recursos e uma performance de topo.

A necessidade de ser capaz de comunicar a qualquer hora, em qualquer lugar, tem inspirado os cientistas a criar o celular. E tornar-se cada vez menores. Com mais recursos, mais jogos, mais entretenimento, agora mais profissional como ter um computador no bolso.

VANTAGENS DA TECNOLOGIA

Dependendo de como usamos a tecnologia moderna ela pode ser muito benéfica para nós. Notemos algumas vantagens:
Computadores: nos poupam de tarefas tediosas, possibilitam que façamos compras, operações bancárias sem sair de casa, nos ajudam também a manter contactos com pessoas, empresas e outros por e-mails, correio de voz ou vídeos e acima de tudo fazer amizade.
Segundo a revista Science News "a Internet proporciona uma quantidade variedade sem precedentes de informação, locais de encontro desde fóruns electrónicos a mensagens instantâneas ou até mesmo as chamadas comunidades virtuais".
Aparelho de TV: É a mais ponderosa ferramenta de ensino, com ela aprendemos sobre terras, povos que nunca visitamos. Viajamos sem mesmo sair de casa, vemos notícias ao vivo, recebemos informação sobre política, história, eventos actuais, etc. ela nos diverte, instrui e influencia.
Telefones ou Celulares: são aparelhos indispensáveis na vida social. Com eles podemos ampliar o nosso leque de amizade em pouco tempo em qualquer lugar, etc.

 

DESVANTAGENS DA TECNOLOGIA

A tecnologia da comunicação tem sido explorada de muitas formas e muitas das quais de maneira negativa. Vejamos agora algumas desvantagens da tecnologia moderna.
Computadores: Por exemplo ao utilizarem algumas redes sociais por meio de computadores com internet alguns jovens se evolveram em uma intimidação electrónica ou seja usaram a internet para assediar, zombar, intimidar, humilhar, espalhar calúnias e falsificar a identidade própria e de outros.
Segundo Dr. Briam Yeo no jornal electrónico The Business Times diz que "estar conectado consome mais do seu tempo e se torna a actividade preferida da sua vida a ponto de deixar todo resto de lado, isso com certeza é sinal de alguma coisa esta errada".
Outro lado negativo do uso de computadores com internet é que as amizades tendem a ser superficiais falsas ou até mesmo perigosa. Alguns criam uma identidade que reflecte a pessoa que eles querem ser em vens de quem eles são, por exemplo um jovem declara que tem 25 anos de idade e vivi no Brasil quando na verdade ele tem 17 anos e vivi em Angola.
Aparelho de TV: A televisão é outro meio tecnológico em que os espectadores são afectados pela constante exposição a violência e o sexo ilícito. Alguns críticos dizem que a violência na TV faz com que as pessoas ajam de forma agressiva e tenham menos empatia com as vítimas de violência na vida real.
Em muitos lares a televisão muitas vezes assume o papel de babá. Mas alguns especialistas em saúde mental acreditam que a exposição excessiva e prematura á TV pode resultar em desinteresse por exercícios físicos, confusão entre a realidade e fantasia, problemas emocionais e quando a criança for a escola, falta de atenção.

Telefones ou Celulares: Uma pesquisa da TV Zimbo em Angola, concluiu que os motoristas que falam aos telemóveis, mesmo que seja por viva voz ficam tão incapacitados de dirigir quantos motoristas alcoolizados. Sem falar com inveracidade na troca de algumas informações.
Todos esses aspectos mostram que o uso excessivo e indevido da tecnologia pode causar danos emocionais, físicos e sociais.

IMPORTÂNCIA DA TELECOMUNICAÇÃO

Para um país com as dimensões de Angola, as telecomunicações são de fundamental importância.
Importância das telecomunicações na sociedade actual Desde muito cedo, as pessoas têm a necessidade comunicar entre si. Assim, desenvolveram-se as telecomunicações que facilitam a forma como as pessoas comunicam, podendo contactarem-se de qualquer parte do mundo. Telecomunicações são a transmissão, emissão ou recepção (por fio, sem fios ou por qualquer outro processo) de caracteres, imagens e som de qualquer tipo.
           A circulação de informação (com ou sem som/imagem) é transmitida à distância por cabo ou sem cabo (ondas electromagnéticas).
 Actualmente, as telecomunicações estão muito evoluídas. Isso deve-se essencialmente ao uso de satélites artificiais e cabos de fibra óptica. As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são o novo campo de tecnologia que resulta da fusão da informação com as telecomunicações. Telemática é o conjunto de serviços informáticos fornecidos de uma rede de telecomunicações. Imagina um bairro de lata que não tem água nem electricidade. Mas dispõe de um gerador solar e de um telemóvel.
           
  O acesso a estas redes é melhores nas cidades do que nas aldeias. A Internet é uma importante telecomunicação, permite ligar mercados e sociedades com apenas um clique.
             As telecomunicações constituem um ramo da engenharia eléctrica que contempla o protejo, a implantação e a manutenção dos sistemas de comunicações. A principal finalidade das telecomunicações é suprir a necessidade humana de se comunicar à distância. É comum o prefixo tele ser omitido e, com isto, usar-se a palavra comunicações.

 

A MODERNIZAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES

Outro ponto a destacar é o progresso tecnológico das telecomunicações. Elas transmitem símbolos, caracteres, textos, imagens e sons. Usam fios, cabos metálicos, cabos de fibra ótica, ondas de rádio, meios digitais e outros.
Os avanços recentes mostram uma capacidade cada vez maior de transmitir grandes quantidades de informações a longa distância pelos meios modernos são chamados fluxos telemáticos.
VANTAGENS DA TELECOMUNICAÇÃO
Contactar em tempo real com pessoas que se encontram afastadas fisicamente;
Facilitar a vida ao homem, podendo fazer negócios sem sair de casa, levar sem ir ao banco, obter informações sem ir a uma biblioteca;
 Não é preciso viajar para conhecer lugares, basta ligar a internet, ver um CD-ROM ou um DVD pois os factos de conhecimento vêm ter connosco;
Permitir novas descobertas em menos tempo e conhecer outras culturas através do contacto virtual, com pessoas de outros países.
DESVANTAGENS DA TELECOMUNICAÇÃO
 Não há tempo para brincar, ler..., tornando o homem mais individualista;
 Perda dos valores de solidariedade, afectividade; Quebra de laços familiares e de amizades; A internet pode tornar-se um vício, levando ao desmembramento familiar;  A automatização origina desemprego, sendo o trabalho feito por máquinas;
 Perda de contacto com a Natureza, passando de uma realidade concreta para uma realidade virtual;

CONCLUSÃO
Conclui-se que a contribuição da tecnologia e da telecomunicações no mundo é de suma importância, pois contribuem para as empresas e correspondem a todas as tecnologias que interferem e mediam os processos informacionais e comunicativos dos seres. Ainda, podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos integrados entre si, que proporcionam, por meio das funções de hardware, software e telecomunicações, a automação e comunicação dos processos de negócios, da pesquisa científica e de ensino e aprendizagem

















 


 

BIBLIOGRAFIA


- Site www.watchtower.org
- Instituto nacional sobre os mídia e a família. - Jornal USA Today.
- Jornal Electrónico Business Times. Dr. Brian Yeo
- Dicionário Língua Portuguesa.


O carnaval em Angola

INTRODUÇÃO
Carnaval ou entrudo são os três dias de folia que precedem a quarta-feira de cinzas. É uma palavra que tem origem no latim "carna vale" que significa dizer "adeus à carne". No início as festas de carnaval aconteciam nas ruas, com desfiles de fantasias depois, passaram a ser realizadas nos clubes, onde eram tocadas as marchas, os sambas e os frevos preparados para os festejos. Em Angola o carnaval continua a ser celebrado no país sendo considerado por alguns como a maior manifestação cultural.

















O CARNAVAL
O Carnaval é uma festa que é marcada pelo "adeus a carne" que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim "carnis levale" o indica . Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincavam a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.
Pensa-se que terá tido a sua origem na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C, através da qual os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C. antes da Quaresma
O SURGIMENTO DO CARNAVAL EM ANGOLA
O Carnaval que já se notabilizou como uma das festas mais populares do país, registou na sua história várias interrupções. A primeira aconteceu na década de 1940 com a eclosão da IIª Guerra Mundial; a segunda entre 1961 e 1963, com o início da luta de libertação nacional, período que também não houve carnaval por decreto do regime salazarista; e uma terceira que aconteceu entre 1975 a 1977.
O ressurgir das festividades carnavalescas na então República Popular de Angola foi protagonizado, em 1978, pelo Fundador da Nação e primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto.
Num comício bastante popular realizado num dos mais emblemáticos municípios de Luanda (o Cazenga), o Poeta-Presidente propunha à população do país a realização do Carnaval numa perspectiva diferente daquela até então conhecida.
O restabelecimento do entrudo como uma festa pública e de recreação popular, foi idealizada por Agostinho Neto, com a finalidade de tirar a população do marasmo que absorvia completamente a sua actividade diária.
Deste modo, a história do carnaval pós-independência está intrinsicamente ligada à personagem de Agostinho Neto que, com o seu discurso popular e promissor, apelou aos angolanos à celebração das vitórias conquistadas pelo país, designando assim o carnaval da vitória. Esta foi a tónica predominante do Carnaval durante muitos anos.
Para além da sua formação em Medicina, da sua veia literária e do seu desejo de ver o direito à vida ser irrefutavelmente respeitado, Agostinho Neto revelou-se também uma personagem impulsionadora das manifestações culturais e do resgate do legado cultural do país, como pode ser lido no seu poema do livro Sagrada Esperança, intitulado Havemos de Voltar:
IMPACTO ECONÓMICO
Comissão do Carnaval de Luanda gasta mais de 100 milhões de Kwanzas, Segundo o responsável, tal valor será empregue na ajuda aos grupos, preparação do palco, prémios, entre outros aspectos.
Em declarações à Angop, o também director provincial da cultura afirmou que para além dos prémios e da indumentaria, os grupos têm também direito a prémios de participação, sendo que para os da classe A o valor é de 700 mil kwanzas, classe B (adultos) 500 mil kwanzas e na classe infantil 300 mil kwanzas.
 “São 39 grupos que vão desfilar este ano na Nova Marginal de Luanda, sendo 12 da classe Infantil, 14 na categoria B (adulto) e 13 na classe A (adulto). Este valor é, no entanto, insuficiente para que os grupos possam preparar-se condignamente”, salientou.
Por essa razão, prosseguiu, temos aconselhado os responsáveis dos grupos a cativarem patrocínios de empresários nos locais onde estão inseridos. A comissão ajuda no que pode e os grupos devem buscar outras fontes de receitas que os ajuda a melhor se prepararem para a festa.
Manuel Sebastião realçou que tudo está a ser feito no sentido de se proporcionar uma grande festa durante os três dias de actividade, apelando por isto a participação de todos os munícipes de Luanda.
OS PRINCIPAIS VENCEDORES
O  vencedor do Carnaval de Luanda na classe A, o grupo União Sagrada Esperança recebeu um montante equivalente a três milhões de Kwanzas ,o segundo União 10 de Dezembro dois milhões de Akz, o terceiro União Mundo da Ilha um milhão e duzentos mil kwanzas.

.
O quarto classificado União Njinga Mbandi recebeu um milhão de Kwanzas, o quinto União Povo da Samba, oitocentos mil Kwanzas.
Para classe B o vencedor União Amazonas do Prenda arrecadou um milhão e quinhentos mil Kwanzas , o segundo classificado União Jiza, um milhão de Kwanzas. Já o terceiro União Geração do Mar, seiscentos mil Kwanzas , o quarto União 17 de Setembro levou  quinhentos mil Kwanzas , o quinto classificado União Café de Angola, quatrocentos mil Kwanzas.
A classe C (infantil ) o vencedor Cassules Sagrada Esperança um milhão de Kwanzas, para o segundo Cassules Kazukuta do Sambizanga setecentos mil Kwanzas, o terceiro Cassules Jovens da Cacimba, quinhentos mil Kwanzas.
Para o quarto Cassules 10 de Dezembro foram atribuidos trezentos e cinquenta mil Kwanzas e o quinto classificado, Cassules Café de Angola, duzentos e cinquenta mil Kwanzas.
Na cerimonia foram premiados ainda as melhores composições musicais ( prémio BAI da canção do Carnaval ) onde os vencedores foram classe A União Mundo da Ilha recebeu um milhão de Kwanzas , classe B União Amazonas do Prenda com quinhentos mil Kwanzas e na infantil Cassules dos Jovens da Cacimba com duzentos e cinquenta mil Kwanzas .
Foram homenageados com diplomas e quantias monetárias o grupo Tuneza (dois milhões de Kwanzas ) e Maria António Gonçalves” Mama Santa”( quinhentos mil Kwanzas) .
A cerimónia  contou com a presença da ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, governador de Luanda, Graciano Domingos, vice governadora de Luanda, Juvelina Imperial, e representantes dos cincos grupos vencedores das três classes do Carnaval.
 


CONCLUSÃO
Conclui-se que o carnaval angolano, hoje, é cada vez mais angolano, no sentido que possui suas próprias características. Querendo fazer uma retrospectiva rápida do nosso carnaval, posso dizer que ele se desenvolveu nas áreas litorâneas do nosso país, e em particular na capital Luanda, com manifestações culturais importantes também em Benguela, Namibe, Catumbela e Cabinda. Porém, hoje, passados 34 anos daquele primeiro Carnaval da Vitória, podemos dizer que o carnaval é um fenómeno cultural de massa que ocorre em todo o país. Alias, quero lembrar que também no interior de todas as províncias do nosso país se festeja o carnaval.
















BIBLIOGRAFIA
·         redeangola. info/carnaval/
·         .Google.com/#q=carnaval+de+angola&start=10

·         Agostinhoneto.org/index.php? Option=com_content&view=article&id=763:carnaval-uma-festa-ressurgida-por-neto&catid=78:2011&Itemi

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

organização do registo comercial

INTRODUÇÃO

É um instituto público integrado na administração indirecta do Estado, que tem por missão executar e acompanhar as políticas relativas aos serviços de registo, tendo em vista assegurar a prestação de serviços aos cidadãos e às empresas no âmbito da identificação civil e do registo civil, de nacionalidade, predial, comercial, de bens móveis e de pessoas colectivas, bem como assegurar a regulamentação, controlo e fiscalização da actividade.

















ORGANIZAÇÃO DO REGISTO COMERCIAL

 Competência genérica Está a cargo das conservatórias do registo comercial, que podem funcionar como serviços autónomos ou em regime de anexação com outras conservatórias – art. 7º., DL 519-F2/79, 29/12 alterado pelo DL 324/2007, 28/9.
Competência territorial Com a publicação do DL 76-A/2006, 29/3, a partir de 1 de Janeiro de 2007, foi eliminada o princípio da territorialidade.
Também com a implementação do SIRCOM – Sistema Integrado do Registo Comercial
E a consequente transferência da informação constante, em todas as conservatórias, em suporte de papel para o sistema informático, passou a ser possível solicitar qualquer acto de registo em qualquer conservatória no país.
Mas, em vez de ter sido determinada no art. 1º., al. h) do DL 76-A/2006, 29/3 a “eliminação da competência territorial das conservatórias do registo comercial a partir 3 de 1 de Janeiro de 2007”, deveria apenas, ter-se previsto a eliminação, para efeitos de registo, da aludida competência territorial. Também neste sentido o art. 28º. da Lei Orgânica dos Registos e do Notariado.
EM SUMA: Os actos de registo comercial podem ser solicitados em qualquer conservatória do registo comercial, independentemente da localização da sede da entidade sujeita a registo.
Todavia, continuam em vigor normas que parecem não transparecer esta profunda alteração nas regras da competência territorial.
Vide por ex. o art. 57º., nº. 1 que parece não transparecer o fim deste princípio da territorialidade ou, o art. 3º., nº. 1 do RRC, que respeita ao arquivamento dos documentos que serviram de base a cada acto de registo, em pastas privativas de cada entidade sujeita a registo, “existentes na conservatória da área da respectiva sede”.

ENQUADRAMENTO LEGAL

O registo comercial é actualmente regulado pelo Código do Registo Comercial e pelo

REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL.

O Código do Registo Comercial foi aprovado pelo DL 403/86, 3/12, rectificado por
Declaração de Rectificação de 31/01/1987, tendo vindo a ser sucessivamente alterado
(1988, 1989, 1991, 1993, 1994, 1995, 1996, 1998, 1999, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006
– Lei nº. 52/2006, 15/3, DL 76-A/2006, 29/3, DL 8/2007, 17/1, DL 318/2007, 26/9, e mais, recentemente pelo DL 34/2008, 26/2, DL 116/2008, 4/7 (Declaração de
Rectificação nº. 46/2008, 25/8), Lei nº. 73/2008, 16/4, DL 247-B/2008, 30/12, Lei nº.
19/2009, 12/5, DL 122/2009, 21/5, DL 185/2009, 12/8, DL 292/2009, 13/10.

OBJECTO DO REGISTO COMERCIAL

Registo de factos referentes a pessoas, singulares ou colectivas, que exercem uma actividade económica mercantil;
             Abrange também o EIRL – Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (não reveste natureza pessoal mas patrimonial, nem tem personalidade jurídica, mas está ligado a uma pessoa singular que exerça uma actividade comercial – DL 248/86, 25/8). Conforme o define J. Engrácia Antunes, num artigo com o título “O EIRL:
Crónica de uma morte anunciada”, publicado na Revista da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, ano III, 2006: “Consiste num património autónomo de uma pessoa singular através do qual esta pode desenvolver uma actividade comercial beneficiando de uma limitação da sua responsabilidade pelas dívidas emergentes do respectivo exercício.
Abrange, ainda, as cooperativas, as empresas públicas empresariais, os agrupamentos complementares de empresas e os agrupamentos europeus de interesse económico;
·         Outras pessoas singulares e colectivas sujeitas ao registo comercial.
O título exemplificativo:

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO REGISTO COMERCIAL

São princípios orientadores do registo comercial aqueles princípios que enformam o respectivo ordenamento jurídico, inspirando as normas regulamentadoras e auxiliando a compreensão e correcta interpretação dessas normas.
Vamos analisá-los, de uma forma sumária, no seu conteúdo e as disposições legais, que, directa ou indirectamente, os consagram ou “abordam”.

ACTOS DE REGISTO – Capítulo IV do CRC

1.      O depósito;
2.      A matrícula;
3.      As inscrições;
4.      Os averbamentos;
5.      As publicações.

FORMAS DE REGISTO:

1 – Registo por transcrição – art. 53º.-A, nº. 2, CRC

Consiste na extractação dos elementos que definem a situação jurídica das entidades Sujeitas a registo constantes dos documentos apresentados.

2 – Registo por depósito – art. 53º.-A, º. 3, CRC

Consiste no mero arquivamento dos documentos que titulem factos sujeitos a registo.

ÂMBITO:

1 – Registo por transcrição – art. 53º.-A

Consiste na extractação dos elementos que definem a situação jurídica das entidades sujeitas a registo constantes dos documentos apresentados, e, compreende a matrícula das entidades sujeitas a registo, bem como as inscrições, averbamentos e anotações de factos a elas respeitante – art. 55º., nº. 1.
A data do registo é a da apresentação ou, se desta não depender a data em que tiver lugar
Os actos de registo por transcrição são efectuados em suporte informático, sendo as inscrições e averbamentos lavrados por extracto, e deles decorre a matrícula – art. 58º., nº. 1 e 2.



















CONCLUSÃO

Em suma, o registo de factos referentes a pessoas, singulares ou colectivas, que exercem uma actividade económica mercantil.
Abrange também o estabelecimento individual de responsabilidade limitada, cooperativas, entidades públicas empresaria, agrupamentos complementares de empresas, agrupamentos europeus de interesse económico e outras pessoas singulares e colectivas sujeitas a registo comercial.

















BIBLIOGRAFIA



















ÍNDICE





Métodos de avaliação de desempenho


Métodos de avaliação de desempenho
O actual mercado empresarial é caracterizado pela busca de diferencias competitivos consistentes e capazes de agregar valores as organizações ao longo do tempo e, com isso, a avaliação de desempenho vem sendo uma ferramenta que acrescenta ideia ao negócio da organização. De acordo com Chiavenato (2004 p. 258) “As praticas de avaliação de desempenho não são  novas. Desde que uma pessoa deu emprego à outra, seu trabalho passou a ser avaliado em termos de relação entre custos e benefícios”.
ANÁLISE E QUALIFICAÇÃO DE FUNÇÕES
ANÁLISE E DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES
A análise de funções consiste num processo de recolha, análise e sistematizações de informação acerca de uma função, com o objectivo de identificar as tarefas ou atribuições, bem como as competências necessárias para o seu desempenho.
A descrição de funções constitui um sumário de tarefas, objectivos e responsabilidades de uma determinada função. Se for relevante, também inclui informação sobre as condições de trabalho e a relação com outras funções.
Uma análise e descrição de funções adequada permite:
- A descrição das principais actividades – o quê, porquê e como é que o trabalho é realizado (atribuições, métodos e objectivos);
- Identifica as principais tarefas de uma função;
- Descreve as competências necessárias para desempenhar as actividades;
- Fornece a importância relativa dos componentes da função.
Contrariamente, a ausência ou uma deficiente análise e descrição pode conduzir a uma ambiguidade de papéis, a problemas comunicacionais e a indefinição nos objectivos dos colaboradores.
O PROCESSO DE ANÁLISE E DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES
O processo de análise de funções pode ser descrito da seguinte forma:
1. Determinação dos Objectivos

Os objectivos da análise de funções devem estar associados ao plano estratégico da organização. Algumas razões mais frequentes são a tecnologia e as necessidades de um ambiente competitivo que conduzem a mudanças na natureza do trabalho, pelo que se requer uma reavaliação das funções existentes; o surgimento de novas funções requer novas descrições funcionais…